PM É INVESTIGADO POR ENVOLVIMENTO EM CASO DE CORPOS ESQUARTEJADOS

FACÇÕES BARRA CAMPANHA ELEITORAL EM QUIXELÔ! SALVE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PROÍBE CANDIDATOS PEDIREM VOTOS NO MUNICÍPIO: — CIRCULAR QUIXELÔ CE CV RL///13H11




FACÇÕES BARRA CAMPANHA ELEITORAL EM QUIXELÔ! SALVE DE ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA PROÍBE CANDIDATOS PEDIREM VOTOS NO MUNICÍPIO:— CIRCULAR QUIXELÔ CE CV RL
VIEMOS REPASSAR PRA TODOS DA CIDADE DE QUIXELÔ QUE NÃO VENHAM FECHAR NENHUM TIPO DE ACORDO PARA CAMPANHA POLITICA ATE A SEGUNDA ORDEM BLZ ISSO SIGNIFICA QUE ESTA PROIBIDO ESTA APOIANDO POLITICO OU TRABALHANDO E FAZENDO CAMPANHA OU PROPAGANDA PARA TAIS POLITICOS NESSAS ELEIÇÃO E QUEM FECHAR ACORDO OU FAZER CAMPANHA SEM A NOSSA ORDEM SERA SEVERAMENTE PUNIDO E COBRADO COM A VIDA ESTAMOS DE OLHO EM TUDO DA CIDADE E JA SABEMOS QUEM E QUEM E QUEM PASSA POR CIMA TERA CONSEQUENCIAS GRAVES QUE TODOS CUMPRAM O CIRCULAR EM TODA A CIDADE COM O VIGOR MAXIMO
ATT CV QUIXELO CEARÁ
Isso é um absurdo! É urgente uma reação do MP Eleitoral e das Forças de Segurança em Quixelô.


JOGOS DE HOJE NA TV!!!!RESULTADOS DE ONTEM

Professor do Paraná é investigado por exigir foto de adolescente nua: 'você quer reprovar?'

 

Legenda: Em nota, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) informou que o professor foi demitido.
Foto: Joa Souza/Shutterstock.

A Polícia Civil do Paraná investiga um ex-professor de um colégio estadual de Ponta Grossa, no interior do estado, por suspeita de assédio sexual contra uma aluna de 15 anos.

Ele teria exigido que a adolescente enviasse para ele uma foto dela nua e a ameaçou reprová-la, caso ela se recusasse, conforme informações publicadas pelo Estadão.

Prints das mensagens enviadas para a estudante, as quais a polícia teve acesso, comprovaram que a jovem estava sendo chantageada.

"Eu tô mandando! Você não tem escolha, ou você quer reprovar, hein?! Vai querer decepcionar toda a sua família? Não, né?! Então manda logo a foto que eu quero, e não demore", diz o professor na mensagem enviada.

O suspeito foi alvo de mandado de busca e apreensão no último sábado (8). Um celular, um notebook, e pendrives que foram apreendidos passarão por perícia. A identidade do professor não foi divulgada, e o caso tramita sob segredo de Justiça.


Justiça manda soltar todos os advogados presos na operação 'Mensageiros do Crime'

 

Legenda: Os advogados foram denunciados por servirem de "pombos-correios" para presos na penitenciária de segurança máxima do Ceará.
Foto: Divulgação/MPCE.


Todos os advogados presos na operação "Mensageiros do Crime", deflagrada em junho deste ano pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público do Ceará (MPCE), foram soltos. A mais recente decisão judicial, que beneficiou nove dos 12 réus, foi tomada na última segunda-feira (10).

O Colegiado de magistrados da Vara de Delitos de Organizações Criminosas entendeu que, por já estarem suspensos do exercício profissional da advocacia pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), foi neutralizado "o meio pelo qual supostamente se realizariam as condutas imputadas", o que permite a adoção de medidas cautelares em substituição à prisão.

Os alvos da operação foram denunciados pelo MPCE por usarem as prerrogativas profissionais para servirem de "pombos-correios" entre líderes de organizações criminosas recolhidos na Penitenciária de Segurança Máxima do Estado.

O grupo teria agido, preferencialmente, nas tratativas para transferir líderes da extinta Guardiões do Estado (GDE) para o Comando Vermelho (CV), ampliando o alcance da facção no Ceará, mas também teria servido de ponte entre diferentes facções e seus subordinados nas ruas.
Medidas cautelares

Conforme a decisão da Vara de Delitos de Organizações Criminosas, obtida pela reportagem, foram impostas as seguintes medidas cautelares aos advogados:Proibição de acesso e frequência a qualquer estabelecimento prisional ou unidade de privação de liberdade do Ceará;
Suspensão do exercício da atividade profissional da advocacia, mantendo a restrição já feita pela OAB;
Proibição de manter contato, por qualquer meio (presencial, telefônico, telemático ou por interposta pessoa), com os demais investigados, corréus e testemunhas;
Proibição de se ausentar da Comarca de sua residência sem prévia e expressa autorização da Justiça;
Recolhimento domiciliar no período noturno, das 20h às 6h do dia seguinte, e nos dias não úteis;
Monitoramento eletrônico mediante a instalação de Tornozeleira.

Descumprir qualquer medida dessa pode acarretar em decretação de prisão preventiva.


Do fim do plantão com colega ao corpo carbonizado: o que se sabe sobre a morte de soldado da PMCE A investigação da morte violenta do PM iniciou após o corpo dele ser encontrado em um carro um chamas na Grande Fortaleza. Uma colega dele foi presa em flagrante por suspeita do crime.

 

Legenda: Raphael ingressou na Polícia Militar em 2022 e exercia o cargo de soldado, lotado no 16º Batalhão, em Fortaleza.
Foto: Reprodução

O crime brutal contra o soldado da Polícia Militar do Ceará (PMCE) Raphael Sampaio da Silva, de 27 anos, que foi morto a tiros e teve o corpo carbonizado em Itaitinga, na Grande Fortaleza, segue em investigação, mas uma peça pode ter sido revelada. A prisão da colega de farda, a soldado Júlia Natália Girão Gomes, levanta suspeitas, pois ela teria sido uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Raphael foi morto após sair de um plantão às 2h da madrugada de terça-feira (11). Um chamado de incêndio que chegou via Coordenadoria Integrada de Segurança (Ciops) por volta das 04h08 levou o Corpo de Bombeiros Militar e a PMCE ao local.

O policial estava vestido com sua farda da PM e algemado com sua própria algema.

Ao debelarem as chamas, bombeiros notaram um corpo no interior do veículo, um Hyundai i30 pertencente ao PM. No local, foi achado um galão de combustível, indicando que o fogo foi criminoso e intencional, conforme consta em documentos obtidos pelo Diário do Nordeste.

Após o corpo ser encontrado, foi solicitado que os colegas de batalhão de Raphael fossem ouvidos. Dois PMs foram à Delegacia de Homicídios, mas a terceira, Júlia Natália, não foi localizada, e foi assim que a investigação começou a tomar rumos.
Como foram os últimos momentos do PM?

Segundo a reportagem apurou, Raphael, que era lotado no 16º Batalhão da PMCE, finalizou o serviço às 2h, quando ele e sua equipe, que contava com a soldado Júlia, entregaram os armamentos.
O depoimento de Júlia dá conta de que ela havia pedido uma carona ao colega, e testemunhas confirmaram que os dois deixaram o batalhão no Hyundai. Júlia disse que seguiu distraída no trajeto, mexendo no celular, e, quando se deu conta, viu o carro ser interceptado por homens armados em um carro preto e uma moto

A PM disse ter ouvido um disparo e Raphael dizendo aos criminosos: "Não precisa disso". Ela conta que, em seguida, foi arrastada pelos cabelos, colocada em um porta-malas e mantida sob cativeiro.
Versão conflitante com fatos

Já nos momentos iniciais da investigação, a versão de Júlia teria começado a perder forças. Ao tentarem reconstruir os passos da suposta sobrevivente, ela disse que ficou em cárcere até por volta de meio-dia da terça-feira, quando foi libertada em um matagal no distrito de Croatá II, em Aquiraz.

A soldado disse que foi amarrada. Quando foi encontrada, ela estava com uma roupa diferente e não soube dizer onde havia ido parar seu fardamento.

A versão dela foi rebatida após diligências da polícia acharem um vídeo de câmera de segurança que mostra a mulher em uma oficina por volta das 08h52, caminhando livremente e usando a mesma vestimenta.

A distância entre o local da filmagem de segurança e a região onde ela foi supostamente abandonada amarrada fica a cerca de 28 quilômetros de distância.

Os investigadores da DHPP entenderam haver uma "profunda contradição" entre os fatos apresentados. Ao ser questionada sobre mais detalhes da madrugada, Júlia se reservou ao direito de somente responder perguntas em juízo e esperou seu advogado.

A defesa da mulher, representada pelo advogado Walmir Medeiros, afirmou que não há provas contra sua cliente, apenas "presunções".
Quem é a PM que teria visto o colega ser morto?

A soldado Júlia Natália era colega de batalhão do soldado Raphael e ingressou na Corporação após ser aprovada no concurso público de 2021. Segundo a SSPDS, ela foi convocada em 2022 e concluiu a investigação social em fevereiro de 2022, "sem registros de reprovação".

Por estar grávida, ela teve de postergar o Teste de Aptidão Física (TAF).

Após realizar e ser aprovada no exame físico, a candidata seguiu nas demais etapas do certame. Júlia Natália concluiu o Curso de Formação de Soldados em 2024 e passou a integrar o efetivo da Polícia Militar na graduação de soldado em novembro do mesmo ano.

A SSPDS pontuou que a entrada dela na Corporação ocorreu antes do cometimento dos crimes pelos quais ela passou a ser investigada.
Prisões realizadas

Até a publicação desta matéria, duas prisões haviam sido feitas após a morte do PM: a da soldado Júlia Natália Girão, após o depoimento controverso, e a do marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior. Antoneudo, entretanto, não foi autuado pela suspeita de morte do policial, mas sim, pois a polícia achou munições, placas veiculares adulteradas e células de identidades suspeitas na residência onde ele mora com a esposa.

O casal deve passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (13).

Conforme a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Júlia possui antecedentes criminais por estelionato, lavagem ou ocultação de bens e integrar organização criminosa. Ela foi indiciada pela Polícia Civil em setembro de 2025, em um inquérito da Delegacia de Repressão aos Crimes Cibernéticos.

Já Antoneudo responde por estelionato, falsa identidade, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, integrar organização criminosa, receptação e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

O homem já esteve preso no âmbito de um inquérito por lavagem de dinheiro, estelionato e organização criminosa, referente a um esquema criminoso de fraudes digitais de contas de aplicativo de transporte particular. Ele usaria documentos de terceiros para abrir diversos perfis. Essa investigação é a mesma pela qual foi indiciada Júlia.

A soldado atuava "como colaboradora, cedendo dados pessoais, além de instrumentos financeiros e de comunicação, para viabilizar as atividades criminosas do grupo", segundo nota da SSPDS.

Quem são os executores do crime?
Até esta publicação, não havia informações sobre quem seriam os indivíduos envolvidos na morte e na tentativa de ocultação do cadáver do PM Raphael.

Segundo o relatório da Polícia Civil, ainda não se sabe a quantidade exata de pessoas envolvidas, nem suas características físicas, vestimentas e veículos utilizados.

Ainda não há também informações conclusivas sobre como o corpo da vítima foi parar carbonizado na região do Ancuri, em Itaitinga.
Qual a motivação do crime?

Uma das linhas de investigação da morte do soldado seria vingança por uma traição, mas a polícia não descarta outras versões. O Diário do Nordeste apurou que o PM de 27 anos teria se relacionado com uma mulher comprometida e acabou sendo atraído para a própria morte.

O assassinato teria sido planejado pelo companheiro da mulher com quem o soldado da PM se relacionava.

Uma segunda informação, repassada pela PMCE à PCCE, é a de que o soldado Raphael Sampaio teria se envolvido em uma briga, há menos de um mês, na qual deu um soco na cara de uma pessoa.

Foi relatado que, após esse caso, Raphael teria passado a sofrer ameaças. A DHPP frisou no documento obtido pela reportagem, entretanto, que, até o momento, não há confirmação de que essas ameaças sejam relacionadas ao homicídio.



De gado a ações na Bolsa: o que os candidatos ao Governo do Ceará declararam à Justiça Eleitoral

 

Apartamentos, veículos, terrenos, investimentos financeiros e até rebanhos de bovinos, ovinos e equinos aparecem entre os bens declarados pelos candidatos ao Governo do Ceará nas eleições de 2026. Até esta quarta-feira (12), cinco dos seis nomes que disputam o Palácio da Abolição já tinham informado seus patrimônios à Justiça Eleitoral.

Nome mais competitivo da oposição, o tucano Ciro Gomes (PSDB) foi o que apresentou maior patrimônio, totalizando R$ 1,7 milhão em bens. Recém-anunciada como candidata a governadora, Vera Lúcia (Novo) aparece em seguida com R$ 660,3 mil.

O governador Elmano de Freitas (PT) declarou o terceiro maior montante, com R$ 366,4 mil. Completam a lista Delegado Huggo (Missão), com R$ 256 mil; e Serley Leal (UP), com R$ 88 mil. Os dados do candidato Zé Batista (PSTU) não constam no sistema. As chapas têm até sábado (15) para requerer à Justiça Eleitoral o registro dos candidatos, portanto, os dados ainda podem sofrer alterações.
Veja o que e quanto cada candidato declarou:
Ciro Gomes (PSDB)Valor total: R$ 1.756.648,94

Do valor total declarado pelo ex-governador, as maiores fatias estão em dois apartamentos avaliados em R$ 889,3 mil e R$ 381,2 mil. Juntos, os imóveis representam cerca de R$ 1,27 milhão do patrimônio informado pelo candidato.

Ele também disse ter uma Toyota Hilux SW4, avaliada em R$ 105 mil, e um Hyundai Elantra, de R$ 85 mil. A lista inclui ainda a participação de um quinto em um imóvel residencial, avaliada em R$ 160 mil.

Entre os demais bens estão participações em empresas e investimentos em previdência. A declaração inclui ainda R$ 19,7 mil descritos como “valores na posse da Sra. Maria Luiza Gurgel Serpa para pagamento de despesas” e R$ 622,68 em conta corrente no Banco do Brasil.

Em 2022, quando disputou a Presidência, Ciro declarou ter cerca de R$ 3 milhões em bens. Entre aquele pleito e o deste ano, o valor informado por ele teve uma redução de 42,21%. A principal diferença está em um crédito de R$ 1 milhão decorrente da venda de participação em uma empresa, que constava há quatro anos e não aparece na declaração atual.
Vera Lúcia (Novo)Valor total: R$ 660.300,00

A empresária tem como bem de maior valor uma residência avaliada em R$ 450 mil. Ela disse ter ainda um terreno estimado em R$ 102,5 mil. A candidata declarou R$ 67,8 mil em “outros bens móveis”, além de R$ 40 mil em participações societárias. Vera Lúcia não possui declaração de bens referente às eleições de 2022 para comparação.
Elmano de Freitas (PT)Valor total: R$ 366.457,71

A maior parte dos bens informados pelo atual governador está relacionada à atividade rural e à criação de animais.

O item de maior valor informado à Justiça Eleitoral pelo petista é um rebanho bovino, avaliado em R$ 191,1 mil. Elmano também declarou R$ 52,6 mil em rebanho ovino, R$ 20 mil em bovinos destinados à reprodução e R$ 4 mil em equinos. Outro bem, no valor de R$ 10 mil, aparece descrito apenas como “destinado à reprodução” no sistema público da Justiça Eleitoral.

O petista informou ainda duas propriedades rurais, cada uma avaliada em R$ 10 mil, além de participação de R$ 55 mil no capital de uma pessoa jurídica. A relação é completada por aplicações de renda fixa e saldos bancários.

Desde 2022, quando foi eleito governador, o valor dos bens de Elmano passou de R$ 72,1 mil para R$ 366,4 mil. Há quatro anos, o petista já declarava bens ligados à atividade rural, incluindo gado, ovelhas e equinos, mas os rebanhos apareciam avaliados em valores menores.
Delegado Huggo (Missão)Valor total: R$ 256.000,00

O candidato declarou dois bens: um Volkswagen Polo Track, ano 2026, avaliado em R$ 86 mil, e um terreno localizado em Trairi, de R$ 170 mil. Delegado Huggo não possui declaração referente ao pleito de 2022 para comparação
Serley Leal (UP)Valor total: R$ 88.094,69

O candidato apresentou o menor patrimônio entre os cinco candidatos com informações disponibilizadas até esta quarta-feira. Ao todo, declarou R$ 88.094,69.

O bem de maior valor é um Renault Sandero 2020, avaliado em R$ 41,5 mil. Segundo ele, o valor restante está aplicado em previdência privada e “fundos e ações”. Diferentemente dos adversários, o candidato do UP disse não ser proprietário de imóveis.

Comparado a 2022, Serley declarou patrimônio 50,49% neste ano. O montante passou de R$ 177,9 mil para R$ 88 mil. A principal diferença é que, há quatro anos, o candidato declarou um apartamento no bairro de Fátima, em Fortaleza, avaliado em R$ 155 mil, imóvel que não aparece na relação deste ano.



STF MANDA JUÍZES DE SEIS ESTADOS E DO DISTRITO FEDERAL DEVOLVEREM PENDURICALHOS (GRATIFICAÇÕES E VERBAS EXTRAS)


DEVOLUÇÃO DEVE SER IMEDIATA
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou, nesta quarta-feira (12), que magistrados de seis estados e do Distrito Federal devolvam valores recebidos por meio de “penduricalhos” que ultrapassaram os limites estabelecidos pela Corte.

Além da devolução, os sete tribunais envolvidos terão de interromper pagamentos que estejam em desacordo com as regras fixadas pelo STF. A decisão foi tomada pelos ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin.

Estão incluídos na determinação os Tribunais de Justiça do Maranhão, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Paraná, Goiás e Rondônia.

As medidas envolvem o pagamento de verbas indenizatórias que são acrescidas aos vencimentos regulares dos magistrados. Ao analisar processos sobre o tema, Moraes afirmou que a imprensa vem acompanhando e divulgando casos de pagamentos mensais a juízes acima dos limites definidos pelo STF neste ano.

De acordo com as regras estabelecidas pela Corte, essas verbas podem representar, no máximo, 70% do salário de um juiz em determinado mês. Desse percentual, 35% correspondem ao adicional por tempo de serviço e outros 35% podem ser destinados a outras rubricas.

Segundo Moraes, mesmo diante das determinações do STF, foram identificados pagamentos considerados irregulares nos documentos enviados pelos Tribunais de Justiça. Entre os exemplos citados estão auxílio-assistência pré-escolar, licença compensatória, licença compensatória por difícil acesso, valores referentes a turma recursal, diferença de gratificação de diretor de fórum, gratificação de mesa diretora, auxílio-mudança, auxílio-adoção e “20% final carreira”.

Os tribunais deverão apresentar, em até 72 horas, a relação dos magistrados que receberam valores fora das regras estabelecidas pelo Supremo.

A determinação também prevê a devolução imediata das quantias pagas acima dos limites definidos pela Corte. Já os presidentes dos tribunais envolvidos terão cinco dias para comprovar que os pagamentos irregulares foram suspensos.


BANCO É MULTADO EM MAIS DE R$ 1 MILHÃO POR PRÁTICAS ABUSIVAS CONTRA PESSOAS IDOSAS



COBRANÇAS INDEVIDAS E EMPRÉSTIMOS DESCONHECIDOS
O Banco BMG recebeu multas em valores que somam R$ 1.300.055,81 pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Decon), após denúncias de práticas abusivas em operações de crédito e cartão de crédito consignados envolvendo pessoas idosas.

As sanções foram aplicadas após 25 decisões administrativas proferidas entre julho e agosto de 2026. Entre as ocorrências estão empréstimos não reconhecidos, cobranças indevidas, cartões contratados sem autorização, renovação automática de contratos e descontos mantidos mesmo após quitação de dívidas remanescentes.

Além disso, foram constatadas falhas na comprovação de operações e na prestação de informações aos clientes. Em alguns casos, as vítimas afirmaram desconhecer os contratos e demonstraram surpresa com os descontos em seus benefícios.

As multas foram aplicadas com base na lei do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A instituição foi notificada e pode recorrer às decisões administrativas.


Redução da maioridade penal




EM FASE DE ANÁLISE
Uma Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos foi instalada, nesta quarta-feira (12), pela Câmara dos Deputados.

Agora, a comissão terá de 10 a 40 sessões do plenário da Câmara para votar um relatório sobre o tema. O relator escolhido foi o deputado federal Mendonça Filho (União-PE).

Durante a sessão, também foi eleita a mesa que conduzirá todo o processo. A chapa foi eleita com 19 votos favoráveis e será formada pelos deputados Aluísio Mendes (Republicanos), Guilherme Derrite (PL), Benes Leocádio (União) e Sargento Fahur (PL).

A discussão tem tomado grande proporção nos últimos tempos. Aqueles que defendem a proposta alegam que a legislação para adolescentes é branda, enquanto os que não apoiam argumentam que, se aprovada, só ampliaria as prisões, sem resultados positivos para a segurança pública.

Caso seja aprovada na comissão, a PEC segue para análise dos plenários da Câmara e do Senado, onde deve ser aprovada, em dois turnos, com maioria de três quintos dos parlamentares por se tratar de uma mudança constitucional.


QUINTA KIDS MOVELETRO

Atenção o Super Albuquerque comunica que não abrirá neste domingo, dia 16 de agosto!!!!Estaremos passando por manutenção...

 





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