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Maioria dos governadores decidem descongelar ICMS nos combustíveis, diz site

Segundo informação confirmada à Jovem Pan, por assessores do governador do Piauí, Wellington Dias (PT), coordenador do Fórum Nacional dos Governadores, a maioria dos governadores decidiram descongelar o ICMS dos combustíveis em seus estados. A medida foi adotada em outubro do ano passado, em resposta às críticas do presidente Jair Bolsonaro aos gestores estaduais, e vai ser estendida até o dia 31 de janeiro.

“Fizemos nossa parte: congelamento do preço de referência para ICMS, não valorizaram este gesto concreto, não respeitaram o povo. A resposta foi aumento, aumento e mais aumento nos preços dos combustíveis”, diz, a nota.

Dias ainda critica a postura do governo de "se fechar ao diálogo" e a postura de aumento de preços da Petrobras. “Cada vez mais claro, quem faz subir o preço dos combustíveis no Brasil são os aumentos da Petrobras. Sempre sustentamos que o valor do combustível tem a ver com a dolarização do Petróleo e vinculação feita no Brasil”, reforçou Dias.

(*) O Povo

Lula sai em defesa de Ciro Gomes após operação da PF

O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu em defesa do pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) após este ser alvo de busca e apreensão da Polícia Federal nesta quarta-feira, 15. O petista classificou a ação como "sem necessidade" e disse que o presidenciável e seu irmão, o senador Cid Gomes (PDT-CE), outro alvo da operação, têm "trajetória de vida idônea".
"Quero prestar minha solidariedade ao senador Cid Gomes e ao pré-candidato a presidente Ciro Gomes, que tiveram suas casas invadidas sem necessidade, sem serem intimados para depor e sem levar em conta a trajetória de vida idônea dos dois. Eles merecem ser respeitados", escreveu Lula.

Ciro agradeceu ao ex-presidente e voltou a dizer ser vítima de um "Estado policial" implementado pela gestão Bolsonaro. Segundo ele, a operação da qual é alvo revela uma "ameaça à democracia e a todos os democratas".

A operação deflagrada pela PF nesta quarta-feira tem o objetivo de apurar supostas fraudes e pagamento de propinas a agentes políticos e servidores públicos envolvendo as obras no estádio Castelão, em Fortaleza, entre 2010 e 2013.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início em 2017 e miram "possível pagamento de vantagem indevida para que a Galvão Engenharia obtivesse êxito no processo licitatório da Arena Castelão e, na fase de execução contratual, recebesse valores devidos pelo Governo do Estado ao longo da execução da obra de reforma, ampliação, adequação, operação e manutenção do Estádio".

Em 2016, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa do ex-presidente Lula, no âmbito da Operação Lava Jato. À época, a Justiça autorizou condução coercitiva para levar o petista a depor.



O Povo

Pacheco critica Bolsonaro e prega união nacional para solucionar problemas do país

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que responde "de corpo, alma, mente e coração" ao chamado do presidente do PSD, Gilberto Kassab, para concorrer ao Palácio do Planalto. No lançamento do manifesto do partido, ontem, em Brasília, com mais de mil filiados — prefeitos, deputados e governadores —, ele comentou que o país vive um momento de extremismos e que é necessário prestar o serviço à nação "com seriedade, sensatez, serenidade, equilíbrio e ações efetivas, para além do discurso". "Fazer do discurso a prática", acrescentou.

Pacheco criticou eleitores do presidente Jair Bolsonaro. "Revelar amor ao Brasil não é colocar uma camisa da Seleção Brasileira e sair na rua xingando o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional", reprovou. Ele também acenou para o mercado financeiro ao dizer que o Brasil precisa de tratamento para se reerguer em fundamentos econômicos.

Mesmo prestes a assumir a pré-candidatura pelo partido, o senador criticou o self-service de quem se coloca como presidenciável neste momento. "O Brasil, neste instante, não precisa de candidatos a presidente da República, como os muitos que estão se apresentando. O Brasil precisa de homens e mulheres cientes de suas responsabilidades em 2021 para enfrentarmos problemas reais, que envolvem precatórios, Bolsa Família, responsabilidade fiscal e geração de empregos", frisou.

O parlamentar pregou a pacificação e a união nacional para enfrentar os desafios que o país exige. "Ninguém é dono da verdade ou tem o dom da solução de todos os problemas, como se houvesse um passo de mágica. Essa é uma construção que é feita com paciência, com equilíbrio, passo a passo, reconhecendo que diversos outros partidos, ainda que com pensamentos ideológicos diferentes do nosso, podem contribuir com alguma solução."

Na opinião de Pacheco, "diversos problemas seriam plenamente evitáveis se fizéssemos da política aquilo para o qual ela existe, que é buscar solução para a vida das pessoas, a partir de uma democracia que permita a convivência das divergências". "O que estamos vivendo hoje é um radicalismo, um extremismo, uma cultura de ódio, que está acabando com o Brasil", disse. "Problemas batem à nossa porta, como a inflação, o desemprego, a alta dos juros, a desvalorização da moeda, as crises hídricas e energéticas, uma violência que nos assola. É muito difícil nós fazermos um caminho de solução desses problemas sem um planejamento sereno, equilibrado e que possa ouvir todas as vertentes."

(*) CB

Apoiador pede modelo nazista de educação e Bolsonaro responde que não pode dar 'cavalo de pau' no MEC


247 - Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (22) que não poderia “dar um cavalo de pau” modelo de ensino de crianças e adolescentes no Brasil de maneira adotar um trabalho de conscientização como feito na Alemanha nazista por Adolf Hitler. A afirmação foi feita após um apoiador questionar o chefe do Executivo sobre o assunto em frente ao Palácio da Alvorada.

“A gente via que Hitler trabalhava muito com as crianças. Nosso Ministério da Educação já poderia estar fazendo também um trabalho de conscientização?”, perguntou um apoiador. “Você não consegue. Tem ministério que é um transatlântico, não dá pra dar um cavalo de pau. Eu gostaria imediatamente de botar Educação Moral e Cívica, um montão de coisas lá , coisas boas”, respondeu Bolsonaro.

“Ouvi outro dia, tive o saco de ver uns dez minutos duas mulheres - podiam ser dois homens também né? Ela não sabe nada. Não sabe o que é Poder Executivo. Daí ela fala: ‘não existe deputado municipal?’. Essas coisas absurdas. Isso aí não é só essa pessoa apenas, é comum”, completou.

(*) 247

A Távola Redonda do Centrão

 20/11/2021 > SÁBADO




O Brasil é movido a suborno.

A reportagem da Crusoé sobre rei Arthur Lira tem um episódio que ilustra perfeitamente o funcionamento de sua Távola Redonda:


“Poucas horas após a aprovação da PEC dos Precatórios, a deputada Daniela do Waguinho foi recebida por Lira em seu gabinete para tratar da destinação de recursos ao município de Belford Roxo, sua base eleitoral. Daniela, do MDB fluminense, cravou o ’sim’ no painel eletrônico da Câmara, contrariando uma orientação do próprio partido. Após participar da conversa com o presidente da Câmara, o marido da parlamentar e prefeito da cidade fez uma inconfidência nas redes sociais. ‘Estou em Brasília, no gabinete da minha querida e amada esposa, Daniela do Waguinho. Vim despachar as emendas para a nossa querida Belford Roxo. Estivemos com o deputado Arthur Lira, que garantiu mais recursos para a cidade, a pedido da deputada’, contou Waguinho, em um vídeo”.

(*) O ANTAGONISTA

Bolsonaro cria caso com Valdemar Costa Neto e diz em Dubai que data da filiação ao PL está adiada

247 - Depois que nove partidos recusaram-se a dar carta branca para o clã Bolsonaro e a filiação de Jair Bolsonaro foi rejeitada por todos eles, parecia que o PL iria se entregar. Mas, em Dubai, Bolsonaro admitiu que o PL de Valdemar Costa Neto está resistindo e anunciou que a data de filiação anunciada para 22 de novembro está adiada. 

Bolsonaro disse neste domingo (14) que ainda tem "muita coisa a conversar" com Costa Neto e que considera "difícil" a filiação ocorrer no dia 22. A eleição de São Paulo é um tema de impasse, pois Bolsonaro quer impor ao partido os candidatos ao governo e ao Senado.

Bolsonaro e Costa Neto reuniram-se no Palácio do Planalto na última quarta-feira e o presidente do PL disse que estava tudo certo para a filiação. Agora, no entanto, Bolsonaro disse que a entrada no partido ainda não está definida. “Quer saber a data da criança se eu nem casei ainda? Que data vai nascer a criança. Tem muita coisa a conversar com o Valdemar” disse Bolsonaro durante visita a uma feira de aviação em Dubai, de acordo com o G1.

(*) 247

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Bolsonaro: "Moro não aprendeu nada"

O presidente criticou o ex-juiz, que se filiou ao Podemos, e disse que ele "não sabe o que é ser presidente nem ser ministro"

Jair Bolsonaro (foto) comentou nesta quinta-feira (11) a filiação de Sergio Moro ao Podemos. Em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, o presidente da República disse que assistiu ao evento, realizado ontem em Brasília, e voltou a criticar seu ex-ministro.

“Eu assisti porque foi meu ministro. Li o discurso, porque tinha dois teleprompters. Não aprendeu nada. Em um ano e quatro meses ali, não sabe o que é ser presidente nem ser ministro.”

Como mostramos, durante discurso no ato de filiação, Moro disse que jamais beneficiará “filhos e amigos”. Embora o ex-juiz não tenha confirmado que será candidato ao Planalto, a cúpula do Podemos já dá como certa a participação dele na disputa.

(*) O antagonista
(*) www.carlosdehon.com


Após votos do PDT contra a PEC dos Precatórios, Ciro retoma pré-candidatura

Ciro presidenciável 
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) decidiu retomar a pré-candidatura à Presidência da República após a bancada do PDT ampliar o número de votos, no segundo turno, contra a PEC dos Precatórios. A Proposta de Emenda à Constituição derruba o teto de gastos da União e muda a sistemática de pagamento de precatórios. Durante o primeiro turno na Câmara, 15 deputados do PDT votaram a favor do texto, o que levou Ciro a suspender temporariamente a pré-candidatura. O assunto ganhou destaque no Bate Papo Político com os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida no Jornal Alerta Geral desta quinta-feira (11).

Com a retomada da agenda como pré-candidato, Ciro se articula para buscar a viabilização de palanque como terceira via ao Palácio do Planalto. “Estou de volta, sim. Eu volto à luta porque o meu partido, os companheiros da bancada, me deram um sinal muito generoso e corajoso. Só fazem esse tipo de gesto aqueles que têm compostura”, disse Ciro em entrevista à CNN Brasil para justificar a sua decisão.

Para quem especulou uma possível desistência do projeto de concorrer às eleições presidenciais de 2022, Ciro foi enfático ao dizer que “em nenhuma hipótese” cogitou abandonar a candidatura à Presidência, mesmo com o desempenho nas pesquisas estagnado, e disse manter o seu projeto, apesar das dificuldades. “Eu confio no povo brasileiro, sou um velho ganhador de eleições”, observou.

Segundo, ainda, Ciro Gomes, a decisão de suspender temporariamente a pré-candidatura não significou desistência, mas sim um gesto de luta: “Eu não desisti da minha pré-candidatura. Eu suspendi, como um ato de luta. Porque eu não posso tomar bola nas costas”, destacou o pedetista.

Ciro disse, na entrevista à CNN Brasil, que a justificativa apresentada por parte da bancada para votar favorável a PEC dos Precatórios foi na intenção de “diminuir os danos, dado que o fato era consumado”. Ele citou, ainda, ter ouvido dos colegas de partido o discurso de que não se pode fazer uma oposição irresponsável.

De volta à pré-candidatura, Ciro agradeceu publicamente à bancada federal do partido, “que entendeu a necessidade de reavaliar [o assunto], por sua própria consciência” e ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, que tem lhe dado “toda segurança”.

Ao ser questionado sobre a entrada do ex-juiz Sérgio Moro na corrida ao Palácio do Planalto, Ciro não perdeu tempo e afirmou que o ex-ministro da Justiça do Governo Bolsonaro “quer usar a nação brasileira, no momento da sua pior crise, como uma espécie de psiquiatra para resolver a sua brutal crise de identidade […], de político juiz e juiz político”.

(*) Ceará Agora
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Moro lê discurso em ato de filiação e diz que Bolsonaro traiu “milhões de brasileiros”




Com mais de 1h de atraso aconteceu nesta quarta-feira (10) a filiação do ex-juiz Sergio Moro ao Podemos. Antes do discurso do grande convidado, o senador Álvaro Dias (PR) afirmou que o “Brasil precisa ser refundado”.

Em seu discurso, Moro afirmou que “não sabe fazer política” e que a sua voz, geralmente, é criticada. “Se eventualmente não sou o melhor para discursar, sou alguém que vocês podem confiar”, disse.
Moro defende Lava Jato

Como era de esperar, o ex-juiz Sergio Moro falou sobre a Lava Jato e afirmou que, como juiz e como ministro, foi a pessoas que mais combateu o crime organizado.

Em um segundo momento, Moro mudou o tom de seu discurso e afirmou que, assim como milhões de Brasileiros, foi traído pelo governo Bolsonaro e que por conta disso não poderia permanecer no Ministério da Justiça.

Moro: desemprego começou com PT

Também fez críticas ao Partido dos Trabalhos e afirmou que o alto desemprego começou nos governos petistas e ainda ironizou o ex-presidente Lula ao falar da Petrobras. “O alto desemprego começou com os governos do PT”, disse.


Em seguida, usou um jargão do ex-presidente Lula para falar da Petrobras. “A Petrobras, o nosso orgulho, foi saqueada como nunca antes na história desse país”, disse Moro.

Por fim, Moro não falou sobre ter sido considerado imparcial nas ações contra Lula e de sua condenação no Supremo Tribunal Federal (STF).


(*) REVISTA FORUM www.carlosdehon.com

“Se gritar pega centrão”: General Heleno volta atrás e fala em “atividade metafórica”

GENERAL AUGUSTO HELENO
"SE GRITAR PEGA CENTRÃO NÃO SOBRA UM MEU IRMÃ"


O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, comentou nesta terça-feira (9) sobre o vídeo em que ele ironiza o centrão durante as eleições de 2018. O presidente Jair Bolsonaro se filiará a um partido do bloco.

“Na época da campanha eu fiz uma brincadeira com relação ao centrão, em uma situação completamente diferente. O centrão era uma figuração… Uma figura… Um instrumento de governo, um conjunto de parlamentares que trabalhavam em favor do governo em que muitos tinham suspeita de desvio de dinheiro, não sei o que…”, disse Heleno durante entrevista ao programa Estúdio Piauí, da TV Piauí.

Heleno prossegue: “O centrão era uma atividade metafórica que significava a reunião de vários parlamentares que tinham as suas convicções”. O ministro disse não tem problema com o centrão e defendeu que Bolsonaro faça alianças para governar.

Em 2018, o ministro cantarolou “se gritar pega centrão, não sobre um, meu irmão”, durante evento do PSL..

VEJA O VÍDEO EM QUE O GENERAL, AGORA, DEFENDE O "CENTRÃO" !!!!
FORUM www.carlosdehon.com

Bolsonaro diz que Moro agia de forma 'camuflada' e com 'interesse político'

 

Ex-juiz foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro. Nove meses antes de aceitar o cargo, foi um dos responsáveis pela prisão de Lula.

(crédito: GÊNCIA BRASIL/REPRODUÇÃO)


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, nesta segunda-feira (8/11), que o ex-juiz Sergio Moro agia de forma camuflada e com interesse político.

“Você começa a entender um pouco mais as coisas, começa a entender o que eu passei com o ministro Sergio Moro. Ele sempre teve um propósito político, nada contra, mas fazia aquilo de forma camuflada”, disse.

Moro pode ser um dos possíveis adversários do presidente em 2022. Ele vai se filiar ao Podemos na quarta-feira (10/11). No bastidor político, também se discute a possibilidade de o ex-juiz tentar uma vaga no Senado Federal.

O ex-juiz largou a magistratura para se tornar ministro da Justiça e Segurança Pública no governo do presidente Bolsonaro. Cerca de nove meses antes, ele foi um dos responsáveis pela prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em abril de 2020, Moro deixou o cargo de ministro e acusou Bolsonaro de tentar interferir na Policia Federal (PF).

“Ele tinha sim intenção de ir para o Supremo, no primeiro momento eu achei justa a intenção dele e depois passei a conhecê-lo um pouquinho melhor. Daí o que eu queria na PF? Não era interferir em nada, era interlocução”, disse Bolsonaro.

“Ele tinha um prestígio muito grande, fez um trabalho bom na Lava-Jato, ajudou a redirecionar o futuro do Brasil. Mas o propósito político começa a se revelar agora, ser candidato é um direito dele. Estamos aí para o debate, se viermos a ser candidatos, a gente vai trocar ideias, ir para o debate, sem problema nenhum”, disse.

As declarações do presidente foram dadas em entrevista exclusiva para a Jovem Pan, nesta segunda-feira (8/11).

(*) CB
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PP e PL discutem chapa conjunta sobre filiação de Bolsonaro para 2022

Agência Brasil
Presidente Jair Bolsonaro


Embora o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não tenha tomado a decisão final sobre qual partido irá se filiar, o PP e o PL devem compor a chapa presidencial para as eleições de 2022 . De acordo com a Folha de S. Paulo , uma sigla vai filiar o mandatário enquanto a outra vai abrigar o vice.

O acordo está sendo discutido entre as cúpulas dos partidos e por auxiliares palacianos.

Na última semana, Bolsonaro indicou a aliados que deve se filiar ao PL, além de ter sido convidado pelo próprio dirigente da legenda, Valdemar Costa Neto. O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) agradeceu o convite nas redes sociais, mas disse que o chefe do Executivo ainda mantém conversas com o PP.

Segundo a Folha , caso o presidente escolha o PL, caberia ao PP sugerir um nome para a vice-presidência em chapa com Bolsonaro. Apesar da indicação, os dirigentes das legendas só terão certeza da decisão no dia em que ele anunciar publicamente, já que o mandatário ainda oscila a respeito das filiações.

Ao jornal, Flávio disse que "não há decisão ainda" sobre o partido que será escolhido pelo pai.

Tanto o PP quanto o PL têm assento no Palácio do Planalto.

Para entrar na política, Dallagnol renuncia a cargo no Ministério Público

 

Assim como Sergio Moro, procurador deixa a magistratura para tentar uma vaga no Congresso. Expectativa é de que ele se filie ao mesmo partido que o ex-juiz, o Podemos.

Procurador da República Deltan Dallagnol


O procurador da República Deltan Dallagnol renunciou definitivamente ao seu cargo no Ministério Público e deve entrar para a política. Ele pretende disputar uma vaga na Câmara dos Deputados em 2022. Ex-coordenador e porta-voz da Lava Jato, Dallagnol viveu momentos de destaque na força-tarefa, mas se afastou após denúncias de excessos e da divulgação de mensagens suas com o ex-juiz Sergio Moro e outros procuradores.

Dallagnol, assim como Moro, está deixando a magistratura para se dedicar à vida política. O ex-juiz da Lava Jato esteve à frente do Ministério da Justiça e Segurança Pública durante um ano e quatro meses, mas saiu da pasta envolvido em uma série de polêmicas. Ele acusou Bolsonaro de interferir politicamente na Polícia Federal para proteger seus filhos e aliados. Agora, Moro pretende concorrer à Presidência da República pelo Podemos.

Deltan tem amargado duras críticas, uma censura do Conselho Nacional do Ministério Público e até processos na Justiça para enterrar o “lavajatismo”. Ele se afastou da coordenação da Lava Jato de Curitiba, em setembro do ano passado, depois de denúncias de excessos e da divulgação de mensagens suas com Moro e outros procuradores pelo The Intercept Brasil.

Formado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Deltan tem mestrado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Entrou para o Ministério Público do Estado em 2003, após ficar em primeiro lugar no concurso público. Seguindo os passos de Moro, ele deve se filiar ao Podemos, liderado pelo senador Alvaro Dias, também do Paraná.

(*) CORREIO BRAZILIENSE

"Jamais", diz Moro sobre exigir cargo no STF para trocar comando da PF

 

Bolsonaro prestou depoimento na Polícia Federal na quarta-feira (3/11) e alegou que o ex-ministro disse que só aceitaria troca na PF caso fosse indicado ao Supremo.

(crédito: Agência Brasil/Reprodução)


O ex-ministro Sergio Moro se manifestou sobre as acusações do presidente Jair Bolsonaro de que teria exigido uma indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) para aceitar o nome do delegado Alexandre Ramagem no comando da Polícia Federal.

Por meio de nota, o ex-juiz disse: “Jamais condicionei eventual troca no comando da PF à indicação ao STF”. E completou: “Não troco princípios por cargos. Se assim fosse, teria ficado no governo como ministro”.

Segundo Bolsonaro, em depoimento ao qual o Correio teve acesso, “ao indicar o DPF Ramagem ao ex-ministro Sergio Moro, este teria concordado com o presidente desde que ocorresse após a indicação do ex-ministro da Justiça à vaga no Supremo Tribunal Federal”.

Bolsonaro prestou depoimento à Polícia Federal no inquérito que apura suposta intervenção política na corporação. A oitiva foi realizada na noite de quarta-feira, em Brasília, a quatro dias do fim do prazo judicial. O depoimento ocorreu após determinação do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.

O chefe do Executivo está na condição de investigado pelo caso. Uma das provas é um vídeo de uma reunião ministerial ocorrida no Palácio do Planalto em 22 de abril de 2020. No encontro, o chefe do Executivo disse que iria "intervir" na superintendência da corporação no Rio de Janeiro, para beneficiar familiares. Durante o imbróglio, Moro pediu demissão da pasta.

(*) CB
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Aziz "bate" em candidatura Moro: "Serviu a um governo nazifascista, era um ditador como juiz"

O presidente da CPI da Covid definiu como "cruzeta" os diálogos do então juiz federal com a força-tarefa da Lava Jato, do Ministério Público Federal (MPF).
Em entrevista exclusiva ao Jogo Político, do O POVO, o senador Omar Aziz (PSD-AM) "bateu" forte na possibilidade de uma candidatura presidencial de Sergio Moro, o ex-juiz e ex-ministro que se filia ao Podemos no próximo dia 10 com esse propósito. Para ele, Moro serviu a um "governo nazifascista" e foi um "ditador como juiz".
O presidente da CPI da Covid definiu como "cruzeta" (sinônimo de armadilha) os diálogos do então juiz federal com a força-tarefa da Lava Jato, do Ministério Público Federal (MPF), que vieram à tona após série de reportagens do The Intercept Brasil intitulada "Vaza Jato".

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) considerou em abril deste ano Moro como suspeito para julgar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem ele deve estar novamente frente a frente, agora na disputa eleitoral.

"O cara escapa de facada, escapa de tiro, escapa de flechada, mas de cruzeta ninguém escapa. O cara acertando tudo, juiz e Ministério (Público Federal) acertados (sobre) o que escrever, só papai do céu para chegar aqui e reparar o dano", disse o congressista.

E adicionou: "Serviu a um governo nazifascista, era um ditador como juiz, com aquela vozinha dele limitada intelectualmente. Ele fez o que fez e está aí, que foi uma das preocupações da CPI, não quebrar a empresa, mas ir atrás do CPF. Nós não estávamos atrás do CNPJ. O Moro podia ter prendido todos esses caras (presos da Lava Jato) sem quebrar as empresas."

Segundo Aziz, Moro não é "ex-juiz", ele tão somente ocupou "um cargo de juiz".

(*) O POVO
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Centrão avança no domínio da pauta econômica e se prepara para abrigar Bolsonaro

 

A aliança do presidente com o Centrão tende a ficar ainda mais forte. O desembarque do presidente no Progressistas é dado como certo por parte de integrantes da sigla.

Bolsonaro entre Ciro Nogueira e Arthur Lira, caciques do PP: aliança no Congresso com interesses para 2022 - (crédito: Marcos Correa/PR)


Com o país em crise econômica e o ministro Paulo Guedes enfraquecido, os partidos do Centrão atuam para aprovar projetos que, a um só tempo, os beneficiem politicamente e ajudem o presidente Jair Bolsonaro a sair do atoleiro. A leitura é de que o Posto Ipiranga não tem conseguido emplacar grandes feitos sem a ajuda do Congresso ou ainda fazer andar as reformas. Como parte do plano para tirar do papel programas sociais como o Auxílio Brasil, projetos como a reforma do Imposto de Renda e a PEC dos Precatórios são os mais urgentes para o bloco.

A situação de Guedes ficou mais difícil a partir do momento que o Centrão passou a comandar os ministérios da Casa Civil e da Secretaria de Governo, com Ciro Nogueira (PP) e Flávia Arruda (PL). Com esse movimento, o bloco partidário assumiu as articulações com o Congresso, incluindo o controle da destinação das verbas bilionárias de emendas parlamentares.

A partir daí, os embates entre a ala política e a equipe econômica aumentaram. Há pouco, mesmo tendo conseguido sobreviver às investidas do Centrão e reclamando de “pescarias” da ala à procura de um substituto para seu cargo, Guedes teve que ceder sobre a flexibilização do teto de gastos. Em contramão, causou mais uma instabilidade no mercado e assistiu a mais uma debandada de sua equipe.
Aproximação

A aliança de Bolsonaro com o Centrão tende a ficar ainda mais forte. O desembarque do presidente no Progressistas é dado como certo por parte de integrantes da sigla. Em contrapartida, o chefe do Executivo quer indicar os candidatos ao Senado em regiões chave onde tem sofrido revés, como por exemplo, no travamento da indicação de André Mendonça para o cargo de ministro na Suprema Corte. A estratégia é necessária para fazer andar pautas de interesse do governo. Para a sigla, a vinda do presidente se torna benéfica por conta do potencial de crescimento da bancada no Congresso, o que aumentaria as verbas do fundo partidário e eleitoral, além de conquistar mais tempo de propaganda eleitoral da TV e rádio no próximo ano.

Se até pouco tempo o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não se movia para a filiação de Bolsonaro, o cenário mudou. Junto com o senador e ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), Lira trabalha para vencer resistências ao nome de Bolsonaro principalmente na região Norte e Nordeste. O partido também é o mesmo que ofereceu meios para que o governo conseguisse construir uma base de sustentação no Parlamento com o Centrão.

(*) Correio Braziliense
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Oposição pede esclarecimento ao governo por monitoramento feito pelo Exército

O deputado federal Glauber Braga (PSol-RJ) vai pedir à bancada do partido na Câmara que encaminhe um pedido de esclarecimentos ao ministro da Defesa, general Braga Netto. O parlamentar pretende questionar as declarações do ministro sobre o monitoramento de redes sociais realizado pelo Exército brasileiro em 2019. A análise por parte da Força foi revelada ontem pelo Correio, por meio de documentos obtidos oficialmente pela reportagem.

Os papéis mostram que o Exército monitorou o comportamento, nas redes sociais, de cidadãos comuns, parlamentares, jornalistas e blogueiros, de 30 de julho de 2019 a 20 de novembro do mesmo ano. Na semana passada, durante audiência pública na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara, Glauber Braga questionou Braga Netto sobre a operação de vigilância. O parlamentar disse ter informações de que era monitorado. Irritado, o ministro negou que o Exército adote esse tipo de procedimento. “Não existe monitoramento de parlamentares, não existe”. No entanto, os documentos obtidos pelo Correio revelam e avaliam as postagens de diversos parlamentares. Os papéis emitem, ainda, posicionamentos políticos sobre os supostos adversários do PL 1645.


Glauber Braga vai formalizar um pedido de esclarecimentos ao ministro. “A primeira coisa foi fazer o questionamento direto ao ministro da Defesa na audiência, como foi feito, e ele negou que tenha havido [monitoramento]. Agora, com a resposta negativa, a gente vai formalizar um pedido de esclarecimentos para ver se ele [Braga Netto] confirma, não só oralmente, mas mantém a posição em um termo formalizado. Ele deve saber que esse tipo de mentira importa em responsabilização, especialmente se ele tiver tido participação”, disse o parlamentar. “É um absurdo que tenha esse tipo de ação feita por Forças Armadas sob orientação do governo. Eles (os militares) trabalharam como força de espionagem contra deputados da oposição”, disse.

(*) CORREIO BRAZILIENSE
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Após falas de associação de vacina contra a covid e HIV, deputados pedem no STF investigação de Bolsonaro

Deputados do PSOL e do PDT entraram com uma notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) seja investigado por associar a vacina contra a Covid-19 com o risco de desenvolver a Aids. A falsa associação foi feita pelo presidente em uma live nas redes sociais na última quinta-feira.

A declaração feita por Bolsonaro levou o Facebook a tirar o vídeo do ar. Essa é a primeira vez que a rede social retira do ar uma live do presidente.

Na ação encaminhada ao STF, os parlamentares afirmaram que as mentiras propagadas por Jair Bolsonaro configuram crime e são um desrespeito com os brasileiros que perderam familiares para a doença.

“O Presidente da República mentir sobre a vacinação, além de um ato criminoso, é um absoluto desrespeito para com o país e com as famílias enlutadas”, diz o comunicado publicado pelo PSOL.

A ação dos deputados aponta violações como infração de medida sanitária preventiva e perigo para a vida ou saúde de outrem, crime de responsabilidade e infração ao princípio da moralidade.

No vídeo, Bolsonaro mencionou uma notícia falsa dizendo que relatórios oficiais do Reino Unido teriam sugerido que pessoas totalmente vacinadas estariam desenvolvendo a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, causada pelo vírus HIV, “muito mais rápido do que o previsto”. A comunidade médica reagiu às alegações do presidente, desmentindo suas afirmações, classificadas como fake news.

A CPI da Covid decidiu incluir no relatório final a declaração falsa de Bolsonaro. Segundo o parlamentar, um ofício proposto pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) será encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news, para comunicá-lo sobre reincidência de prática criminosa e propor providências, entre elas a retratação do presidente em suas redes sobre a declaração que associa a imunização contra a Covid-19 à Aids.

(*) Com informações O Globo
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Cenário pré-eleitoral de 2022 começa a mudar com movimentação de Rodrigo Pacheco e Sérgio Moro

As articulações nos bastidores políticos começam a ganhar novos contornos com os movimentos deflagrados pelo PSD e pelo Podemos. O PSD ganha a filiação do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que chega como pré-candidato à Presidência da República, enquanto o Podemos estende o tapete para receber o ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. Ambos se tornam opções para a chamada terceira via nas eleições de 2022.

A terceira via é um corredor formado pelos partidos que não querem a reeleição do presidente Jair Bolsonaro, nem a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As pesquisas mostram que um importante segmento dos eleitores está na orfandade de uma candidatura de centro que os represente bem na linha do equilíbrio econômico e da moderação política.

PACHECO NO PSD

O atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, surgiu no vazio político como um nome com equilíbrio que pode unir partidos de centro que procuram uma alternativa à Presidência da República. Rodrigo oficializou a entrada no PSD e chega como pré-candidato à sucessão do presidente Bolsonaro.

Coube ao presidente da Executiva Nacional do PSD, Gilberto Kassab, convencer o senador mineiro a embarcar nesse trem. O embarque é animado com a provável filiação do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmim, ao PSD. O ainda tucano é líder nas pesquisas de intenção de votos ao Governo de São Paulo.

‘’Pacheco torna-se um dos principais quadros do partido. Por ser jovem, ele expressa a renovação que tantos querem no Brasil, e, ao mesmo tempo, tem muita experiência. Ocupou espaço no cenário político em locais que só pessoas preparadas e com talento ocupam, como as presidências do Senado e da Comissão e Constituição e Justiça (CCJ)’’, destacou Gilberto Kassab.

MORO A CAMINHO DO PODEMOS

O Podemos se prepara para receber, no próximo dia 10, a filiação do ex-juiz da Lava Jato e ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. O nome do ex-juiz sempre surge nas pesquisas sobre as intenções de votos à Presidência da República.

A filiação ao Podemos legitima a entrada de Moro na corrida eleitoral, mas, até o momento, ele não sinalizou se irá concorrer ao Palácio do Planalto ou mesmo ao Senado. Moro pode representar uma alternativa para os eleitores que se cansaram do modelo administrativo e político do PT e se frustraram com o Governo Bolsonaro.

Empresas de ex-mulher de Bolsonaro devem à União

Ana Cristina Siqueira, ex-esposa de Jair Bolsonaro(foto: Facebook/ Reprodução)


Citadas em investigação do Ministério Público do Rio sobre suposta "rachadinha" no gabinete do vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos), as empresas da segunda ex-mulher do presidente Jair Bolsonaro, Ana Cristina Valle, acumulam dívidas de R$ 325,5 mil com a União. Três CNPJs ligados a ela estão inscritos na dívida ativa por tributos que não foram pagos. São débitos previdenciários ou de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Também há multas trabalhistas e outras pendências tributárias.

As empresas de Ana Cristina são citadas em relatórios de inteligência financeira na investigação sobre suposta "rachadinha" (desvio de salários) de assessores de Carlos. Os documentos mostraram movimentações "atípicas" em suas contas. Em uma delas, a Valle Ana Consultoria e Serviços de Seguros, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) constatou saques fragmentados que ultrapassaram R$ 1 milhão.

No levantamento feito pelo Estadão na lista de devedores, essa é a empresa que concentra a maior parte das dívidas registradas. São R$ 241,6 mil no total. Na Receita Federal, a Valle Ana consta como inapta desde outubro de 2018.

Os promotores obtiveram na Justiça, em maio deste ano, a quebra de sigilo bancário e fiscal dos investigados. A medida atingiu as empresas de Ana. No pedido enviado ao juiz Marcello Rubioli, eles citaram o relatório do Coaf que apontou possíveis atos suspeitos.

SAQUES

No caso da Valle Ana Consultoria e Serviços de Seguros, os promotores citaram à Justiça que os saques se deram de modo fragmentado, parecido com a tendência que também era observada na investigação que mira o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ). Foram 1.185 retiradas no CNPJ de Ana Cristina entre 2008, ano em que ela saiu do gabinete, e 2014. Uma média de pouco menos de R$ 1 mil por vez. Flávio já foi denunciado, com outros réus, por peculato, lavagem de dinheiro, organização criminosa e apropriação indébita.

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