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Quixeramobim confirma dois novos óbitos e ultrapassa a marca de 70 mortos por COVID-19

A cada novo dia a situação se agrava e os números de mortos pela COVID-19 crescem assustadoramente na cidade de Quixeramobim. Nesta segunda-feira (10), dois novos óbitos foram confirmados no município que ultrapassou a triste marca de 70 mortos pela doença e chegou ao total de 71 vítimas desde o início da pandemia. Em agosto, já são 17 mortes somente nos 10 primeiros dias do mês.
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Segundo o boletim epidemiológico divulgado no final da tarde pela Secretaria municipal de Saúde de Quixeramobim, já são 1.613 casos confirmados com 1.029 altas clínicas e 513 em acompanhamento. Outros 1.597 casos suspeitos foram descartados e 14 pacientes seguem aguardando o resultado de seus exames.
Com estas duas novas mortes, o município de Quixeramobim se consolida na liderança no número de mortos ocasionados pelo coronavírus no Sertão Central, deixando para trás municípios como Quixadá e Canindé.
Monólitos Post

Morre aos 23 anos estudante de Juazeiro após diagnóstico de H1N1

"O problema é seríssimo,  tem vacina nos postos, foi liberada, mas tem muita gente que não tá nem ai...."

Faleceu na manhã desta terça-feira (4), a estudante de Nutrição Rafaela Callou de Sá Barreto, aos 23 anos. A jovem estava internada na Clínica São José, em Juazeiro do Norte, desde o dia 26 de maio, quando deu entrada com uma infecção renal, sendo diagnosticada com H1N1 dias depois. 
De acordo com informações de familiares e amigos que organizaram uma campanha virtual para pagar os custos da internação, a doença havia acometido os pulmões da estudante e por isso o quadro sofreu complicações. Rafaela estava fazendo fisioterapia pulmonar, respirando com ajuda de aparelhos.
Ainda de acordo com a família, a estudante era diabética desde a adolescência, condição que agravou ainda mais a situação durante a internação na Unidade de Terapia Intensiva. Uma campanha havia sido organizada na internet para pagar os custos com medicamentos. Até esta segunda, o site havia arrecadado mais de R$ 2 mil. 
Por Felipe Azevedo/ Agência Miséria
Miséria.com.br

Ceará tem mais de 50% dos casos de chikungunya confirmados no Brasil



Mais da metade (51,2%) dos casos de chikungunya registrados no Brasil estão no Ceará, segundo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. São 41.479 casos confirmados. O estado também lidera o ranking de incidência da doença: 462,7 casos para cada 100 mil habitantes. O Brasil tem 80.949 casos da doença e taxa de incidência de 39,3 casos/100 mil habitantes.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera nível epidêmico quando uma cidade ou região tem mais de 300 casos da doença para cada 100 mil habitantes. General Sampaio, no Norte do Ceará, tem a situação mais crítica no país, com 5.054,8 casos para cada 100 mil habitantes, 16,8 vezes o índice epidêmico da OMS.
Também aparecem em situações epidêmicas Acarape (2.174,4 casos/100 mil habitantes), Reriutaba (1.900,6); Caucaia (1.097,8) Maranguape (876,4) e Fortaleza (680,6). Os dados do Ministério da Saúde se referem até o dia 13 de maio. De acordo com boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) divulgado nesta sexta-feira (7), o número de casos confirmados da doença é bem superior: 50.068.
- Em tempo: Os números de Acopiara não foram divulgados, mesmo sendo uma cidade que não atinge os 100 mil habitantes, a olho nu a terra do lavrador, se tivesse sido feito um levantamento os índices  seriam alarmantes. Blog do Carlos Dehon
Portal Iguatu

Mortes por chikungunya chegam a 5 no Ceará



A Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) confirmou, nesta sexta-feira (12), que 40 mortes por chikungunya estão sendo investigados e 5 óbitos em decorrência da doença já foram confirmados.
O monitoramento de casos até o dia 13 de maio de 2017 aponta que foram notificados 41.723 casos da doença, sendo 13.312 confirmados. As 5 mortes aconteceram em Beberibe, Caucaia, Fortaleza (2) e Pacajus.
A Sesa afirma que vem atuando no enfretamento das arboviroses - chikungunya, dengue e zika - em todo o estado por meio de visitas técnicas, fornecimento de material de apoio aos agentes de controles de endemias municipais, distribuição de 10 mil rolos de telas para depósitos de água e aplicação de fumacê.

Chikungunya: infestação pode ser 20 vezes maior



"Se os dados oficiais de infectados pela febre chikungunya no Ceará já são alarmantes, eu tenho certeza que eles são de 10 a 20 vezes maiores que isso. É preciso decidir o que sai mais caro, o conhecimento ou a ignorância sobre a realidade que estamos vivendo". Essas observações foram feitas pelo médico infectologista Ivo Castelo Branco Coêlho, coordenador do Núcleo de Medicina Tropical da Universidade Federal do Ceará (UFC).
Seus questionamentos estão relacionados à subnotificação da doença. "As autoridades da Saúde têm que se pronunciar sobre isso. É preciso analisar todos os custos. Na minha opinião, não ter o diagnóstico da situação pode sair muito mais caro". Segundo o pesquisador, além de agravar problemas de saúde pré-existentes, a chikungunya pode gerar sequelas articulares para o resto da vida. Ele explica que, pelo protocolo de atendimento atual, passados três meses, o paciente deve ser encaminhado ao reumatologista para tratamento de artrite reumatoide.
Ivo Castelo Branco detalha que se trata de uma doença incapacitante, que pode ter inúmeros agravamentos. "Quem diria que levaria à morte por insuficiência respiratória, a derrames ou problemas oculares? Todos os dias eu estudo a aprendo sobre ela. Já tenho pacientes infectados há dois anos", revela. Quanto às pesquisas relacionadas ao tratamento, o médico afirma que é preciso ter paciência quando se faz ciência.
O pesquisador destaca que municípios como Pedra Branca, que não apresenta infestação do Aedes aegypti há anos, nada mais fizeram do que aplicar o conhecimento repassado em cursos sobre o combate ao vetor. "Numa situação explosiva, como a atual, tem que haver uma aplicação de medidas a serem tomadas", diz.
Esquecimento
Ele faz questão de enfatizar que, apesar de se tratar de uma doença nova entre nós, que chegou aqui na época da Copa do Mundo, em meados de 2014, só existe pela presença do mosquito Aedes aegypti. "Enquanto existir o mosquito, todo ano, no primeiro semestre, teremos pessoas adoecendo e, no segundo semestre, todos esquecem, tanto as autoridades quanto a população e a própria imprensa", sentencia.
"A manutenção do Aedes tem vários culpados, pela falta de envolvimento e comprometimento da população e das autoridades em geral, que deveriam orientar e dar condições regionalizadas para controle do vetor". Ivo Castelo Branco lembra que, no dia 29 de março, foi apresentado o aplicativo Aedes em Foco, para um grupo de pessoas de instituições públicas, diretamente ligadas ao trabalho de combate ao mosquito, em encontro coordenado pelo Reitor UFC, Henry de Holanda Campos.
A ferramenta, que já está disponível para download nos sistemas Android e IOS, é resultado de uma ideia do próprio pesquisador - referência nacional em doenças tropicais - desenvolvida pelo Instituto UFC Virtual, sob a coordenação do professor Henrique Pequeno. Com mais de 8 mil casos notificados, numa média de 92 casos para 100 mil habitantes, o Ceará tem a maior taxa de incidência da febre chikungunya do País.
DiariodoNordeste

Ceará registra terceira morte por dengue em 2017



Uma terceira morte foi confirmada pela Secretaria de Saúde do Ceará por dengue em 2017. Dos óbitos, uma era do sexo feminino e dois do sexo masculino. As mortes ocorreram nas cidades de Maracanaú, Fortaleza e Tabuleiro do Norte.
Conforme o boletim epidemiológico divulgado na sexta-feira (28), no estado foram confirmados 28 casos de dengue com sinais de alarme e quatro casos de dengue grave.
Neste ano, foram notificados 25.472 casos da doença no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Do número, foram confirmados 4.988.
Óbitos por Chikungunya
Em 2017, há registro de um (01) óbito confirmado por chikungunya no mês de janeiro, de paciente do sexo feminino, 66 anos, residente no município de Fortaleza.
Zika
Em 2017, foram notificados 831 casos suspeitos de zika. Os casos confirmados na população em geral representam 10,3% (86/831) e casos descartados 18,7% (156/831) do total de notificações, segundo a Sesa.
G1 Ceará

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