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17 pessoas são denunciadas pelo Ministério Público, suspeitas de envolvimento no assassinato do prefeito de Granjeiro

WELTON SILVA FM 106,5

Presidente da Câmara Municipal assume prefeitura de Granjeiro

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Horas depois da prisão do prefeito Ticiano da Fonseca Félix, o Ticiano Tomé, a Câmara Municipal de Granjeiro empossou, no fim da tarde de ontem, o presidente da Casa como prefeito interino. Luiz Márcio Pereira, o Marcim, de 34 anos, vai comandar a Prefeitura até o fim do ano ou até que as questões judiciais com o atual gestor sejam encerradas.
O vereador já havia assumido de forma interina a administração municipal em fevereiro deste ano quando Ticiano Tomé foi afastado pela Câmara. Na época, em votação dos parlamentares por seis votos a favor e três contra, o parlamento decidiu pelo afastamento do titular por 90 dias. O prefeito, no entanto, conseguiu retornar ao cargo pelas vias judiciais.
Aliado do ex-prefeito João Gregório Neto, assassinado em dezembro do ano passado, o gestor empossado lamentou assumir o Governo Municipal em meio a um cenário de desdobramento de um crime e prisões. "O que a gente gostaria era que o prefeito estivesse vivo. Infelizmente cheguei a esse cargo devido à vida ceifada do ex-prefeito", declarou Marcim.
O vereador Almir Soares, que assumiu automaticamente a Presidência da Câmara Municipal com a mudança no comando da gestão municipal, disse que a "justiça foi feita". "A gente vem sofrendo muito desde o dia 24 de dezembro (data do assassinato do ex-prefeito)", declarou.
Às vésperas da eleição municipal de 2020, a cidade viveu um dia movimentado, ontem, depois de o terceiro prefeito assumir o comando do Executivo Municipal desde o pleito de 2016. No ato da posse do gestor municipal interino, houve discursos emocionados de vereadores aliados do prefeito morto no ano passado. Fogos de artifício foram usados pela população ao lado de fora da Casa Legislativa em comemoração.
Afastamento
O primeiro afastamento, autorizado pelos vereadores em fevereiro deste ano, durou apenas um dia e teve como sombra a acusação de envolvimento do gestor em exercício na morte do ex-prefeito. O pai de Ticiano Tomé, Vicente Félix de Souza, que também foi preso, já era considerado suspeito de participação no crime. Na época, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social afirmou que a hipótese de crime político estava "cada vez mais forte".
Ticiano conseguiu retomar o cargo na Justiça no dia seguinte do afastamento. Na decisão judicial, o juiz Marcelo Wolney Alencar Pereira de Matos afirmou que a postura do Parlamento Municipal "feriu dispositivos legais e princípios da administração pública" e que é "nulo de pleno direito".
Em fevereiro, o presidente da Câmara Municipal de Granjeiro, ao tomar posse pela primeira vez no Executivo, leu o juramento aos gritos de "justiça" perante ao público que ocupou o Plenário do Poder Legislativo Municipal. O clima entre a Câmara Municipal e a Prefeitura, desde então, segue instável politicamente.
Conflitos
Dos nove parlamentares da Câmara, seis faziam oposição ao prefeito preso ontem. Na época do primeiro afastamento, Ticiano Tomé chegou a ser notificado para prestar esclarecimentos no Legislativo, mas não compareceu à comissão.
O relator do processo de cassação, vereador José Barcelar Pereira (Naldo), acusou o então prefeito de violar o princípio da moralidade. Além de suspeita de envolvimento no assassinato do ex-gestor, há também acusações de superfaturamento em empenhos no valor de R$ 8 mil e outros dois de R$ 10 mil para contratação de uma empresa prestadora de serviços.
De acordo com o relatório, até dezembro de 2019, os mesmos serviços estavam orçados em R$ 2,5 mil. Após a denúncia, a Prefeitura cancelou o contrato com a empresa.

Suspeito de matar prefeito de Granjeiro será transferido da Paraíba para o Ceará



Por : Fernando Ribeiro
Deverá ser recambiado para Fortaleza ainda hoje (21) o homem preso no fim de semana passado no interior da Paraíba, suspeito de participação na morte do prefeito do Município de Granjeiro, no Cariri (a 478Km de Fortaleza). O crime ocorreu em dezembro do ano passado.
João Gregório Neto, o “João do Povo”, foi morto por pistoleiros no dia 24, véspera de Natal, quando fazia sua caminhada diária pelos arredores da cidade, próximo de sua casa. DE acordo com as investigações da Polícia Civil, o crime teve motivação política. O prefeito enfrentava uma forte oposição e era acusado do desvio de verbas públicas. Chegou a sofrer ameaças severas de morte semanas antes do seu assassinato.
Thiago Gutthyerre Pereira Alves, 31 anos, foi capturado pela Polícia Militar da Paraíba, no último domingo (19), em um posto de combustíveis na saída da cidade de Sumé (a 264Km de João Pessoa), e levado para a delegacia do vizinho Município de Monteiro, onde foi constatado com que contra ele havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiçado Cearpa. Na Paraíba, ele estaria usando documentos falsos e praticando crime de estelionato.
A Secretaria da Segurança Pública e de Defesa Social (SSPDS) do Ceará ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
O crime
Ao menos, 10 pessoas são apontadas pelas autoridades como suspeitas de terem participado direta ou indiretamente da trama que culminou na morte do prefeito. Entre eles, o pai do atual prefeito, que assumiu o cargo após a morte de “João do Povo”.
Blog do Amaury Alencar

Prefeito de Granjeiro é afastado do cargo

Ticiano Tomé (PSDB), prefeito de Granjeiro que havia sido empossado após a morte do antigo prefeito eleito João do Povo (PL), foi afastado do cargo nesta segunda-feira, 17. O presidente da Câmara Municipal, Luiz Márcio Pereira (PMN), assumiu a prefeitura interinamente.
O prefeito afastado tomou posse no último dia 27 de janeiro. O afastamento foi decidido em votação no Plenário da Câmara de Granjeiro na tarde desta segunda. Foram seis votos a favor e três contrários. Ticiano Tomé ficará afastado do cargo por 90 dias e, durante este período, terá sua remuneração cortada pela metade. 
A sessão foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da Câmara Municipal de Granjeiro.

Câmara Municipal recebe pedido de cassação do prefeito de Granjeiro

Sérgio Cassiano de Sousa, morador da zona rural de Granjeiro apresentou à Câmara Municipal do Município, denúncia contra o prefeito Ticiano Tomé, que assumiu o cargo após o assassinato do então prefeito, João Gregório Neto, de 54 anos, conhecido como João do Povo. Ticiano Tomé era o vice-prefeito do município e estava rompido politicamente com João Gregório. Uma das linhas das investigações da Polícia Civil apontam motivação política para o assassinato. O atual prefeito e o pai dele, Vicente Félix de Sousa, são suspeitos de envolvimentos no crime. Eles negam. Desde a morte de Gregório, o município vive clima de instabilidade, que deve continuar em fevereiro.
"A gente recebeu a denúncia na quinta (23), protocolada por um cidadão. Na segunda (27), fui notificar o prefeito, mas ele achou por bem não receber. Com isso, a lei determina que a notificação do recebimento da denúncia seja publicada por duas vezes no Diário Oficial para que o prefeito tome conhecimento do fato", explica o presidente da Câmara, Luiz Márcio Pereira, o "Marcim". Após a comunicação formal, o prefeito terá um prazo para se defender.
Mesmo com as intempéries políticas, o Legislativo não deve ter pressa para julgar o caso. A Câmara Municipal só retorna do recesso parlamentar no dia 17 de fevereiro. De acordo com o presidente, logo na primeira sessão ordinária a denúncia e a defesa de Ticiano Tomé, se houver, vai ser apresentada e votada pelo plenário, composto por nove vereadores. Para ser aceita, precisa da anuência de cinco vereadores. "Se o plenário decidir aceitar a denúncia será formada uma comissão processante, escolhida por meio de sorteio", diz Marcim. Só depois disso, começa o processo formal de análise da denúncia.
Assassinato
João Gregório Neto foi assassinado no dia 24 de dezembro do ano passado enquanto caminhava na beira do açude da cidade. Durante as investigações, a Polícia Civil prendeu dois homens e chegou a apontar o atual gestor e o pai dele, Vicente Félix de Souza, por suspeita de envolvimento no crime. O Ministério Público chegou a pedir a prisão de Vicente, mas a Justiça negou. Hoje, ele segue monitorado por meio de uma tornozeleira eletrônica. 
O promotor de Justiça Rafael Couto Vieira disse que acredita na elucidação do crime. "Granjeiro é uma cidade muito pacata, onde não se tinha notícias desse tipo de violência. O crime chocou e traumatizou a população que cobra um desfecho. Apesar de a investigação ser bastantes complexa, acredito que em um médio prazo tenhamos a solução para esse caso", afirma.​
DN

Preso no Maranhão mais um suspeito de matar o prefeito de Granjeiro, “João do Povo”

28/01/2020 > TERÇA-FEIRA
Carlos César Gonçalo foi detido ontem numa operação em conjunta das polícias do Ceará e do Maranhão, em Barreirinhas
Aumentou a lista dos suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito do Município de Granjeiro (a 478Km de Fortaleza), João Gregório Neto, o “João do Povo”, 52. Nesta segunda-feira (27), a Polícia Civil do Ceará efetuou no interior do estado do Maranhão a prisão de mais um implicado no caso.
A captura do suspeito aconteceu na cidade de Barreirinha, na Região dos Lençóis Maranhenses (a 252Km de São Luís). Carlos César Gonçalo de Freitas é cearense, foragido da Penitenciária Industrial Regional do Cariri (PIRC), sediada em Juazeiro do Norte. Ele foi detido numa operação conjunta de policiais civis do Ceará e do Maranhão em uma residência na periferia daquela cidade e não reagiu.
No interior da casa onde estava o suspeito a Polícia encontrou uma vasta quantidade de drogas. Por conta disso, Carlos César foi autuado em flagrante por crime de tráfico de entorpecentes. Ele é apontado como suspeito de ser um dos pistoleiros que mataram o prefeito João Gregório na manhã do dia 24 de dezembro último em Granjeiro.
A Polícia acredita que está próxima da total elucidação do caso, mas pediu à Justiça a prorrogação do prazo para a conclusão do inquérito policial que foi instaurado no Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP) da Delegacia Regional de Polícia Civil de Juazeiro do Norte, onde foi montada uma força-tarefa de delegados, inspetores, peritos e escrivães.
Com a prisão efetuada nesta segunda-feira no Maranhão, subiu para oito o número de pessoas sob investigação da Polícia sob suspeita de participação direta ou indireta na morte do prefeito.
Veja quem são os suspeitos do crime:

Polícia deverá pedir mais 30 dias para solucionar o caso João Gregório



A Polícia Civil do Estado do Ceará deverá pedir mais 30 dias à Justiça para solucionar de vez o caso João Gregório. Dois presos, dois carros apreendidos e um suspeito monitorado é o saldo da investigação até agora.
O diretor de Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI-Sul), delegado Ricardo Pinheiro, informou que o prazo de 30 dias é usual quando há suspeitos soltos, quando ocorrem prisões esse intervalo cai para 10 dias. No caso de Granjeiro, por ser complexo, a polícia pode solicitar mais 30, podendo solucionar em menos tempo ou mais.
Prisões
Carlos Alberto Ferreira Cavalcanti é suspeito de participar diretamente do homicídio. Ele foi preso no Piauí, estava com o veículo Polo utilizado no dia do crime. Já no Maranhão a polícia prendeu Ronndinere Francino de Andrade, empresário que comprou o veículo e alterou as placas.
Na sexta (24) mais de 100 carro saíram de Granjeiro e percorreram 28 km até Caririaçu, onde fica o fórum responsável pelo caso. Parentes e amigos de João Gregório Neto organizaram a manifestação para pedir celeridade e justiça ao caso. Eles pedem que o nome dos mandantes do crime sejam divulgados.
Em coletiva na segunda-feira (20), o secretário de Segurança Pública André Costa disse que, cada vez mais, a tese de motivação política toma corpo. A polícia pediu a prisão do ex-prefeito Vicente Félix de Souza (Vicente Tomé) e do filho e atual gestor, Ticiano Tomé (sem partido).
A Justiça, no entanto, indeferiu os pedidos e aceitou apenas o monitoramento por tornozeleira eletrônica em Vicente. Um homem com identidade ainda não divulgada teve prisão decretada e encontra-se foragido. Ele é suspeito de ser um dos executores no dia 24 de dezembro.
Por Felipe Azevedo
Miséria.com.br

Centenas de pessoas se manifestam no Fórum de Caririaçu e pedem justiça para João do Povo



Centenas de pessoas saíram em carreata na manhã desta sexta-feira (24) de Granjeiro até o Fórum de Caririaçu. A manifestação ocorre pelos 30 dias do assassinato do ex-prefeito João Gregório Neto, morto em dezembro enquanto caminhava próximo ao açude Junco, em Granjeiro.
De acordo com a organização, 106 carros participaram do trajeto de 28 quilômetros. Familiares, amigos e eleitores levavam faixas e gritavam por justiça. Um carro de som também acompanhou o percurso com músicas religiosas.
O primo do ex-prefeito, também chamado de Gregório e que é suplente de vereador, falou ao Site Miséria e disse que a família continua consternada. A maior suspeita do crime é motivação política, versão também defendida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado do Ceará.
Em tempo
O ex-prefeito Vicente Tomé continua sob observação da Justiça. Pai do atual gestor Ticiano, Vicente passou a usar tornozeleira eletrônica e está impedido de deixar o município. O carro usado pelos executores, um Volkswagen modelo Polo, foi apreendido em Teresina. Duas pessoas foram presam acusadas de negociar o veículo.


VEJA O VÍDEO: Por Felipe Azevedo Miséria.com.br

Aumenta a lista de suspeitos de tramar o assassinato do prefeito de Granjeiro



24/01/2020 > SEXTA-FEIRA
Subiu para sete o número de suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito do Município de Granjeiro (a 478 km de Fortaleza), João Gregório Neto, 52 anos, morto por pistoleiros na manhã de 24 de dezembro do ano passado. Um homem foi detido nesta quinta-feira (23), por ter tentado prejudicar a coleta de provas no local do crime. A Polícia deve também incluir no rol dos suspeitos o candidato derrotado por João Gregório nas últimas eleições, Raimundo Duclieux, o “Doutor Gudy”, que teria ameaçado a vítima.
Subiu para sete o número de suspeitos de envolvimento no assassinato do prefeito do Município de Granjeiro (a 478 km de Fortaleza), João Gregório Neto, 52 anos, morto por pistoleiros na manhã de 24 de dezembro do ano passado. Um homem foi detido nesta quinta-feira (23), por ter tentado prejudicar a coleta de provas no local do crime. A Polícia deve também incluir no rol dos suspeitos o candidato derrotado por João Gregório nas últimas eleições, Raimundo Duclieux, o “Doutor Gudy”, que teria ameaçado a vítima.

Mandantes da morte de João Gregório poderão ter nomes divulgados em breve



Os mandantes da morte do ex-prefeito João Gregório Neto poderão ter nomes divulgados nas próximas horas. Após a prisão de suspeitos de negociar o carro do crime, a Polícia Civil do Ceará está mais próxima de solucionar o ocorrido.
Há ainda duas principais linhas de investigação no caso. Uma aponta o ex-prefeito e pai do atual gestor, Vicente Tomé, que na semana passada passou a usar tornozeleira eletrônica e não pode sair de Granjeiro. A defesa nega o envolvimento e diz que ele colabora com a investigação.
A outra hipótese, no entanto, envolveria a ex-mulher de João do Povo, o que poderia indicar crime passional.
Em tempo
Em conjunto com as polícias Civil e Militar do Piauí, policiais cearenses prenderam, na última sexta (18), em Teresina, um empresário dono de concessionária e mais um homem. Os dois são acusados de negociar o carro utilizado no dia do assassinato. O veículo também foi apreendido.
Por Redação
Miséria.com.br

Empresário de Teresina é conduzido acusado de comprar veículo usado na morte de prefeito


Empresário de Teresina é conduzido acusado de comprar veículo usado na morte de prefeito

Policiais Civis do Estado do Ceará com apoio da Polícia do Piauí conduziram até a Central de Flagrantes o dono de uma loja de veículos localizada na Avenida Barão de Gurgueia, acusado de comprar o veículo usado na morte do prefeito da cidade de Granjeiro, no Estado do Ceará.
O prefeito João Gregório Neto, foi morto a tiros enquanto caminhava próximo a parede do Açude Junco, na manhã do dia 24 de dezembro de 2019. A vítima foi atingida pelas costas, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública.
Equipes da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte e do Departamento de Polícia Judiciária do Interior e Polícia Civil do Estado do Ceará foram mobilizadas para identificar e localizar os suspeitos.
A Polícia Civil do Ceará, junto com a polícia do Piauí localizou o veículo usado no dia do crime em Teresina, em uma loja de veículos. Policiais civis do Grupo de Apoio Operacional conduziram o empresário que ainda fez disparos com uma arma de fogo para o alto para intimidar os policiais.
Um outro suspeito de fazer a venda no carro também foi preso no bairro Gurupi.
Suspeito de vender o carro também foi conduzido 
Fonte : O MEIO NORTE. COM

Urgente: polícia localiza e apreende carro usado no assassinato de João Gregório



O carro usado na morte do prefeito de Granjeiro João Gregório, ao contrário do que foi informalmente divulgado, não é da marca Renault e sim da Wolkswagen.
O veículo foi apreendido na noite desta quinta-feira (16), em uma cidade do Piauí ainda não divulgada. O Secretário de Segurança Pública do Estado, André Costa, disse que quando os policiais chegaram ao local um suspeito reagiu e atirou. O homem foi preso.
WWW.MISÉRIA
WWW.CARLOSDEHON.COM

Caso João Gregório: Vicente Tomé passa a usar tornozeleira e não pode sair de Granjeiro

O ex-prefeito de Granjeiro, Vicente Tomé, pai do atual gestor Ticiano Tomé, passou a usar tornozeleira eletrônica na tarde desta terça (14).
Ele compareceu junto ao advogado Luciano Daniel na Coordenadoria Regional do Sistema Penal, em Juazeiro do Norte. Vicente é suspeito de participar da morte do ex-prefeito João Gregório, assassinado em dezembro do ano passado.
De acordo com o advogado, ainda não há uma acusado formal contra o cliente. O que existe, no entanto, é um inquérito policial, sob investigação. Na quinta passada (9), a polícia cumpriu mandados de busca e preensão na casa dos dois, que moram juntos, e apreenderam um veículo suspeito de auxiliar na fuga dos executores.
A defesa orienta que não foi apreendido nenhum objeto que ligasse diretamente pai e filho no crime. O advogado sustenta ainda que o suspeito colabora com as investigações e alega inocência.
Com a tornozeleira, Vicente não poderá sair do perímetro da cidade de Granjeiro até o fim das investigações. Uma entrevista coletiva deverá ser marcada para que a defesa se pronuncie.
Por Redação
Miséria.com.br

Acusado de matar prefeito, Vicente Tomé se diz inocente em entrevista exclusiva



O ex-prefeito de Granjeiro, Vicente Felix de Sousa, o Vicente Tomé, investigado por envolvimento no assassinato do prefeito João Gregório Neto, falou a redação do Jornal do Cariri sobre o caso. Vicente garante que não mandou matar João do Povo, como era conhecido o prefeito assassinado no dia 24 de dezembro.
Em conversa na sede do JC, Vicente negou ser inimigo de João do Povo e disse que, por ter divergências políticas, tinha se colocado como adversário político do prefeito, mas nada que o levasse a desejar a morte de João do Povo. O ex-prefeito desafiou qualquer um a pesquisar sua vida, por que, segundo ele, não há histórico de violência.
Carro suspeito
Sobre a caminhonete Chevrolet S10 encontrada na sua casa, investigada pela Polícia Civil como sendo o carro que deu suporte ao Renault Sandero usado na fuga dos pistoleiros, Vicente disse existir pelo menos meia dúzia delas em Granjeiro.
O ex-prefeito argumentou que não teria motivação para cometer o crime. Vicente argumentou que João do Povo estava desgastado politicamente e que poderia ser afastado do cargo a qualquer momento.
Citou as investigações da Polícia Federal contra o prefeito assassinado e avaliou que seu filho, o prefeito empossado Ticiano Tomé, era o favorito para vencer as eleições deste ano.
Vicente finalizou dizendo que espera que a investigação termine o mais breve possível e que os verdadeiros culpados sejam encontrados. Vicente foi prefeito de Granjeiro por três mandatos e garante não ter mais pretensões de se candidatar.
Por Madson Vagner
Miséria.com.br

Assassinos de João do Povo devem ser presos em breve, diz Camilo Santana



O governador Camilo Santana (PT) disse hoje (11) que pediu celeridade nas investigações sobre a morte de João Gregório, ex-prefeito de Granjeiro. Ele cumpriu agenda no distrito de Santa Fé, zona rural de Crato, onde inaugurou a estrada até Monte Alverne.
"Não tenho dúvidas que em breve a polícia estará prendendo quem cometeu o crime", pontuou.
De acordo com Secretaria de Segurança Pública, o atual prefeito Ticiano Tomé (sem partido), e o pai Vicente Tomé são suspeito de terem participado da ação. Ticiano nega e diz ser inocente.
João do Povo foi morto no dia 24 de dezembro, no ano passado, enquanto caminhava próximo ao açude Junco, em Granjeiro. A polícia trabalha com a possibilidade de motivação política pra o crime.
Por Felipe Azevedo
Miséria.com.br

Câmara de Granjeiro prega cautela sobre futuro de prefeito da cidade

A Câmara Municipal de Granjeiro anunciou que ainda não deve tomar decisão sobre o futuro do prefeito Ticiano Tomé, que tomou posse após o assassinato do então titular João Gregório Neto, conhecido como “João do Povo”. Após operação da Polícia Civil, ontem, que cumpriu mandados de prisão, busca e apreensão de documentos, com o objetivo de identificar os autores e mandantes da ação criminosa, o presidente da Casa, vereador Luiz Márcio Pereira, o Marcim, declarou que “vai esperar ter mais elementos para tomar alguma providência”.
As investigações apontam suposto envolvimento de Ticiano Tomé e do pai dele, Vicente Félix de Souza, de participação no crime. A Polícia Civil chegou a pedir a prisão do atual prefeito e de Vicente Félix. A Justiça, no entanto, negou os pedidos – apenas uma medida cautelar foi deferida contra Félix. As informações foram repassadas pelo secretário da Segurança Pública do Ceará, André Costa.
Segundo o presidente da Câmara, “o clima (na cidade) está péssimo”. “Amanheceu o dia hoje (ontem) com o meu pai na minha cama me acordando e dizendo que a Polícia estava na casa do prefeito. Todo mundo ficou mandando foto, perguntando o que estava acontecendo. Eu nem sabia direito. Soube pela imprensa. Está triste a situação. Ele (Ticiano Tomé) ainda não foi afastado da Prefeitura. Continua. A gente está aguardando uma resposta da Justiça”, disse.
Cautela 
Segundo o vereador, a Câmara “quer agir quando tiver certeza” e “os aliados dele defendem, dizendo que ele e o pai são inocentes”. “Soube pela imprensa que o veículo que foi apreendido ajudou na fuga. Espero que se resolva logo. Pode ser quem for, a Justiça tem que prender”, contou Márcio, que conversou com o prefeito ainda nesta semana.
Empossado ainda no fim de dezembro do ano passado, Tomé, que era rompido politicamente com o prefeito João Gregório Neto, encontrava dificuldades para montar a sua equipe. A maioria dos funcionários ligados ao ex-gestor deixou os cargos. Por vários dias, as pastas da Prefeitura ficaram sem secretários.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a Polícia levantou provas que apontam que o crime teria relação com desavenças políticas entre a vítima e outras lideranças da região.
Eleito na chapa de “João do Povo”, em 2016, pelo PSDB, Ticiano Tomé não faz mais parte dos quadros da legenda, segundo a assessoria de imprensa do partido. Em nota, o presidente do PSDB em Granjeiro, José Soares de Macedo, confirmou que o prefeito não integra o quadro de filiados da legenda tucana e enalteceu os filiados e militantes que “perseveram na construção e fortalecimento da agremiação no nosso município”.
Repercussão
O presidente da Associação dos Municípios do Estado do Ceará (Aprece), Nilson Diniz, lamentou o fato e defendeu que as autoridades consigam desvendar o crime. 
“O que a gente queria que o Governo fizesse era elucidar o crime por conta desse vácuo que fica e essa insegurança. O papel do Estado de elucidar é para que a gente soubesse quem são os verdadeiros culpados. Quando se denota que está se encaminhando para um crime político, o que a gente tem que fazer é lamentar”, disse. A reportagem procurou o prefeito, por meio do telefone celular, mas as chamadas não foram atendidas. 
Prefeitos do Ceará assassinados

Prefeito de Granjeiro e pai são suspeitos do assassinato de João Gregório Neto


Mandados são cumpridos na manhã desta quinta

A Polícia pediu a prisão do atual prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé, e do pai dele, Vicente Félix de Souza, 60. A Justiça, porém, não deferiu o pedido, resultando apenas na determinação da utilização de tornozeleira eletrônica por Vicente, que é ex-prefeito de Granjeiro. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS) divulgou as informações durante coletiva na tarde desta quinta-feira, 9, que o crime que vitimou o prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, morto no último dia 24 de dezembro, pode ter sido motivado por desavença política entre a vítima e outros políticos. 
Na manhã desta quinta-feira, 9, mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar e pessoal foram cumpridos pela Polícia Civil, contra suspeitos de participação na morte do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, assassinado em dezembro último. Conhecido João do Povo, o gestor caminhava no entorno do açude Junco na manhã da véspera de Natal quando foi atingido por três tiros
Ação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) ocorre por meio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI Sul). As buscas ocorrem no município de Granjeiro e no Estado de Pernambuco.
Durante as buscas na manhã desta quinta-feira, 9, viaturas estiveram na casa do atual prefeito, Ticiano Tomé, onde mora com o pai, que também foi prefeito de Granjeiro, Vicente Tomé. Lá, a Polícia apreendeu um veiculo S10, de propriedade de um parente de Vicente que supostamente foi usado para dar apoio ao crime, documentos e aparelhos celulares nos endereços alvos da operação, que serão utilizados como objeto de análise.


Ainda conforme O POVO apurou, dias atrás, um veículo usado durante a execução já havia sido apreendido. 
O presidente da Câmara de Granjeiro, vereador Luiz Márcio Pereira (PMN) afirmou em entrevista à rádio CBN Cariri que o clima na cidade é de apreensão por parte dos moradores. "Tá um clima muito triste, pesado, pior do que tava", relatou.
Ele diz ainda que o atual prefeito está "organizando a casa" nessas primeiras semanas no cargo: "Trocou secretário, colocou as pessoas de confiança dele. Tá organizando a estrutura ainda". Ainda de acordo com ele, o prefeito estaria tocando obras pontuais em "hospital e calçamento".
Investigação
João Gregório Neto era investigado pela Polícia Federal (PF), no âmbito da Operação Bricolagem, que investigava fraudes em licitações. Em novembro de 2018, a PF informou que o então prefeito havia movimentado mais de R$ 26 milhões em uma conta de um familiar que era beneficiado por aposentadoria rural. Foram encontrados R$ 213 mil escondidos em caixas de sapato na casa dele.
Em julho de 2019, já na segunda fase da operação, um assessor direto de João Gregório foi alvo. A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em três empresas e uma residência, nos municípios de Farias Brito e Várzea Alegre.
O POVO

Policia prende suspeito da morte de Prefeito de Granjeiro



Mandados de prisão, busca e apreensão domiciliar e pessoal são cumpridos na manhã desta quinta-feira, 9, pela Polícia Civil, contra suspeitos de participação na morte do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, assassinado em dezembro último. Conhecido João do Povo, o gestor caminhava no entorno do açude Junco na manhã da véspera de Natal quando foi atingido por três tiros. 
Ação da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) ocorre por meio do Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul (DPJI Sul). As buscas ocorrem no município de Granjeiro e no Estado de Pernambuco.
O POVO apurou que durante a operação desta manhã viaturas estiveram na casa do atual prefeito, Ticiano Tomé, onde mora com o pai, que também foi prefeito de Granjeiro, Vicente Tomé. Lá, a Polícia teria apreendido um veiculo S10 que supostamente foi usado para dar apoio ao crime.
Ainda conforme O POVO apurou, dias atrás, um veículo usado durante a execução já havia sido apreendido. 

Polícia Civil faz operação na casa do atual prefeito de Granjeiro, Ticiano Tomé



A Polícia Civil faz operação na cada do atual prefeito Granjeiro, Ticiano Tomé (PSDB), na manhã desta quinta-feria (9). Ele mora junto com o pai, o ex-prefeito Vicente Tomé, na zona urbana da cidade. Policiais também atuam no Sítio Traíra e em outras localidades do município.
Ainda não foi informado em que consiste a operação.
Em tempo
Ticiano está no poder desde o dia 27 de dezembro do ano passado. O ex-prefeito João Gregório foi morto a tiros na véspera de Natal enquanto caminhava na parede do açude Junco, próximo de onde morava. A polícia tem ao menos três linhas de investigação, entre elas a motivação política.
Por Redação
Miséria.com.br

Vereadores de Granjeiro cobram pressa na investigação da morte do prefeito João do Povo



Exatamente duas semanas após o assassinato do prefeito de Granjeiro, João Gregório Neto, de 54 anos, o “João do Povo”, cinco vereadores daquele município estiveram na sede da Secretaria de Segurança Pública do Ceará. Na tarde desta terça-feira, eles se reuniram com o titular da pasta, André Costa, o delegado geral da Polícia Civil no Ceará, Marcus Rattacaso, e o deputado estadual, Nizo Costa tratando sobre o andamento da investigação acerca do homicídio na manhã do último dia 24 de dezembro.
O secretário garantiu que está existindo todo o empenho das forças da segurança do Estado para elucidar o caso até pela própria determinação expressa do governador Camilo Santana para que o caso seja tratado com “rigor absoluto”. Segundo ele, desde o primeiro dia, equipes da Polícia Civil estiveram na região engajados na investigação e a esperança é ver o desvendamento do crime no mais curto espaço de tempo possível. No momento, buscam provas, para a montagem de um Inquérito Policial sem contestações.
Ali estiveram o presidente da Câmara, Luiz Márcio Pereira; o 1º secretário da Casa, José Rodrigues Reis, e os vereadores Luiz Almir Soares, João Dias Sobrinho e José Bacelar Pereira. Eles garantiram todo o apoio necessário ao trabalho de investigação da polícia no sentido de solucionar o caso o mais breve possível e demonstraram confiança, lembrando ser uma cobrança de todo o estado.
O delegado Marcus Rattacaso destacou que os canais de denúncias da Polícia estão abertos para receber informações que possam auxiliar os trabalhos, podendo ser feitas para o número 181, o Disque-Denúncia da Secretaria da Segurança mediante garantia do sigilo quanto à fonte informadora. As investigações são conduzidas pelo Departamento de Polícia Judiciária do Interior Sul, com apoio do Núcleo de Homicídios e Proteção à Pessoa (NHPP) da Regional de Juazeiro e, segundo ele, detalhes não estão sendo fornecidos para não comprometer o andamento.
Por Demontier Tenório
Miséria.com.br

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