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Ceará tem 13 açudes sangrando; outros quatro têm mais de 90% da capacidade////Em Acopiara 23°, a barragem local já tomou de aporte 15 cm!!!!!

O Ceará contabiliza 13 açudes sangrando na manhã desta terça-feira (5), de acordo com dados observados no Portal Hidrológico da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).

Outros quatro reservatórios estão com o volume acima dos 90%. Todas as barragens são localizadas na Região Norte e no Maciço de Baturité.

Segundo a Cogerh, no último domingo (3), atingiram a capacidade máxima os açudes Itaúna, em Granja; e o Caldeirões, em Saboeiro. Nesta segunda-feira (4) sangrou o açude Arrebita, em Forquilha.

Na região metropolitana de Fortaleza, o Cauipe também registrou sua primeira sangria do ano. O volume total dos reservatórios monitorados pela Cogerh atingiu a marca de 40% da capacidade nesta segunda-feira. No início da quadra chuvosa esse percentual era de 37%.

Outros quatro açudes estão com mais de 90% da capacidade, entre eles o Aracoiaba, importante para o sistema que abastece a Região Metropolitana de Fortaleza. Por outro lado, 45 açudes seguem com volumes abaixo dos 30% da capacidade.

Veja a lista de açudes:

Acaraú Mirim
Arrebita
Caldeirões
Cauhipe
Forquilha
Gerardo Atimbone
Germinal
Itaúna
Patos
Santa Maria de Aracatiaçu
Santo Antônio de Aracatiaçu
São Pedro Timbaúba e
São Vicente

<> O reservatório de Acopiara no centro-sul cearense, Dr. Tibúrcio Soares já acumulou 15 cm






Situação dos principais açudes




O Castanhão, maior reservatório do país, tem atualmente 25% da sua capacidade, conforme a Cogerh; e o Orós, segundo maior do estado, 50%. Já o Banabuiú se encontra com 37%.

Chega a 20 o número de açudes sangrando no Ceará



- Em Acopiara duas barragens sangraram, a do Sr. Pereira na Serraria e a do Pé de Cal, no Trussu.
O Ceará tem 20 açudes sangrando em todo o Estado nesta segunda-feira (9), segundo Resenha Diária da Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh). Os últimos açudes a sangrarem foram Barragem do Batalhão, em Crateús (Sertão do Crateús); Diamantino II, no município de Marco e Gongorra, na cidade de Granja, Região Norte do Estado.
Segundo a Cogerh, foram registrados aportes em 88 açudes, aos quais são destacados pela importância estratégica (capacidade de armazenamento e/ou cidades abastecidas) os açudes Acarape do Meio, Angicos, Aracoiaba, Araras, Arneiroz II, Ayres de Sousa, Banabuiú, Castanhão, entre outros. Além disso, os açudes Cipoada, Ema, Escuridão e Vieirão deixassem o volume morto; e o açude Junco deixou de estar seco.
Fonte: Diário do Nordeste
rEDAÇÃO
www.carlosdehon.com

Açude Castanhão já acumula mais de 5% de sua capacidade

25/04/2019, QUINTA-FEIRA

O açude Castanhão, situado em Alto Santo (Vale Jaguaribano), já supera os 5% de acúmulo de água, por conta das últimas chuvas.
Para quem tem capacidade superior a 6 bilhões de metros cúbicos de água, isso é considerado um aperitivo. De qualquer forma, meno male.
(Foto Fabio Lima)

Açude em Tamboril é o 33º a sangrar no Ceará



O açude de Sucesso, localizado na zona rural de Tamboril, no Interior do Ceará, é o 33º a sangrar no estado. O reservatório transbordou na tarde do último sábado (20), após fortes chuvas atingirem a região.
O aumento no volume de água do açude tem atraído moradores e turistas da região, que se refrescam no local.
Segundo a Companhia de Gestão de Recurso Hídricos do Ceará (Cogerh), apesar de 33 açudes estarem com 100% de suas capacidades, o volume de águas nos principais reservatórios cearenses continua baixo.
O Castanhão, por exemplo, está com apenas com 5,22% da sua capacidade preenchida. Ele é o maior reservatório do Ceará e um dos responsáveis pelo abastecimento da Capital e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF).

Açude Orós aumentou 1.24 cm nos últimos dias (08/04/19)

08/04/2019, SEGUNDA-FEIRA

Castanhão tem o maior acúmulo de água no Ceará nas últimas 24 horas



O açude Castanhão, responsável por abastecer a Capital e a Região Metropolitana, foi o reservatório que registrou o maior aporte neste domingo, 7. Conforme dados do Portal Hidrológico, o Castanhão, na cidade de Alto Santo, passou de um volume de 289,61 hm³ no sábado para 297,24 hm³ neste domingo.
Apesar do ganho, o volume total acumulado ainda é baixo e foi de 4,32% para 4,44% da capacidade em 24 horas. O Castanhão comporta até 6.700 hm³.
Em maio do ano passado, foi registrado o maior armazenamento dos últimos anos no açude, chegando a 8,7% do volume total.
Volume acumulado
Conforme o Portal Hidrológico, o volume acumulado nos 155 reservatórios monitorados no Ceará se aproxima do total registrado no fim da quadra chuvosa de 2018. Neste domingo, os açudes têm 16,98% do volume. Em 1º de junho de 2018, o acumulado era de 17,03%.
Trinta e dois açudes estão sangrando, 20 estão em volume morto e sete são considerados secos.
Fonte: O Povo

Vinte açudes sangram no Ceará nesta sexta-feira



A 297 km de Fortaleza, o açude Angicos, em Coreaú, é um dos 20 reservatórios cearenses sangrando no Estado nesta sexta-feira, 22. De acordo com o monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o reservatório recebeu um aporte de 1,9 milhão de metros cúbicos de água nas últimas 24 horas e começou a sangrar pela segunda vez neste ano.
Segundo a Cogerh, em 22 de janeiro de 2018, a represa estava com 74,5% da capacidade ocupada. No total, o reservatório pode receber até 56,05 milhões de metros cúbicos.
Também estão sangrando: Acaraú Mirim (Massapê), Angicos (Coreaú), Batente (Ocara), Cauhipe (Caucaia), Cocó (Fortaleza), Diamantino II (Marco), Gameleira (Itapipoca), Gangorra (Granja), Gavião (Pacatuba), Germinal (Palmácia), Itapebussu (Maranguape), Itaúna (Granja), Jenipapo (Meruoca), Maranguapinho (Maranguape), São José I (Boa Viagem), Tijuquinha (Baturité) e Tucunduba (Senador Sá).
Nas últimas 24 horas, foram registrados aportes em 63 açudes monitorados pela companhia, destacando-se, além do Angicos, o Acarape do Meio, Aracoiaba, Araras, Castanhão, Cedro, Edson Queiroz, Figueiredo, Frios, Jaburu I, Pedras Brancas e Pentecoste.
Outros 95 açudes operam com volume abaixo de 30% da capacidade.
O sistema de abastecimento do Ceará está operando com 13,09% da capacidade.
(O POVO Online)

Mais dois açudes no Ceará atingem 100% do volume máximo, aponta Cogerh

Com as chuvas dos primeiros dias de março, subiu para 12 o número de açudes no estado que estão com 100% do volume. O açude Cauhipe, no município de Caucaia, e o Açude Diamantino II, em Boa Viagem, sangraram nesta segunda-feira (11), segundo dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh).
Os açudes que estão com 100% de sua capacidade são: Acaraú Mirim, no município de Massapê; São José I, em Boa Viagem; Diamantino II, em Marco; Itaúna na cidade de Granja; Tucunduba, em Senadro Sã; Gameleira, em Itapipoca; Batente, em Ocara; Cauhipe, em Caucaia; Cocó, em Fortaleza; Germinal, em Palmácia; Maranguapinho, em Maranguape e Tijuquinha no Macicço de Baturité.
Dezessete açudes do Ceará estão com capacidade acima de 90%.
Situação dos principais açudes
Os maiores açudes do Ceará, no entanto, seguem em situação crítica. O Castanhão, principal reservatório a abastecer a Grande Fortaleza, tem apenas 3,57% da capacidade máxima. Já o Orós, segundo maior açude do estado, tem 5,32% do volume máximo.

Nível dos açudes cearenses sobe, mas alerta continua

11/03/2019, SEGUNDA-FEIRA

Para o cearense, acostumado forçadamente com longos períodos de estiagem nos últimos anos, a imagem de um açude sangrando é de encher os olhos e de acender a esperança por uma quadra chuvosa satisfatória para a agricultura, e também de conforto, no que se refere ao abastecimento hídrico. A temporada de chuvas, entre os meses de fevereiro e maio, é o período em que os reservatórios têm chance de adquirirem aporte hídrico.
Passado este ínterim, as chuvas diminuem substancialmente e a evaporação dos açudes, somada ao consumo do líquido, atuam no processo inverso: diminuição do volume.
Atualmente, de acordo com o monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o Estado possui 10 açudes operando em sua capacidade máxima.
Outra estatística positiva é que o volume total dos açudes voltou a subir após oito anos. Hoje, os reservatórios cearenses estão com 11,7% da capacidade, o melhor resultado para este período do ano desde 2015, quando a Cogerh apontava 15,4%. Em 10 de março do ano passado, o nível era de apenas 7,7%.

Açude Cocó é o segundo a sangrar nesta quadra chuvosa



A barragem do Cocó, em Fortaleza, é a segunda a sangrar nesta quadra chuvosa cearense. O primeiro foi o açude de Germinal, localizado em Palmácia, distante 66,3 km de Fortaleza. Conforme dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o açude de Jenipapo, localizado no município de Meruoca, é o terceiro com volume acima de 90% do total.
A Cogerh monitora 155 açudes no Estado, com capacidade total de 18,62 bilhões m³. O volume atual é de 1,95 bilhão m³ (10,46%). O açude do Cocó ultrapassou a capacidade de 5,1 milhões de litros. Foram registrados aportes em 68 açudes, destacando Banabuiú, Cedro, Edson Queiroz, Figueiredo, Frios, Jaburu I, Orós, Pedras Brancas, Pentecoste e Taquara. Hoje, 104 açudes ainda estão com volume abaixo de 30%.
O ferreiro Claudiano Pereira, de 37 anos, é um dos fortalezenses que aproveitam o espaço para pescar. Morador da Messejana, diz que leva os dois filhos para passear na beira do açude, além de garantir peixe e camarão. Ele correu para a barragem na manhã desta sexta-feira, 8, após saber da sangria. "Quando tem pouca água, é cheio de gente pescando. Um negócio desse só mostra como é bonita a natureza", conta.

Açudes cearenses começam o ano com nível crítico de volume hídrico, apesar de melhora




03/03/2019, QUINTA-FEIRA
Os pequenos reservatórios secaram ou estão em situação hídrica de volume morto. A queda nas reservas traz dificuldades de abastecimento para sedes de distritos e centenas de localidades rurais. As últimas chuvas, verificadas ao longo de dezembro, não foram suficientes para recargas substanciais dos açudes.
A população de dois distritos populosos, Nova Floresta e Feiticeiro, na zona rural de Jaguaribe, na região Centro-Sul do Estado, enfrenta crise de abastecimento que tende a se agravar nos próximos meses, caso não ocorra recarga no segundo maior açude do Ceará, o Orós, que está com apenas 5,8% de sua capacidade. Recentemente, as comunidades ficaram cinco dias seguidos sem água.

Chuvas de dezembro não trazem recarga satisfatória a açudes no Ceará




O ano de 2018 se despediu com o dezembro mais chuvoso dos últimos 30 anos, no Ceará. A Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) registrou 101.2mm, em média, no Estado, índice 220.1% acima da média do período que é de 31.6mm.
As precipitações ficaram, ao longo do ano, um pouco acima da média, que é de 800.6mm. Foram observados 814.9mm. O levantamento na série histórica da Funceme entre os anos de 1973 e 2018 revela que em apenas 13 anos, dezembro apresentou chuvas acima da média. Nos demais períodos, houve um desvio negativo, ou seja, trata-se de um período de pré-estação chuvosa que tende a apresentar baixos índices pluviométricos em todo o sertão cearense.
Dezembro teve recorde de chuva em 1989, quando foram observados 138.2mm (337.3%), seguido de 1985, que registrou 115mm (263.9%). Dezembro de 2018 ocupa a terceira colocação na série histórica com 101.2mm (220.1%). A quarta posição foi anotada em 2010, com 88.2mm (179%) e a quinta em 1988, com 83.3mm (163.4%).
O ano terminou com reservas hídricas reduzidas a 10.8% no Ceará, ainda assim é um percentual melhor do que nos últimos dois anos. Em 2017, o nível médio dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) era de 7.2% e no fim de 2017, 6.7%. Em dezembro de 2015, a situação era menos crítica, 12.1%.

Recentes chuvas não garantem boa carga nos açudes do Cariri, diz Cogerh



Quem espera uma carga de água a ponto de influenciar o nível dos açudes do Cariri após as chuvas do começo da semana tem de ficar atento. As recentes chuvas em quase todas as cidades não necessariamente influenciam no aporte dos reservatórios monitorados pela Cogerh.
Choveu bem nos primeiros dias da semana passada. Cidades como Aurora, por exemplo, chegaram a registrar 80.0 mm de acordo com a Funceme. Juazeiro do Norte e Crato também tiverem bons registros, com 25.0 mm em média, medido por pluviômetros particulares.
Em conversa com o Miséria no início da semana, o gerente regional da Companhia de gestão de Recursos Hídricos (Cogerh), Alberto Medeiros, chamou atenção para o fato de que as chuvas, para resultados positivos em açudes, devem ocorrer na "cabeceira" dos reservatórios.
De acordo com ele, o local é estratégico, onde nasce o riacho que enche o açude. "Para que o Açude dos Carneiros, em Juazeiro, seja abastecido, por exemplo, é necessário que chova no distrito de Monte Alverne", diz.
Alberto lembra ainda que em 2017 o Açude do Rosário, em Lavras da Mangabeira, atingiu 80% da capacidade. Enquanto o Açude dos Carbeiros, que é bem menor, quase não teve carga.
Por Felipe Azevedo/ Agência Miséria
Miséria.com.br

Aportes da quadra chuvosa mudam realidade sertaneja



Apesar de a maioria dos grandes reservatórios do Ceará não terem atingido as expectativas da população sertaneja, mantendo volumes abaixo do esperado, a primeira boa quadra chuvosa após seis anos de chuvas abaixo da média mudou a realidade do Interior. Banabuiú, Quixadá e Quixeramobim, no Sertão Central, são alguns exemplos. As recargas elevaram a autoestima e trouxeram alegria.
Enquanto as barragens de menor porte asseguram água para as famílias de trabalhadores rurais, nos reservatórios maiores - como o Arrojado Lisboa, terceiro maior do Estado, que esteve seco por vários meses e hoje está com 6,08% - de onde geralmente é captada água para abastecer as cidades, ribeirinhos aguardam o crescimento dos peixes.
Na barragem de Quixeramobim, a situação é um pouco diferente. Na parede da represa, uma ponte na CE-060, os mais jovens saltam de cerca de 3m. A alguns quilômetros açude adentro, o balneário da ponte quebrada voltou a funcionar. O movimento se intensificou neste mês de maio, juntamente com a esperança de o açude voltar a sangrar. Hoje, está com 96,36%. A última vez em que transbordou pelas 15 comportas na extensão de 240 metros da ponte foi no início de abril de 2011.
No Maciço de Baturité, o Germinal, em Palmácia, com 93,82%, é destinado e ao abastecimento dos moradores da região. Há previsão de conclusão de uma adutora para a região. A responsável pela obra é a Superintendência de Obras Hidráulicas (Sohidra). Apesar de a área hídrica ser isolada, com cercas, pescadores e banhistas conseguem utilizar o espaço logo abaixo da parede de concreto.
Centro-Sul
No Centro-Sul do Ceará, o nível dos reservatórios, em geral, continua preocupante. O Orós, segundo maior do Estado, acumula 9,69%. O reduzido volume impede a retomada do atrativo turístico e da criação de tilápias em tanques redes. O número de visitantes caiu mais de 90%, nos últimos dois anos, segundo a associação que reúne barqueiros e donos de restaurantes. O Açude Ubaldinho, em Cedro, município vizinho, está com 33,4%. Houve um aumento de 10% na atual quadra chuvosa. O nível do reservatório permite a manutenção dos criatórios de tilápias em gaiolas, o emprego e a renda de 50 produtores.
A preocupação maior é com o Trussu, em Iguatu, maior centro urbano da região, com 103 mil habitantes. O reservatório está apenas com 7,4% e as suas reservas são suficientes para atender o abastecimento das cidades de Iguatu e de Acopiara somente até o próximo mês de dezembro.
Zona Norte

Abastecimento no Ceará está garantido até o fim deste ano



A medida que o último mês da quadra chuvosa no Ceará avança, aumenta a preocupação quanto à incidência de novas precipitações no decorrer do ano. Contudo, os aportes registrados desde o início de 2018, já ultrapassando os 2 bilhões de metros cúbicos (m³) de água até o momento, garantem o abastecimento humano até o fim do ano em todo o Estado, na avaliação da Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (Cogerh).
A Bacia Metropolitana, responsável pela água que chega à Capital e aos municípios da Região Metropolitana (RMF), conta hoje com 32,11% de seu volume máximo, segundo relatório do órgão.
Olhando especificamente para o sistema integrado formado pelos açudes Pacajus, Pacoti, Riachão e Gavião, o volume atual, segundo destaca o presidente da Cogerh, João Lúcio Farias, chega a 37,8%. "Em maio de 2017 eles estavam com 48,7% e iniciaram este ano com 20,9%. Mesmo com o inverno reduzido, o sistema continua pegando alguma água", comenta.
A necessidade do complemento oriundo da Bacia do Jaguaribe, principalmente do Açude Castanhão, segundo Farias, continuará por enquanto. O reservatório, o maior do Estado, chegou a ter apenas 2,65% de sua capacidade máxima no começo do ano e, ontem, registrava 8,7% de seu volume total. "Então, o sistema metropolitano conta hoje com essa reserva, mas também com o aporte que houve no açude Castanhão. Portanto, temos condição de atravessar esse ano, mas, claro, que contando com todas as ações que a gente vem fazendo até aqui".

Atualização: Restam 21 centímetros para Barragem sangrar

                                     

                   

Atualização realizada pela COGERH na manhã de hoje, 03, mostrou que a Barragem de Quixeramobim ainda resta 21 centímetros para atingir sua cota de sangria.
Os aportes dos demais reservatórios da região foram os seguintes:
Banabuiú: 11 cm
Fogareiro: 12 cm
Pirabibú: 01 cm
Patú: 37cm
Quixeramobim: 20cm
Trapiá II: 07cm
São José I: 03cm
Capitão Mor: 01cm
Umarí: 01 cm 



Açude Pajeú sangra pelo segundo ano consecutivo após período de seca



Após cinco anos de seca o Açude Valério, popularmente conhecido Pajeú, sangrou pelo segundo ano seguido. No ano passado o reservatório atingiu 100% de sua capacidade no dia 18 de março, após uma forte chuva no dia anterior na cidade e na zona rural do município.
O açude, com capacidade para 1.860 mil metros cúbicos (m³), abastece a cidade de Altaneira e até começo do ano de 2017 estava com menos de 7% de sua capacidade.
Nos últimos 10 anos, segundo dados da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (COGERH), o Açude Valério atingiu a sua capacidade máxima em seis anos, em todos eles nos meses de março e abril, sendo este ano primeira vez se deu no mês de maio.
No gráfico da COGERH, que apresenta o levantamento desde 2004, excetuando o último período de seca (2013/2016) o reservatório só não atingiu a sua capacidade no de 2005.

Chuva de 24mm em Quixeramobim aumenta expectativa de barragem sangrar



Atualizado, às 16:45
O volume atual do Açude Quixeramobim é 5,95 milhões/m³, o equivalente a 75,48 % da sua capacidade
As chuvas do fim de semana no Centro do Estado foram abaixo da expectativa dos moradores da região, todavia, os 24 milímetros apontados pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) em Quixeramobim no intervalo das 7h da manhã do domingo para as 7h desta segunda-feira (30) foram suficientes para deixar a população desta cidade em estado de alerta, com a possibilidade de a barragem sobre CE-060 ficar mais próxima de atingir a sua cota máxima e sangrar.
A última vez em que a água transbordou pelas 15 comportas na extensão de 240 metros da ponte foi no início de abril de 2011. Pelo monitoramento da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), o nível se mantém o mesmo dos últimos dias. Entretanto, conforme os dados captados diariamente, desde 21 de abril a cota vinha baixando. Com a recarga deste fim de semana retornou ao nível do dia 27. Ainda faltam os mesmos 81 centímetros para a lamina d’água ultrapassar a barragem.
Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Quixeramobim desde o dia 18 a água da barragem homônima voltou a ser captada para a Estação de Tratamento e distribuída para a população da cidade. A recarga está aliviando o racionamento de mais de ano para mais de 15 mil consumidores. O reservatório tem oficialmente capacidade para 7,8 milhões de m³.

Fogareiro alcança marca superior a 4% de volume e Pedras Brancas chega a 16%



30 DE ABRIL, SEGUNDA-FEIRA
A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) informou os volumes atuais de alguns reservatórios que possuem relação direta com Quixeramobim, como também, os percentuais referentes a cada volume. Confira:
Fogareiro – Volume: 5,09 milhões/m³ (4,31%);
Pedras Brancas – Volume: 73,78 milhões/m³ (16,18%);
Pirabibu – Volume: 6,88 milhões/m³ (9,30%);
Banabuiú – Volume: 97,22 milhões/m³ (6,07%);
Barragem de Quixeramobim: Volume: 5,95 milhões/m³ (75,48 %).
Vale ressaltar que os 81 centímetros restantes para a Barragem atingir a cota de sangria representam 25% do volume total do reservatório.
Postado por: Jornalismo - Sistema Maior de Comunicação - Com Repórter Ceará

Ceará está com 18 açudes sangrando e 10 acima de 90%



Há poucos dias de se encerrar, abril, já representa para o cearense, o mês que superou as expectativas de chuva, quando comparado ao mesmo período do ano passado. De acordo com os dados parciais da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), as precipitações alcançaram 10% acima da média habitual para o mês, e, apesar da notável baixa nas precipitações no Estado, ao longo das últimas semanas, as chuvas ainda se fazem presentes em várias regiões. Elas fizeram com que hoje tenhamos 18 açudes sangrando e dezacima dos 90%.
Das 7 horas de quarta-feira para as 7 horas de ontem, os maiores índices não passaram de 25 mm, conforme a lista das dez maiores chuvas do dia, representadas pelos municípios de Bela Cruz (25 mm), São Gonçalo do Amarante (23 mm) e Araripe (16 mm). Essas precipitações em nada se parecem com as do início do mês, que trouxeram alagamentos e enxurradas para algumas regiões.
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