Mostrando postagens com marcador BANCO CENTRAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BANCO CENTRAL. Mostrar todas as postagens

PicPay lidera ranking de reclamações divulgado pelo Banco Central

 

O Banco Central (BC) divulgou o ranking de reclamações do quarto trimestre de 2025 contra bancos, financeiras e instituições de pagamentos. O índice leva em conta a quantidade de queixas em um trimestre e o número de clientes de cada instituição.

Segundo o Banco Central, entre as reclamações mais frequentes destacam-se “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações envolvendo cartões de crédito”. As queixas referem-se, por exemplo, a cobranças indevidas em fatura ou que deveriam ter sido estornadas; compras não reconhecidas ou em duplicidade; e inconsistências de dados na fatura.

O banco digital PicPay ficou no topo do ranking de reclamações de clientes contra instituições financeiras e de pagamento no quarto trimestre de 2025, com um índice de 55,52 pontos. Foram 3.718 reclamações consideradas procedentes pelo Banco Central, de um total de 66,9 milhões de clientes.

O Banco C6 ficou em segundo, com índice de 51,92 pontos. Ele recebeu 1.738 queixas procedentes, mas tem apenas metade dos clientes do PicPay, com 33,4 milhões decorrentistas.

O terceiro do ranking foi o Bradesco, que registrou índice de 43,89 pontos. Apesar de liderar em número absoluto de reclamações procedentes, com mais de 4,8 mil queixas, a instituição conta com 110 milhões de clientes.

A reportagem entrou em contato com as instituições financeiras que lideram o ranking de reclamações, mas, até o fechamento desta edição, não obteve resposta. O espaço segue aberto.


(Agência Brasil)


BC bloqueia 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas

 

Em dois dias de funcionamento, a ferramenta BC Protege+ bloqueou 1.630 tentativas de abertura de contas fraudulentas. Segundo o balanço mais recente divulgado pelo Banco Centra, 145,5 mil pessoas ativaram a proteção, e as instituições financeiras fizeram 1,9 milhão de consultas ao sistema para verificar pedidos de abertura de contas ou inclusão de titulares.


Os dados foram apurados até as 17h45min dessa terça-feira (2).

Lançado na segunda-feira (1º), o BC Protege+ é um serviço gratuito para reforçar a proteção de cidadãos e empresas contra fraudes na abertura de contas-correntes, poupança e contas de pagamento pré-pagas.

Ao ativar o serviço, o usuário comunica oficialmente que não deseja abrir contas nem ser incluído como titular ou representante em contas de terceiros. A consulta ao sistema pelas instituições financeiras é obrigatória antes da abertura de qualquer conta.

O recurso funciona como uma camada adicional de segurança para prevenir fraudes de identidade e evitar que produtos financeiros sejam contratados em contas abertas ilegalmente em nome do cidadão ou da empresa.

Como ativar o BC Protege+

Acesse a área logada do Meu BC com a conta Gov.br nível prata ou ouro e verificação em duas etapas habilitada;
Localize o serviço BC Protege+ e ative a proteção;
Colaboradores de empresas registrados no gov.br também podem ativar a proteção em nome da organização;
A escolha fica registrada no sistema e é informada automaticamente às instituições financeiras quando elas consultam os dados do cliente.

Desativação para abertura de contas

Caso o usuário deseje abrir uma conta ou ser incluído na de terceiros, é necessário acessar novamente o BC Protege+ e desativar a proteção temporariamente. O Banco Central recomenda programar uma data de reativação automática, garantindo que a segurança seja restabelecida após o procedimento.

O serviço é gratuito e pode ser ativado ou desativado a qualquer momento.

(Agência Brasil)


Investi dinheiro no Banco Master; e agora? Saiba como resgatar valores após liquidação extrajudicial da instituição


A liquidação extrajudicial do Banco Master, decretada pelo Banco Central (BC) nesta terça-feira (18), levantou dúvidas entre correntistas e investidores que possuem CDBs e outros produtos emitidos pela instituição. A devolução dos valores depende do tipo de investidor e do montante aplicado.
Pessoas físicas e empresas têm direito à cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), desde que o valor aplicado, incluindo rendimentos, não ultrapasse R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por conglomerado financeiro. Isso significa que:

🤑 Quem tinha até R$ 250 mil receberá tudo de volta.
🚫 Quem tinha mais que isso, como R$ 270 mil, por exemplo, receberá R$ 250 mil pelo FGC e se tornará credor do banco para tentar recuperar o restante, com a possibilidade de só receber o valor após ação judicial.

A cobertura segue as regras tradicionais: R$ 250 mil por instituição, com limite global de R$ 1 milhão em caso de múltiplas quebras no período de quatro anos.

O ressarcimento depende de cadastro do correntista no aplicativo do FGC. Após a liquidação, o liquidante nomeado pelo BC precisa validar a base de credores, processo que leva cerca de 30 dias úteis. O procedimento ocorre em três etapas:

1. Envio da lista de credores pelo liquidante ao FGC (até 30 dias úteis);
2. Liberação do pedido de ressarcimento no aplicativo, após validação dos dados (até 48 horas depois da análise);
3. Transferência do valor para uma conta bancária de mesma titularidade, após solicitação e assinatura digital.

O processo vale para pessoas físicas e jurídicas, com fluxos distintos dentro do app.

O FGC estima que a liquidação do Banco Master será a mairo da história e envolverá cerca de R$ 41 bilhões em garantias, com aproximadamente 1,6 milhão de credores elegíveis. Segundo o fundo, há patrimônio suficiente para honrar integralmente os pagamentos dentro das regras vigentes.

Economia BC informa que total de chaves Pix vazadas chega a 46,8 milhões

O vazamento de dados de chaves Pix num sistema administrado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afetou 46.893.242 chaves de 11.003.398 pessoas, esclareceu na tarde de ontem  quinta-feira (24) o Banco Central (BC). A autoridade monetária também informou que foram expostos mais tipos de dados que o inicialmente informado.

Segundo o BC e o CNJ, foram acessados de forma indevida dados de chaves Pix via Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud), que conecta juízes e o BC. As informações cadastrais expostas foram as seguintes:nome do usuário;
Cadastro de Pessoas Físicas (CPF);
instituição de relacionamento;
agência;
número e tipo da conta;
chave Pix;
situação da chave Pix;
data de criação da chave Pix;
data de exclusão da chave Pix.

Inicialmente, o CNJ tinha informado que as seguintes informações tinham sido acessadas: nome da pessoa, chave Pix, nome do banco, número da agência e número da conta.

Segundo o CNJ, o problema ocorreu no domingo (20) e na segunda-feira (21) e foi prontamente corrigido. O CNJ e o BC reiteraram que não foram expostos dados sensíveis, como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

O Sisbajud é uma ferramenta eletrônica que permite aos juízes pedir informações financeiras e bloquear ativos de devedores. O sistema substitui o antigo BacenJud e facilita a comunicação entre o Judiciário e o sistema financeiro para o cumprimento de ordens judiciais.

Valores a receber: BC libera pedido automático de resgate a partir desta terça; R$ 9 bilhões seguem 'esquecidos' nos bancos, ATUALIZAÇÃO 13h26


O Banco Central anunciou nesta segunda-feira (26) uma nova funcionalidade no Sistema Valores a Receber (SVR): a partir de amanhã,  27 de maio, será possível habilitar uma solicitação automática de resgate de valores.

A novidade, segundo a instituição, é apenas na forma de solicitar o resgate.

Antes, era necessário fazer um procedimento manual para cada pedido de resgate.
Agora, quem quiser, pode automatizar as solicitações. Todas as demais funcionalidades do sistema continuam iguais.

"O propósito é facilitar ainda mais a vida do cidadão, que não precisará consultar o sistema periodicamente nem registrar manualmente a solicitação de cada valor que De acordo com a instituição, a adesão ao novo serviço é facultativa.

Para habilitar, é necessário acessar o SVR com uma conta gov.br de nível prata ou ouro e verificação em duas etapas ativada.
A solicitação automática é exclusiva para pessoas físicas e está disponível apenas para quem possui chave PIX do tipo CPF. Quem ainda não possui essa chave, deve cadastrá-la junto à sua instituição financeira.
O cidadão não receberá aviso do Banco Central quando algum valor for devolvido. O crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta do cidadão.
As instituições financeiras que não aderiram ao termo de devolução via PIX continuarão exigindo solicitação manual. Isso também se aplica a valores oriundos de contas conjuntas.


(*) g1



Banco Central faz ajustes para aperfeiçoar segurança do Pix Limite de transação será de R$ 200 em celular não cadastrado

O Banco Central (BC) divulgou, nesta segunda-feira (22), em Brasília, ajustes para aperfeiçoar os mecanismos de segurança do Pix. As mudanças visando combater fraudes e golpes entrarão em vigor em 1º de novembro. A resolução BCB n° 403 foi publicada no site da instituição.

Pela nova regra geral de segurança, nos casos em que o dispositivo de acesso eletrônico ao Pix - como smartphone ou computador - não estiver cadastrado no banco, as transações não poderão ser maiores que R$ 200. Quando houver a mudança para um celular desconhecido, o limite diário de transações instantâneas via Pix não poderá ultrapassar R$ 1.000.

Para transações fora destes limites, o novo dispositivo de acesso ao Pix (celular ou computador) deverá ser previamente cadastrado pelo cliente bancário para realizar as transferências de dinheiro via Pix, como nos casos em que o usuário mudar de aparelho.

Em nota, o Banco Central explicou que essa exigência de cadastro se aplica apenas a aparelhos que nunca tenham sido usados para iniciar uma transação Pix, para não causar inconvenientes aos clientes que já usam um dispositivo eletrônico específico.

O objetivo é minimizar a probabilidade de fraudadores usarem dispositivos diferentes daqueles já utilizados pelo cliente para gerenciar chaves e iniciar as transações deste modelo de pagamento instantâneo, quando houver o roubo ou conhecimento de login e senha do cliente.

VAZAMENTO DE CHAVE PIX /////NOVO VAZAMENTO DE CHAVES PIX DIVULGA DADOS CADASTRAIS DE 22 MIL USUÁRIOS

VEJA DETALHES
As instituições de pagamento Iugu e Pagcerto vazaram dados pessoais vinculados às chaves Pix, segundo informou o Banco Central nesta terça-feira (11). Em ambas situações, os dados correspondiam a nome do usuário, CPF, número da agência, além de número e tipo de conta.

No caso da Iugu, foram divulgados cadastros vinculados de 19.849 chaves Pix entre 21 e 27 de maio, e o Pagcerto vazou informações relativas a 2.197 chaves Pix nos dias 23 e 24 de abril.

Segundo comunicado divulgado pelo Banco Central, “os novos vazamentos ocorreram devido a falhas pontuais nos sistemas dessas instituições. Foram adotadas as ações necessárias para a apuração detalhada do caso e serão aplicadas as sanções previstas na regulação vigente”.

O BC ainda ressalta que só foram vazados dados de natureza cadastral e não dados sensíveis como senhas, saldos financeiros ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário.

BC tem R$ 4,6 bilhões esquecidos em bancos a serem devolvidos


Interrompido DESDE meados de abril, o Sistema Valores a Receber (SVR) ainda tem R$ 4,6 bilhões esquecidos em instituições financeiras para serem devolvidos, divulgou hoje (8), em Brasília, o Banco Central (BC). Desse total, estão destinados R$ 3,6 bilhões a 32 milhões de pessoas físicas e R$ 1 bilhão a 2 milhões de empresas.

O BC também anunciou que voltará a receber dados das instituições em janeiro. A data de reabertura das consultas ao SVR ainda não está definida. No entanto, o órgão esclarece que uma instrução normativa editada em novembro obriga as instituições a encaminharem à autoridade monetária informações de valores esquecidos.

As instituições repassarão ao BC três tipos de valores esquecidos por correntistas:
• contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas com saldo disponível;
• contas de registro mantidas por sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e por sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários para registro de operações de clientes encerradas com saldo disponível; e
• outras situações que ensejam valores a devolver reconhecidas pelas instituições.

Novidades

Segundo o Banco Central, os dados recebidos das instituições financeiras serão processados e oferecidos aos correntistas assim que o SVR for reaberto. O órgão informou que também trabalha em melhorias no sistema, como a inclusão de novos tipos de valores e o saque por herdeiros e representantes legais de falecidos.

Assim que o sistema for reaberto, informou o BC, herdeiros, testamentários, inventariantes ou representantes legais da pessoa falecida poderão consultar a existência de valores esquecidos e receberem instruções sobre como resgatar o dinheiro. Eles terão de aceitar um termo de responsabilidade antes de fazer a consulta.

A abertura do SVR a pessoas falecidas chegou a ser anunciada pelo BC no início do ano, mas foi paralisada por causa da greve no órgão, que durou de abril a julho.

Outra novidade será a adoção de uma fila de espera virtual para acessar o SVR. A ferramenta substituirá a lógica de acesso programado (com dia e hora definidos) que vigorou na primeira versão do sistema.

Valor total

Atualmente, os valores esquecidos no sistema financeiro estão distribuídos nas seguintes faixas: 23,58 milhões de correntistas (68%) até R$ 10; 7,94 milhões (23%) entre R$ 10,01 e R$ 100; 2,86 milhões (8%) de R$ 100,01 e R$ 1 mil; e 476,5 mil (1%) acima de R$ 1 mil. Com o reenvio dos dados pelas instituições financeiras, o estoque de R$ 4,6 bilhões a serem devolvidos pode aumentar.

A devolução de valores esquecidos ocorreu de fevereiro a abril deste ano. Nesse período, informou o BC, as instituições devolveram R$ 2,36 bilhões para 7,2 milhões de pessoas físicas e 300 mil pessoas jurídicas.

Desse total, R$ 321 milhões foram devolvidos via PIX a 3,7 milhões de beneficiários que clicaram diretamente no sistema para pedir os valores. O restante foi devolvido por meio de contato do beneficiário com a instituição (telefone, e-mail, ida à agência ou outros canais de atendimento).

Inicialmente, estava prevista uma segunda fase de consultas e saques no SVR para maio. Essa etapa incluiria mais fontes de recursos esquecidos, como cobranças indevidas de tarifas ou obrigações de crédito não previstas em termo de compromisso, contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas e contas encerradas em corretoras e distribuidoras. No entanto, o processo foi interrompido por causa da greve dos servidores do BC, que durou três meses e paralisou o desenvolvimento de projetos dentro do órgão.

(*) Com informações da Agência Brasil

Servidores do Banco Central decretaram volta da greve




Os servidores do Banco Central decretaram greve por tempo indeterminado a partir desta terça-feira (3). Na pauta de reivindicações da categoria estão: recomposição salarial de 26%, percentual das perdas inflacionárias entre janeiro de 2019 e dezembro de 2021, e ajustes na carreira, como mudança da nomenclatura de analista para auditor e a exigência de nível superior para ingresso dos técnicos do BC. Os servidores chegaram a suspender a greve, que começou em 1º de abril, por duas semanas, 20 de abril a 2 de maio, à espera de uma negociação com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, o que acabou não ocorrendo.

Em meio à insatisfação do funcionalismo, o governo Bolsonaro tentou negociar um reajuste linear de 5% para todos os servidores, o que foi considerado insuficiente pela categoria que, em nova assembleia geral no Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) na última sexta-feira (29), decidiu pela retomada greve.

O movimento do funcionalismo público federal tomou força após o anúncio de um "pacote de bondades" do governo, que anunciou a liberação de R$ 1,7 bilhão do orçamento para reajuste salarial das forças de segurança da União, que significaria um reajuste de 16% a 20%. No entanto, essa promessa ainda não se concretizou.

Com isso, outras categorias de servidores públicos que não foram incluídas nesse reajuste passaram a reivindicar recomposição salarial semelhante. Os médicos peritos e os servidores do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), por exemplo, reivindicam 19,9%.

Fábio Faiad, presidente do Sindicato dos Servidores do BC (Sinal), contou ao EXTRA que a principal razão para a retomada da greve é o descaso do governo em negociar com os servidores. Nesta quarta-feira haverá manifestação na porta do BC.

(*) iG Economia
WWW.CARLOSDEHON.COM

Saiba se você possui dinheiro esquecido em alguma conta bancária



Pessoas físicas e jurídicas podem conferir se têm algum dinheiro esquecido a receber de bancos ou outras instituições do sistema financeiro. É que o Banco Central do Brasil lançou o serviço SVR, Sistema Valores a Receber, como parte da plataforma Registrato.

Para fazer a consulta é preciso acessar o site do Registrato, ou do Banco Central do Brasil, na internet; e, se há algum valor para ser recebido, há duas formas de resgatar: diretamente no PIX, caso a instituição tenha aderido ao sistema Registrato; ou por meio de transferência ou pagamento, com dados informados no sistema, pela pessoa que vai receber.

No Brasil, o Banco Central estima que pessoas físicas e jurídicas têm um total de R$ 8 bilhões a serem recebidos. Nesse primeiro momento, são quase R$ 4 bilhões a serem devolvidos, por alguns motivos como: contas correntes ou poupanças encerradas que ficaram com saldo disponível, tarifas cobradas indevidamente, cotas de capital e sobras de cooperativas de crédito e valores não procurados, referentes a grupos de consórcios finalizados.

Durante grande parte desta terça-feira (25), o site apresentava erro no acesso. Logo depois, o Banco Central publicou, na página do erro, uma mensagem explicando que “o sistema recebeu demanda acima da esperada”, o que causou “instabilidade” no site. Segundo a instituição, medidas estão sendo tomadas, “para restabelecer o funcionamento normal”.

Ao longo do ano, o Banco Central pretende ampliar a consulta para a devolução do dinheiro esquecido decorrente de tarifas ou obrigações de crédito cobradas indevidamente não previstas em termo de compromisso, contas de pagamento pré-paga e pós-paga encerradas e com saldo disponível, contas encerradas em corretoras e distribuidoras de títulos e de valores mobiliários e demais situações que resultem em valores a serem devolvidos reconhecidas pelas instituições financeiras.

Banco Central confirma primeiro caso de vazamento de dados de chaves Pix

Ao todo, foram expostos dados referentes a 395.009 chaves Pix. BC declarou que já adotou medidas para apurar o caso e que lesados serão notificados.
O Banco Central registrou nesta quinta-feira, 30, o primeiro caso de vazamento de chaves Pix. Segundo informações do jornal Folha de São Paulo, os dados eram pertencentes a clientes do Banco do Estado de Sergipe (Banese). De acordo com a autarquia, a causa da exposição foi devido a "falhas pontuais em sistemas dessa instituição financeira".
O Banese informou que foram detectadas "consultas indevidas" a dados relacionados a 395.009 chaves Pix, referentes a pessoas que não são clientes do banco. Em comunicado, o Banco Central declarou que o vazamento não interfere na segurança financeira dos clientes.

(*) O Povo

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...