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General Heleno lamenta a ótima saúde de Lula e insulta o presidente eleito Militar se referiu ao líder brasileiro como 'cachaceiro', o que indica que Lula terá que fazer uma limpa na área militar e no GSI



247 – O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva foi insultado pelo general Augusto Heleno, que o chamou de 'cachaceiro'. O militar, que chefia o Gabinete de Segurança Institucional, que controla a área de inteligência do governo, também lamentou a ótima saúde física e mental do presidente.

"Esse negócio do Lula estar doente, não está, infelizmente", afirmou ele a apoiadores, dizendo que havia acabado de receber um "desmentido", segundo reportagem da Folha de S. Paulo. "Vamos torcer para que tenhamos um futuro melhor", disse ele ainda. "Na mão do cachaceiro, não vai."

Lula governou o Brasil durante oito anos e deixou o cargo com 87% de aprovação. Após ser perseguido pela Lava Jato, ele ficou durante 580 dias como preso político, para que um governo neofascista se implantasse no Brasil. Há pouco mais de uma semana, ele venceu as eleições presidenciais e o Brasil voltou a ter credibilidade no mundo.

(*) 247

Roberto Jefferson faz ataque a Cármen Lúcia e compara ministra com 'prostituta' Ex-deputado federal está em prisão domiciliar em meio a inquérito de milícias digitais


O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ) atacou a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Cármen Lúcia após voto dela para punição a emissora Jovem Pan por conta da veiculação de declarações falsas contra o candidato a presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em um vídeo, divulgado na sexta-feira (21), o político comparou a ministra com uma "prostituta".

Nas imagens, em pouco mais de um minuto, o político citou o voto de Cármen, que acompanhou o ministro Alexandre de Moraes a favor da punição. Com uma série de ofensas e xingamentos, ele também a comparou a uma bruxa.

"Lembra mesmo aquelas prostitutas, aquelas vagab*ndas, arr*mbadas, que viram para o cara e dizem: ‘Benzinho, no rabinho é a primeira vez’. Ela fez pela primeira vez. Abriu mão da inconstitucionalidade pela primeira vez. Bruxa de Blair, é podre por dentro e horrorosa por fora. Uma bruxa, uma bruxa", disse Roberto Jefferson.



Além disso, o político também atacou diretamente o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), chamando o órgão de "latrina".


PRISÃO DOMICILIAR Roberto Jefferson está, atualmente, em prisão domiciliar pelo inquérito das milícias digitais, após decreto emitido em agosto de 2021 por determinação de Moraes. A soltura do ex-deputado havia sido negada em dezembro do ano passado, mas, em janeiro deste ano, por questões de saúde, Moraes autorizou que a prisão domiciliar. O vídeo em questão foi publicado por meio do perfil da filha de Jefferson, a ex-deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ). No texto que acompanha o vídeo, ela também fez ataques à decisão, voltando a chamar Cármen Lúcia de "bruxa horrorosa". "Meu pai voltou com toda sua indignação! Depois tem quem diga que ele exagera, que não tem razão? ah não? O que aquela bruxa horrorosa fez foi digno de alguma punição severa! Tipo impeachment! Mas o escr*to do Pachecuzinho querendo ser ministro não vai fazer jamais!", escreveu, também citando o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. PEDIDO DE ASSOCIAÇÃO Após a repercussão do vídeo, a Associação Brasileira de Juristas pela Democracia pediu, ainda na noite de sexta-feira (21), ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela revogação da prisão domiciliar do ex-deputado federal Roberto Jefferson. O pedido foi feito no âmbito do inquérito que investiga milícias digitais na Corte, citando os ataques ao TSE, e endereçado ao ministro Alexandre de Moraes, que é relator da investigação. Entretanto, ainda não há prazo para a decisão. (*) DN

DEFESA Pastor defende Bolsonaro: “quem nunca se engraçou com uma adolescente?” Após as declarações repercutirem, o pastor excluiu sua conta no Twitter.


O comentário de um pastor, identificado como Walter Marau, defendendo o presidente Jair Bolsonaro (PL) das acusações de pedofilia viralizou nas redes neste domingo (16). Uma fala do chefe do Executivo nacional repercutiu nos últimos dias. Em uma entrevista, ele falou sobre meninas venezuelanas, dizendo que “pintou um clima” entre ele e as jovens de 14 e 15 anos.

“Quem nunca se engraçou com uma adolescente? E outra 15 anos não é nenhuma criança não. Quando os ladroes.de 15 anos matam/ roubam vcs protegem né?”, escreveu. O comentário foi apagado, mas internautas tiraram print da publicação.


Após as declarações repercutirem, o pastor excluiu sua conta no Twitter. Entretanto, isso não impediu que usuários repercutissem o print do comentário na rede social.

(*) gc+
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“Bolsonaro comportou-se como agente de Satanás”, afirma bispo Mauro Morelli Na prática, o religioso criticou o uso eleitoreiro de Bolsonaro juntamente com as agressões dos seus apoiadores no Santuário de Aparecida

SEXTA-FEIRA, 14/10/2022



Na noite desta quarta-feira (12), o Bispo emérito residente da Diocese de Luz, Dom Mauro Morelli, declarou em suas redes sociais que Jair “Bolsonaro (PL) agiu como um “Agente de Satanás” durante sua passagem em Aparecida, no interior de São Paulo. Na prática, o religioso criticou o uso eleitoreiro de Bolsonaro juntamente com as agressões dos seus apoiadores no Santuário de Aparecida durante as celebrações do Dia de Nossa Senhora Aparecida.

“Bolsonaro em Aparecida comportou-se como Agente de Satanás. Desrespeitou a Mãe de Jesus e seus outros filhos e filhas, peregrinos famintos de vida com dignidade e esperança. Com seus endiabrados seguidores deveriam ser presos em flagrante como arruaceiros. São Miguel, cuidado”, publicou o sarderdote.

Bolsonaro em Aparecida comportou-se como Agente de Satanás. Desrespeitou a Mãe de Jesus e seus outros filhos e filhas, peregrinos famintos de vida com dignidade e esperança. Com seus endiabrados seguidores deveriam ser presos em flagrante como arruaceiros. São Miguel, cuidado!

— MAURO MORELLI (@dmauromorelli) October 12, 2022

POLÍTICA “Fui, sim”, admite Bolsonaro sobre vídeo em loja de maçonaria Bolsonaro admitiu ida ao espaço e garantiu que foi “muito bem recebido” no local

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fez uma transmissão nas redes sociais para repercutir um episódio que marcou a semana na cena política. Em vídeo na última quarta-feira (5), o candidato à reeleição afirmou que a esquerda está fazendo um “estardalhaço” sobre sua ida a uma loja maçônica em meados de 2017.

Bolsonaro visita loja de maçonaria

Bolsonaro admitiu ida ao espaço e garantiu que foi “muito bem recebido” no local. “Fui sim, fui em loja maçônica, acho que foi a única vez que eu fui numa loja maçônica. Eu era candidato a presidente, pouca gente sabia, e um colega falou: ‘Vamos lá’, e eu fui. Acho que foi aqui em Brasília. Fui muito bem recebido. Me trataram bem. E eu sou presidente de todos e ponto final. Fui de novo? Não fui. Agora, sou presidente de todos. Agora a esquerda faz estardalhaço. O que tenho contra maçom? Tenho nada. Se tiver alguma coisa, a gente vê como proceder. Quero apoio de todos aqui do Brasil”, admitiu.

No começo desta semana, um vídeo do candidato durante uma cerimônia da maçonaria ganhou repercussão nas redes sociais. No registro, o candidato à reeleição aparece em um evento da seita.

Outro vídeo que exibe um compilado de líderes evangélicos analisando a maçonaria. “A maçonaria não é para nós. Tem coisa que vale para qualquer pessoa. Para o povo de Deus, não presta”, afirmou o pastor Silas Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

O missionário R.R. Soares também se manifestou. “O que eles fazem é secreto. O que eu faço é na luz, porque Jesus é da luz”, ponderou o líder da Igreja Internacional da Graça de Deus.

Questionado sobre empresários pró-golpe, Bolsonaro se descontrola e ataca jornalista: "fake news" (vídeo)

Ao saber que Guilherme Amado foi o autor da reportagem que revelou os empresários que defendem um golpe, Bolsonaro acusou o jornalista de ser 'uma fábrica de fake news'.
247 - Jair Bolsonaro (PL) se descontrolou ao ser questionado sobre a reportagem do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles, que revelou que empresários bolsonaristas defendem abertamente um golpe de Estado caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja eleito no pleito de outubro. "Chega de fake news", disse Bolsonaro em tom alterado, de acordo com o UOL.

Irritado, Bolsonaro chegou a alterar a voz com um membro da equipe que integrava a comitiva que o acompanhou na visita que fez, na manhã desta quinta-feira (18), em São José dos Campos (SP). "Ninguém bota a mão em mim aqui", disparou ao perceber a aproximação.

Em seguida, o atual ocupante do Palácio do Planalto questionou os jornalistas sobre quem eram os empresários que teriam defendido o golpe. Ao saber que Luciano Hang seria um dos integrantes do grupo, ele protestou: “Luciano Hang falando em dar golpe?". Hang, dono da rede varejista Havan, é considerado um dos empresários mais próximos de Bolsonaro, sendo visto frequentemente ao seu lado em eventos oficiais.
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Aliados temem que 7 de Setembro golpista reforce rejeição de Bolsonaro



A possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro (PL) transformar as festividades do 7 de Setembro em novos atos golpistas é vista com preocupação por aliados, que temem que novos ataques às urnas eletrônicas consolidem a rejeição ao mandatário e desencadeiem uma nova reação de setores econômicos.

A apreensão se ampliou após Bolsonaro anunciar que irá ao Rio de Janeiro no feriado da Independência e que o desfile militar, que ocorre tradicionalmente pela manhã na avenida Presidente Vargas, neste ano poderia ser à tarde na avenida Atlântica, na orla de Copacabana -local em que geralmente ocorrem manifestações favoráveis ao presidente.

“Sei que vocês [paulistas] queriam [que o ato fosse] aqui [em SP]. Queremos inovar no Rio. Pela primeira vez, as nossa Forças Armadas e a as forças auxiliares estarão desfilando na praia de Copacabana”, anunciou Bolsonaro, durante a convenção que lançou o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) candidato ao governo de São Paulo.
Em edital publicado no Diário Oficial do Município de quinta-feira (4), a Prefeitura do Rio contrariou os planos do presidente e manteve o desfile na região central.

No sábado (6), Bolsonaro reafirmou que participaria do ato em Copacabana no 7 de Setembro, mas, dessa vez, não citou a participação das Forças Armadas. “Estarei 10h em Brasília, num grande desfile militar, e às 16h em Copacabana, no Rio de Janeiro. Mas estarei ligado aqui. Terei uma satisfação muito grande caso tenha oportunidade de falar num telão com vocês que participarão desse movimento”, afirmou a apoiadores após participar de motociata no Recife.

A avaliação entre aliados do mandatário é que usar o Bicentenário da Independência para tentar repetir os ataques contra ministros do STF e para espalhar teorias da conspiração sobre o sistema eletrônico de votação pode ser um novo tiro no pé.

Eles citam como exemplo a reunião realizada com embaixadores no Palácio da Alvorada, em 18 de julho, que inaugurou uma sucessão de notícias ruins para o Planalto: manifestações contrárias da cúpula do Judiciário, de servidores de diversos órgãos e até mesmo de governos estrangeiros.

Além do mais, foi em resposta ao que Bolsonaro disse aos embaixadores, afirmam aliados, que importante parcela do empresariado e da sociedade civil aderiu à carta em defesa do Estado de Direito, organizada pela Faculdade de Direito da USP e que já tem mais de 760 mil assinaturas.

Entre os signatários estão os banqueiros Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles, copresidentes do conselho de administração do Itaú Unibanco, e Candido Bracher, ex-presidente da instituição financeira e hoje também integrante de seu conselho. O grupo também organizou um ato no próximo dia 11 para lançar o manifesto na USP.

Se no 7 de Setembro Bolsonaro repetir a receita golpista oferecida aos diplomatas estrangeiros, aliados alertam que pode não haver tempo hábil de reverter a possível rejeição ou as consequências de uma nova crise institucional que o episódio tem potencial de gerar. Entre os envolvidos no projeto de reeleição de Bolsonaro, uma parcela avalia que o discurso golpista não traz votos para o mandatário, que está em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto.

De acordo com o Datafolha, Bolsonaro pontua 29%, ante 47% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo interlocutores no Planalto, o general Walter Braga Netto, candidato a vice na chapa, foi escalado para ter uma conversa mais detalhada com Bolsonaro sobre o tema.

O ex-ministro da Defesa, dizem assessores, pode até desconfiar do sistema eleitoral, mas não tem demonstrado interesse em incendiar a relação com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e o STF. Aliados, contudo, reconhecem que é impossível ter previsibilidade com o chefe do Executivo. E que há auxiliares próximos de Bolsonaro que gostam de reforçar seu comportamento de ataques a magistrados e às instituições, principalmente aqueles que compõem a ala ideológica.

A convocação para o 7 de Setembro no Rio repetiu situações vivenciadas por pessoas próximas a Bolsonaro em ocasiões anteriores: sem a participação ou articulação dos responsáveis por tocar a campanha do presidente. Os próprios militares foram pegos de surpresa e correm contra o relógio para atender à determinação de Bolsonaro a cerca de um mês do feriado.

Em tese, as festividades do feriado nacional deveriam ser eventos de Estado, desprovidos de conotação partidária.
Mas Bolsonaro usou a mesma data no ano passado para realizar manifestações de teor golpista em Brasília e em São Paulo. Em discurso na avenida Paulista, em São Paulo, o presidente exortou desobediência a decisões da Justiça e disse que só sairá morto da Presidência da República.

Aliados dizem que o cenário ideal para Bolsonaro é que o feriado neste ano seja marcado por grandes comícios em favor do presidente pelo país. Evitar que o público presente faça ataques às urnas ou entoe cantos contra o Supremo, no entanto, é tarefa praticamente impossível, uma vez que essas pautas são caras ao bolsonarismo e ao próprio presidente. Dessa forma, aliados defendem que pelo menos Bolsonaro evite essas temáticas.

O presidente chamou seus apoiadores para irem às ruas na convenção do PL que oficializou sua candidatura e a de Braga Netto. “Convoco todos vocês agora para que todo mundo, no 7 de Setembro, vá às ruas pela última vez. Vamos às ruas pela última vez”, disse, sob gritos de “mito”.

Além disso, aproveitou sua fala na convenção para a plateia de bolsonaristas para atacar os ministros do STF, sem mencionar diretamente os seus alvos favoritos, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Edson Fachin.
“Esses poucos surdos de capa preta têm que entender o que é a voz do povo. Têm que entender que quem faz as leis é o Poder Executivo e o Legislativo. Todos têm que jogar dentro das quatro linhas da Constituição. Isso interessa a todos nós”, afirmou, em referência aos magistrados.

Em outros momentos, apoiadores do presidente vaiaram os ministros do STF e gritaram “Supremo é o povo”.
Apesar do teor do discurso, aliados do presidente ficaram aliviados, na convenção, com o fato de ele não ter citado as urnas eletrônicas ou ter lançado novos questionamentos ao sistema eleitoral.

(MARIANNA HOLANDA E MATHEUS TEIXEIRA – FOLHAPRESS)

Associação de caminhoneiros critica PEC kamikaze: "Esmola" <> Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores afirma que a medida é uma tentativa de compra de votos



A Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores) criticou, em nota, a PEC kamikaze, aprovada na Câmara ontem. O comunicado assinado pelo presidente do grupo, Wallace Landim (foto), conhecido como Chorão, diz que a medida “é uma tentativa clara de comprar o direito mais digno de um cidadão, que é o seu voto “.

A associação também chama a proposta de “PEC da esmola” e diz que mil reais não resolverão os problemas dos caminhoneiros.

“É importante ressaltar que esse dinheiro não vai conseguir comprar os caminhoneiros, os únicos que ainda acreditam nesse governo mentiroso é uma pequena parcela de motoristas que sofrem da síndrome de Estocolmo”, diz a Abrava.

“Tivemos conhecimento que o Brasil tem estoque de diesel para 40 dias. Com a redução da alíquota de ICMS nos estados baixou o preço da gasolina, mas do diesel, não“, acrescenta.

Na nota, a Abrava ainda fala sobre a possibilidade de greve, ao afirmar que os caminhoneiros “já não aguentam mais” a situação.

(*) O Antagonista
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Delegada que investiga assassinato de Arruda por terrorista bolsonarista atacou Lula e Dilma nas redes <> A delegada da Polícia Civil do Paraná Iane Cardoso mostra seu ódio ao PT nas redes de forma recorrente



247 - A delegada da Polícia Civil do Paraná Iane Cardoso, responsável pela investigação do caso do assassinato do guarda-civil petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu, também apoia Jair Bolsonaro (PL) e não faz questão de esconder tal posicionamento nas redes.

Arruda foi brutalmente atacado pelo bolsonarista ao comemorar seu aniversário com o tema de Lula.

Segundo boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil do Paraná e testemunhas no local, Guaranho teria aparecido na festa --que tinha como tema o PT e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e acontecia na sede da Associação Esportiva Saúde Física Itaipu (Aresfi)-- apontando uma arma ao mesmo tempo que gritava insultos aos presentes e palavras a favor do presidente Jair Bolsonaro (PL), pré-candidato à reeleição.

Guaranho deixou o local a pedidos de sua mulher, dizendo que voltaria, o que de fato ocorreu pouco depois, quando disparou contra Arruda, que a essa altura estava com sua arma funcional e reagiu atingindo Guaranho.

"Nós estávamos na festa, que era temática do PT, isso por volta das 11h e meia (23h e meia) mais ou menos, 11h, apareceu um cara que nem era convidado, que ninguém conhece, veio com o carro até a frente e começou a gritar de dentro do carro 'É Bolsonaro... seus desgraçados, é mito', começou a gritar coisa do Bolsonaro, de dentro do carro", relatou Aluízio Palmar.

(*) 247
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Mamata Card bomba nas redes após vir à tona farra de Bolsonaro com cartão corporativo

FOTO: 247


247 - Após uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) constatar, segundo a Veja, que Jair Bolsonaro (PL) gastou R$ 21 milhões nos cartões corporativos - pagos com dinheiro público - entre janeiro de 2019, início de seu mandato, e março de 2021, o assunto “Mamata Card” tornou-se um dos assuntos mais comentados do Twitter.

Os auditores do TCU vasculharam arquivos dos recursos destinados a custear despesas de caráter secreto pagas com cartões corporativos, chamados de suprimento de fundos.

Bolsonaro gastou R$ 2,6 milhões neste período somente com comida para abastecer sua residência oficial, o Palácio da Alvorada, e a do vice-presidente, Hamilton Mourão (Republicanos), o Palácio do Jaburu. Em média, foram gastos R$ 96,3 mil por mês. Não se sabe quais alimentos foram comprados.

(*) Tesoureiro
(*) 247
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Arthur do Val: 'Vou ser cassado, mas vou cair atirando'

 12/04/2022 <> 16:15 HORAS <> TERÇA-FEIRA


Arthur do Val (União)


Arthur do Val (União) disse, em entrevista nessa segunda (11) ao canal “Inteligência Ltda”, no YouTube, que deve ser cassado, mas afirmou que “vai cair atirando”.

“Eu vou ser cassado […]. Tem [grandes possibilidades]. Então vou para cima e vou falar a minha versão. Mas se for para cair, vou cair atirando. Se cortarem a minha cabeça, vai nascer três no lugar. Isso [cassação] não é sobre quem eu falei, mas sobre quem eu sou”, disse o deputado estadual, conhecido como Mamãe Falei.

Do Val (foto) convocou a militância do MBL para defendê-lo em frente à Alesp nesta tarde, durante a sessão do Conselho de Ética que pode aprovar a perda de seu mandato em razão de áudios sexistas sobre ucranianas.

A comissão deve votar a partir das 14h00 se aprova ou não o parecer do relator Delegado Olim (PP), que pede a cassação do mandato de deputado por quebra de decoro parlamentar. Se aprovada a punição mais rígida, o caso será encaminhado ao plenário da Alesp, que precisará ser confirmada por uma maioria simples dos 94 deputados da Casa. Do Val pode perder os direitos políticos por 8 anos.

(*) O Antagonista
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