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BLOG SAUDADE <> O DIA EM QUE ACOPIARA FOI MATÉRIA NO FANTÁSTICO <. FESTA DO BOIÃO DE 2007!!!!REVEJA AMIGOS, E A BRINCADEIRA DO BOIÃO CRIADA PELO RADIALISTA GUILHERME OLIVEIRA QUE VIROU TRADICIONAL !!!A FRASE FICOU IMORTALIZADA <. "SÓ NÃO VAI QUEM É OU TEM MEDO DE SER"""!!!!

30/01/2022 <> DOMINGO

BLOG SAUDADE > HOJE O BLOG TRAZ PRA VOCÊ A ÚLTIMA APARIÇÃO DO MAIOR BLOCO CARNAVALESCO DE ACOPIARA > "US CUTRUCUS" ANO DE 2002 !!!CANAL DE JONATHAN GUILHERME (Festas Tradicionais) COM A COLABORAÇÃO DO BLOG!!!!REVEJA MUITOS AMIGOS, HOJE EM OUTRO PATAMAR!!!!VOCÊ VAI SE EMOCIONAR!!!!

(*) CANAL DO YOUTUBE "FESTAS TRADICIONAIS" JONATHAN GUILHERME COLABORAÇÃO! www.carlosdehon.com (arquivo).

Poeta do rock brasileiro: 25 anos sem Renato Russo

Foi em meio a risadas de uma mãe em pleno trabalho de parto que veio ao mundo aquele que, para muitos, é o maior dos poetas do rock brasileiro. De tão inusitado, o caso chegou a ser analisado por um comitê de médicos, conforme lembra a própria mãe. “Ninguém acredita, mas eu dei a luz dando risadas, enquanto me dava conta de que o parto seria bem mais fácil do que dizia uma guria que fez curso de pré-natal comigo”, lembra Carmen Manfredini, dona Carminha – a mãe que trouxe ao mundo o pequeno Júnior, mais conhecido como Renato Russo.

Renato Manfredini Júnior morreu há exatos 25 anos, completados neste 11 de outubro. Sua obra, no entanto, continua viva e atemporal para aqueles que tanto se identificam com suas letras e reflexões sobre a “tchurma”, termo que ele costumava usar para o grupo de amigos com quem conviveu a adolescência e a juventude; sobre as cidades onde viveu, em especial, a musa Brasília dos anos 70 e 80; sobre o Brasil; e sobre os sentimentos que fazem, de cada um de nós, humanos.

Parte das lembranças e memórias deixadas por Junior a sua família e pelo Renato “Manfredo” aos amigos foram contadas com exclusividade à Agência Brasil por familiares, amigos, músicos e profissionais que tiveram o privilégio de conhecer, de perto, a pessoa, o artista e a obra de Renato Russo, líder da Legião Urbana.
Júnior

“Foi uma gravidez e um parto tranquilíssimos, apesar da minha inexperiência. Não tinha a menor ideia de nada sobre isso, motivo pelo qual fiz um curso de pré-natal. E me assustava quando diziam que eu sentiria muita dor e que seria necessário fazer muita força para o bebê nascer. No entanto, bastaram três ou quatro contrações para ele pular fora. Em meio às contrações, eu não parava de rir ao lembrar disso. Foi uma sensação muito boa”, conta dona Carminha ao recordar o marcante 27 de março de 1960.

A mãe do poeta que acabara de nascer diz que seu filho sempre foi “um menino fora de série”, que “não criava caso com nada”, a ponto de sequer precisar de babás ou empregadas. “Era um menino exemplar, excepcional no colégio, alegre, comunicativo e brincalhão, principalmente com os primos e com a irmã”, acrescenta. “E assim foi até entrar no bendito rock”, complementa em tom de brincadeira, uma vez que, até o final da vida, Renato continuava sendo, para a mãe, “o rapaz doce que sempre foi”.

O gosto pela música já se manifestava quando ele tinha seis ou sete meses de idade, ainda dentro do berço onde, entre os brinquedos, havia um pequeno rádio de pilha tocando “as músicas brasileiras de ótima qualidade da Rádio Tupi”.

“Um dia, me deparei com ele em pé, pulando e segurando na grade do berço. Eu fiquei preocupada, mas a cara dele era alegre. Descobri que era por causa da música porque, quando eu tirava o rádio da cama, ele chiava. O rádio foi a melhor babá que podia existir para meu filho”, recorda dona Carminha.

Livros e discos foram objetos muito presentes na vida do Júnior. “O pai [Renato Manfredini] também era intelectual. Aos domingos, ficávamos todos em uma saleta, cada um com um livro na mão. Escutávamos músicas clássicas e músicas americanas que estavam na moda, em uma vitrola baixa daquelas com pé palito”.

Um dia, os Manfredini foram surpreendidos ao verem o Júnior, aos 2 anos, tirando um disco da vitrola e, com todo cuidado, colocando-o certinho na capa correspondente.

“Não tinha nada na capa. Só nome de artista. Em seguida, ele pegou outro disco e o colocou na vitrola. Ficamos muito impressionados porque ele era muito pequenino para fazer aquilo. Dali em diante, sempre que queria ouvir música ele ia lá colocava o que queria. E sempre guardando na capa certa”, detalha dona Carminha.

“Nunca contei isso a ninguém da família porque achava chato esse negócio de historinha bonitinha de filho”, acrescentou.
“Opípero”

Aos 5 anos, o pequeno Renato escreveu seu primeiro livro. “Um livrinho com ilustração e índice. Era a história de um príncipe que tinha ido no castelo para um jantar ‘opípero’. Eu me surpreendi porque não conhecia essa palavra. O pai então me explicou que era um ‘jantar grandioso, com muita comida’. Aprendi essa palavra com meu filho”.

Uma outra pessoa que aprendeu muita coisa com o Júnior foi a irmã, Carmen Teresa. “A coisa mais marcante que tenho do meu irmão é o fato de ele gostar de me explicar as coisas. Principalmente a parte cultural: literatura, música, arte, teatro, cinema. Aprendi quase tudo com ele. E também as preocupações que ele tinha com relação à carreira que eu iria escolher. Aquela história do ‘o que você vai ser quando você crescer?’. Ele era muito atento ao que me interessava”, lembra Carmen Teresa que, hoje, é professora de inglês e cantora.

As primeiras lembranças que tem do irmão são de cuidados, proteções e as manifestações de afeto e carinho tanto com ela quanto com a mãe. “Mas ele sempre foi muito generoso com todas as pessoas. Tinha uma empatia fora do comum. Era uma pessoa boa, honesta e muito espiritualizada. Ouvia e seguia a própria consciência como ninguém. Inclusive com relação à música. Ele jamais faria música por dinheiro”.

(*) Blog saudade
www.carlosdehon.com

Gosto de Maça – Wando, que nesta sexta-feira deixa 7 anos de saudade

ACOPIARA-CE: CONVITE MISSA DE SÉTIMO DIA

13 DE MAIO, SÁBADO
A família de Milton Moreira  consternada com sua partida, convida amigos e parentes para sua missa de sétimo dia que se realizará na igreja matriz. às 19:00 horas. Agradecemos desde já aos que comparecerem. 

BLOG SAUDADE: BELCHIOR

01 DE MAIO, SEGUNDA-FEIRA





O final de semana foi marcado pela despedida inesperada de Belchior. Adjetivos qualificativos não faltam para distinguir esse artista contemporâneo que vai deixar saudade aos degustadores da boa música. Belchior está para a música mundial assim como Bob Dylan dentre outros letristas, filósofos, que somaram ao longo dos tempos o mais da guitarra e da letra. Não tenho nenhuma dúvida que Belchior foi e será o maior letrista da musica popular brasileira, cada um em seu baú, desde a palo seco,  ou seja sem o acompanhamento de violão ao violino como é sentido em muitas de suas músicas. Nós todos, filhos de um ceará pobre e desnutrido pela ineficácia de um sistema animal, brutal e arrogante um dia fomos ser escravos do vil metal paulista como diz sua canção ou sentimos saudade e amargamos a ausência da rede branca, a fala nordestinada ou até mesmo o medo de avião, com fundo de pano de I Wanna Hold Your Hand dos beatles. O Brasil está tão pobre com a perda de Belchior que em tempo algum aparecerá outro letrista melódico como ele. Me privo a situação triste desse comentário porque fui mais um dos seus seguidores na adolescência cantando suas músicas abraçado ao violão e fazendo o resgate da alegria em roda de amigos sinceros. Lavei roupas de camaradas ao som de suas canções e da embriaguez do vinho paulista quando a saudade me matava tentando achar o mapa do ceará em suas melodias. Triste, muito triste por sua partida e de uma maneira que ninguém quer, deprimido, e ausente dos familiares e amigos, deprimido pela filosofia de suas letras, e pelo discernimento trigal da ótima música que nos deixou em seu legado, e que daqui a 50 anos será lembrado. Dizem que todos nós morremos, errado!Filósofos como Belchior jamais serão esquecidos pela sua ambígua obra, morreu angustiado como um goleiro na hora do gol, ou no centro da sala na hora do almoço...
    

BLOG SAUDADE: JERRY ADRIANE NO CLUB SOCIAL

Uma das vozes marcantes que nos deixou a alguns dias esteve no Club Social em 2012 trazido pelos radialistas Guilherme Oliveira e Jonathan Guilherme, pai e filho parece que estavam adivinhando em carimbar historicamente o nosso club, com essa figura mor da música brasileira. Jerry Adrianni. Jerry com sua voz esplendida nos presenteou com uma noite pra lá de boemia. Simples, nos recebeu em seu camarim, tirando fotos com todos fãs, e no palco foi extremamente profissional e somou com a platéia que o ovacionou durante todo o show. O blog registra esta passagem do Jerry como uma forma de tributo a um dos mais bem conceituados cantores de uma geração que nunca mais aparecerá no nosso cenário musical.O Club Social, palco de tantas festas com grandes nomes da música nacional, foi o cenário dessa performance musical desse gênio que nos deixou. 
 Jonathan e Guilherme Oliveira
 Jerry e Carlos Dehon












    

BLOG SAUDADE: UMA HOMENAGEM A WÉLIO FERREIRA

01 DE MAIO, SEGUNDA-FEIRA
Nesse dia nublado onde a saudade ganha voos altos, fico vasculhando a ausência de amigos que se foram sem se despedir. É nesse momento pactual de tantas coisas boas vividas que relembro o radialista Wélio Ferreira.Sem sombra de dúvidas um dos melhores redatores do jornalismo da região centro-sul. Essa primazia vocacional, fez dessa personagem momentos marcantes em nossas vidas no rádio interiorano, isso, quando o rádio era acima de tudo verdadeiro, aonde podíamos falar de coisas boas, de música, esporte, cultura, e não havia pessoas chatas a nos cercar pelos corredores e nem atrás dos microfones. Wilson Filho, Dr. Cavalcante, (In Memoriam), Wélio Ferreira (In Memoriam), e Carlos Dehon, talvez tenham sido os melhores protagonistas do esporte acopiarense, no programa "Panorama Geral dos Esporte". Líder de audiência. Ficou marcado pela maneira solta de apresentar um programa genuinamente acopiarense. A você meu amigo eternas saudades.
 Wélio Ferreira e Carlos Dehon
Os veteranos do futsal ganhava por 5X3 de Irapuan Pinheiro
e eu resgatava a taça de campeão. Festa de confraternização no Club Social.
 Aqui os dois em um  entrevista para o "Vale Esporte", programa apresentado por mim, outro líder de audiência da Rádio Vale. Uma das passagens mais marcantes de nossa trajetória no rádio, foi quando estávamos no campeonato cearense, e me lembro de uma cena no estádio "Mirandão" no Crato, quando dividíamos o campo fazendo as reportagens de pistas e o microfone do Wélio Falhou, e ele subiu para a cabine, eu fiquei imitando o locutor da Verdes Mares, "no maraca vasco e flamengo empatam em 0X0", e eu lá, a turma da cabine levantado as mãos, acenando que estava ótimo, e eu sem retorno, já com o locutor puto da vida subi para a cabine morrendo de achar graça, quando descíamos a escada com a diretoria do estádio, quando eis que Wilson Filho, deslizou em uma casca de laranja, mesmo no momento em que passávamos, quando Cavalcante indagou.Conhece Dehon? E eu respondi, nunca vi...foi uma gargalhada geral. O jogo era Iguatu e seleção do Crato.Saudades...
Aqui Wélio é visto comigo, Papai, e Zé Carlos
 Seu grande amigo "Pinduca"
Pinduca, cabo véi, Dehon, Milton Moreira, ? e Diniz

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