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Anvisa recolhe medicamentos para colesterol e corticoides, 13h49

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu ontem, segunda-feira (18) a comercialização, distribuição e uso de medicamentos depois de notificações de problemas em lotes específicos de produtos fabricados pelos laboratórios Hypofarma e Cimed.

No caso da Hypofarma, a medida atinge o medicamento Fosfato Dissódico de Dexametasona 4 mg/ml solução injetável (caixa com 50), utilizado como corticoide anti-inflamatório.

A empresa informou o recolhimento voluntário do lote 25091566 após identificar escurecimento da solução quando o produto é diluído em associação com determinados medicamentos.

Já a Cimed comunicou o recolhimento voluntário do lote 2424299 dos medicamentos Atorvastatina cálcica 40mg e Rosuvastatina 20 mg, ambos utilizados para controle do colesterol.

Segundo a empresa, houve suspeita de mistura de embalagens com cartuchos de Rosuvastatina identificados em lote de Atorvastatina. A Anvisa também suspendeu a comercialização, distribuição e uso dos produtos relacionados a esse lote específico (2424299).

Fitoterápicos proibidos

A agência sanitária também informou hoje que determinou a apreensão e proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, importação, propaganda e uso de uma série de medicamentos e fitoterápicos sem registro, notificação ou cadastro sanitário. Entre os produtos proibidos estão:
Composto Cura Tudo
Composto Anti-álcool
Garrafada Cura Tudo
Ki Sinusite/Rinite
Composto Saúde do Homem
Composto Tira Fumo
Composto para Diabetes
Composto Taradão
Composto para Psoríase
Garrafada do Seu Geraldo

A medida também vale para todos os lotes dos fitoterápicos da marca Status Verde:Composto Anti-Diabetes
Valeriana Composta
Erva Baleeria
7 Magnésios

Anvisa determina recolhimento de produtos da marca Ypê por risco de contaminação


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de detergentes, sabões líquidos para roupas e desinfetentes da marca Ypê. A medida foi publicada nesta quinta-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU) e começa a valer imediatamente.
O que aconteceu

A decisão ocorreu após uma análise das etapas de produção que identificou risco à segurança sanitária dos produtos, com possibilidade de ocorrência de contaminação microbiológica, com presença indesejada de bactérias, fungos, leveduiras, vírus ou parasitas.

A medida inclui ainda a suspensão da fabricação, a comercialização, a distribuição e o uso dos produtos.
Quais lotes dos produtos Ypê foram afetados?

Conforme a agência, somente os lotes que terminam com o número 1 foram afetados.

Eles foram fabricados pela empresa Química Amparo, na unidade localizada em Amparo (SP).

A avaliação técnica de risco sanitário foi conduzida após inspeção conjunta ocorrida na última semana com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP) e a Vigilância Sanitária de Amparo (Visa-Amparo).

Durante a visita, foram encontradas falhas nos sitemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade, etapas consideradas críticas no processo produtivo em larga escala.

A Anvisa também indica que os problemas identificados comprometem o atendimento aos requisitos essenciais de Boas Práticas de Fabricação (BPF)
O que fazer caso o cliente tenha comprado o lote?

Segundo o órgão de vigilância, os consumidores que possuem os produtos devem suspender imediatamente o uso e entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da empresa para informações sobre o procedimento de recolhimento.


"As vigilâncias sanitárias estaduais e municipais devem intensificar o monitoramento do mercado e adotar as medidas necessárias para evitar a circulação dos lotes envolvidos, em articulação com as ações coordenadas do SNVS", informou a Anvisa.
Confira a lista de produtos Ypê afetados (lotes com númeração final 1):Lava louças Ypê Clear Care;
Lava louças com enzimas ativas Ypê;
Detergente/lava louças Ypê;
Detergente/lava louças Ypê Clear Care;
Detergente/lava louças Ypê Toque Suave;
Detergente/lava-louças concentrado Ypê Green;
Detergente/lava-louças Ypê Clear;
Detergente/lava-louças Ypê Green;
Lava roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor;
Lava roupas líquido;
Tixan Ypê Cuida das Roupas;
Lava roupas líquido Tixan Ypê Antibac;
Lava roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha;
Lava roupas líquido Tixan Ypê Green;
Lava roupas líquido Ypê Express;
Lava roupas líquido Ypê Power Act;
Lava roupas líquido Ypê Premium;
Lava roupas Tixan Maciez;
Lava roupas Tixan Primavera;
Desinfetante Bak Ypê;
Desinfetante de uso geral Atol;
Desinfetante perfumado Atol;
Desinfetante Pinho Ypê;
Lava roupas Tixan Power Act.

(*) Diário do Nordeste

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, ontem, segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina nacional contra a chikungunya, denominada Butantan-Chik.


PODE SER INCORPORADO AO SUS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta segunda-feira (4), o Instituto Butantan a fabricar a vacina nacional contra a chikungunya, denominada Butantan-Chik.

Com a decisão, o instituto também passa a ser oficialmente reconhecido como local de produção do imunizante, o que abre caminho para sua futura incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

💉 A vacina é indicada para pessoas entre 18 e 59 anos expostas ao vírus. O imunizante já havia sido aprovado pela Anvisa em abril do ano passado, mas, até então, era produzido em unidades da farmacêutica franco-austríaca Valneva.

Segundo o governo de São Paulo, a Butantan-Chik passará a ser integralmente produzida no Brasil, incluindo as etapas de formulação e envase, mantendo os padrões de qualidade, segurança e eficácia.

A chikungunya é uma doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e do vírus Zika.

Entre os principais sintomas estão febre de início súbito (geralmente acima de 38,5°C) e dores intensas nas articulações, especialmente em pés e mãos, como dedos, tornozelos e punhos. Também podem ocorrer dor de cabeça, dores musculares e manchas vermelhas na pele.

(Foto: Butantã/Divulgação)

Anvisa suspende venda de xarope com substância capaz de provocar arritmia

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão de um medicamento à base de clobutinol no Brasil. A medida foi publicada nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União (DOU) e começa a valer imediatamente.

Segundo a Anvisa, a decisão foi baseada em um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância, que identificou na substância riscos à saúde.

O documento indica que medicamentos com clobunitol correm o risco de provocar arritmia grave com prolongamento do intervalo QT, uma alteração na atividade elétrica do coração que pode levar a desmaios e até morte súbita.

Baseado nisso, fica terminantemente proibida a comercialização, distribuição, fabricação, importação, manipulação, propaganda e o uso do medicamento em solo nacional.
ONDE O CLOBUTINOL ERA ENCONTRADO?

O clobutinol era comumente utilizado em antitussígeno, utilizado no tratamento de tosses. Ele costuma ser encontrado em xaropes e outros medicamentos recomendados para problemas respiratórios.

Pacientes que faziam o uso de produtos com clobutinol devem interromper o uso, buscando orientação médica para encontrar outras alternativas.




Anvisa libera medicamentos para diabetes, câncer de mama e angioedema

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou novos medicamentos para o tratamento do diabetes tipo 1, para o câncer de mama e para o angioedema hereditário. Os registros já foram publicados no Diário Oficial da União (DOU).

A agência aprovou o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1, estágio 3, em pacientes adultos e pediátricos com 8 anos de idade ou mais que já estejam no estágio 2. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune grave e de longa duração, que costuma se manifestar na infância e pode gerar aumento de complicações, como doenças cardíacas, renais e oculares.

Também foi aprovado o Datroway®, indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático, com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já tenham se submetido a terapia endócrina e a pelo menos uma linha de quimioterapia para doença irressecável (que não pode ser removida completamente por cirurgia) ou metastática (que se espalhou do local original para outras partes do corpo).

O Andembry® (garadacimabe) também teve o registro aprovado. O medicamento é indicado para prevenção do angioedema hereditário (AEH). A doença genética é considerada rara e causa inchaços (edemas) repentinos e dolorosos em diversas partes do corpo, que podem afetar de forma recorrente a pele, as mucosas e os órgãos internos.


(Agência Brasil)


Anvisa indica vacina contra o HPV para prevenir mais tipos de câncer

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nova indicação terapêutica para a vacina Gardasil 9, que passa a valer também para a prevenção de cânceres de orofaringe, cabeça e pescoço associados ao HPV.

Até então, o imunizante era indicado para a prevenção de cânceres do colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus; de lesões pré-cancerosas ou displásicas; de verrugas genitais e infecções persistentes causadas pelo vírus.

A nova indicação foi aprovada para crianças, homens e mulheres de 9 a 45 anos. A orientação da Anvisa é que a imunização seja feita antes do início da vida sexual, já que o HPV é transmitido por meio de relações sexuais.

“A nova indicação é fundamentada na prevenção da infecção persistente pelos tipos de HPV oncogênicos, reconhecidos como principais causadores desses cânceres, bem como na demonstração de resposta imunológica robusta contra esses tipos virais”, destacou a agência.


(Agência Brasil)


Anvisa aprova registro de vacina 100% nacional contra dengue

 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (26) o registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) da vacina da dengue produzida pelo Instituto Butantan. A intenção é começar a aplicação da doses em 2026, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo o Instituto Butantan, já há 1 milhão de unidades da vacina contra a dengue prontas para distribuição. Este é o primeiro imunizante no mundo de apenas uma dose. A estimativa do Butantan é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026.

“Hoje é um dia de alegria, de vitória da vacina, de vitória da ciência, de vitória da cooperação entre o SUS brasileiro e de suas instituições públicas que estão espalhadas pelo país, entre elas o Instituto Butantan”.

Padilha, ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, ressaltou a qualidade da vacina contra a dengue.

“Sabemos já dos dados publicados, sabemos da segurança dessa vacina. Estamos falando de um hat-trick: é uma vacina 100% brasileira, tem capacidade de proteção ampla e é uma dose apenas”.

A nova vacina será integrada ao Programa Nacional de Imunização (PNI). De acordo com o governo, o ministério apresentará a novidade já nesta quinta-feira (27) à Comissão Tripartite, formada por secretários estaduais e municipais de saúde, bem como a estratégia de incorporação.

“Queremos começar a utilização dessa vacina no começo do calendário vacinal de 2026”, revelou o ministro.

Segundo o Instituto Butantan, já há 1 milhão de unidades da vacina contra a dengue prontas para distribuição. Este é o primeiro imunizante no mundo de apenas uma dose. A estimativa do Butantan é ter disponível mais de 30 milhões de doses em meados de 2026.

(Agência Brasil)

Anvisa determina recolhimento de polpas, molho, champignon e azeite de oliva por irregularidades, ATUALIZAÇÃO 11h51

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de polpa de frutas, champignon em conserva e molho de alho de três marcas diferentes, após resultados insatisfatórios em análises feitas por laboratórios públicos. Também foi identificada a venda de um azeite de origem desconhecida e fora dos padrões exigidos pela legislação. Nesse caso, a agência ordenou a apreensão do produto e a suspensão total das vendas. As medidas sanitárias foram publicadas ontem  segunda-feira (7) no Diário Oficial da União (DOU).

A polpa de morango da marca De Marchi, lote 09437-181 (validade até 01/11/2026), será recolhida após exame apontar presença de matérias estranhas. O laudo foi emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen-SC).

Outro produto afetado é o champignon inteiro em conserva da marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre. O lote 241023CHI (validade: 10/2026) apresentou teor de dióxido de enxofre acima do limite permitido. A análise foi feita pelo Lacen do Distrito Federal (Lacen-DF).

Já o molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos, também teve um lote recolhido (lote 29, validade até 01/2026) por conter excesso de dióxido de enxofre, conforme laudo do Lacen-DF.

No caso do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos, a Anvisa determinou a proibição total de comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso. Segundo a agência, além de ter origem desconhecida, o produto não atende aos padrões legais nos testes de rotulagem e análises físico-químicas.

A empresa responsável pela distribuição, Intralogística Distribuidora Concept, está com o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) suspenso devido a irregularidades na Receita Federal. O portal de notícias do Governo Federal Agência Brasil tenta contato com as marcas citadas para incluir os posicionamentos das mesmas, no entanto, até a publicação desta matéria, não obteve resposta.

Geral Anvisa aprova Mounjaro para tratamento de sobrepeso e obesidade, 0906 10h24

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o medicamento Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, para o tratamento de sobrepeso e obesidade. A resolução foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (9).


De acordo com a publicação, a norma já está em vigor e engloba diferentes dosagens e aplicações da caneta.

O Mounjaro já era aprovado para o tratamento do diabetes tipo 2, e estudos clínicos já haviam mostrado sua eficácia para a perda de peso. Agora, a caneta está aprovada para o tratamento de sobrepeso na presença de pelo menos uma comorbidade e de obesidade, acompanhada de atividade física e dieta de baixa caloria.

Nessa indicação, o tratamento é voltado para adultos com índice de massa corporal (IMC) maior ou igual a 30 (obesidade), ou maior ou igual a 27 (sobrepeso) com pelo menos uma comorbidade associada ao peso, como hipertensão, colesterol alto ou pré-diabetes.

A aprovação da Anvisa foi baseada nos resultados do programa SURMOUNT, um conjunto de sete estudos clínicos de fase 3 que recrutou mais de 20 mil pacientes em todo o mundo.

Segundo o estudo, pessoas que utilizaram Mounjaro, associado à dieta e exercício, apresentaram uma perda de peso superior quando comparado ao placebo. Na dose mais alta do tratamento (15 mg), os indivíduos perderam, em média, 22,5%, enquanto na dose mais baixa (5 mg), perderam, em média, 16% (em comparação com 0,3% no placebo).

Além disso, cerca de 40% dos participantes que usaram Mounjaro perderam mais de 40% do peso corporal total, em comparação a 0,3% do grupo placebo. Os participantes do estudo que conciliaram o uso de Mounjaro à dieta e ao exercício observaram mudanças no colesterol e reduções na pressão arterial e na medida da cintura. As mudanças foram desfechos secundários a partir do uso do medicamento, e não faziam parte da indicação desse.

“Infelizmente, apesar das evidências científicas contrárias, a obesidade é frequentemente vista como uma escolha de estilo de vida – algo que as pessoas deveriam gerenciar por si mesmas. Durante décadas, dieta e exercício foram as únicas opções de tratamento, mas nem todos os pacientes conseguem perder peso apenas com essa abordagem”, avalia Luiz Magno, diretor sênior da Área Médica da Lilly do Brasil, em comunicado.

“Graças a todos os estudos recentes, agora sabemos que o próprio corpo pode responder a uma dieta de déficit calórico aumentando a fome e reduzindo a sensação de saciedade, ou seja, o próprio metabolismo do paciente dificulta a perda de peso e facilita o reganho”, explica Magno.

Para ele, a aprovação do Mounjaro para obesidade traz “mais oportunidades de tratamento para quem vive com obesidade e está à procura de melhores alternativas para controle de peso”.

CNN

Anvisa aprova primeira insulina semanal do mundo para uso por pacientes om diabetes tio 1 e 2 no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na sexta-feira, 7, o uso da primeira insulina semanal do mundo para pacientes com diabetes tipo 1 e 2. O produto, desenvolvido pela Novo Nordisk – mesma fabricante do Ozempic e do Wegovy –, recebeu o nome de Awiqli.⁠⁠
O medicamento, que já havia sido aprovado em outros países, recebeu autorização do órgão regulador nacional e deve ser disponibilizado antes do final do primeiro semestre de 2025. No entanto, ainda não há uma previsão exata para seu lançamento.⁠
Com isso, a insulina Awiqli, da Novo Nordisk, torna-se o primeiro produto de insulina basal com dosagem semanal, uma vez que todos os outros disponíveis no mercado são projetados para administração diária.⁠
💉 A IMPORTÂNCIA DA INSULINA⁠
A insulina desempenha um papel fundamental no controle farmacológico da glicemia em pacientes com diabetes, mas seu uso pode ser desafiador para pacientes e cuidadores. Atualmente, a maioria dos pacientes necessita de injeções diárias de insulina de ação prolongada e, quando necessário, injeções de insulina de ação rápida antes das refeições.⁠
🔗 Para ler a matéria completa, acesse este post no link da bio.⁠
📸 Fotos: Reprodução/ Freepik; Adobe Stock⁠

#opovo #diabetes #saude #diabetestipo1 #diabetestipo2 #brasil #anvisa #Awiqli #insulina

ANVISA proibe venda de pomadas para fixar cabelo

47 PRODUTOS CANCELADOS 🧴
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) cancelou a comercialização de 47 pomadas para fixar ou modelar cabelos por não atenderem aos critérios estabelecidos para essa categoria de cosméticos.

Segundo a Anvisa, a maioria dos produtos cancelados descumpriu o artigo da resolução que determinava a adequação dos processos de produtos que haviam sido regularizados por notificação e a apresentação de informações como:

- Cópia da licença sanitária;
- Arte da rotulagem contendo modo de uso e quantidade de produto a ser aplicado;
- Declaração/avaliação da empresa titular atestando a segurança do produto.

O descumprimento dessa norma é considerado uma infração sanitária, sujeita a penalidades que incluem multa, cancelamento de registro e interdição do estabelecimento.

O uso de produtos irregulares ou de forma inadequada pode provocar efeitos indesejados como cegueira temporária (perda temporária da visão), forte ardência nos olhos, lacrimejamento intenso, coceira, vermelhidão, inchaço ocular e dor de cabeça.

ANVISA alerta para mensagens fraudulentas enviadas por e-mail indicando vistorias em empresas


AGÊNCIA ORIENTA O PÚBLICO
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou para o envio de e-mails “fraudulentos” supostamente enviados pela agência, indicando a realização de vistorias em empresas.

Em nota, a entidade informou que os e-mails têm como remetente vistoria@anvisa.gov.br, com o número de vistoria variando.

Segundo a Anvisa, há relatos ainda de e-mails falsos enviados em nome da agência abordando assuntos como Procedimentos Operacionais Padrão (POP) e solicitações de pagamento, entre outros.

“Esses e-mails não pertencem à agência, caracterizando, portanto, tentativa de fraude”, destacou a entidade.

“Trata-se de ataque de e-mail spoofing, ou seja, uma técnica usada por hackers para se passar por outra pessoa ou uma empresa legítima e roubar dados. Assim, o usuário malicioso induz o leitor a pensar que o e-mail veio de uma fonte confiável e o leva a clicar em algum link, compartilhar informações sensíveis ou baixar arquivos que podem causar danos.”

A Anvisa orienta o público em geral que, em caso de recebimento desse tipo de e-mail, não clique em nenhum link e que registre denúncia por meio de um dos canais oficiais de atendimento.

*Com informações da Agência Brasil.

ANVISA VOLTA A PROIBIR VENDA DE ÁLCOOL LÍQUIDO 70% NOS MERCADOS E FARMÁCIAS

As farmácias e os mercados só poderão vender álcool líquido 70% até o dia 30 de abril. Isto acontece porque a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização deste produto. Após a data, os estabelecimentos comerciais deverão vender apenas álcool em gel.
O órgão havia permitido a venda do álcool líquido para o público geral por causa da pandemia de covid-19. A autorização terminou no dia 31 de dezembro do ano passado. O prazo foi prolongado até o final deste mês para esgotar o estoque dos comércios.

O álcool líquido foi substituído pelo em gel em 2002, devido à quantidade de acidentes provocados. A eficácia é a mesma em ambos os tipos, de acordo com o químico Ubiracir Lima, do Conselho Federal de Química.

Segundo o profissional, a população pode usar outros produtos na limpeza da casa.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é contra a proibição. A entidade alega que o consumidor vai ficar sem um produto de melhor custo-benefício. A Abras informou que, desde dezembro, conversa com a Anvisa, já que há demanda de consumidores e falta de álcool líquido à venda nos supermercados.

(Foto: Reprodução/ASSERJ)

Anvisa aprova novas regras para rótulos de medicamentos Segundo agência, mudanças deixam informações mais claras


A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou mudanças na rotulagem de medicamentos. De acordo com a agência, as alterações visam deixar mais claras as informações sobre os remédios nas embalagens, garantindo a segurança do paciente e o uso correto dos medicamentos.

No caso de remédios isentos de prescrição médica, a classe terapêutica e a indicação ficarão dispostas na parte da frente da embalagem para facilitar a visualização pelo consumidor.

O mesmo será feito para quantidade total de medicamento. “Com intuito semelhante, foi permitida a colocação da quantidade total do medicamento na face frontal da embalagem, podendo auxiliar o cidadão na comparação de preço dos produtos, sem, no entanto, causar prejuízo para a compreensão das informações relacionadas ao uso seguro do medicamento”, informa nota da Anvisa.

Segundo a agência, outra mudança é o uso obrigatório da técnica Tall Man Lettering (TML) – quando parte do nome de um remédio é escrito em letras maiúsculas - nos rótulos de medicamentos restritos ao uso de hospitais, clínicas, ambulatórios, serviços de atenção domiciliar e demais unidades de saúde.

“A técnica de TML é uma das ferramentas utilizadas para ajudar a minimizar os erros de medicações decorridos de troca acidental entre princípios ativos com fonética e/ou ortografia semelhantes”, explica a agência.

Em relação a remédios que são vendidos ao governo federal, serão retiradas as frases que utilizam os termos venda sob prescrição, sendo substituídas por “Uso sob prescrição” e “Uso sob prescrição e retenção de receita”.

FARMÁCIAS SÃO AUTORIZADAS PELA ANVISA PARA REALIZAR 40 EXAMES; SAIBA QUAIS

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (#Anvisa) anunciou uma nova Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) que trata dos requisitos técnico-sanitários para o bom desempenho de laboratórios clínicos, de anatomia patológica e outras atividades que estejam relacionadas a exames de análises clínicas no país. Os cuidados sanitários foram preservados, mas a atualização foi necessária para atender os avanços do setor e as novas tecnologias, assim como, garantir a segurança dos pacientes.
A revisão da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 302/2005, que estava em vigor há 18 anos, é um importante avanço à ampliação da oferta de serviços oferecidos à população brasileira e à assistência à saúde, com a garantia de qualidade dos exames de análises clínicas no país, para atender a evolução do setor de diagnósticos.

A Abrafarma alega que os seguintes exames poderão ser realizados nas farmácias:

Beta-hCG
Dengue Antígeno NS1
Hemoglobina Glicada A1c
Check-up Pós-Covid Anticorpos Anti-Spike
Colesterol Total
Avaliação de Controle de Asma
Dengue Anticorpos IgG IgM
Glicemia
Glicemia e Pressão Arterial
Glicemia e Perfil Lipídico
Hormônio Luteinizante (LH)
Toxoplasmose
Teste de Intolerância Alimentar
Exames do coração check-up completo
VSR – Vírus Sincicial Respiratório
VSR Molecular – Vírus Sincicial Respiratório
Zika Vírus Anticorpos
Teste Rápido PSA
Teste Rápido Adenovírus
Teste Rápido HIV
Teste Rápido Covid-19 Anticorpos
Teste Rápido Covid-19 Antígeno
Teste Rápido Covid-19 Antígeno + Anticorpos
Teste Rápido Covid-19 Molecular
Teste Rápido Ácido Úrico
Teste Rápido Chikungunya
Teste Rápido Lactato
Teste Rápido Malária
Teste Rápido Sífilis
Teste Rápido Troponina Cardíaca
Teste Rápido Ferritina
Teste Rápido Mioglobina
Teste Rápido Streptococcus Grupo A Molecular
Teste Rápido Streptococcus Grupo A
Teste Rápido Hepatite C
Teste Rápido Vitamina D
Avaliação de Controle da Asma
Teste Rápido Proteína C Reativa
Teste Rápido Rubéola
Teste Rápido Dímero-D
Teste Rápido Dengue Antígeno e Anticorpos
Teste Rápido Febre Amarela
Teste Rápido Helicobacter Pylori
Teste Rápido Influenza Molecular
Teste Rápido de Alergia Alimentar
Teste Rápido Tipo Sanguíneo
Medição de Pressão arterial

Relatos de cegueira levam Anvisa a proibir venda de pomadas capilares Saiba como evitar as complicações causadas por esses produtos



Após relatos de clientes com diversos problemas de saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a restrição e o recolhimento de pomadas capilares para modelar tranças. Ao todo, 11 pomadas modeladoras estão com a venda suspensa para que a haja investigação das substâncias contidas nesses produtos e as marcas possam regularizá-las.

Segundo a tricologista e cabeleireira Rosi Ribeiro, os efeitos negativos com o uso das pomadas capilares podem ser sentidos tanto pelo profissional que aplica o produto quanto pelo cliente. Os relatos são de coceira e vermelhidão nos olhos, irritação na pele, inflamação no folículo capilar e até cegueira provisória. Há casos em que o uso reiterado da pomada pode levar ao entupimento do folículo e à queda do cabelo.

"Houve um caso em que a cliente usou trança durante três meses, o cabelo caiu e o folículo fechou. Em vez de retirar a trança, ela refez o penteado. O maior problema é que, com fechamento desse folículo, o cabelo não nasce mais", contou a profissional.

Informação


A pomada é um cosmético geralmente usado para fixação de penteados. De acordo com a tricologista, substâncias conservantes permitem validade maior do produto, mas podem causar efeitos adversos nos usuários. Esses problemas surgem após contato do produto com água, que faz a pomada escorrer pelo rosto e os olhos. Para Rosi Ribeiro, a melhor forma de prevenção de efeitos negativos é a informação.

"Há um mito de que a mulher precisa sofrer para ficar bonita, mas isso não é verdade. O essencial é ter informação", disse. "Atualmente, cada um pode fazer seu produto. Vai ao laboratório e faz um produto sem controle de quantidade desses conservantes e coloca em excesso. Não é que as substâncias não podem ser usadas, mas que devem seguir regras específicas e com a possibilidade de enxague - o que não acontece atualmente. Assim, as pessoas precisam saber quais são as substâncias que podem provocar riscos à saúde", explicou.

De acordo com a Anvisa, os produtos são alvo de investigação por parte da própria agência reguladora e dos órgãos de Vigilância Sanitária locais devido a relatos de pacientes sobre a ocorrência de eventos adversos graves após o uso. Todos esses produtos podem oferecer risco à saúde.

(*) Agência Brasil
www.carlosdehon.com

Anvisa proíbe comercialização de pomada para modelar cabelo após casos de cegueira



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu o uso, comercialização e distribuição de pomada modeladora de cachos Cassu Braids, fabricada pela Microfarma Indústria e Comércio LTDA, após relatos de queimaduras na pele e cegueira temporária. A decisão foi publicada na sexta-feira (6).

Na determinação, de caráter cautelar, a Anvisa proíbe, também, a venda e uso de todos os produtos frabricados pela empresa. A Agência identificou que a fabricante não tem licença de órgão de vigilância sanitária do Rio de Janeiro, onde está instalada.

A Anvisa determinou, ainda, o recolhimento da pomada e de demais cosméticos fabricados pela Microfarma.

De 26 de dezembro de 2022 a 2 de janeiro deste ano, diversos consumidores da pomada procuraram emergências médicas no Rio de Janeiro relatando ardência nos olhos, dor e cegueira temporária após o uso do cosmético. A intoxicação ocular, inclusive, foi o principal motivo para a Anvisa mandar recolher e suspender a venda e uso do produto.

Ainda segundo a Anvisa, os sintomas teriam aparecido após os consumidores lavarem os cabelos.

"É importante ressaltar que consta no rótulo do produto a orientação de evitar contato com os olhos e mucosas, bem como a orientação de retirar a pomada do cabelo antes de ir a lugares como piscinas, praias e cachoeiras, para que o produto não escorra sobre os olhos. Entretanto, a empresa fabricante está com CNPJ inapto junto à Receita Federal e com a licença sanitária cancelada desde 2018.", alega a Agência.

No fim do ano pasasdo, a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro chegou a emitir alerta nas redes sociais sobre o uso da pomada.

(*) ANVISA
DN

ANVISA VOLTA A OBRIGAR USO DE MÁSCARA EM AEROPORTOS E AVIÕES



O uso de máscaras em aviões e aeroportos vai voltar a ser obrigatório após decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida foi votada na noite dessa terça-feira (22) e entra em vigor a partir desta sexta-feira (25).

Agora, todo passageiro é obrigado a usar o item em aeronaves e terminais. Segundo a decisão, o acesso a estes locais será proibido para quem não estiver com o acessório cobrindo integralmente nariz, boca e queixo.

➡O uso de máscaras nesse ambientes deixou de ser obrigatório em agosto deste ano, quando passou a ser apenas uma recomendação.

MÁSCARAS ESPECÍFICAS 😷

O uso de máscaras de plástico e acrílico, assim como as que possuem válvula de expiração, lenços e bandanas, e máscaras de uso não profissional que tenham apenas uma camada ficam proibidas. Também não poderão ser usados face shields isoladamente, sem estarem acompanhados de máscara.

O uso será dispensado para pessoas autistas, ou com deficiências intelectuais. O acessório não é necessário durante a alimentação e para beber líquidos.

ANVISA AUTORIZA REMDESIVIR PARA USO PEDIÁTRICO CONTRA A COVID-19

 


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (21) a ampliação do uso do medicamento remdesivir, vendido no Brasil pelo nome comercial Veklury, para tratamento pediátrico contra a covid-19.


Agora, o medicamento poderá ser usado por bebês e crianças a partir de 28 dias e peso igual ou superior a 3 kg, que tenham pneumonia e requerem administração suplementar de oxigênio (oxigênio de baixo ou alto fluxo ou outra ventilação não invasiva no início do tratamento).

Já crianças pesando 40 kg ou menos, sem necessidade de administração suplementar de oxigênio, mas que apresentam risco aumentado de progredir para covid-19 grave, também poderão fazer o tratamento com o remdesivir.

ANTIVIRAL

O antiviral recebeu registro da Anvisa em março de 2021 e, desde então, vem tendo seu uso expandido entre pacientes adultos e adolescentes em casos de covid-19.

A substância age impedindo a replicação do coronavírus no organismo, diminuindo o processo de infecção. Cerca de 50 países já autorizam o uso do medicamento.

Anvisa autoriza dispensa de registro de vacinas para varíola dos macacos

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (19), a dispensa de registro para importação de medicamentos e vacinas destinados à prevenção ou ao tratamento da varíola dos macacos. Na prática, a resolução simplificará a análise documental e facilitará o acesso da população brasileira aos medicamentos ou vacinas para tratamento ou prevenção da doença, diante da situação de emergência de saúde pública de importância internacional declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo decisão, a norma, que terá caráter excepcional e temporário, permitirá que o Ministério da Saúde solicite à agência a dispensa de registro de medicamentos e vacinas que já tenham sido aprovados para prevenção ou tratamento da varíola dos macacos por autoridades internacionais especificadas na respectiva resolução.

“É importante deixar claro que a Anvisa está exercendo seu papel de agência reguladora. A dispensa de registro é um ato regulatório. E esse ato não significa a aprovação tácita do que vier. Diante de mais um desafio, estamos utilizando uma ferramenta que faz parte do exercício pleno de nossa função”, disse o diretor presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

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