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PF reabre investigação de facada em Bolsonaro e vai analisar dados de advogado

Em etapas anteriores, a Polícia Federal concluiu que Adélio
agiu sozinho, sem cúmplices ou mandantes -
 (crédito:
Assessoria de Comunicação Organizacional do 2° BPM
)
A Polícia Federal reabriu a investigação sobre o atentado a faca contra o presidente Jair Bolsonaro na campanha eleitoral de 2018. O inquérito foi retomado após o sinal verde do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, que no início do mês derrubou as restrições que vinham travando as apurações.

A PF poderá agora analisar o material obtido a partir da quebra de sigilo bancário do advogado Zanone Manuel de Oliveira Júnior, que na época do crime defendeu Adélio Bispo de Oliveira, autor da facada.

O delegado Rodrigo Morais Fernandes também poderá acessar o conteúdo da operação que fez buscas no escritório do advogado, ainda em 2018. Na ocasião, os agentes apreenderam celular, livros caixa, recibos e comprovantes de pagamento de honorários, mas não puderam se debruçar sobre o material por decisão liminar da Justiça, anulada no último dia 3 pelo TRF1.

A linha de investigação retomada pela PF busca verificar se alguém pagou pelo trabalho de Zanone no caso ou se o advogado assumiu a defesa de Adélio para ganhar visibilidade.

Em etapas anteriores, a Polícia Federal concluiu que Adélio agiu sozinho, sem cúmplices ou mandantes. Ele também foi considerado incapaz de responder pelo crime por sofrer distúrbios psicológicos e cumpre medida de segurança na penitenciária federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, por tempo indeterminado.

(*) CB

Twitter, Instagram e YouTube bloqueiam páginas de Allan dos Santos e Terça Livre

Influenciador bolsonarista Allan do Santos e do seu site, o Terça Livre.


O Twitter, o YouTube e o Instagram tiraram do ar as páginas do influenciador bolsonarista Allan do Santos e do seu site, o Terça Livre.
O bloqueio atende a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no inquérito sobre a existência de milícias digitais que atacam as instituições e a democracia. A decisão é da semana passada.

A conta de Santos no Twitter havia sido bloqueada ainda na sexta (9).

Desde terça (12), saíram do ar o canal do Terça Livre no YouTube e a página pessoal do influenciador no Instagram.

Santos é um dos principais alvos da investigação sobre as milícias digitais.

Como mostrou a coluna Painel, da Folha de S.Paulo os encontros do infuenciador com Jair Bolsonaro e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) durante a viagem do presidente à Assembleia da ONU, em setembro, entraram na mira da Polícia Federal.

O influenciador também é investigado no inquérito das fake news.

Ele deixou o país após virar alvo dos inquéritos relatados por Moraes e, atualmente, mora nos EUA.

Fonte: O Tempo

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