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25/10/2021 > SEGUNDA-FEIRA


James Michael Tyler, o Gunther de 'Friends', morre aos 59 anos

James Michael Tyler, conhecido por interpretar o personagem Gunther na série "Friends"


James Michael Tyler, conhecido por interpretar o personagem Gunther na série "Friends", morreu na manhã deste domingo (24), aos 59 anos, em decorrência de um um câncer de próstata.
Segundo o site TMZ, ele morreu "tranquilamente" em sua casa em Los Angeles.

"O mundo o conhecia como Gunther (o sétimo 'Amigo'), da série de sucesso 'Friends', mas os entes queridos de Michael o conheciam como ator, músico, defensor da conscientização sobre o câncer e marido amoroso", diz um comunicado divulgado por sua família neste domingo.

"Michael adorava música ao vivo, torcer por seu Clemson Tigers, e muitas vezes se encontrava em aventuras divertidas e não planejadas. Se você o conheceu uma vez, você fez um amigo para a vida toda", acrescenta o texto.

Em junho o ator havia revelado que estava com a doença, já em estágio avançado.

O ator de 59 anos foi o responsável por interpretar o gerente do Central Perk e admirador de Rachel na famosa série ao longo de uma década.

James Michael Tyler falou sobre seu diagnóstico durante participação no "Today Show", na NBC.

"Em setembro de 2018, fui diagnosticado com um câncer de próstata avançado, que se espalhou para meus ossos", explicou.

Tyler afirmou que seu câncer sofreu "mutações" durante a pandemia de coronavírus, se espalhando por toda sua espinha. Com isso, o ator não pode mais andar.

"É um câncer em estágio IV, o câncer em estágio avançado. Então, eventualmente, você sabe, ele provavelmente vai me pegar", afirmou o ator.

Ele relatou ainda que seus médicos descobriram a doença durante um exame de rotina e ele iniciou um tratamento com terapia hormonal.

Em maio, Tyler fez uma aparição via Zoom no especial "Friends: The Reunion".

Na atração, Courteney Cox, David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc e Matthew Perry revistam alguns momentos históricos da clássica série e falam sobre suas memórias sobre o programa.

Além de aparecer em 150 episódios de "Friends", o ator também participou de outras séries bastante populares, como "Sabrina, a aprendiz de feiticeira", "Scrubs" e "Just shoot me".

Fonte: G1

Congresso discute auxílio-gás e vota relatório da CPI nesta semana

Congresso Nacional


Nesta semana, o Congresso Nacional tem pela frente uma pauta extensa. Na Câmara dos Deputados, o destaque deve ser o projeto que cria o auxílio-gás para famílias de baixa renda, com votação prevista para ter início na tarde de terça-feira (26). No Senado, também na terça, o relatório final da CPI da Pandemia deve ser votado a partir das 10h.
O documento apresentado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) na última quarta-feira (20) teve votação agendada para esta terça-feira para que os integrantes da comissão tivessem tempo de analisar as 1.180 páginas do texto. Entretanto, o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que pedirá a inclusão de mais nove nomes à lista de sugestões de indiciamento. A decisão deve ser tomada em uma reunião da CPI marcada para a noite desta segunda, na casa do presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM).

Além das 66 pessoas com sugestões de indiciamento já apresentadas por Renan, entre elas o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Randolfe deve pedir a inclusão dos nomes do ex-secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos do Ministério da Saúde Hélio Angotti Neto; do assessor do Ministério da Saúde Marcelo Bento Pires; do ex-coordenador-geral de Logística de Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde Alex Lial Marinho; do reverendo Amilton Gomes de Paula; do ex-coordenador do Centro de Coordenação de Operações da Covid-19 Heitor Freire de Abreu; e dos servidores do Ministério da Saúde Thiago Fernandes da Costa e Regina Célia Oliveira.

Há ainda duas empresas no rol de sugestões de indiciamento já apresentadas por Renan: a Precisa Medicamentos e a VTCLog.

A votação do relatório pelos 11 integrantes da comissão é necessária para que ele se torne o documento oficial da investigação, que durou quase seis meses. O grupo majoritário na comissão deve aprovar o texto e já planeja entregar nos próximos dias o relatório à Procuradoria-Geral da República (PGR) e aos demais órgãos que deverão lidar com as acusações.

Os senadores governistas pediram prazo para apresentar relatórios paralelos ao de Renan Calheiros. Um dos mais ferrenhos defensores do governo na CPI, senador Marcos Rogério (DEM-RO), apresentou um texto final alternativo e solicitou tempo para ler suas conclusões nesta terça. A sugestão de relatório do senador rondoniense não propõe nenhum indiciamento, mas, assim como a versão de Renan Calheiros, opina pelo encaminhamento das investigações ao Ministério Público Federal (MPF), à Polícia Federal (PF) e à Controladoria-Geral da União (CGU) para que avaliem a necessidade de mais investigações, inclusive no âmbito dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

Auxílio Brasil em novembro ainda será menor que os R$ 400

 

No mês que vem, o valor para inscritos no Bolsa Família será, em média, de R$ 230. Valor cheio depende de aprovação do Congresso.


Fontes do governo federal explicaram ao blog que, no mês de novembro, o valor do Auxílio Brasil — programa que vai substituir o atual Bolsa Família — ainda não será de R$ 400, pagamento mínimo prometido pelo presidente Jair Bolsonaro. O novo valor só deverá começar a ser repassado em dezembro e depende da aprovação do Congresso.

Os parlamentares analisam a PEC dos Precatórios, que incluiu medidas para mudar a metodologia de reajuste do teto de gastos, a regra que limita o crescimento da dívida pública.

Atualmente, os beneficiários do Bolsa Família recebem, em média, R$ 190. Esse valor será reajustado em 20% e vai elevar o benefício médio para R$ 230 no mês que vem. A expectativa é que haja, com o Auxílio Brasil, um aumento no número de famílias atendidas de 14 milhões para 17 milhões de famílias.

Já o auxílio emergencial acaba no fim de outubro. Durante o período de sua existência, foram gastos com ele cerca de R$ 365 bilhões.

Facebook e Instagram removem vídeo em que Bolsonaro liga vacinas a Aids

Presidente da República fez afirmação durante sua live semanal, na quinta-feira (21); vídeo feriu políticas das redes que proíbem divulgação de informações falsas sobre a Covid-19.
FAKE NEWS

A última edição da live semanal do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), foi removida do Facebook e do Instagram. Durante o vídeo, transmitido na quinta-feira, 21, Bolsonaro afirmou que as vacinas contra a Covid-19 poderiam causar
A afirmação, feita sem embasamento científico, estava em uma suposta notícia lida pelo presidente. No entanto, não existe relação entre o HIV (vírus causador da Aids) e a Covid-19, nem entre o HIV e as vacinas contra a Covid-19.
É a primeira vez em que uma live do presidente é removida das plataformas, embora a divulgação de informações falsas por Bolsonaro seja recorrente. Apenas uma outra publicação do mandatário havia sido retirada do Facebook antes, um vídeo defendendo o uso de cloroquina - comprovadamente ineficaz contra a Covid-19 - e pregando o fim das medidas de distanciamento social.

(*) O POVO
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FUTEBOL > JOGOS DE HOJE NA TV

 


20h00 – Atlético-GO x Grêmio – Brasileirão

Canais: SporTV (menos GO) e Premiere

21h00 – Curicó Unido x Unión La Calera – Campeonato Chileno

Canais: estadio.com

21h30 – Palmeiras x Sport – Brasileirão

Canais: Premiere



Observatório da Educação em Fortaleza ofertará mil vagas de Mestrado e Doutorado a professores


Observatório da Educação em Fortaleza ofertará mil vagas de Mestrado e Doutorado a professores. Anúncio foi feito pelo prefeito José Sarto (PDT) na manhã desta segunda-feira, 25.

"Esse observatório ele é um instrumento que vem pra desenvolver e investigar pesquisas junto à rede municipal de educação", disse Sarto. De acordo com ele, o Observatório é substrato de uma lei que será enviada à Câmara.

Dentre os objetivos do Observatório, estão:

- O desenvolvimento de pesquisas educacionais;

- A investigação e a implementação das políticas, programas e projetos;

- E a contribuição na qualificação dos profissionais.

Ao todo, o investimento no Observatório será de 8.500.000. Junto com o programa, o prefeito também anunciou o convênio para a oferta de 300 bolsas (2021-2024)

Acompanhe a live


O POVO www.carlosdehon.com

Com nomes que podem agradar eleitores da direita, 3ª via atormenta Bolsonaro

 

Antes preocupado apenas em polarizar com Lula, presidente começa a enxergar nos nomes de centro uma ameaça ao projeto de reeleição.

crédito: Barbara Cabral/Esp. CB/D.A Press - 10/10/21 )


Se antes Jair Bolsonaro apostava todas as fichas na polarização contra o petista Luiz Inácio Lula da Silva, na disputa pela Presidência, em 2022, agora tem de dividir as preocupações com os nomes que começam a surgir como opções de terceira via. Não à toa, seu filho 02, o vereador Carlos Bolsonaro — responsável pelas redes sociais do pai e idealizador da estratégia que funcionou na vitoriosa campanha de 2018 —, entrou no circuito e verbalizará os pensamentos e ideias do presidente da República contra uma candidatura de centro.

O primeiro sinal de que a terceira via representa, sim, uma ameaça para a reeleição de Bolsonaro, Carlos cobrou do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sem citar nomes, punições para pré-candidatos por propaganda eleitoral antecipada. “Como estas da ‘terceira via fique em casa’ estão sendo anunciadas e até televisionadas há tempos sem a menor preocupação? É inacreditável! Como fica, TSE?”, indagou.

O leque das candidaturas de centro, que pretendem conquistar os votos dos bolsonaristas arrependidos e daqueles que não esqueceram os escândalos que envolveram o PT — além da má condução da economia no segundo mandato da ex-presidente Dilma Roussef —, a cada semana, fica mais encorpado. Ontem, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), foi apresentado em evento do PSD como o nome do partido à sucessão presidencial.

Mas não para por aí. No próximo dia 10, Sergio Moro — ex-juiz e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro — deve sacramentar sua entrada no Podemos do senador Álvaro Dias (PR). Um nome que pretende retomar a agenda “lavajatista” deixada para trás pelo atual presidente, que chegou a proclamar que “acabou com a Lava-Jato” por ter extinguido a corrupção no seu governo. Porém a CPI da Covid trouxe à tona um esquema de corrupção na compra de vacinas dentro do Ministério da Saúde, denunciado pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e que, supostamente, envolveria o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR).
Convenção

Além de Pacheco e Moro, o PSDB decide, na convenção de 21 de novembro, o nome de quem lançará na corrida presidencial — se os governadores João Doria (SP) e Eduardo Leite (RS) ou o ex-prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto. E mais nomes se apresentam nessa disputa pelo eleitorado de centro.

Como os senadores Alessandro Vieira (SE) e Simone Tebet (MS), respectivamente pelo Cidadania e pelo MDB, turbinados pelos seis meses de exposição proporcionada pela CPI da Covid. Embora não fossem titulares, se notabilizaram por serem implacáveis inquiridores dos depoentes. Inclusive, foi Simone quem conseguiu que Luiz Miranda citasse o nome de Ricardo Barros como sendo a pessoa que, conforme o deputado escutou de Bolsonaro, tinha um “esquema” no Ministério da Saúde.

Pela centro-direta, o União Brasil — nascido da fusão do DEM com o PSL — conta com dois pré-candidatos: o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o apresentador José Luís Datena. A favor de um nome para disputar a sucessão de Bolsonaro, os números da nova legenda ajudam: 545 prefeituras, cinco governadores, sete senadores e 82 deputados federais — sem contar os gordos recursos que virão dos fundos eleitoral e partidário. Também por esse caminho, mas com tendências ultraliberais, pode-se incluir a indicação do cientista político Luiz Felipe d’Avila, que deve assumir pelo Novo a tarefa que, em 2018, foi entregue a João Amoêdo.

A lista de centro tem mais nomes a oferecer. Como o do ex-ministro Ciro Gomes se apresenta pelo PDT e quer ser o representante com tendência à esquerda na terceira via, atraindo votos dos ex-petistas que se sentem traídos pelo partido. Além dos ataques que faz a Bolsonaro, não poupa o PT e, há poucos dias, trocou farpas com Dilma Rousseff, que o chamou de mentiroso para “reagir à baixa aprovação popular”. O pedetista rebateu, classificando a ex-presidente de “incompetente, inapetente e presunçosa” — e foi atacado por Lula. No último dia 2, Ciro foi hostilizado por petistas durante manifestação antibolsonarista, na Avenida Paulista, em São Paulo.

(*) Correio Braziliense
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RP9: recursos controlados pelo Centrão preocupam pré-candidatos à Presidência

 

Emendas do relator-geral são motivo de preocupação dos pré-candidatos que pretendem disputar a Presidência. Isso porque Bolsonaro larga na frente com leque de apoios conquistados e permite que o Centrão se consolide como controlador dos recursos.

(crédito: Michel Jesus/Câmara dos Deputados - )


O controle dos caciques do Centrão da destinação das verbas bilionárias de emendas parlamentares tem sido motivo de preocupação entre os pré-candidatos à corrida presidencial de 2022. O favorecimento a deputados e senadores aliados do Planalto na distribuição dos recursos deixa os adversários de Jair Bolsonaro em franca desvantagem, já que a destinação desses recursos é um aditivo poderoso para a campanha da reeleição. Mas não é apenas o presidente da República quem aufere benefícios: os parlamentares que manejam a distribuição do dinheiro, e aqueles que recebem, também largam na frente dos adversários.

Por causa disso, os partidos aguardam com ansiedade a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal federal (STF), para as ações que pedem o fim das emendas do relator-geral do Orçamento da União no Congresso — as chamadas RP9, dispositivo criado pelo Centrão, com endosso do Palácio do Planalto, para alimentar a fidelidade do grupo com fartura de recursos voltados para as bases eleitorais de deputados e senadores. A distribuição da verba passa, necessariamente, por combinações entre o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira.

Representa dizer que o Centrão e seus escolhidos entram turbinados na batalha das urnas. E com maiores chances que os demais partidos de construírem uma bancada numerosa, poderosa o suficiente para criar embaraços a qualquer futuro presidente. Mas não apenas isso: o grupo de partidos passa a dar as cartas no Orçamento da União, assumindo uma prerrogativa que é do Poder Executivo.

Nas mãos de Lira e Ciro, estão R$ 33,8 bilhões de 6.978 emendas parlamentares aprovadas para 2021. Quase metade dessa cifra — R$ 16,8 bilhões — vem de apenas 32 emendas RP9. Os partidos de oposição não tiveram votos suficientes para derrubar as emendas do relator durante a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Em agosto, Bolsonaro sancionou o projeto sem vetos às RP9.
Compra de apoio

O deputado Ivan Valente (PSol-SP) considera que a prática do governo para favorecer aliados na distribuição de verbas do Orçamento “é um escárnio, é compra de apoio político”.

“É corrupção. Uma vergonha, porque não é constitucional, é ilegal. Com mais recursos para obras e outros investimentos nos redutos eleitorais, os aliados do governo disputarão as próximas eleições numa situação de vantagem em relação aos demais”, sentencia.

O controle do Centrão sobre o destino das verbas de emendas parlamentares também incomoda o PSDB, cujas prévias para escolher o candidato presidencial ocorrerão em 21 de novembro. Vice-presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) e líder dos tucanos no Senado, Izalci Lucas (DF) informa ter encomendado à sua assessoria um levantamento para conhecer detalhes da destinação das verbas de emendas de relator e os parlamentares beneficiados.

“A atribuição do Congresso é fiscalizar. Por isso, estamos identificando para onde estão indo (os recursos). Depois, queremos saber quem indicou e de que forma isso está sendo executado, porque a gente tem ainda muitos parlamentares, no Brasil, que se elegem somente em função disso. Eles concorrem com os adversários em condições muito mais favoráveis”, afirma Izalci.

O senador acrescenta que uma das prioridades da atual gestão da CMO é conferir transparência a todos os assuntos que digam respeito ao Orçamento. Segundo ele, uma das ideias é fazer que não só o relator esteja envolvido na destinação das verbas das emendas RP9, mas também a diretoria do colegiado.

(*) CORREIO BRAZILIENSE
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Presidente Bolsonaro afirma que governo não interferirá em preços



Na véspera de um novo reajuste do preço dos combustíveis, o presidente da República, Jair Bolsonaro, garantiu, ontem (24), que o governo federal não vai interferir na execução da atual política de preços da Petrobras e de nenhum outro setor.

Bolsonaro, no entanto, confirmou que tem conversado com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre o futuro da empresa energética, não descartando, inclusive, a opção de privatização – hipótese que admitiu ser “complicada.”

“Alguns querem que a gente interfira no preço, mas não vamos interferir no preço de nada. Isto já foi feito no passado e não deu certo”, disse o presidente ao admitir que não tem poderes para influenciar na definição de negócios e de preços da companhia.
Petrobras

Criada em 1953, como empresa estatal responsável por garantir o monopólio da produção petrolífera nacional, a Petrobras se tornou uma sociedade de economia mista em 1997. Desde então, embora o Estado continue sendo o principal acionista, ela deve seguir regras de mercado, assegurando os interesses dos demais acionistas.

“Não tenho poderes para interferir na Petrobras. Tenho conversado com o Paulo Guedes sobre o que propormos fazer com ela para o futuro. É um monopólio, a legislação a deixa praticamente independente. Eu indico o presidente [da empresa], e nada mais que isto”, comentou Bolsonaro, que, esta manhã, visitou o Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, na companhia do ministro da Economia, Paulo Guedes. “E privatizá-la não é colocar na prateleira e tudo bem. É complicada a situação. Eu teria privatizado muito mais coisas se não tivesse essa burocracia toda”, acrescentou.

Ao falar com a imprensa e com apoiadores, o presidente reconheceu o impacto dos sucessivos aumentos dos combustíveis na inflação brasileira, mas assinalou que o preço dos combustíveis vem subindo em praticamente todos os países.”Infelizmente, pelo preço do petróleo lá fora e o comportamento do dólar aqui dentro, teremos um novo reajuste do preço dos combustíveis a partir de amanhã [25]. Prevendo isto, nós discutimos bastante um auxílio aos caminhoneiros. Sabemos que é pouco, R$ 400 mensais, mas estamos fazendo isto no limite da responsabilidade fiscal”, comentou, a respeito da proposta federal de conceder uma ajuda financeira temporária a cerca de 750 mil caminhoneiros de todo o país, em função da alta do preço do diesel.
Impostos

Fortaleza é a capital do Nordeste com mais pessoas 100% vacinadas contra a Covid-19, diz Prefeitura

IMAGEM ILUSTRATIVA 
VACINAÇÃO EM FORTALEZA


O prefeito Sarto Nogueira comemorou em suas redes sociais que Fortaleza é a capital nordestina com mais pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19. A constatação foi feita pela própria Prefeitura a partir de dados colhidos nos vacinômetros das capitais. Em Fortaleza, mais de 1,5 milhão de pessoas já completaram o esquema vacinal com duas doses ou dose única de vacina contra a doença, o que representa 58,8% da população total.

Conforme o levantamento feito pela Prefeitura, com base nos vacinômetros das capitais do Nordeste, Salvador e Recife estão logo atrás de Fortaleza na corrida para ver “quem vacina mais”. A capital baiana, por exemplo, pela manhã, estava com 1,4 milhão de vacinados e, a capital pernambucana, com 948 mil.

Cenário pré-eleitoral de 2022 começa a mudar com movimentação de Rodrigo Pacheco e Sérgio Moro

As articulações nos bastidores políticos começam a ganhar novos contornos com os movimentos deflagrados pelo PSD e pelo Podemos. O PSD ganha a filiação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que chega como pré-candidato à Presidência da República, enquanto o Podemos estende o tapete para receber o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ambos se tornam opções para a chamada terceira via nas eleições de 2022.

A terceira via é um corredor formado pelos partidos que não querem a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, nem a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As pesquisas mostram que um importante segmento dos eleitores está na orfandade de uma candidatura de centro que os represente bem na linha do equilíbrio econômico e da moderação política.

PACHECO NO PSD

O atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, surgiu no vazio político como um nome com equilíbrio que pode unir partidos de centro que procuram uma alternativa à Presidência da República. Rodrigo oficializou a entrada no PSD e chega como pré-candidato à sucessão do presidente Bolsonaro.

Coube ao presidente da Executiva Nacional do PSD, Gilberto Kassab, convencer o senador mineiro a embarcar nesse trem. O embarque é animado com a provável filiação do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmim, ao PSD. O ainda tucano é líder nas pesquisas de intenção de votos ao Governo de São Paulo.

‘’Pacheco torna-se um dos principais quadros do partido. Por ser jovem, ele expressa a renovação que tantos querem no Brasil, e, ao mesmo tempo, tem muita experiência. Ocupou espaço no cenário político em locais que só pessoas preparadas e com talento ocupam, como as presidências do Senado e da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ)’’, destacou Gilberto Kassab.

MORO A CAMINHO DO PODEMOS

O Podemos se prepara para receber, no próximo dia 10, a filiação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. O nome do ex-juiz sempre surge nas pesquisas sobre as intenções de votos à Presidência da República.

A filiação ao Podemos legitima a entrada de Moro na corrida eleitoral, mas, até o momento, ele não sinalizou se irá concorrer ao Palácio do Planalto ou mesmo ao Senado. Moro pode representar uma alternativa para os eleitores que se cansaram do modelo administrativo e político do PT e se frustraram com o Governo Bolsonaro.

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