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POLÍCIA FEDERAL - Operação Acrasia cumpre mandados de busca e apreensão em 5 cidades cearenses

A Polícia Federal deflagrou a Operação Acrasia, na manhã desta terça-feira (19), com o objetivo de desarticular o esquema criminoso de concessão, posse e portes ilegais de arma de fogo nos municípios do Ceará. Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão na cidade de Quixadá, Boa Viagem, Irauçuba, Aracati e Itaitinga. O nome da operação remete ao termo usado pelo filósofo Aristóteles para se referir à relação dos homens em conflito entre o desejo e a razão. Até o momento foram apreendidas 12 armas na operação e um flagrante.Os mandados de busca e apreensão foram deferidos pela Justiça Federal por meio do Tribunal Regional Federal da 5ª Região. Mais de 60 policiais federais atuam na operação policial. Foram apurados indícios de crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso e usurpação de função pública, consistentes na concessão indevida de porte de arma de fogo por gestores municipais a guardas municipais nas cidades, através da expedição de carteiras que habilitam ilegalmente guardas municipais a portarem armas, além do porte e posse ilegal de armas de fogo por servidores públicos municipais.
O porte legal de armas de fogo a guardas municipais só pode ser concedido pela Polícia Federal. As condutas dos investigados podem configurar o cometimento, em tese, dos crimes de usurpação de função pública, uso de documento falso, falsidade ideológica, porte, posse e comércio ilegal de armas de fogo, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão.

(*) Pinheirinho.Net

PF prende suspeitos de planejar matar autoridades; Moro é um dos alvos A operação mira em uma organização criminosa que planejava ataques em pelo menos cinco unidades da federação. Segundo o ministro Flávio Dino, as vítimas incluíam um senador e um promotor de Justiça

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22/3), a operação Sequaz, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa que planejava ataques contra servidores e autoridades públicas. O plano incluía homicídios e extorsão mediante sequestro em pelos menos cinco unidades da Federação: Rondônia, Paraná, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, entre os alvos do grupo estavam um senador e um promotor de Justiça. Cerca de 120 policiais federais estão cumprindo 24 mandados de busca e apreensão, sete mandados de prisão preventiva e quatro mandados de prisão temporária em Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo e Paraná.

Foi investigado e identificado um plano de homicídios contra vários agentes públicos (dentre os quais um senador e um promotor de Justiça). Hoje a Polícia Federal está realizando prisões e buscas contra essa quadrilha. Meus cumprimentos às equipes da PF pelo importante trabalho— Flávio Dino ???????? (@FlavioDino) March 22, 2023

Pelas redes sociais, o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) disse que seria um dos alvos do grupo. Ele ainda disse que fará um pronunciamento sobre a investigação. "Sobre os planos de retaliação do PCC contra minha pessoa, minha família e outros agentes públicos, farei um pronunciamento à tarde na tribuna do senado. Por ora, agradeço a PF, PM/PR, Polícias legislativas do Senado e da Câmara, PM/SP, MPE/SP, e aos seus dirigentes pelo apoio e trabalho realizado", disse.

Sobre os planos de retaliação do PCC contra minha pessoa, minha família e outros agentes públicos, farei um pronunciamento à tarde na tribuna do senado. Por ora, agradeço a PF, PM/PR, Polícias legislativas do Senado e da Câmara, PM/SP, MPE/SP, e aos seus dirigentes pelo apoio e…— Sergio Moro (@SF_Moro) March 22, 2023

As investigações da corporação apontaram que os ataques poderiam ocorrem de maneira simultânea nas unidades federativas. O principais investigados se encontravam nos estados de São Paulo e Paraná.

(*) Correio Braziliense

Policia Federal abre inquérito para investigar joias apreendidas Ministro da Justiça, Flávio Dino, pediu entrada da PF no caso

A Polícia Federal (PF) informou na noite desta segunda-feira (6) que abriu inquérito para investigar a suposta tentativa de entrada ilegal de joias de alto valor em território brasileiro. O fato ocorreu em 2021, com um conjunto de joias que o governo árabe supostamente presenteou à então primeira-dama, Michelle Bolsonaro. As peças vieram na bagagem de um assessor do governo e ficaram retidas no posto da Receita Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.

“A Polícia Federal informa que instaurou nesta segunda-feira, 06/03, inquérito policial para apurar ingresso irregular de joias de elevado valor, procedentes da Arábia Saudita, as quais foram retidas pela Receita Federal. A investigação será conduzida pela Delegacia Especializada de Combate a Crimes Fazendários da Superintendência em São Paulo”, informou a PF, em nota. “O inquérito encontra-se sob segredo de justiça e tem prazo inicial de trinta dias para conclusão, com possibilidade de prorrogação caso seja necessário”, concluiu.

A participação da PF no caso foi pedida pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, horas antes, ainda nesta segunda. No ofício ao diretor-geral da PF, o delegado Andrei Augusto Passos Rodrigues, o ministro afirmou que, “da forma como se apresentam”, os fatos divulgados pela imprensa “podem configurar crimes contra a administração Pública”.

Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, as joias foram encontradas na mochila do assessor do então ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e estão avaliadas em cerca de 3 milhões de euros (aproximadamente R$ 16,5 milhões). Albuquerque e seu assessor retornavam de uma viagem oficial ao Oriente Médio. Ainda segundo o jornal, o então ministro teria pedido aos servidores da Receita que liberassem as joias, mas os fiscais não atenderam ao pedido, alegando que o ingresso no país com presentes oficiais de governantes estrangeiros ao governo brasileiro obedece a trâmite legal específico.

Pela legislação, itens com valor superior a US$ 1 mil estão sujeitos à tributação quando ingressam em território nacional. Nesse caso, além do pagamento de 50% em impostos pelo valor dos bens, seria cobrada multa de 25% pela tentativa de entrada ilegal no país, ou seja, sem declaração às autoridades alfandegárias.

Retidas pelo não pagamento dos tributos devidos, as joias permanecem em posse da Receita. Toda a abordagem no aeroporto foi devidamente filmada por câmaras de segurança existentes no local.

O Ministério Público Federal (MPF) recebeu denúncia da Receita Federal e pediu maiores informações sobre o caso. Em nota, o órgão afirmou que o procedimento seguirá sob sigilo para evitar prejuízos à apuração.
Outro lado

Após a divulgação das denúncias, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez uma postagem em sua conta no Instagram para comentar o assunto. Ela chegou a ironizar o caso. “Eu tenho tudo isso e não estava sabendo? Meu Deus!”, escreveu.

Já o ex-presidente Jair Bolsonaro negou qualquer ilegalidade. À CNN, Bolsonaro afirmou que as joias iriam para acervo da Presidência da República.

Em nota, a assessoria do ex-ministro Bento Albuquerque informou que as joias eram “presentes institucionais destinados à Representação brasileira integrada por Comitiva do Ministério de Minas e Energia – portanto, ao Estado brasileiro. E que, em decorrência, o Ministério de Minas e Energia adotaria as medidas cabíveis para o correto e legal encaminhamento do acervo recebido”.

A afirmação difere de declarações anteriores que o jornal Folha de S.Paulo atribuiu a Albuquerque. Segundo o jornal, anteriormente, o ex-ministro confirmou que as joias eram um presente do governo saudita a Michelle Bolsonaro.

Edição: Marcelo Brandão

Ex-deputado federal Daniel Silveira é preso em Petrópolis, no Rio de Janeiro Polícia Federal encontrou muito dinheiro em casa de ex-parlamentar, segundo informou a GloboNews



O ex-deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) foi preso, na manhã desta quinta-feira (2), na cidade de Petrópolis (RJ). A informação foi divulgada pela GloboNews. O canal de TV apurou que a prisão foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em razão do descumprimento de medidas cautelares também definidas pelo tribunal.

Ele era obrigado a usar tornozeleira eletrônica e estava proibida de usar redes sociais.

Ainda segundo o canal de notícias, fontes da Polícia Federal afirmam que havia "muito dinheiro na casa" do ex-parlamentar no momento da detenção.
EX-DEPUTADO NÃO SE ELEGEU

Daniel Silveira foi candidato ao Senado Federal pelo Rio de Janeiro, em outubro, e recebeu 1,5 milhão de votos, mas não se elegeu.

Sem conseguir vencer as eleições, ficou sem mandato e perdeu o foro privilegiado nesta quarta (1º) — quando os novos parlamentares tomaram posse em Brasília.
QUEM É DANIEL SILVEIRA?

Ex-policial militar, Daniel Silveira foi eleito em 2018 para o primeiro mandato como deputado federal. Ele foi eleito com 31 mil votos como deputado federal pelo PSL, mesmo partido ao qual Bolsonaro estava filiado.

O ex-parlamentar ganhou notoriedade no período eleitoral quando participou de uma manifestação no Rio e quebrou uma placa que homenageava a vereadora Marielle Franco, assassinada em março daquele ano.

Em 2020, em meio ao aumento das tensões entre o presidente Jair Bolsonaro e o Poder Judiciário, o deputado passou a ser investigado nos inquéritos que apuravam a realização de ataques ao tribunal e a disseminação de informações falsas.

O aliado do presidente Jair Bolsonaro foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses em regime fechado por estímulo a atos antidemocráticos e ataques a instituições.

(*) Diário do Nordeste

Mensagens indicam que líder do governo pediu dinheiro a empresário Senador licenciado, Eduardo Gomes diz que conversas mostravam solicitações de 'empréstimos a um amigo' e nega qualquer irregularidade

 28/07/2022 <> QUINTA-FEIRA



A Polícia Federal encontrou trocas de mensagens indicando que o senador licenciado Eduardo Gomes (PL-TO), líder do governo de Jair Bolsonaro no Congresso Nacional, fez pedidos de depósitos bancários a um empresário ao qual prometeu ajudar a adiar uma portaria do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Procurado, o parlamentar disse que os repasses financeiros eram “empréstimos” e negou ter praticado qualquer irregularidade.

Os diálogos de Gomes foram encontrados pela PF no celular de um amigo do parlamentar, o empresário Jorge Rodrigues Alves, que foi alvo da Operação Lavanderia e atua nos setores de construção civil e iluminação. A ação policial foi deflagrada para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações no Tocantins.

Após analisar as mensagens, que continham comprovantes de depósitos a pessoas indicadas pelo senador, os investigadores encaminharam um relatório sigiloso à 4ª Vara Federal do Tocantins no último dia 11 de julho. No documento, a PF solicita o envio do caso para o Supremo Tribunal Federal (STF) por envolver um parlamentar, que tem foro privilegiado na Corte, e afirma: “Há, por fim, diversas conversas entre Jorge e o senador Eduardo Gomes, indicando que Jorge aparentemente paga contas para o senador e lhe envia dinheiro, assim como lhe pede favores e intercessão em assuntos de suas empresas”.

Após analisar as mensagens, que continham comprovantes de depósitos a pessoas indicadas pelo senador, os investigadores encaminharam um relatório sigiloso à 4ª Vara Federal do Tocantins no último dia 11 de julho. No documento, a PF solicita o envio do caso para o Supremo Tribunal Federal (STF) por envolver um parlamentar, que tem foro privilegiado na Corte, e afirma: “Há, por fim, diversas conversas entre Jorge e o senador Eduardo Gomes, indicando que Jorge aparentemente paga contas para o senador e lhe envia dinheiro, assim como lhe pede favores e intercessão em assuntos de suas empresas”.

(*) IG
www.carlosdehon.com

De “mulas” a ostentação. Veja como traficantes se aliaram a militares para enviar drogas à Europa

 07/02/2021 > DOMINGO

Inquéritos conduzidos pela Polícia Federal indicam que os 39kg de cocaína transportados à Espanha pelo sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) Manoel Silva Rodrigues, em junho de 2019, pertenciam a traficantes internacionais que moram em Brasília.
O Metrópoles teve acesso a trechos da investigação, que culminou na Operação Quinta Coluna, deflagrada na última terça-feira (2/2). Os documentos detalham como os criminosos se associaram a militares com o objetivo de transportar entorpecentes para a Europa.
De acordo com a apuração da PF, Marcos Daniel Penna Borja Rodrigues Gama, morador do Lago Sul e conhecido como “Chico Bomba”, seria o chefe da organização criminosa especializada em tráfico internacional que contou com integrantes da FAB para levar cocaína a outros países.
Gama é apontado como um dos donos da cocaína encontrada na mala do sargento Rodrigues, em 2019. O flagrante foi realizado durante uma escala em Sevilha, na Espanha. O militar estava a bordo de uma aeronave de apoio à comitiva do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que viajava ao Japão para a reunião da cúpula do G20.
Lavagem de dinheiro
Marcos Gama mantém negócios que, de acordo com a Polícia Federal, serviriam para lavagem de dinheiro. Ele é sócio da Premier Academia Ltda., localizada na Asa Sul; da Belix Incorporações, na Asa Norte; e da PCL Serviços Administrativos, em Santa Catarina. As empresas também foram alvo da PF na operação de terça-feira.
Além das empresas, Gama tem imóveis de alto padrão. Segundo informações da Receita Federal do Brasil, há duas propriedades milionárias no nome dele: uma de R$ 1,6 milhão e outra de R$ 2,3 milhões.
O investigado também comprou um veículo Mitsubishi ASX por R$ 101,5 mil e obteve acréscimo patrimonial de R$ 3,3 milhões sem comprovação da origem dos rendimentos. Segundo as apurações, a compra dos imóveis foi realizada mediante a participação de familiares do investigado – como pai, ex-esposa e filha.
Depoimentos colhidos pela PF detalham que o pagamento dos bens adquiridos era feito sempre em espécie. Para os investigadores, as transações financeiras apontam forte indício da prática de lavagem de dinheiro, em que pessoas próximas dos investigados são utilizadas para receber recursos de origem ilícita sem prestarem contas ao Fisco.
Gama ainda tem passagem na polícia por outros delitos, como posse ilegal de arma de fogo, receptação e estupro.
METRÓPOLES

PF monta força-tarefa para apurar fraude em auxílio emergencial em SP

Pessoas fazem fila em agência da Caixa para tentar receber o auxílio emergencial
A Polícia Federal (PF) montou uma força-tarefa para investigar suspeitas de fraudes no recebimento do auxílio emergencial do governo federal por servidores e políticos em 44 municípios do interior de São Paulo. Os investigadores pretendem cruzar dados cadastrados no programa emergencial com as informações do poder público.
Prefeituras da região de Jales, a cerca de 580 quilômetros da capital paulista, deverão apresentar relatórios com CPFs e informações de servidores públicos da ativa e aposentados, agentes políticos, ocupantes de cargos de confiança e funcionários temporários, além de seus cônjuges e filhos maiores de idade dependentes.
Caso a PF encontre indícios de fraudes e os valores não tenham sido devolvidos, os beneficiários serão intimados a prestar esclarecimentos e poderão responder pelo crime de estelionato qualificado.
Falhas na poupança digital e no aplicativo Caixa Tem, entre outras brechas, têm permitido que criminosos acessem as contas dos beneficiários e usem o dinheiro que não lhes pertence. O valor do desfalque seria suficiente para pagar a cota de R$ 600 do benefício a mais 100 mil brasileiros.
A Controladoria-Geral da União (CGU) identificou mais de 160 mil possíveis fraudes no recebimento do auxílio emergencial. Entre os fraudadores, segundo a CGU, havia proprietários de veículos que custam acima de R$ 60 mil, donos de embarcações e pessoas que doaram mais de R$ 10 mil nas últimas eleições.
O benefício do governo foi desenhado para ajudar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs), autônomos e desempregados que perderam a principal fonte de renda diante da crise causada pela pandemia do novo coronavírus.
Um dos critérios para receber a ajuda de R$ 600 ou R$ 1.200 é ter renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda mensal total de até três salários mínimos.
Depois de checar a fraude no benefício, a PF deve estender as investigações no interior de São Paulo, em uma segunda fase, a outros possíveis recebimentos indevidos de benefícios. Servidores públicos federais, estaduais, empresários, autônomos e profissionais liberais da região estão na mira.

PF prende em Brasília ex-secretário de Arruda por fraude na venda de respiradores ao governo do Pará



A Polícia Federal acaba de prender em Brasília o empresário André Felipe Oliveira, acusado de envolvimento em esquema para venda de respiradores hospitalares ao governo de Helder Barbalho. A ordem de prisão temporária foi expedida pelo juiz federal Rubens Rollo de D’Oliveira, da 3.ª Vara Federal do Pará. 
A PF também cumpriu mandado de busca e apreensão na residência de André Felipe. Segundo a defesa, o empresário “já havia prestado esclarecimentos” à Justiça paraense, que chegou a apreender seu celular. 
Natural do Rio de Janeiro, André Felipe é conhecido no Distrito Federal. Ele foi secretário de Esportes de José Roberto Arruda, indicado por Rodrigo Maia. Integrava na ocasião um grupo formado por Arruda, Maia e Fábio Simão. 
É considerado também o idealizador das Vilas Olímpicas do Rio. Na campanha de 2018, foi eleito 2º suplente na chapa do senador Izalci Lucas (PSDB) com Luís Belmonte, 1º suplente. 
No caso da venda dos respiradores ao Pará, André Felipe atuou como representante comercial da SKN do Brasil Importação e Exportação, responsável pela venda. Ontem, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 25,2 milhões em bens da empresa. 
Conforme investigação em curso, os respiradores comprados da China, para uso em UTIs de pacientes com Covid-19, apresentaram defeitos de funcionamento e até falta de peças.
Roberto Moreira
Redação!!!

PF indicia Aécio Neves por corrupção na obra da Cidade Administrativa, em MG


Aécio Neves

A Polícia Federal indiciou, nesta quinta-feira (7), o ex-governador de Minas Gerais e hoje deputado federal Aécio Neves (PSDB), além de outras onze pessoas ligadas a empreiteiras por superfaturamento na construção da chamada Cidade Administrativa, em Belo Horizonte.
A sede do Executivo mineiro foi construída entre 2007 e 2010, durante a gestão de Aécio como governador do estado. Diversas irregularidades são investigadas nas obras.
Segundo a Polícia Federal, além de direcionar o processo de licitação para definir os vencedores, os envolvidos produziram a contratação de serviços jamais realizados. O prejuízo aos cofres públicos chegaria a quase R$ 750 milhões, em valores atualizados.
Em nota, a defesa de Aécio Neves afirmou que o indiciamento é "absurdo, por contrariar investigações da própria Polícia Federal, do Tribunal de Contas do Estado e do Ministério Público, que não encontraram nenhuma irregularidade na atuação do atual deputado federal".
A defesa diz confiar na comprovação do "absurdo" na Justiça.
CNN
REDAÇÃO!!!!

Namorada e filhos de Lula pressionam para que ele vá ao semiaberto



A namorada, Rosângela, e os filhos de Lula pressionam para que ele pare de conversa e aceite o semiaberto.
Como se sabe, Lula e seus advogados pretendem travar uma disputa judicial para evitar que a Justiça o coloque para fora da carceragem da Polícia Federal em Curitiba.
O petista diz que só sairá da prisão depois que a Justiça anular seus processos. Movimento é uma tentativa de ganhar tempo até que o STF supostamente derrube suas condenações.
Fonte: Veja

PF deflagra nova fase da Lava Jato no Rio; o alvo é um esquema de extorsão dentro da Receita Federal



A Polícia Federal realiza, nesta manhã de quarta-feira, operação da Lava Jato no Rio de Janeiro. O alvo dessa vez são 12 pessoas. A operação deflagrada mira um esquema de extorsão dentro da Receita Federal. A informação é da TV Globo.
Na ação, 32 equipes da PF e da própria Receita Federal (PF). Um dos procurados é o auditor Marco Aurelio Canal, supervisor de programação da Receita na Lava Jato do Rio.
Segundo as investigações, esses funcionários da Receita extorquiam de empresários alvos da Lava Jato em troca de redução ou cancelamento de multas.
A operação desta quarta é baseada em uma nova delação de Lélis Teixeira, ex-presidente da Fetranspor, a federação das empresas de transporte do Rio.

Marcelo Miranda, ex-governador do Tocantins, é preso pela PF em Brasília



A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (26) o ex-governador de Tocantins, Marcelo Miranda. Ele é investigado em operação sobre corrupção e foi preso em Brasília, no apartamento funcional da mulher, a deputada Dulce Miranda. Ela não é investigada.
A operação deflagrada hoje visa desarticular uma organização criminosa suspeita de prática constante de atos de corrupção, peculato, fraudes em licitações, desvios de recursos públicos, recebimento de vantagens indevidas, falsificação de documentos e lavagem de capitais. São 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva.
Marcelo Miranda foi preso em Brasília, no apartamento funcional da mulher, a deputada Dulce Miranda. Ele é investigado em operação sobre corrupção.
Entenda

Mais de 300 kg de cocaína com destino à Europa são apreendidos no Ceará



Um total de 330 quilogramas de cocaína foi encontrado na manhã desta sexta-feira (16), em inspeção da Receita Federal num carregamento no Porto do Pecém, na Grande Fortaleza. A droga possuía um valor aproximado de R$ 49 milhões e tinha como destino a Europa.
A descoberta do entorpecente foi feita após troca de informações entre órgãos estrangeiros e o Brasil. A cocaína estava escondida em contêineres de mel.
Toda a droga estava escondida em dez mochilas, encontradas pela fiscalização em uma área do terminal de cargas. Por meio do narco teste, procedimento utilizado para detecção de entorpecentes, foi possível confirmar a suspeita da existência da cocaína.
Fonte: G1 CE

Investigações sobre candidaturas suspeitas não avançam no Ceará




Enquanto a Polícia Federal em Minas Gerais cumpriu, nessa segunda-feira (29), sete mandatos de busca e apreensão em casos envolvendo supostas candidaturas "laranjas", nas eleições de 2018, denúncias semelhantes no Ceará pouco andaram desde fevereiro, quando vieram à tona. Após mais de dois meses na Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), processos referentes ao PSL e ao Pros no Estado foram remetidos na semana passada ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para novos encaminhamentos. A passos lentos, porém, as investigações não geraram, até agora, nenhuma resposta.
As apurações envolvem os dois partidos sob a suspeita de financiarem com altos valores candidaturas sem projeção em 2018. No PSL, conforme publicado pelo Diário do Nordeste em 23 de fevereiro, a candidata a deputada estadual Gislani Maia recebeu do partido R$ 150 mil do fundo eleitoral, dois dias antes da eleição. Na mesma data, pagou R$ 143 mil a três gráficas para impressão de material. O aporte financeiro garantiu apenas 3,5 mil votos.
47 votos

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