Mostrando postagens com marcador BOLETIM DA FUNCEME. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BOLETIM DA FUNCEME. Mostrar todas as postagens

Ceará volta a ter condições de chuva em todas as macrorregiões



O Ceará volta a ter condições de chuva neste início de semana, conforme previsão do tempo elaborada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).

Até quarta-feira, 15, todas as macrorregiões deverão receber registros de precipitações, porém, a tendência é que os maiores acumulados aconteçam no centro-norte do Estado.

As chuvas deverão concentrar-se durante a madrugada e manhã em áreas do litoral e sul do Ceará. Já nos períodos da tarde e da noite, sobre o interior.

As precipitações esperadas têm relação com a atuação de áreas de instabilidade atmosférica que estão associadas à proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) e a efeitos locais, como: brisa, relevo, temperatura e umidade.

Ceará deve ter chuva e ventos fortes no início da semana



O Ceará deve começar a semana com chuva forte na maior parte do estado, conforme previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Todo o litoral, Centro-Sul, Região Norte e Cariri estão sujeitas a chuvas intensas.

“Não se descarta a possibilidade de descargas elétricas e rajadas de vento”, informa o comunicado da Funceme.

Para terça-feira (14), o céu deve variar entre parcialmente nublado e com poucas nuvens, com chuva isolada em todas as macrorregiões.

Em janeiro, o Ceará acumulou 114 milímetros de chuva, 15% a mais que média histórica, de 98 milímetros.

Mesmo com as chuvas, os maiores açudes do Ceará seguem quase totalmente secos. O Castanhão, maior reservatório do país, tem atualmente 19,63% da sua capacidade, conforme a Cogerh; e o Orós, segundo maior do estado, 43,79%. Já o Banabuiú se encontra com 9,09%.

O estado tem sete açudes com volume acima de 90% e 69 reservatórios com volume inferior a 30%.

(*) FUNCEME

Chove em 130 municípios cearenses <> EM ACOPIARA NO CENTRO-SUL DO ESTADO CHOVEU 15 MM




De acordo com o monitoramento da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), choveu em 133 dos 145 municípios cearenses informados nesta quinta-feira, 27. Em Fortaleza, o registro é de 32 mm, de acordo com registro feito às 8 hora. No Interior, o município de Cedro teve a maior precipitação até o momento, com 73 mm.

As condições meteorológicas atuais e as previsões da Funceme apontam condições favoráveis para chuva em todas as macrorregiões, principalmente nesta quinta-feira. Na perspectiva de acumulados mais expressivos têm destaque, segundo a Funceme, a faixa litorânea e as porções oeste e sul do Ceará. "Em geral, as chuvas previstas têm relação com a atuação de áreas de instabilidade, bem como em razão de efeitos locais, como temperatura, relevo e umidade", explica em nota a Fundação.
Previsão de fevereiro a abril

O prognóstico climático divulgado pela Funceme para o período entre fevereiro e abril indica 40% de probabilidade de chuvas acima da média, 40% em torno dela e ainda 20% de chances de precipitações abaixo da normal climatológica.

“As probabilidades são as chances desses acumulados caírem nessas categorias", explica a gerente de meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto. Segundo ela, o indicativo de mesma probabilidade para em torno ou acima da normal climatológica é justificado pelas incertezas envolvidas na previsão climática, principalmente neste ano relacionadas ao oceano Atlântico. As condições oceânica no Atlântico têm "mudado bastante", passando "de uma condição muito favorável agora para uma condição mais neutra".

De acordo com a Fundação, a previsão se dá a partir da análise das condições atmosféricas e oceânicas, além dos resultados de modelos numéricos. Em relação ao mesmo período do ano passado, o cenário é mais otimista. Em 2021, a maior probabilidade era de precipitações abaixo da média, o que acabou se confirmando ao final do trimestre.

(*) FUNCEME
O POVO
www.carlosdehon.com

Chuvas em março ficaram dentro da média histórica no Ceará

FOTO ILUSTRATIVA
O mês de março deste ano não repetiu a retomada de chuvas no Ceará acima da média histórica para o período que se verificava desde 2019. Até esta quarta-feira (31), a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) observa precipitações de 204,7 mm no Estado, quantidade próxima à da média histórica, que é de 203,4 mm.
Em 2019, no segundo mês da quadra chuvosa (entre fevereiro a maio), no Ceará, as chuvas ficaram 14.6% acima do esperado e, em 2020, ampliou para 35%. Este foi o melhor março desde 2008, quando foram observados pela Funceme 332,5 mm, ou seja, 63,5% a mais que a média histórica.

Chuvas irregulares e localizadas

Segundo especialistas em recursos hídricos, as chuvas irregulares e localizadas observadas neste mês de março são motivo de preocupação, porque as recargas até o momento permanecem reduzidas.

Na década passada – de 2011 a 2020 – apenas dois anos registraram chuvas acima da média neste mês. Em 2019, quando houve desvio positivo de 14.6%; e em 2020, com 35% a mais.

Para o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Flaviano Fernandes, o registro de reduzidas precipitações em março está relacionado com a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), que é o principal sistema que traz chuva para o semiárido nordestino durante a quadra chuvosa.

Flaviano Fernandes confirmou que, desde 2010, as chuvas ficaram abaixo do esperado nos meses de março e abril, apresentando déficits.

“A temperatura superficial do Atlântico Sul não vem se aquecendo como seria esperado e, por isso, a Zona de Convergência não se aproxima da costa norte do Nordeste”, explicou. “Esse comportamento é desfavorável”.

Em 2021 e na maioria dos anos da década passada, a temperatura das águas superficiais do Oceano Atlântico Norte Tropical ficou mais aquecida do que a porção Sul. A ZCIT tende a permanecer sobre as áreas mais aquecidas. Dessa forma, mantém-se distante da costa cearense, que está abaixo da Linha do Equador, isto é, do lado Sul.

"Precisamos de mais estudos”

Meteorologistas afirma que essa anomalia vem ocorrendo com maior incidência desde 2010 por cauda das mudanças climáticas. Flaviano Fernandes, contudo, considera que ainda é cedo para se fazer tal afirmação e justifica: “A série histórica ainda é pequena e precisamos de mais estudos”.

Os dois primeiros meses da quadra chuvosa (fevereiro e março) acumularam volume de 320 mm no Ceará, ficando próximo da normal climatológica neste ano.

A gerente de meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto, analisou que “as nuvens de chuva formadas em fevereiro e março foram na sua maioria ocasionadas por de áreas de instabilidade e também em alguns dias de março devido à influencia da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), principalmente no Centro-Norte do Estado”.

Para Meiry Sakamoto, os acumulados em fevereiro e março de 2020 foram melhores do que os índices observados neste ano porque as condições meteorológicas foram mais favoráveis. “A Zona de Convergência Intertropical não chegou a se posicionar sobre o continente, mantendo-se sempre sobre áreas oceânicas”.

Regiões com mais chuvas

A maioria das chuvas neste mês decorreu de formação de áreas de instabilidade – calor e umidade – e beneficiou mais a região do Cariri, que registrou acumulado de 439,3 mm, ou seja, 17,5% acima da média.

Outra região beneficiada foi o Sertão Central/Inhamuns com acumulado dentro da média de 283,4 mm.

Para os primeiros dias de abril, segundo a Funceme, há influência da ZCIT e espera-se mais chuva para a porção Centro-Norte do Ceará, em particular áreas mais próximas da faixa litorânea.

Fonte: Diário do Nordeste

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...