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PROJETO AUTORIZA TRABALHADOR A UTILIZAR SALDO DO FGTS PARA INSTALAR ENERGIA SOLAR RESIDENCIAL



PROJETO EM ANÁLISE NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
Usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar e instalar sistemas de energia solar em suas residências pode se tornar realidade para o trabalhador se um projeto virar lei. Em tramitação na Câmara dos Deputados, a proposta permite que o trabalhador use até 50% do saldo do FGTS a cada 5 anos.

O Conselho Curador do FGTS estabelecerá as condições necessárias para a operacionalização da lei, incluindo os procedimentos para saque, os critérios de elegibilidade dos sistemas de energia solar fotovoltaica e as certificações necessárias das empresas fornecedoras. O valor máximo de retirada também deverá ser estabelecido em regulamento do Poder Executivo.

Agora, a proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Atualmente, o saque do FGTS é permitido em diversas situações, que vão além da demissão, como:
* Demissão Sem Justa Causa: direito ao saque integral do FGTS depositado em sua conta vinculada, além de uma multa rescisória de 40% sobre o total acumulado;
* Aposentadoria: direito ao saque total do saldo do FGTS;
* Doenças Graves: o saque é permitido para o trabalhador ou seus dependentes que forem diagnosticados com doenças graves, como câncer ou HIV. É necessário apresentar documentação comprobatória.
* Saque-Aniversário: retirada de uma parte do saldo do FGTS anualmente no mês do aniversário. No entanto, ao escolher essa opção, não se pode sacar o total em caso de demissão sem justa causa.
* Calamidade Pública: em emergências reconhecidas pelo governo federal, como desastres naturais, o trabalhador pode sacar seu FGTS para cobrir despesas urgentes.
* Idade Superior a 70 Anos: trabalhadores com 70 anos ou mais têm direito ao saque integral do FGTS, mesmo que ainda estejam empregados.

Mais de 15 mil famílias de baixa renda no Ceará terão painéis solares pelo Minha Casa, Minha Vida

O novo programa federal que prevê a instalação de placas solares em residências do “Minha Casa, Minha Vida (MCMV)” beneficiará 15,9 mil famílias de baixa renda no Ceará, segundo o Ministério das Cidades. No Brasil, serão 500 mil moradias com painéis fotovoltaicos, até 2027, totalizando investimento de R$ 3 bilhões.

O decreto que institui a iniciativa, a qual foi batizada de “Luz Para Todos Minha Casa Minha Vida”, foi publicado no último 28 de junho. Os demais detalhes sobre a operacionalização, no entanto, ainda não foram divulgados.

(*) Amaury Alencar

Projeto quer zerar bandeiras tarifárias para consumidor que produz energia solar




Um Projeto de Lei (918/2022) em tramitação no Congresso propõe a isenção dos custos de bandeiras tarifárias para os consumidores que produzem a própria energia. Isso protegeria esse público de taxas extras na conta de energia.

A cobrança da bandeira de escassez hídrica, a mais cara do sistema, encareceu a energia dos brasileiros por vários meses, encerrando-se apenas no dia 16 de abril deste ano.
COMO FUNCIONA HOJE

Hoje, as bandeiras tarifárias já são cobradas de forma diferenciada para quem produz a própria energia.

“A cobrança da bandeira recai somente sobre o consumo da energia que ele não produzir, ou seja, só do que ele precisar consumir da rede de distribuição”, explica Mário Viana, gerente comercial da Sou Energy, fabricante de equipamentos fotovoltaicos.

Por exemplo, se uma unidade consumidora produzir 500 Kw, isso deverá ser abatido da conta final. Se a conta apontou um consumo de 550 Kw, isso significa que o cliente produziu 90% de tudo o que consumiu de energia no mês, e somente 10% foi o consumo direto da rede de distribuição. Assim, a conta de energia deverá incidir apenas sobre os 10% consumidos, assim como a cobrança da bandeira tarifária.

“Além da economia na conta de energia, o cliente também está economizando no valor da bandeira tarifária que incidiria sobre o consumo que ele mesmo produziu”, completa Mario.

Mas com o projeto de lei aprovado, a taxa seria inteiramente excluída.

A pauta será analisada em caráter conclusivo, sem necessidade de apreciação em Plenário. Precisa passar por comissões, como a de Defesa do Consumidor, de Minas e Energia e Constituição e Justiça e de Cidadania.

(*) DN
www.carlosdehon.com

Taxação de energia solar não está definida, afirma governo

Placas de energia solar instaladas para gerar eletricidade
O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou ontem dia 07 que um dos diretores da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Rodrigo Limp Nascimento, manifestou ao presidente Jair Bolsonaro que também é contra revisar os atuais incentivos concedidos a pessoas e empresas que adotem sistemas de geração de energia solar. Os dois se reuniram no Palácio do Planalto, durante a tarde.
"O diretor da Aneel, o senhor Rodrigo Limp Nascimento, conversou com o presidente sobre vários aspectos relacionados aos temas da energia solar e esboçou o seu posicionamento pessoal de estar alinhado ao presidente da República no tocante a essas questões de energia solar, de tributação ou não tributação", disse o porta-voz em entrevista a jornalistas. Limp Nascimento é um dos cinco diretores da agência, que tem autonomia, definida em lei, para regular o setor elétrico no país. Rêgo Barros reforçou que o governo respeita a autonomia da agência, mas que a manifestação do diretor revela "um sentimento de que a Aneel entende a posição do presidente". 
Desde o fim de semana, o presidente Jair Bolsonaro tem se manifestado publicamente contra qualquer tipo de "taxação" na chamada geração distribuída de energia solar. Segundo o porta-voz da Presidência da República, a não taxação vai estimular investimentos no setor e pode desenvolver uma nova matriz energética no país, especialmente no Nordeste. 
"O presidente Bolsonaro tem enfatizado que é contrário à taxação da energia solar e conta com o apoio decisivo dos senhores presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. A não taxação da energia solar estimulará o investimento nesse setor, principalmente para uso doméstico e em pequenas empresas. Deve-se observar que a Região Nordeste é uma das mais privilegiadas do planeta pela presença extensiva e concentrada do fluxo da mais poderosa fonte de energia, que é o sol. Em razão disso, poderá se tornar a base de uma nova matriz de energia limpa, renovável e, por que não dizer, democrática", disse Rêgo Barros. 
Entenda
Em 2012, a Aneel editou a Resolução 482 com o objetivo de promover e incentivar a instalação, pelos consumidores, de painéis fotovoltaicos para a geração de energia elétrica. Com a medida, os usuários poderiam usar a rede distribuidora da concessionária de energia para transmitir e armazenar o excedente gerado para consumo posterior. A diferença entre aquilo que é consumido entre a rede elétrica e os painéis solares era então descontada da conta final de energia do consumidor, que também inclui empresas. 
A revisão dessa resolução começou a ser feita no final do ano passado e a expectativa da Aneel era retirar, ao menos em parte, os subsídios que permitiram aos consumidores a utilização da rede de energia elétrica a um baixo custo. Uma eventual nova resolução, se aprovada pela agência, poderá ser derrubada pelo Congresso Nacional.
Edição: Fábio Massalli

Grendene de Sobral já opera com maior usina de energia solar do País



Entrou em operação, no fim de semana, na cidade de Sobral (Zona Norte), a maior usina fotovoltaica do País.
Trata-se de mais um investimento da Grendene, que aposta em autogeração de energia, dentro do objetivo de garantir a sustentabilidade da empresa.
São 3.500 placas que cobrem uma área de aproximadamente 6.500 m2 do estacionamento da fábrica.
(Com Blog do Veríssimo)

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