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Ex-professor de medicina é preso por suspeita de assédio sexual contra aluna em Quixadá

 

O médico e ex-professor de medicina Yuri Silva Portela foi preso nesta quinta-feira (29) por suspeita de forçar uma aluna a manter relações sexuais oferecendo vantagens acadêmicas em uma instituição de ensino superior de Quixadá, no interior do Ceará. A captura ocorreu após pedido do Ministério Público do Ceará (MPCE), que identificou os crimes de assédio sexual e violência psicológica.

Segundo o Diário do Nordeste apurou com a Delegacia da Mulher de Quixadá, a prisão foi feita em um hospital do município, enquanto o profissional da saúde trabalhava.

Conforme a denúncia do MPCE, o médico usou sua posição de docente no curso de medicina e ofereceu acesso a provas e pontos em trabalhos para assediar sexualmente a estudante.

A operação Bisturi Acadêmico foi deflagrada pela 1ª Promotoria de Justiça de Quixadá e coordenada pelo promotor de Justiça Bruno Barreto. A força-tarefa teve atuação conjunta de equipes da Delegacia de Defesa da Mulher de Quixadá do Ceará, da Polícia Militar (PMCE) e da Polícia Penal.

Ainda segundo o MPCE, as investigações seguem em curso, pois há indícios de que o médico fez outras vítimas e teve "outras condutas possivelmente criminosas".

"A medida cautelar foi necessária não apenas pela gravidade dos fatos, mas também para garantir a ordem pública, preservar o andamento das investigações e evitar novas abordagens ou intimidações à vítima", informou o MP do Ceará.

(*) Diário do Nordeste

Professor é suspeito de assediar aluna de 11 anos em Itapiúna, interior do Ceará

Professor universitário é demitido após assediar sexualmente aluna em conversas no WhatsApp Docente perguntou o que a vítima queria para fazer sexo com ele em troca de favores na faculdade



Um professor foi demitido após assediar sexualmente uma aluna na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). O Processo Administrativo Disciplinar (PAD), já concluído, apontou que o docente cometeu o crime em julho de 2022, por meio de mensagens escritas, áudios e vídeos.

A estudante denunciou o caso à Ouvidoria da UEPG. A demissão foi publicada em 9 de agosto de 2023 no Diário Oficial do Paraná. Ele estava afastado desde agosto de 2022.
Em uma das mensagens de áudio, o professor Luciano Ribeiro Bueno perguntou o que a vítima queria para fazer sexo com ele em troca de favores na universidade.
Segundo a defesa de Luciano, não houve provas que o professor agiu "no sentido de se valer de seu cargo para ofender a aluna em questão", e que deve levar o decreto de demissão do professor à análise da Justiça.
As advogadas alegaram que o caso aconteceu em um momento em que o docente passava por problemas psicológicos, como “transtorno depressivo grave e Síndrome de Burnout”, que levaram ele a “interpretar equivocadamente as mensagens trocadas com sua aluna fora do ambiente de sala de aula”.

ASSÉDIO - Os assédios à aluna iniciaram em julho de 2022, por meio do WhatsApp. O professor pergunta à jovem se ela gostaria de receber as questões da prova, já que ela havia tirado nota baixa no exame anterior. Mesmo sem receber resposta da vítima, ele disse que ela o deixa excitado.
“Você sempre olha nos meus olhos. Olha o status. Vai gostar. Vai querer a chance? [...] Deixa prof de r**a dura. Vamos sair? O que quer? Vamos marcar?", perguntou, por mensagem de texto.
No status do WhatsApp, Luciano exibiu o órgão genital. Por meio de áudios, ele convidou a aluna a ter relações sexuais com ele, perguntando o que ela queria em troca de sexo. A vítima rebateu, dizendo que não deu intimidade para o professor agir daquela maneira.
“Por um acaso em algum momento eu dei liberdade pro senhor me mandar esse tipo de vídeo, e me fazer esse tipo de proposta?”, questionou.
Após a resposta da jovem, Luciano pediu desculpas e a conversa foi encerrada às 2h34, quando a aluna bloqueou o contato dele.

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