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O primeiro debate presidencial de 2026, realizado pela Band, acabou produzindo um efeito inesperado nas redes sociais.
O primeiro debate presidencial de 2026, realizado pela Band, acabou produzindo um efeito inesperado nas redes sociais. Enquanto os principais favoritos à Presidência não participaram do encontro, Augusto Cury (Avante) saiu do debate com forte crescimento de visibilidade digital e passou a chamar a atenção de eleitores e analistas.
Levantamento da Vox Radar mostra que Cury teve crescimento de 19,4% no número de seguidores no Instagram, passando de aproximadamente 8,3 milhões para 9,9 milhões. Em poucos dias, a marca ultrapassou os 10 milhões. Segundo os dados, foram cerca de 1,55 milhão de novos seguidores concentrados no período posterior ao debate.
O ritmo de crescimento também mudou de forma significativa. Antes do debate, o perfil do candidato registrava uma média de aproximadamente 5 mil novos seguidores por dia. Depois do encontro, foram cinco dias consecutivos de aceleração, transformando Cury no presidenciável com maior crescimento proporcional nas redes no período analisado.
Busca pelo nome também dispara
O fenômeno não ficou restrito ao Instagram. Augusto Cury também liderou as buscas pelo nome entre os presidenciáveis no Google, especialmente após sua participação no debate.
Durante e depois do encontro, os internautas passaram a pesquisar informações sobre sua trajetória, propostas, partido e atuação como escritor. A Band confirmou que Cury liderou o volume de buscas no Google durante o debate.
Dados divulgados pela Vox Radar apontam ainda crescimento expressivo das menções ao candidato e da percepção positiva nas redes. Em levantamento entre 22 e 27 de agosto, Cury ganhou mais de 1,55 milhão de seguidores, enquanto recebeu mais de 526 mil declarações espontâneas de voto nos comentários analisados.
Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026.
Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta segunda-feira (31), aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno da eleição presidencial de 2026.
Lula tem 47,1% das intenções de voto, contra 42,6% de Flávio. Outros 10,3% disseram não saber, votar em branco ou nulo. Embora Lula esteja na liderança, sua vantagem em comparação à pesquisa anterior diminuiu.
Cenário 2º turno (Lula e Flávio):
Lula (PT): 47,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 42,6%
Branco/nulo ou indecisos: 12,3%%
O levantamento entrevistou 5.014 pessoas entre os dias 25 e 30 de agosto de 2026, utilizando recrutamento digital aleatório (Atlas RDR).
A pesquisa possui uma margem de erro de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07972/2026.
Eleições 2026: saiba o que é permitido e proibido no dia da votação
Com a proximidade do primeiro turno das Eleições 2026, em 4 de outubro, muitos eleitores se perguntam sobre o que podem e o que não podem fazer antes e durante a votação. 



Para orientá-los, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formulou o Manual do Eleitor, que reúne em um único documento um resumo explicativo das principais normas e orientações para os cidadãos e cidadãs exercerem seu direito ao voto.
O manual é fruto da Resolução nº 23.759 que o TSE publicou em março deste ano. Dedicada exclusivamente à participação popular no processo eleitoral, a norma reúne, em 13 capítulos, o conjunto de regras que balizam as eleições.
“São orientações práticas sobre o exercício do voto, como a necessidade de apresentação de documento oficial com foto e a proibição do ingresso com aparelho celular na cabine de votação”, explicou o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, ao apresentar o manual, em junho.
Para Marques, a publicação facilita a consulta às informações necessárias ao exercício consciente do voto e ao fortalecimento da cidadania.
A votação ocorrerá em todo o Brasil, das 8 horas às 17 horas (horário de Brasília). O segundo turno, se houver, será realizado no dia 25 de outubro.
Cada eleitor votará em um candidato a deputado federal, estadual (distrital no caso do Distrito Federal) e em dois candidatos ao Senado, além dos votos para presidente da República e governadores, bem como seus respectivos vices.
Confira, abaixo, alguns itens obrigatórios, permitidos ou proibidos:O voto é obrigatório a partir dos 18 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos; maiores de 70 anos e analfabetos. Mas atenção: quem está com o título de eleitor cancelado não pode votar
Para votar, é obrigatório apresentar um documento oficial original, com foto (RG; CNH; passaporte etc)
O eleitor cujo título eleitoral estiver em situação regular pode votar mesmo que não tenha coletado a biometria
Pessoas transgênero têm o direito de ter sua identidade de gênero e nome social respeitados no cadastro eleitoral
É proibido colar propaganda eleitoral em veículos particulares, exceto adesivos microperfurados até a extensão total do para-brisa traseiro e, em outras posições, adesivos até a dimensão máxima fixada
Eleitoras e eleitores que não estiverem em seu domicílio eleitoral no dia do pleito têm direito a votar em trânsito nas capitais e nos municípios com eleitorado superior a cem mil habitantes, mas o prazo obrigatório para pedir a transferência temporária terminou em 20 de agosto
No dia da eleiçãoÉ proibido ingressar na cabine de votação com aparelhos de telefone celular, que devem ser deixados em local indicado pelos mesários
O eleitor pode levar os nomes e números de registro de seus candidatos anotados em um papel e utilizá-lo na hora de votar
Todo eleitor tem direito, conforme a necessidade, a se ausentar do serviço pelo tempo necessário para votar, sem sofrer descontos salariais ou qualquer outro prejuízo
São proibidas a boca de urna e aglomerações com roupas padronizadas
O eleitor pode manifestar sua preferência política de forma individual e silenciosa por meio do uso de bandeiras, broches, adesivos e camisetas
Candidatos ou partidos políticos estão proibidos de oferecer transporte ou refeições para os eleitores em troca de votos
Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida têm direito a ser auxiliadas por alguém de sua escolha na hora de votar, além de poder acessar a urna na companhia de um cão-guia
O voto dos eleitores indígenas deve ser assegurado, independentemente deles falarem ou não a língua portuguesa, podendo se expressar em suas línguas maternas
Os portões dos locais de votação serão fechados às 17 horas (horário de Brasília). A partir deste momento, só quem já estiver na fila de votação poderá votar
Depois da eleição
Eleitores obrigadas a votar que não o fizeram precisam justificar a ausência até 3 de dezembro (se deixar de votar no 1º turno) e até 8 de janeiro de 2027 (caso não votem no 2º turno).
A justificativa pode ser apresentada pela Internet, pelo aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral.
Flávio Bolsonaro grava vídeo de apoio à candidatura de Eduardo Cunha
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) gravou um vídeo de apoio à candidatura de Eduardo Cunha (Republicanos) à Câmara. Na peça, Flávio afirma que Cunha é uma "pessoa que tem um papel importante na história do País".
Cunha foi deputado federal por quatro mandatos pelo Rio de Janeiro, mas mudou seu domicílio eleitoral para se lançar em Minas nas eleições deste ano.
"Foi aquele que abriu os olhos da população brasileira e derrubou a Dilma, talvez a pior presidente que este País tenha tido e, graças a Deus, o Brasil reagiu a tempo. O Eduardo é candidato a deputado federal", declarou Flávio, em vídeo publicado por Cunha nas redes sociais.
Eduardo Cunha afirmou apoiar Flávio à Presidência, apesar da neutralidade do Republicanos em âmbito nacional.
O ex-deputado também tem usado em suas redes imagens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) agradecendo a ele pela participação no processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).
Outros vídeos publicados por Cunha também mostram figuras políticas e religiosas o endossando, como o deputado Marco Feliciano (PL-SP) e o pastor evangélico Valdemiro Santiago.
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