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ALERTA <> CINCO CIDADES REGISTRAM MORTES POR COVID-19


Após setembro e outubro sem nenhum óbito verificado, o Ceará voltou a registrar mortes por Covid-19. Ao todo, 11 pessoas foram vitimadas pelo novo coronavírus em cinco municípios no Estado, desde o início de novembro.⁠⁠
Sobre o número de casos, o IntegraSus aponta 6.586 confirmações apenas na 49ª semana epidemiológica (entre os dias 1º e 7 de dezembro).⁠
Conforme publicado pelo O POVO, o quantitativo já havia quadruplicado da semana 47 (17 a 23 de novembro), quando foram registrados 794 casos, para a semana 48 (24 a 30 de novembro), que teve 3.722 registros.⁠
Assim, agora, as confirmações quase duplicaram entre a última semana de novembro e a primeira de dezembro.⁠

Fortaleza atinge 42,7% de positividade nos exames de COVID-19


Foi registrado na última semana de novembro taxa de positividade de 42,7% dos exames RT-PCR para Covid-19 na capital cearense. Entre os dias 22 e 28, foram analisadas 592 amostras de residentes da Capital analisadas pelos laboratórios da rede pública. Na semana anterior, de 15 a 21 de novembro, taxa de positividade foi de 28%. Ao todo, foram confirmados 652 casos da infecção.
O cenário epidemiológico deste ano apresentou uma redução na transmissão, com uma média semanal inferior a 50 casos. Esse número aumentou para pouco mais de 100 casos nas semanas 21 e 22, entre 19 de maio a 1º de junho.

Covid-19: OMS cita aumento de casos e queda alarmante na vacinação


A diretora técnica para Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, disse nesta terça-feira (6) que a covid-19 segue “bastante presente entre nós” e que o vírus circula atualmente em todos os países. Segundo ela, dados de sistemas de vigilância em 84 países apontam para um aumento substancial na detecção de testes positivos para a doença.

De forma geral, os números mostram uma ampliação de 10% na taxa de testes positivos para covid, mas o índice varia de região para região. Na Europa, por exemplo, o aumento foi de 20%. Além disso, o monitoramento de águas residuais feito pela OMS sugere que a circulação do vírus pode ser entre duas e 20 vezes maior do que o relatado atualmente. “Isso é importante porque o vírus continua a evoluir, o que nos coloca em risco de mutações mais perigosas”.

Durante coletiva de imprensa em Genebra, Maria citou elevação no número de internações e de mortes por covid em diversos países e destacou que um cenário de circulação elevada do vírus nessa época do ano não era esperado, já que os vírus respiratórios tendem a circular mais fortemente durante o inverno no Hemisfério Norte. “Ao longo dos últimos meses, independentemente da estação, diversos países reportaram aumento de casos de covid-19”.

Compartilhamento de dados

A diretora da OMS alertou que, de um total de 234 Estados-membros, apenas 34 reportaram dados sobre hospitalização por covid; 24 reportaram dados sobre internações em unidades de terapia intensiva (UTI) por covid; e 70 reportaram dados sobre mortes provocadas pelo vírus. “Estamos cegos no que diz respeito aos impactos da covid”, disse, ao destacar que a entidade depende dos números para estabelecer, por exemplo, o nível de risco para a doença.

Queda na vacinação

Maria também demonstrou preocupação em relação ao que chamou de “queda alarmante” das taxas de vacinação contra a covid-19 em todo o mundo – sobretudo entre profissionais de saúde e pessoas com mais de 60 anos, dois grupos considerados de risco para a doença. “Esse cenário precisa ser remediado com urgência”, disse, ao cobrar de governos que ampliem a vigilância e invistam na aquisição de vacinas.

Uma dose a cada 12 meses


Por fim, a diretora da OMS recomendou que sejam tomadas medidas individuais para reduzir o risco de infecção e de agravamento do quadro, incluindo ter tomado uma dose da vacina contra a covid ao longo dos últimos 12 meses – sobretudo entre pessoas que pertencem a grupos de risco. Maria lembrou que bilhões de doses contra a doença foram administradas com segurança em todo o mundo desde 2021, prevenindo milhões de casos graves e mortes.

“O que se tornou crítico agora é: quando foi a sua última dose? Se você tem alguma comorbidade, precisa ser vacinado, pelo menos, a cada 12 meses”, reforçou, ao citar que a falsa percepção de que o vírus foi embora comprometeu seriamente as taxas de cobertura vacinal pelo mundo. “O vírus está aqui para ficar. Mas o impacto futuro da covid-19 depende de nós”, concluiu.

(*) Agência Brasil

VACINA MONOVALENTE CONTRA COVID COMEÇA A SER APLICADA NO CEARÁ HOJE//////

O Ceará começa a aplicar a vacina monovalente contra a covid nesta segunda-feira. O governador do estado, Elmano de Freitas, informou sobre a imunização através das suas redes sociais.
“Informo aos cearenses que começa, a partir desta segunda, a vacinação contra Covid-19 monovalente do laboratório Moderna, com a subvariante ômicron XBB 1.5”.

Ele disse que o Governo do Ceará distribuiu 108.800 doses que estarão disponíveis para completar esquema das crianças de seis meses a quatro anos de idade, e atualizar a proteção para os grupos prioritários.

COVID-19: CEARÁ COMEÇA A APLICAR NOVA VACINA NESSA SEGUNDA-FEIRA <> 19/05/2024 <> DOMINGO, 08:10H

CONTRA SUBVARIANTE ÔMICRON
Uma nova fase de vacinação contra Covid-19 inicia amanhã,  segundas-feira (20). Será aplicada a vacina monovalente do laboratório Moderna, com a subvariante ômicron XBB 1.5, conforme anunciou o governo na  sexta-feira (17).

“Diante da possibilidade de ocorrência de novas variantes de Covid-19, é fundamental tomar o imunizante, mesmo com esquema completo, inclusive com o reforço, desde que a última dose tenha sido aplicada há mais de 3 meses”.

Segundo ele, o Governo do Ceará distribuiu 108.800 doses, que estarão disponíveis para completar o esquema das crianças de 6 meses a 4 anos de idade e atualizar a proteção para os grupos prioritários.

A vacinação acontecerá nos postos de saúde e nas unidades dos Vapt Vupt em Fortaleza.

(Foto: Reprodução/Governo do Ceará)







COVID-19: PROTOCOLOS ATUALIZADOS SOBRE USO DE MÁSCARA, ISOLAMENTO E TESTAGEM


Desde 2020, as recomendações sobre tempo de isolamento, quando usar máscara e quando fazer testes para detectar o coronavírus mudaram conforme novas descobertas científicas foram feitas. Com novo surto no Ceará causado pela sublinhagem JN.1 da variante BA.2.86, o Ministério da Saúde reforçou as orientações básicas por meio de nota técnica, além de instituir a segunda dose da vacina bivalente para grupos de risco.

CASOS DE COVID-19 NO CEARÁ QUASE TRIPLICAM EM UMA SEMANA APONTA SECRETARIA DA SAÚDE



MANTENHA A VACINAÇÃO EM DIA
Entre os dias 19 e 25 de novembro deste ano, foram diagnosticados 716 novos casos covid-19, de acordo com a Secretaria da Saúde (Sesa). Um aumento de 189% em comparação com a semana anterior (12 a 18 de novembro), quando foram identificados 247 casos.

Os dados são referentes aos testes rápidos e exames de RT-PCR realizados em todo o estado durante o período. O crescimento pode estar relacionado à circulação da EG.5 (variante Eris).

“A variante Eris é capaz de driblar a memória imunológica e provocar infecção respiratória ou síndrome gripal. Esse é o cenário que provavelmente está se configurando ao longo do mês de novembro”, explica o secretário executivo de Vigilância em Saúde da Sesa, Antonio Lima Silva Neto (Tanta).

A pasta monitora a situação epidemiológica no Ceará e recomenda a vacinação contra o coronavírus.

“A última atualização da vacina, com a bivalente, induz a produção de anticorpos capazes de neutralizar com mais eficiência a transmissão do vírus, uma vez que incorpora as novas variantes da doença predominantes no Brasil e em todo o mundo”, ressalta.

Em Fortaleza, 118 postos de saúde vacinam contra o coronavírus de segunda à sexta-feira, das 7h30 às 18h30. Aos sábados, domingos e feriados, o atendimento é realizado nas unidades Mattos Dourado, no bairro Edson Queiroz, e Irmã Hercília, no bairro São João do Tauape.

Estudos científicos revelam que a vacina bivalente protege o organismo contra as cepas originárias da covid-19 e contra as variantes.

Para receber a vacina bivalente contra o coronavírus é necessário ter tomado, no mínimo, duas doses dos imunizantes monovalentes. O intervalo recomendado entre a aplicação das doses é de quatro meses, de acordo com orientação do Ministério da Saúde.
#JornalJangadeiro #JJFeed #Saúde

CAMPANHA COM VACINA BIVALENTE CONTRA COVID-19 COMEÇA DIA 27 NO CEARÁ




Uma nova fase da vacinação contra Covid-19 terá início em 27 de fevereiro no Ceará. De acordo com o governador, Elmano de Freitas (PT), a nova fase conta com a aplicação de uma vacina bivalente. 💉

O imunizante - previsto no cronograma do Ministério da Saúde para os estados - aumenta a produção de anticorpos para proteção tanto contra a cepa original do Sars-Cov-2, vírus causador da doença, quanto contra a variante Ômicron e as sublinhagens dela.

Conforme Elmano, a vacinação será iniciada pelos grupos prioritários: pessoas acima de 70 anos com a 4ª dose, pessoas imunocomprometidas, indígenas e quilombolas.

Ainda segundo o governador, no Ceará, 32.400 doses da vacina bivalente da Pfizer já foram recebidas, e até 22 de fevereiro, novas 729.480 doses devem chegar ao estado.

"Utilizaremos nossa logística de distribuição para que todos os municípios recebam a bivalente com a devida antecedência para o início da aplicação, assim como temos feito desde o início da vacinação contra a Covid", disse Elmano.

Doses bivalentes: Brasil vai aplicar em fevereiro nova vacina da Covid-19

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (26) o plano de vacinação contra a Covid-19 para 2023 com as vacinas bivalentes da Pfizer. Os imunizantes da “segunda geração” foram elaborados para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes. A nova versão foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em novembro. A campanha está prevista para começar no dia 27 do próximo mês.

As vacinas estão atualizadas para as novas variantes da Covid-19. Desde o início da pandemia, o vírus vem sofrendo mutações (o que é normal). Atualmente, a variante que domina o mundo é a ômicron, bem diferente do vírus original. Por isso, as vacinas chamadas “monovalentes” fornecem menos proteção frente à variante dominante — mas continuam sendo eficazes contra casos graves, óbitos e hospitalizações.

A Pfizer, assim como a Anvisa, reforça que a vacina monovalente original continua sendo importante instrumento no combate à Covid-19. A Anvisa aprovou as vacinas bivalentes para a população a partir de 12 anos de idade. Elas são indicadas como dose de reforço e devem ser aplicadas a partir de três meses após a série primária de vacina ou reforço anterior. Vale lembrar que as vacinas bivalentes da Pfizer têm a tampa de outra cor: cinza. A monovalente tem a cor roxo.

(*) Ministério da Saúde

Cearenses testam positivo para Covid-19 pela primeira vez após 32 meses de pandemia; entenda motivos Exposição constante mesmo com o esquema vacinal completo e mutações do coronavírus podem contribuir para novos casos

Desde que os primeiros casos de Covid-19 foram registrados no Ceará, em 15 de março de 2020, já se passaram 32 meses da pandemia no Estado. Porém, com o novo aumento de casos iniciado em novembro, sugerindo uma quinta onda da doença, há cearenses sendo infectados pela primeira vez em quase três anos.

Este foi o caso do analista de gestão ambiental Hubertt Augusto, 27 anos, diagnosticado no último dia 20 mesmo após ter o esquema de vacinação completo com quatro doses.

Durante todo o tempo da pandemia, ele teve contatos de risco. Primeiro, com a mãe, que ficou doente logo nos primeiros meses, sob seus cuidados. Já em 2021, foi a vez do pai, que chegou a passar 12 dias internado em um hospital.
“Eu dormia no mesmo quarto acompanhando ele, mas não tive sintomas gripais. Quando ele recebeu alta, o médico me mandou fazer exame, e deu negativo. Passei esse tempo todo sem sintomas, ou fui assintomático”, observa.

Contudo, na última semana, o pai teve novos sintomas gripais. Por ter tido contato, Hubertt também desenvolveu sintomas e decidiu fazer o teste no Hospital São José. Pela primeira vez, foi diagnosticado com Covid-19.

O analista considerou seus sintomas leves: tosse leve, nariz entupido e garganta inflamada. Ele cumpriu o isolamento em casa e foi liberado a retornar às atividades na sexta-feira (25).
A servidora pública Julie Azevedo, 33, também teve familiares, parentes e colegas de trabalho infectados, mas nunca tinha pego - provavelmente, atribui ela, ao uso contínuo de máscaras tipo PFF2. Contudo, no começo desta semana, durante o expediente, ela perdeu a voz.

Não passou pela cabeça ser Covid, mas o alerta de uma colega de trabalho me fez procurar a emergência de um hospital particular. Acredito que peguei no trabalho. Muitos alunos têm adoecido nos últimos dias e não utilizam máscara.
JULIE AZEVEDO
Servidora pública

Horas após a afonia, vieram dor de cabeça, coriza, dor no corpo, febre e calafrios, mas sem maiores repercussões. “Acredito que, sem as vacinas, teria sido muito pior. Inclusive, os primeiros sintomas lembram muito as reações que tive na primeira dose, com a Astrazeneca”, afirma.
SINTOMAS LEVES

Sabrina Guerra De La Via, 42, já retornou ao trabalho e às atividades cotidianas depois de passar sete dias em isolamento. Também infectada pela primeira vez, ela teve sintomas como “nariz congestionado, coriza, muito mal estar, moleza e bastante dor de cabeça” - mas, ainda assim, “leves”.

A terapeuta ocupacional conta que, ao longo da pandemia, manteve o isolamento, cuidados com higiene, uso de máscaras seguras e procura pelas quatro doses da vacina. Mesmo tendo contato devido ao trabalho, não foi contaminada “devido aos cuidados absolutos”. Para a primeira vez, ela tem uma hipótese.

(*) DN

NOVOS PRAZOS DE ISOLAMENTO PARA COVID-19 <> VEJA O QUE DIZ ESPECIALISTAS...

Covid-19: vacinados com Janssen devem se atentar para doses de reforço



A população brasileira que recebeu a vacina da Janssen contra a Covid-19 deve se atentar para a aplicação das próximas doses. O imunizante é de dose única, mas precisa de um reforço para ampliar a proteção. Para esclarecer possíveis dúvidas, o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica detalhando o esquema para esse público.

“A dose de reforço é também recomendada para quem tomou a vacina da Janssen. Só que, diferente das outras, você faz apenas uma dose de reforço a mais. Idealmente, ela deve ser feita com o mesmo imunizante, ou seja, quem tomou Janssen toma dose de reforço com a Janssen. Mas pode, sim, ser feito ou com a vacina da Pfizer ou com a vacina da Astrazeneca”, diz a médica infectologista Ana Helena Germoglio.

O Ministério da Saúde ressalta que não há a aplicação da chamada segunda dose da Janssen. Mas quem se vacinou com esse imunizante deve tomar a dose de reforço dois meses depois da dose única. Para pessoas acima de 50 anos, há ainda mais uma imunização. Esse público deve tomar uma segunda aplicação, quatro meses depois da primeira dose de reforço. Portanto, o esquema vacinal da Jansen é:Dose única inicial + dose de reforço + segunda dose de reforço (que vale para o público prioritário acima de 50 anos)

A médica pontua que essa imunização precisa de orientações específicas, o que tem confundido algumas pessoas. “Essa questão da vacinação da Janssen sempre despertou um pouco de dúvidas, já que é uma vacina que é considerada em dose única. Uma vez que você faz uma dose, é considerado como se a pessoa já tivesse tomado duas doses das outras vacinas”, esclarece.

Segundo números do governo federal atualizados em 15 de junho, 443 milhões de doses de vacina contra a Covid-19 foram aplicadas na população, sendo 22 milhões da Janssen.

Novo decreto recomenda uso de máscaras em ambientes fechados e locais abertos passíveis de aglomeração



Em transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta sexta-feira (10), a governadora Izolda Cela comunicou que, a partir desta segunda (13), o uso de máscaras será recomendado em ambientes fechados, incluindo instituições de ensino, e em locais abertos que possibilitem aglomeração. A medida foi tomada pelo Comitê Estadual de Enfrentamento à Pandemia para conter o aumento de casos positivos para a covid-19 observado em todo o Brasil.

“Tudo isso para que tenhamos uma condição mais segura de atravessar essa situação”, ressaltou a governadora Izolda Cela.

Acompanhada do secretário da Saúde, Marcos Gadelha, a chefe do Executivo Estadual ressaltou que, apesar do crescimento de casos, não são percebidas ocorrências de agravamento pela doença e consequente demanda por assistência. “A pandemia não acabou. Ainda é uma realidade. Precisamos sempre ter prudência”, ponderou.

Atualmente, 90,4% dos cearenses completaram o esquema inicial de vacinação (primeira e segunda doses) e 65,1% tomaram dose de reforço. Mais de 20,5 milhões de doses foram aplicadas no Ceará. “É (um número) importante, mas não é suficiente para termos uma condição mais segura, de barreira imunológica”, argumentou Izolda Cela.

Três capitais voltam a recomendar a utilização de máscaras em locais fechados

Três capitais voltaram a recomendar a utilização de máscaras de proteção em locais fechados devido ao aumento de casos da Covid-19, segundo levantamento da Agência CNN: São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte. Essas e todas as demais capitais, junto ao Distrito Federal, desobrigam a exigência de proteção facial em todos ambientes por decreto. Segundo a Prefeitura de São Paulo, a decisão de retorno “leva em conta o aumento na positividade dos testes rápidos antígenos (TRAs) para Covid-19. Na semana epidemiológica 17 (24 a 30 de abril), a taxa de positividade foi de 4%, enquanto em 30 de maio, a positividade foi de 18%.” No dia 31 de maio, o Comitê Científico do Coronavírus no estado de São Paulo retornou com a instrução, que não muda a legislação vigente, que impõe o uso apenas em hospitais e no transporte coletivo. A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba explica que junto ao aumento de infecções pelo coronavírus, está também a pressão enfrentada pelo sistema hospitalar devido ao crescimento de atendimento por outras doenças respiratórias. Belo Horizonte indica que observou “uma tendência de aumento da incidência acumulada nos últimos 14 dias por 100 mil habitantes e, embora até o presente momento não se observe alteração no indicador relativo a letalidade da Covid, as mudanças nas regras são uma estratégia fundamental para o enfrentamento da doença no município.”

Covid-19: chega ao fim estado de emergência em saúde pública no Brasil

Foto: Agência Brasil


Chegou ao fim, neste domingo (22), o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), decretado em função da pandemia de covid-19 no Brasil.

A portaria com a decisão foi assinada pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em 22 de abril, e previa prazo de 30 dias para que estados e municípios se adequassem à nova realidade.

A decisão do governo brasileiro foi tomada com base do cenário epidemiológico mais arrefecido e o avanço da Campanha de Vacinação no país. Segundo o Ministério da Saúde, apesar da medida, nenhuma política pública de saúde será interrompida.

“A pasta dará apoio a estados e municípios em relação à continuidade das ações que compõem o Plano de Contingência Nacional”, garantiu o governo.

Histórico

No último dia 12 de maio, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prorrogou, a pedido do Ministério da Saúde, o prazo de validade das autorizações para uso emergencial de vacinas contra covid-19, que deixariam de ser usadas na campanha de vacinação contra a doença com o fim do Epin. A medida vale também para medicamentos que só deveriam ser usados durante a crise sanitária. Segundo a decisão da Diretoria Colegiada da Anvisa, as autorizações permanecerão válidas por mais um ano.

No mesmo dia, a Anvisa alterou a resolução que permite a flexibilização das medidas sanitárias adotadas em aeroportos e aeronaves, em virtude do encerramento do estado de emergência. Entre as mudanças, estão a retomada do serviço de alimentação a bordo e permissão para retirada de máscaras para se alimentar, durante o voo.

Segundo o Ministério da Saúde, o governo federal empenhou quase R$ 34,3 bilhões para a compra de cerca de 650 milhões de imunizantes contra a covid-19.

“Por conta da vacinação, o Brasil registra queda de mais de 80% na média móvel de casos e óbitos pela covid-19, em comparação com o pico de casos originados pela variante Ômicron, no começo deste ano. Os critérios epidemiológicos, com parecer das áreas técnicas da pasta, indicam que o país não está mais em situação de emergência de saúde pública nacional”, ressaltou o Ministério em nota.

(*) MSN
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Uso emergencial de medicamento para Covid-19 é aprovado pela Anvisa



A diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira, 4, o uso emergencial do medicamento molnupiravir, da empresa Merck Sharp & Dohme (MSD), para tratamento da covid-19.

O molnupiravir é um medicamento antiviral de uso oral que, nos ensaios clínicos, mostrou efeitos benéficos a pacientes adultos leves e moderados, com capacidade de reduzir os casos de hospitalização e mortes. De uso domiciliar, ele funciona para reduzir as chances do vírus Sars-CoV-2 se multiplicar e se reproduzir no corpo.

O medicamento já está em uso em 17 países e foi aprovado pelas agências regulatórias nos Estados Unidos, na Europa, no Japão, no Reino Unido, na Austrália e também pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A diretora Meiruze Freitas, relatora do processo, ressaltou a importância de opções terapêuticas para determinadas condições clínicas, especialmente em indivíduos que, por várias razões, têm alto risco de desenvolver as formas graves de covid-19. A diretora alertou que o molnupiravir não substitui a vacina, que continua sendo a melhor opção para prevenir a doença.

Indicação

De acordo com a Anvisa, o medicamento é indicado para o tratamento da covid-19 em adultos que não requerem oxigênio suplementar, que apresentam risco aumentado de progressão da doença para casos graves e cujas opções alternativas de tratamento aprovadas ou autorizadas pela Anvisa não são acessíveis ou clinicamente adequadas.

O medicamento é de uso adulto, com venda sob prescrição médica, e não é recomendado durante a gravidez, a amamentação e em mulheres que podem engravidar e que não estão usando contraceptivos eficazes. Isso porque estudos de laboratório em animais mostraram que altas doses de molnupiravir podem afetar o crescimento e o desenvolvimento do feto.

O molnupiravir deve ser utilizado durante os cinco primeiros dias após o aparecimento dos sintomas, de modo a evitar o desenvolvimento de uma versão resistente do vírus. Além disso, deve ser limitado a cinco dias consecutivos.

A dosagem em pacientes adultos é de 800 mg (quatro cápsulas de 200 mg) por via oral, a cada 12 horas, e por cinco dias, com ou sem alimentos. O medicamento deve ser utilizado assim que possível após o diagnóstico da doença e dentro de cinco dias do início dos sintomas.

(*) com informações da Agência Brasil

Caetano e Paula Lavigne testam positivo para Covid-19



O cantor Caetano Veloso, de 79 anos, testou positivo para a Covid-19. A empresária e esposa dele, Paula Lavigne, também, foi diagnosticada com a doença. A informação foi divulgada nas redes sociais do artista, na noite deste domingo (26).

Caetano garantiu que ele e a esposa estão bem. Atribui isso a terem tomado a vacina.

Para maioria dos brasileiros, pandemia acaba quando 3/4 da população for vacinada

Quando a pandemia vai acabar? Essa pergunta está presente no cotidiano de todos os moradores do planeta desde quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a infecção tempestuosa da covid-19 como uma pandemia, em março de 2020. Até aqui, não há uma resposta exata, mas há palpites diversos. Para a maioria dos brasileiros (24%), por exemplo, o maior indicador de que a pandemia está no fim é a vacinação completa de 75% da população do Brasil.

Esse também é o indicador mais confiável para sinalizar o fim da pandemia para a maioria dos 22.033 adultos (20%) de 33 países entrevistados pela pesquisa Covid-19: A pandemia um dia acabará?, realizada entre 22 de outubro e 5 de novembro — no Brasil foram 1 mil entrevistados. O estudo foi publicado nesta sexta-feira (10/12).

Os entrevistados tiveram que escolher entre oito opções para responder a pergunta “Quais indicadores você pensa ser os melhores para mostrar que a pandemia da covid está terminando e as principais restrições podem ser suspensas no seu país?”.

Além de cinco hipóteses, os participantes também poderiam optar por “outro”, se a pessoa pensasse em uma nova forma de indicador; ou também dizer que “a pandemia já está no fim”. Ou, ainda, afirmar que não sabe — e não concorda com os outros indicadores apresentados.

Covid: pílula da Pfizer tem 89% de eficácia na prevenção de internações e mortes

A Pfizer afirmou que pretende solicitar autorização para uso da droga à Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos este mês. O estudo que comprovou a eficácia é da própria empresa.
Logotipo da Pfizer(foto: ANGELA WEISS / AFP)


APfizer informou, nesta sexta-feira, 5, que uma pílula desenvolvida pela farmacêutica teve eficácia de 89% na redução do risco de internação ou morte entre pessoas com casos graves de covid-19. O anúncio é baseado em resultados preliminares de um estudo de fase 2/3 conduzido pela farmacêutica.
O antiviral, conhecido como Paxlovid, funcionou quando administrado três dias após o diagnóstico, de acordo com a empresa. Dos 1.219 adultos que participaram da pesquisa, dez que tomaram o placebo morreram, comparado com nenhum óbito entre os que receberam o remédio. Os testes também atestaram a segurança da substância.

A Pfizer afirmou que pretende solicitar autorização para uso da droga à Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos este mês.

Se autorizado pelas autoridades regulatórias, seriam dois comprimidos de covid-19 que as pessoas podem tomar em casa antes do final do ano para permanecer fora do hospital. Um antiviral da Merck e Ridgeback Biotherapeutics foi liberado para uso no Reino Unido esta semana e está para autorização nos EUA.

"As notícias de hoje são uma verdadeira virada de jogo nos esforços globais para deter a devastação desta pandemia", afirmou o CEO da Pfizer, Albert Boula. "Esses dados sugerem que nosso candidato a antiviral oral, se aprovado ou autorizado pelas autoridades regulatórias, tem o potencial de salvar vidas de pacientes, reduzir a gravidade de infecções de covid-19 e eliminar até nove em cada dez hospitalizações", acrescentou. Com informações da Dow Jones Newswires.

(*) O POVO
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Zeca Pagodinho segue internado, no Rio; quadro é estável, mas sem previsão de alta

Com 62 anos,
artista completou ciclo vacinal
/
FOTO Divulgação
O cantor e compositor Zeca Pagodinho segue internado, sem previsão de alta, na Casa de Saúde São José, na zona sul do Rio de Janeiro. O artista deu entrada neste sábado (14), após testar positivo para covid-19.

A unidade de saúde informou que o quadro médico de Zeca é estável e apresenta bom estado geral, com sintomas leves e sem necessidade de suporte de oxigênio.

Segundo a assessoria de imprensa do cantor, o médico que o acompanha pediu para que ele fosse hospitalizado para melhor monitoramento, mas ele está bem e interagindo com a equipe médica.

Zeca Pagodinho tem 62 anos e já completou o esquema vacinal contra a doença no dia 9 de julho, quando foi imunizado com a segunda dose.

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