Minhas Poesias, Domingo, 08/02, 13h37 (Ausência)

Que tristeza!

Minha alma amanheceu morta
Envolta em saudade
Sangrando de dor.

Que faço sem você?
Sua ausência é minha prisão eterna
Minha Fortaleza de aço enferrujado 
Minha jaula úmida, sem saída.

Sou um fantasma que perambula como indigente
Na selva das pessoas desconhecidas
Que passam por você e não veem nada
Apenas uma macabra personagem do faz de conta

Que pena perder você
Quanta frieza tive ao me despedir 
Quantas lágrimas choraram de dor
E eu sai covardemente do teu mundo, da tua vida.

Sinto saudade daqueles olhos castanhos pequenos
Corpo magro cheio de curvas
Estradas que percorri por anos de minha juventude maltrapilha
Sem rumo, sem norte 
Desgovernado pela rebeldia do tempo

Sinto saudade daqueles cabelos longos
Que me envolvia com suas longas mechas acetinadas
Éramos um só corpo
Uma só alma...que saudades.

Dei adeus a você e não juntei os pedacinhos
Sai catando os restos de nossa história
Sem saber que havia perdido tudo na vida
Tudo de mais sublime de mais encantador.

Você era tudo!
Meu alimento, meu ar, minha juventude errante.
Era meu abraço correspondido
Minha liberdade minha felicidade.

Errei ao perder você
Sem luta, sem ambição de Tê-la
Que forte terremoto atingiu minha dor
Que lamento eterno purificou a teia
De minha covardia.

Fui ingrato, injusto
Você me deu tudo
E eu devolvi com um até mais
Longo e sem volta.

Aquela noite ao pentear seus cabelos
Pedi um beijo o beijo dos traidores
Mas, você não meu deu
E apenas pediu pra seguir meu caminho

Inútil,eu não consegui mais andar
Apenas vagueio entre o tempo
E fico mais velho a cada dia
A cada desespero de minha alma
Até que me chegue a liberdade...a morte!!!!








Morre Brad Arnold, vocalista da banda 3 Doors Down, aos 47 anos

O mundo do rock amanheceu de luto neste fim de semana. Morreu no sábado (7), aos 47 anos, o cantor Brad Arnold, vocalista e fundador da banda norte-americana 3 Doors Down.
Ele enfrentava um câncer renal em estágio avançado, com metástase.
Segundo informações divulgadas pela própria banda, o artista faleceu em casa, dormindo, ao lado da esposa e familiares.

Arnold havia se afastado dos palcos nos últimos meses para se dedicar ao tratamento da doença.
Brad Arnold marcou uma geração com sucessos que se tornaram clássicos dos anos 2000, como “Kryptonite” e “Here Without You”. À frente do 3 Doors Down desde a fundação do grupo, em 1996, ele ajudou a consolidar a banda como um dos principais nomes do rock internacional da época.

Em nota, os integrantes destacaram o legado musical e humano do cantor, ressaltando que sua voz e suas composições continuarão conectando fãs ao redor do mundo.

Fortaleza e outras 164 cidades do CE têm novo aviso de 'perigo potencial de chuvas', EM ACOPIARA NO CENTRO-SUL CEARENSE CHOVEU 10 mm.

De acordo com o órgão, quase todas as regiões do Estado estão sob o aviso, com exceção do Cariri. Para as cidades listadas, a previsão indica chuvas de até 50 milímetros por dia, acompanhadas de ventos intensos variando entre 40 e 60 km/h.

Embora o risco seja considerado baixo, ainda há possibilidade de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

<> Acopiara na lista do alerta amarelo

PREVISÃO DA FUNCEME

A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) corrobora a tendência de instabilidade no Estado. Confira o detalhamento para as próximas horas:

• Domingo (8): Durante a manhã, a previsão é de céu nublado com chuvas de intensidade moderada no Sul do Estado. No Litoral de Fortaleza, Litoral do Pecém e Jaguaribana, as precipitações podem ser de moderadas a fortes. À tarde, a chuva deve ocorrer de forma isolada no Centro-Norte, e à noite, as áreas mais atingidas serão o Centro-Sul e a Ibiapaba.

• Segunda-feira (9): A previsão aponta a ocorrência de chuvas isoladas durante a madrugada e a manhã, concentradas na faixa litorânea.

ORIENTAÇÕES DE SEGURANÇA

O Inmet recomenda que, em caso de rajadas de vento, os cidadãos não se abriguem debaixo de árvores e evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão ou placas de propaganda, devido ao risco de quedas e descargas elétricas. Também é orientado evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados diretamente à tomada durante as tempestades.

(*) Diário do Nordeste


Mega acumula e prêmio da terça-feira é de R$ 47 milhões

Nenhuma aposta acertou os seis números da Mega-Sena, sorteados na noite desse sábado (7). Segundo a estimativa da Caixa Econômica Federal, a premiação da terça-feira (10) é de R$ 47 milhões.

Os números sorteados foram 22– 32 – 37 – 41 – 42 e 59.

As 22 apostas com cinco acertos receberão a quantia de R$ 103 mil.

As apostas para a terça-feira podem ser feitas até as 19 horas do dia do sorteio, ao preço mínimo de R$ 6.

Segundo ainda a Caixa, a probabilidade de acerto do prêmio principal com uma aposta de menor valor é de uma chance em 50 milhões de tentativas.

Para fazer a aposta pela internet é necessário fazer um cadastro, ter mais de 18 anos e preencher o número do cartão de crédito.

Ferrão e Floresta avançam às semifinais e encontram Fortaleza e Ceará

 
Poucos acreditavam que o Ferrão fosse tirar a invencibilidade do Iguatu, quando antes fracassaram Ceará e Fortaleza, além de o Floresta desbancar o Horizonte, em pleno Estádio Domingão. Mas foi o que ocorreu na tarde deste sábado (7), na abertura da última rodada pelas quartas de final do Campeonato Cearense.

E o Ferrão, que entrou em campo com 37% de chances de vitória, não decepcionou no Estádio Presidente Vargas e marcou 2 a 0 sobre o Iguatu, sendo o segundo gol já nos acréscimos, com Carlinhos, que tirou proveito do desespero do adversário pelo gol de empate. Kiuan, aos 13 minutos do primeiro tempo, abriu o placar em uma jogada que começou com ele mesmo, após tomar a bola, quase no meio de campo, e tabelar com Bruno Rosa. O Ferrão agora enfrenta o Fortaleza por uma vaga na final do campeonato.

Já o Floresta, que entrou em campo com 39% de chances de vitória, com base na média das apostas de 10 casas online. A equipe da Vila Manoel Sátiro derrotou o Horizonte, por 1 a 0, gol de Cedrick, aos 28 minutos do primeiro tempo. Na semifinal, o Floresta enfrenta o Ceará. Na primeira fase, o sub-20 do Vozão venceu o Floresta, por 1 a 0, no PV.

Há 198 anos nascia o escritor e dramaturgo francês Júlio Verne

 


“Nenhum governador tem poder pleno sobre polícias”, diz pesquisadora

Poucos dias depois de completar três meses, a operação policial mais letal da história do Brasil foi destaque no alerta feito nesta semana pela organização não governamental Human Rights Watch, que apontou que o uso irrestrito da força letal pela polícia como estratégia de segurança tem resultado em mais violência e insegurança no país.

Forças policiais mataram 5.920 pessoas no Brasil de janeiro a novembro de 2025, e o episódio de maior letalidade foi a Operação Contenção, no Rio de Janeiro, em 28 de outubro, quando 122 pessoas morreram ─ incluindo cinco policiais.

O relatório cita ainda que 185 policiais foram mortos no ano passado, segundo dados do Ministério da Justiça. E outros 131 cometeram suicídio.

A especialista em conflitos, crimes e violência e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) Carolina Grillo vê um empobrecimento do debate sobre segurança pública no país, com a insistência em repetir e intensificar modelos que não tem produzido resultados há décadas.

“O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e como São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá”.

Ela acrescenta que essa replicação agrava a impunidade dos crimes cometidos por agentes do Estado e chancela uma atuação mais letal por parte de policiais que já agem com relativa autonomia e discricionariedade nas ruas.

“Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade”, afirma. “A promessa de impunidade estimula a atuação policial violenta”.

Confira os principais trechos da entrevista

Agência Brasil: Por que você acredita que há insistência em grandes operações com muitas mortes de pessoas supostamente envolvidas com crime?

Carolina Grillo: É complicado eu supor as intenções por trás das atitudes políticas. As operações policiais e as altas taxas de letalidade policial são empregadas com o principal método de controle do crime no Rio de Janeiro há décadas, e a gente observa um aumento constante do controle territorial armado. E, embora a própria polícia saiba da ineficiência, essas operações trazem retornos eleitorais.

Há um empobrecimento do debate público no campo da segurança pública, em que há uma insistência em acreditar que fazer mais do mesmo, mais daquilo que se faz há décadas e não funciona, se for intensificado, vai funcionar.

A cada nova operação espetaculosa, a gente observa um aumento da popularidade dos mandatários que a autorizaram, em virtude de criar a sensação na população de que ‘estão fazendo alguma coisa’.

Ações de inteligência, como as investigações do Gaeco [Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado] e as investigações da Polícia Federal, que têm efeito muito mais consistente no desmantelamento do crime organizado, são ações silenciosas. Não são ações como a Operação Contenção, com impacto social muito grande.

Agência Brasil: Podemos acrescentar que essas ações de inteligência são pouco imagéticas para a televisão, e nós, jornalistas, contribuímos para dilatar esses efeitos, fazendo espetáculo das operações?

Carolina Grillo: A minha crítica à imprensa, no caso específico da Operação Contenção, é que a cobertura foi bastante tendenciosa de uma maneira geral. Havia diversos discursos competindo sobre como interpretar essa operação, e o discurso do governo do Estado do Rio de Janeiro predominou nas narrativas da imprensa nacional.

O fato de se ter sido uma chacina, um massacre com um número muito elevado de mortos, escandalizou a imprensa internacional e não escandalizou a imprensa nacional, que já naturalizou essas mortes. O que, de alguma forma, contribui para reiterar uma narrativa oficial de que a operação tinha como objetivo o combate ao Comando Vermelho.

Agência Brasil: Neste ano, teremos eleições. Como vê o peso da segurança pública na pauta da próxima campanha eleitoral?

Carolina Grillo: Algumas pesquisas de opinião mostraram que, no ano passado, pela primeira vez na história, segurança pública despontou como principal preocupação da população brasileira, superando desigualdade [socioeconômica], saúde e educação. Isso é um fenômeno recente.

O que a gente observa é que o espectro do debate público sobre a segurança pública é bastante limitado. Há, de um lado, uma extrema direita defendendo o extermínio aberto de criminosos; e, do outro lado, algumas posturas de esquerda não avançando muito além de oferecer um endurecimento penal e aumento de penas para determinados crimes.

Há um desafio de que se elaborem alternativas de fato eficientes, diferentes daquelas que já são apresentadas como endurecimento de pena. O aumento do encarceramento acaba colaborando para o recrutamento por parte de organizações criminosas, porque aumenta justamente a população carcerária que está sob o domínio desses grupos.

Agência Brasil: Há dificuldade de criar políticas alternativas de segurança pública?

Carolina Grillo: Sim. O que a gente observa em alguns estados, como a Bahia e São Paulo, é que eles estão copiando o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro e agravando o problema de segurança pública que existia lá.

São Paulo, por exemplo, historicamente não tinha problema de controle territorial armado. Nas operações que têm sido realizadas em São Paulo, tem havido um aumento muito grande da letalidade policial, o que pode ser um fator indutor de resistência armada à atuação da polícia em alguns territórios, algo que não existia em São Paulo, onde a polícia podia circular por todos os territórios da cidade [capital] e do estado de uma maneira geral.

Na Bahia, a gente observa o mesmo. A polícia tem copiado o modus operandi das polícias do Rio de Janeiro, muito inspiradas pela popularidade junto à população. A diferença é que existem, sim, alguns empreendimentos do governo do Estado da Bahia tentando oferecer novas alternativas, como a produção de alguma inteligência para que se possa enfim mudar esse caminho.

Agência Brasil: Essa repetição do modelo fluminense de atuação na segurança pública é deliberada pelas secretarias de segurança ou é uma iniciativa dos próprios policiais? As secretarias de segurança têm efetivo controle das polícias?

Carolina Grillo: Em nenhum estado se pode dizer que o governador possui efetivo controle das forças de segurança. As instituições policiais possuem grupos muito poderosos no seu interior e uma relativa autonomia. Os próprios agentes na rua possuem discricionariedade.

No entanto, quando se tem, como no caso do Rio de Janeiro ou de São Paulo, governadores que deliberadamente manifestam apoio e dão uma chancela à atuação policial letal, afirmando que certas mortes ocorreram de maneira legítima antes que elas sejam investigadas, a promessa de impunidade estimula a atuação ação policial violenta.

É claro que, por meio de nomeações do alto comando, de troca de do comando de diferentes batalhões especiais e batalhões diários, os governadores e as secretarias de segurança pública conseguem ter algum poder sobre as polícias. Não é um poder pleno, efetivamente, mas há uma possibilidade de direcionar a atuação dessas forças.

Em todos os estados brasileiros, o que a gente observa é uma repetição do respaldo institucional, não apenas por parte do Poder Executivo, que funciona como garantia da impunidade à ação policial letal.

Agência Brasil: Como isso se dá?

Carolina Grillo: Por exemplo, a maioria das mortes é praticada por policiais militares. A Polícia Civil, que também pratica mortes em serviço, quando investiga a Polícia Militar, não realiza investigações que cheguem a esclarecer as circunstâncias daquelas mortes. Assim, o Ministério Público tende a solicitar o arquivamento judicial do caso, a Justiça tende a aceitar, e a opinião pública tende a se dar por satisfeita.

Então, há uma tendência de não esclarecimento de mortes praticadas por agentes policiais em serviço e, normalmente, a versão apresentada por esses policiais é a única prova utilizada para o arquivamento desses casos. Não havendo perícia no local, há um déficit muito grande de produção de evidências.

É claro que não dá para afirmar que todas essas mortes sejam resultados de abuso da força. Muitas vezes pode, sim, haver uma legítima defesa, e a polícia está respaldada legalmente para utilizar da força em caso de legítima defesa.

(Agência Brasil)

CIRO NO CARIRI <> Durante coletiva de imprensa realizada neste sábado (7), na Câmara de Vereadores de Juazeiro do Norte, o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) afirmou que a população cearense espera firmeza das lideranças políticas no enfrentamento às facções criminosas que atuam no estado. Segundo Ciro, quem está na linha de frente do debate público tem a obrigação de reagir às ações do crime organizado.

O ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) reuniu de bolsonaristas a petistas em um evento realizado neste sábado (7), em Juazeiro do Norte.

Ele esteve na cidade para receber uma homenagem aprovada pela Câmara Municipal e dar início a uma série de encontros da oposição no estado, começando pelo Cariri, e reunindo lideranças de diferentes campos ideológicos no auditório da Câmara.
Como já era esperado, o ato contou com a presença de parlamentares do PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro. Estiveram os deputados estaduais Dr. Silvana e Alcides Fernandes, além dos federais Dr. Jaziel e Matheus Noronha.

Apesar de o PL ainda não estar oficialmente fechado com Ciro, Alcides afirmou que a participação dos filiados ocorreu com a anuência do deputado federal André Fernandes (PL).

A maior parte do público político presente era formada por ex-prefeitos das regiões do Cariri, Centro-Sul e Inhamuns.

Chamou atenção, porém, a presença dos ex-prefeitos de Araripe, Giovane Guedes, e de Altaneira, Dariomar Rodrigues. Ambos são filiados ao PT, partido do governador Elmano de Freitas, possível adversário de Ciro nas eleições de outubro próximo.


DIAS DE CLÁSSICOS PELO BRASIL, NO RIO VASCO E BOTAFOGO, JÁ NA CAPITAL CEARENSE O PRIMEIRO CLÁSSICO VOVÔ DO ANO CEARÁ X FORTALEZA,NO PAULISTA CORINTHIANS E PALMEIRAS

O Vasco tem oito pontos e tenta garantir a classificação para as quartas de final. O clube vem de três jogos sem vitórias na temporada, e a torcida pressiona o trabalho do técnico Fernando Diniz. O time empatou com a Chapecoense, pelo Brasileirão, e o Madureira, no Carioca, nos dois últimos jogos em São Januário. O Botafogo vem de duas derrotas (uma no Brasileiro e outra no Carioca) e busca se reabilitar. Ao menos, sabe que entrará em campo com liderança do Grupo B garantida antecipadamente, devido aos resultados dos jogos de sábado, que também apontaram o Flamengo como adversário das quartas de final. Onde assistir Tempo real: o ge acompanha todos os lances da partida (clique aqui); Transmissão: TV Globo e Premiere Vasco - Técnico: Fernando Diniz O Vasco deve ir a campo contra o Botafogo com força máxima. O jogo é importante para o clube se garantir na próxima fase da competição e também é um teste para Fernando Diniz antes de mais uma rodada no Brasileirão. Provável time: Léo Jardim; Puma Rodríguez, Cuesta, Robert Renan, Lucas Piton; Thiago Mendes, Barros; Nuno Moreira, Coutinho, Andres Gomez e Brenner. Botafogo - Técnico: Martín Anselmi Já classificado, o Botafogo poupará os titulares para enfrentar o Vasco na última rodada da Taça Guanabara. A ideia do treinador é utilizar o time sub-20 no clássico deste domingo para focar no duelo contra o Fluminense pelo Brasileirão, na quinta-feira. Provável time: Léo Linck, Bastos, Kauã Branco (Barboza) e Justino; Kadu, Marquinhos, Bernardo Valim, Gabriel Abdias; Caio Valle, Kauan Toledo e Kadir. Ceará x Fortaleza: onde assistir ao vivo, horário e escalações Onde assistir Transmissão: TV Verdes Mares, FCF TV (Youtube), Canal GOAT (Youtube) e TV Ceará; O Corinthians chega ao clássico em alta. Campeão da Supercopa Rei no último fim de semana, o Timão poupou os titulares no meio da semana e, com um show dos meninos da base, venceu o Capivariano, por 3 a 0, na Neo Química Arena. Onde assistir Transmissão: Record, Cazé TV e HBO Max. (*) GE

OS GOLS DA RODADA!!!REGIONAIS, O FLAMENGO METEU 7X1 NO SAMPAIO CORRÊA, NO PAULISTA O SÃO PAULO VENCEU O PRIMAVERA!!NO CEARENSE O FERRIM VENCEU O IGUATU!

A CLASSIFICAÇÃO DO CARIOCA

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