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ESTADOS UNIDOS Trump anuncia processo de US$ 15 bilhões por difamação contra o New York Times Ação foi motivada pela divulgação de uma carta de aniversário que teria sido enviada por Trump a Jeffrey Epstein. O documento foi divulgado por políticos e publicado pelo jornal, mas Trump nega a autoria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na segunda-feira que iniciou um processo de 15 bilhões de dólares (79 bilhões de reais na cotação atual) contra o jornal The New York Times por difamação e calúnia.

Em seu novo mandato na Casa Branca, o presidente republicano de 79 anos intensificou sua habitual hostilidade em relação aos meios de comunicação tradicionais, atacando repetidamente jornalistas críticos, restringindo seu acesso ou processando profissionais da imprensa.

O jornal de Nova York informou na semana passada que Trump havia ameaçado iniciar ações legais pela publicação de artigos sobre uma carta de aniversário supostamente enviada por ele ao financista e criminoso sexual falecido Jeffrey Epstein.

A carta contém uma mensagem datilografada inserida no contorno desenhado de uma mulher nua. O presidente dos Estados Unidos nega que a assinatura que acompanha o texto seja dele.

"O New York Times teve permissão para mentir, caluniar e me difamar livremente por muito tempo, e isso acaba AGORA!", escreveu em sua plataforma Truth Social.



ESTADOS UNIDOS A busca desesperada por meninas de acampamento levadas por enchentes que mataram ao menos 51 pessoas no Texas

Pelo menos 51 pessoas, incluindo 15 crianças, morreram em uma inundação repentina que varreu o condado de Kerr, no Texas, nos Estados Unidos, em meio a condições climáticas extremas e inundações nesta sexta-feira (4/7).

As autoridades dizem que 27 meninas ainda estão desaparecidas depois que as enchentes devastaram um acampamento de verão cristão localizado às margens do rio Guadalupe.

Entre as vítimas estava Jane Ragsdale, que era a diretora e coproprietária do acampamento para meninas, o Heart O'Hills, de acordo com comunicado oficial.

"Estamos de luto pela perda de uma mulher que influenciou inúmeras vidas e era a definição de forte e poderosa", diz o texto.

Outros nomes não foram divulgados para proteger as famílias.

Vários locais do acampamento permanecem isolados devido aos danos nas estradas, mas as autoridades estão levando alimentos, água e recursos para eles.

As equipes de resgate ainda procuram, neste sábado, por crianças que estavam entre as 750 meninas que frequentavam o acampamento nos arredores da cidade de Kerrville, 104 km a noroeste de San Antonio.

Um estado de emergência foi declarado em vários condados onde as estradas foram destruídas e as linhas telefônicas caíram.

Kerrville emitiu um novo alerta de inundação, informando que a ameaça de chuvas fortes e inundações continua em partes do condado.

Ainda pode chover entre 50 e 100 milímetros em algumas áreas, com possibilidade de acumulados isolados chegando a 250 milímetros, segundo a Prefeitura de Kerrville, que compartilhou o alerta do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.

O presidente dos EUA, Donald Trump, chamou a tragédia de "chocante" e "terrível", enquanto a Casa Branca prometia assistência adicional.

O vice-governador do Texas, Dan Patrick, disse em uma coletiva de imprensa que o desaparecimento das crianças não significa que elas "foram perdidas". "Elas podem estar fora de comunicação", afirmou.

O rio Guadalupe subiu 8 metros em apenas 45 minutos, segundo autoridades, destruindo propriedades e causando um rastro de destruição.

As enchentes repentinas levaram à declaração de estado de emergência nas regiões de Hill Country e Concho Valley.

Muitas estradas na região central do Texas estão intransitáveis, atrasando o encontro das crianças que estavam no acampamento com seus pais.

Danos à infraestrutura de telecomunicações também dificultam o contato com muitas pessoas na região.

O vice-governador afirmou que uma grande operação de busca está em andamento nas zonas de enchente.

Cinco helicópteros, acompanhados por nadadores de resgate, foram mobilizados, além de "veículos militares táticos de alto perfil" para transportar os evacuados de áreas alagadas para abrigos.

Até o momento, 237 pessoas foram resgatadas. Na manhã deste sábado o Departamento de Polícia da Cidade de Kerrville diz que suas equipes trabalharam durante toda a noite e promete continuar "até encontrarmos todos os nossos cidadãos".

Em uma atualização publicada no Facebook, o departamento de polícia diz: "Centenas de socorristas estão aqui com recursos de todo o estado para nos ajudar. Nossos pensamentos permanecem com aqueles que não foram encontrados e seus entes queridos. Eles são nosso foco e continuarão sendo. Publicaremos atualizações significativas ao longo do dia. Por favor, evite espalhar informações infundadas e continue a seguir fontes de notícias confiáveis para obter informações precisas."

Em uma publicação nas redes sociais nesta noite, uma porta-voz da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, disse que ativou a Guarda Costeira dos EUA e recursos da Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, da sigla em inglês) "para ajudar a levar essas meninas para um local seguro".

"Orem pelo Texas e por essas lindas meninas", escreveu Tricia McLaughlin sobre as meninas desaparecidas após a enchente.

O governador Greg Abbott afirmou que o Texas está fornecendo "todos os recursos necessários para Kerrville, Ingram, Hunt e toda a região de Hill Country que está lidando com essas enchentes devastadoras".

Em coletiva na noite desta sexta, Abbott assinou uma declaração de emergência — que, segundo ele, permitirá às autoridades fornecer aos socorristas todos os recursos necessários para buscar os desaparecidos.

Ele disse que o estado precisa de uma "resposta robusta" para o que classificou como "uma catástrofe devastadora".

ESTADOS UNIDOS //////Brasileiro comete crime bárbaro nos EUA: “sem escrúpulos”

Juliano Santana
O brasileiro Juliano Santana, de 49 anos, sequestrou e matou sua enteada de 16 anos na última quinta-feira, segundo as autoridades do distrito de Middlesex, no estado americano de Massachusetts. Em 2021, a jovem e sua mãe haviam denunciado Santana por estuprar repetidamente a adolescente, que tinha uma medida protetiva contra ele. O julgamento estava marcado para o final de julho deste ano.

Juliano Santana teria tirado a própria vida após matar a enteada, de acordo com a polícia americana. Os corpos foram encontrados dentro de um carro em um estacionamento próximo à casa da vítima, graças a um dispositivo de GPS que Santana era obrigado a usar por determinação judicial.

Santana sequestrou a adolescente enquanto ela voltava da escola na tarde de quinta-feira. Ele a abordou a poucos quilômetros de sua casa, próximo a um mercado. Segundo o gerente do Donelan’s Markets, a jovem conseguiu ligar para um irmão e pedir socorro durante o sequestro. A família acionou a polícia, e as buscas pela adolescente, que não foi identificada, começaram na cidade de Acton, conforme informou a emissora CBS.

Em setembro de 2021, a adolescente denunciou o padrasto à polícia por estuprá-la diversas vezes. Os abusos começaram em 2019, quando a vítima tinha cerca de 11 anos.

Santana foi preso logo após as denúncias, mas conseguiu ser libertado ao pagar uma fiança de US$ 30 mil. No dia da denúncia, a mãe da vítima expressou temores de que Juliano Santana tentasse fugir dos Estados Unidos e retornar ao Brasil, seu país de origem.

Entre as condições para sua liberação estavam o uso de um dispositivo de monitoramento por GPS e a proibição de entrar em contato com a vítima ou qualquer menor de 18 anos. O julgamento pelo crime estava marcado para o dia 29 de julho.

Ataque a tiros deixa 22 mortos e dezenas de feridos nos Estados Unidos



Um ataque a tiros deixou 22 pessoas mortas e cerca de 60 feridas na cidade norte-americana de Lewiston, no Maine, informou a rede de televisão NBC. O incidente aconteceu durante a noite desta quinta-feira (25), segundo a polícia.

De acordo com o polícia, o atirador abriu fogo contra as vítimas em uma pista de boliche e em um bar. Os dois locais ficam a cerca de 6,5 km de distância.

Até a última atualização desta reportagem o atirador estava foragido. Centenas de policiais estão fazendo buscas pelo criminoso, inclusive com o auxílio de helicópteros. O homem já foi identificado e tem 40 anos.

A polícia e o governo do Maine pediram para que as pessoas procurem locais seguros. Estabelecimentos comerciais e empresas também foram orientados a fecharem as portas. As aulas desta quinta-feira (26) foram suspensas nas escolas públicas de Lewiston.


“Por favor, fique dentro de sua casa com as portas trancadas”, publicou a polícia do Maine em uma rede social.

Os policiais também divulgaram a imagem de um carro que teria sido usado no crime. As forças de segurança pediram para que a população faça denúncias que ajudem a encontrar o criminoso.

O presidente Joe Biden foi informado do ataque e ligou para a governadora do Maine, Janet Mills, oferecendo apoio federal nas investigações. Pouco depois, a Divisão de Boston do FBI anunciou que está trabalhando em parceria com os departamentos de polícia locais.

O massacre pode se tornar o sexto mais mortal da história dos EUA, caso o número de 22 mortes seja confirmado, segundo levantamento do instituto Gun Violence Archive. O ataque mais violento aconteceu em Las Vegas, em 2017, quando 58 pessoas foram assassinadas e 441 ficaram feridas.

Com cerca de 38 mil habitantes, Lewiston faz parte do condado de Androscoggin e fica a cerca de 56 km ao norte da maior cidade do estado, Portland.

Mainse tem baixos índices de criminalidade. Durante todo o ano de 2022, 29 homicídios foram registrados em todo o estado.

Desde o início de 2023, 565 tiroteios em massa foram registrados nos EUA, provocando a morte de 595 pessoas. No mesmo período do ano passado, foram registradas 559 ocorrências com 545 mortes.

'Nevasca do século' deixa mais de 50 mortos nos EUA e no Canadá Apesar da agressividade das tempestades ter diminuído, ainda é perigoso ficar fora de casa, principalmente em Buffalo, cidade próxima de Nova York.



tempestade de inverno mais rigorosa em décadas nos Estados Unidos causou a morte de 57 pessoas no país e no Canadá, 27 delas em um condado do estado de Nova York, e está longe de terminar, alertaram autoridades nesta segunda-feira (26), chamando o fenômeno de "tempestade do século".

"É cedo demais para dizer que acabou", afirmou em Buffalo a governadora de Nova York, Kathy Hochul, acrescentando que ainda se espera a queda de mais 30 cm de neve. "É claramente a tempestade de neve do século", completou em sua cidade natal.

Embora a intensidade da nevasca tenha diminuído nos últimos dias, "ainda é perigoso estar fora de casa", disse a governadora;
Ela conversou com o presidente Joe Biden, que ofereceu a ajuda do governo federal ao Estado de Nova York e declarou estado de emergência no Estado;
Tempestade provocou o cancelamento de cerca de 15 mil voos;
Mortes por consequência das nevascas foram relatadas em 9 dos 50 estados americanos;
Desde a semana passada, temperaturas negativas foram registradas em 48 deles; milhares ficaram sem energia;
A eletricidade foi restaurada em cerca de 13 mil residências;
A previsão é de que o tempo melhore gradativamente no decorrer da semana.


A região oeste do estado de Nova York, acostumada com o frio congelante e as nevascas, está enterrado sob um manto de neve, tendo que aguentar temperaturas polares desde a semana passada.

Ciclone bomba: o que é o fenômeno que derrubou temperaturas e causou dezenas de mortes nos EUA


A tempestade , com rajadas de neve, ventos com força de furacão e temperaturas abaixo de zero, provocou o cancelamento de mais de 15.000 voos nos Estados Unidos nos últimos dias, quase 4.000 deles na segunda-feira, de acordo com o site Flightaware.com.

O número de vítimas fatais no condado de Erie chegou a 13 no domingo à noite. Desde então, mais 14 óbitos foram confirmados, "elevando a 27 o total de mortos pela nevasca", declarou a autoridade máxima local, Mark Poloncarz.


Diretora de escola é afastada após comemorar morte de Kobe



A diretora de uma escola de ensino médio localizada em Camas, na cidade de Washington, nos Estados Unidos, foi afastada após ter feito uma publicação nas redes sociais comemorando a morte de Kobe Bryant. Na postagem, Liza Sejkora relembrou quando o ex-jogador de basquete foi acusado de estupro em 2003.
- Não vou mentir. Parece que o carma pegou um estuprador hoje - publicou Liza nas redes sociais. A publicação foi retirada após receber críticas e a diretora se defendeu em outra postagem.
- Você é livre para me julgar pelo post, assim como eu sou livre para julgar a pessoa de quem o post falava - disse.
Kobe Bryant foi acusado de estupro por uma camareira em 2003, no Colorado, Estados Unidos. O processo foi encerrado após a acusadora não comparecer em uma audiência e aceitar um acordo sigiloso com o astro da NBA. Após a repercussão da postagem, a diretora reconheceu estar arrependida.

Novo ataque a tiros deixa nove mortos nos Estados Unidos



Um novo ataque a tiros deixou ao menos nove mortos, incluindo o atirador, e 16 pessoas feridas na cidade de Dayton, em Ohio, nos Estados Unidos. O tiroteio ocorreu apenas algumas horas depois de um incidente semelhante em El Paso, no Texas, que resultou em 20 mortes.
“O atirador morreu. Há também outros nove mortos. Pelo menos outras 16 pessoas foram levadas para hospitais da área com lesões”, anunciou o Departamento de Polícia de Dayton. “Tínhamos agentes nas imediações quando começou este tiroteio, pudemos agir e dar fim a ele rapidamente”, acrescentou.
A polícia afirmou que o ataque começou por volta de 1h (horário local) e que o FBI (departamento federal de investigação dos Estados Unidos) está ajudando na investigação. O tiroteio ocorreu no bar Ned Peppers, a oeste do centro de Dayton. “Todo nosso pessoal está a salvo e nossos corações estão com todos os envolvidos enquanto verificamos as informações”, publicou o bar na sua conta do Instagram.

Atirador invade banco na Flórida e deixa cinco mortos



Um homem armado matou ao menos cinco pessoas nesta quarta-feira (23) em um banco em Sebring, na Flórida (Estados Unidos). O atirador, identificado como Zephen Xaver, de 21 anos, foi preso.
O chefe da polícia local, Karl Hoglund, afirmou em coletiva de imprensa que as vitimas foram assassinadas "sem sentido". As autoridades ainda investigam o porquê de Xaver ter atirado contra as pessoas no banco. Não está claro se ele tentou assaltar a agência ou se o ataque teve qualquer outra razão.
Também não há informação sobre a identidade dos mortos, se eles eram clientes do banco ou funcionários.
O governador da Flórida, Ron DeSantis, viajou a Sebring para falar sobre o assassinato e prometeu colaborar com as investigações. Pelo Twitter, ele falou sobre o acusado detido:
"É uma pessoa que precisa encarar a Justiça rápida e eficaz", declarou.
Fonte: G1

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