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É #FAKE que criança atacada por porca no Ceará vai receber dinheiro por compartilhamento de imagem

É #FAKE que o garoto de 2 anos que sofreu ferimentos graves ao ser atacado por uma porca no município de Iguatu, no interior do Ceará, irá receber R$ 2 de doação por cada compartihamento da foto dele nas redes sociais.

A imagem da criança no hospital está circulando nas redes sociais com a seguinte mensagem:

"Compartilhe e ajude essa criança por favor! Essa criança é do Maranhão. Teve seus órgãos genitais comido por uma porca, os familiares pedi para compartilhar pois cada compartilhamento vale 2 reais que podem ajudar na cirurgia de reconstrução. Ajude a compartilhar por favor!"

Diferentemente do que afirma a mensagem, o garoto é cearense, não teve os órgãos genitais comidos por uma porca, e a família dele não irá receber dinheiro pelos compartilhamentos.

O ataque do animal realmente ocorreu, no dia 12 de outubro, no quintal da casa que a criança mora com a família. Na ocasião, o menino levou mordidas profundas nas mãos, pernas e na parte genital, que não foi arrancada.


Ele foi socorrido ao Hospital Regional de Iguatu (HRI), momentos após o ataque. No local, o garoto passou por uma intervenção cirúrgica na parte genital.

Em seguida, o menino foi transferido para o Hospital Santo Antônio, em Barbalha, onde deu entrada com várias fraturas e passou por uma cirurgia de correção. Durante o tratamento, o menino chegou a ficar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e em seguida foi transferido para a enfermaria, até receber alta no dia 22 de outubro.

(*) g1 Ceará

O compartilhamento de informações falsas tende a aumentar durante o período eleitoral, seja para promover um candidato ou para prejudicar a oposição. No entanto, os eleitores não são os únicos responsáveis pela propagação de fake news; alguns candidatos também divulgam mentiras.

Esse cenário preocupa a população. Ao todo, 88% dos brasileiros defendem punição severa para candidatos que utilizam ou se beneficiam de notícias falsas durante as eleições, revelou um levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe).

O Observatório da Federação Brasileira de Bancos (Febrabran) entrevistou mais de 3 mil pessoas nas cinco regiões do país entre os dias 4 e 10 de julho.

Entre as pessoas ouvidas, 52% apoiam a impugnação da candidatura como punição. Outros 14% preferem multas, 12% defendem a suspensão temporária da campanha, 10% acham que a propaganda eleitoral deve ser completamente suspensa e 3% sugerem apenas uma repreensão pública.

A pesquisa revela que as notícias falsas são um dos assuntos mais preocupantes nas eleições, e 73% da população quer punições severas para quem utiliza esse tipo de prática.

Além disso, o levantamento mostra que 59% da população já recebeu algum tipo de fake news e 30% se sentiram prejudicados por essas notícias falsas. Adicionalmente, 25% dos entrevistados disseram ter bloqueado alguém ou sido bloqueados em grupos do WhatsApp devido a essas informações enganosas.

Caixa alerta para fake news sobre Mega da Virada; confira



Com a proximidade do sorteio da Mega-Sena da Virada , no qual deve ser pago o maior prêmio da história, estimado em R$ 550 milhões, a Caixa Econômica Federal alerta para a crescente disseminação de notícias falsas sobre as loterias federais. Uma das fake news mais espalhadas, segundo o banco público responsável pela loteria federal, é a de que as bolas numeradas utilizadas nos sorteios teriam pesos diferentes, tornando previsíveis os números sorteados.

Segundo a Caixa, todas as bolinhas são feitas de borracha maciça e possuem o mesmo peso e diâmetro, de 66 gramas e 50 milímetros, respectivamente. Um instituto de metrologia especializado faz verificações periódicas dessas características, de modo a atestar a integridade e aleatoriedade dos sorteios, informou o banco.

“Mantemos contrato com a entidade responsável pela aferição das bolas e esse documento é público”, explica a gerente executiva da Superintendência Nacional de Loterias da CAIXA, Barbara Sakamoto.

Outra notícia falsa que volta a circular com mais força perto da Mega da Virada é a de que os sorteios não são fiscalizados. A Caixa informa que, na verdade, a cada sorteio, são selecionados representantes do público presente no local para acompanharem cada etapa, desde a abertura das maletas e carregamento dos globos até a confirmação dos números sorteados e o fechamento das maletas no final.

É feita uma verificação para que não sejam selecionados como auditores nenhum funcionário da Caixa nem donos ou empregados de lotéricas. Em sorteios de maior monta, como o da Mega da Virada, fiscais do Ministério da Fazenda também auditam todas as etapas, segundo o banco. A Caixa também nega que os vencedores dos sorteios sejam sempre de uma mesma região. O banco explica que “Os ganhadores são determinados exclusivamente pela aleatoriedade dos números sorteados. Qualquer pessoa, independentemente de sua localização, pode ser premiada”.

É verdade que uma localidade com maior número de apostas pode ter mais chances de abrigar o vencedor, mas isso não elimina a possibilidade de o prêmio ir para qualquer lugar do Brasil, já que todos os números possuem a mesma chance de serem sorteados.

(*) iG

Na reta final, TSE endurece medidas contra fake news

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira (20) uma resolução para endurecer a atuação contra as fake news nas redes sociais. Por unanimidade, os ministros decidiram proibir a propaganda eleitoral paga na internet, como anúncios, monetização e impulsionamento de conteúdos, no período que começa 48 horas antes do dia da votação e se encerra 24 horas após o segundo turno.

Esse tipo de propaganda deve ser removido de forma imediata pelas redes, sob multa de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora de descumprimento das decisões. Uma nova regra também foi criada para dificultar que se espalhem conteúdos considerados fraudulentos ou ofensivos pelo plenário da corte.

A resolução foi proposta pelo presidente do TSE, Alexandre de Moraes, que amplia os próprios poderes com o texto. Ele poderá, entre outros pontos, determinar a suspensão do acesso aos serviços de uma plataforma que descumprir decisões da corte. A resolução também derrubou de no mínimo 24 horas para até 2 horas o prazo para as redes sociais retirarem notícias falsas após decisões do tribunal. Esse prazo será ainda menor, de 1 hora, entre 48 horas antes da votação e 3 dias após o pleito. A multa também será de R$ 100 mil a R$ 150 mil por hora caso as redes descumpram esses prazos.

Pela lei atual, as campanhas só têm que suspender a propaganda online impulsionada, como anúncios pagos no Google, Facebook e Instagram, às 23h59 do sábado anterior ao pleito. No primeiro turno, houve inúmeros registros de anúncios impulsionados de candidatos que continuavam online da data do pleito.
“É vedada, desde quarenta e oito horas antes até vinte e quatro horas depois da eleição, a veiculação paga, inclusive por monetização, direta ou indireta, de propaganda eleitoral na Internet, em sítio eleitoral, em blog, em sítio interativo ou social, ou em outros meios eletrônicos de comunicação da candidata ou do candidato, ou no sítio do partido, federação ou coligação”, afirma a resolução.

Para a remoção de conteúdos falsos que já se espalharam rapidamente, a assessoria de enfrentamento à desinformação irá indicar links com conteúdos idênticos àqueles que já foram derrubados pelo tribunal para que também sejam apagados pelas redes. Na sequência, a Presidência do TSE irá determinar a remoção desses conteúdos em despacho endereçado às plataformas. Antes, os advogados dos candidatos precisavam abrir novas ações para derrubar o link, mesmo que apresentasse conteúdo idêntico ao que já havia sido apontado como falso pela corte.

O texto aprovado ainda autoriza o tribunal a mandar suspender contas nas redes sociais de quem produz de forma “sistemática” desinformação. “A produção sistemática de desinformação, caracterizada pela publicação contumaz de informações falsas ou descontextualizadas sobre o processo eleitoral, autoriza a determinação de suspensão temporária de perfis, contas ou canais mantidos em mídias sociais”, afirma a resolução.

O TSE deu poderes ao presidente do tribunal de “determinar a suspensão do acesso aos serviços da plataforma” que descumprir reiteradamente as regras previstas na nova resolução. A resolução não detalha o que caracteriza o “ descumprimento reiterado”. O acesso à plataforma pode ser suspenso “em número de horas proporcional à gravidade da infração, observado o limite máximo de vinte e quatro horas”.

Reunião

Na quarta-feira (19), Alexandre de Moraes reuniu-se com as principais plataformas de redes sociais. No encontro, afirmou que a atuação das empresas foi razoavelmente boa no primeiro turno, mas que neste segundo turno a situação da desinformação está um desastre. O ministro afirmou ainda que as plataformas demoram para remover conteúdo e pressionou para que plataformas como YouTube, TikTok e Kwai não levem mais que quatro a cinco horas para remover vídeos após denúncias do tribunal.

(*) Tribunal Superior Eleitoral

Fake news são despejadas na web para tentar influenciar o 2º turno Para aumentar a abstenção, são criadas mentiras de que eleitores não precisam votar em 30/10. Canal do TSE ajuda a combater a desinformação


Se, no primeiro turno das eleições, os ataques contra a Justiça Eleitoral tinham como alvo as urnas eletrônicas e o possível resultado do pleito, com a confirmação do segundo turno, as fake news têm como objetivo aumentar o número de abstenções. Desde 3 de outubro, além dos ataques entre candidatos e das tentativas de descredibilizar os concorrentes, as mentiras têm aparecido como forma de “instruções” eleitorais.

Nos grupos de família e nas redes sociais, layouts de sites ou de jornais são copiados para confundir ao eleitor. Duas desinformações que mais têm circulado são sobre o voto em si, no próximo 30 de outubro.

Circulou nas redes que eleitores do candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não precisavam ir às urnas no segundo turno, pois o voto em primeiro turno já estaria garantido e contabilizado nos equipamentos. Houve, ainda, milhares de compartilhamentos de que cidadãos que não votaram no primeiro turno estariam impedidos de comparecer às urnas no segundo.

Outra fake news desmentida está relacionada a um tuíte que informava falsamente que o número de Jair Bolsonaro seria, nas atuais eleições, o mesmo usado em 2018: no caso, o 17, quando o candidato concorreu pelo PSL (que foi incorporado ao DEM e formou o União Brasil). Bolsonaro, na verdade, hoje é filiado ao PL, que tem outro número de legenda.

(*) Metrópoles
www.carlosdehon.com

Não é verdade que há nova eleição marcada para prefeito de Iguatu O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) nega a existência de algum cronograma para a realização do novo pleito no município e em nenhuma outra cidade cearense



O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) negou a informação de que o município de Iguatu (distante 361 km de Fortaleza) terá eleição suplementar para os cargos de prefeito e vice prefeito na cidade no dia 30 de outubro. Ao contrário do que circula nas redes sociais nesta quarta-feira, 10, o órgão afirma que não há cronograma para a realização do novo pleito no município e em nenhuma outra cidade cearense.

A eleição suplementar poderá ser realizada em Iguatu em razão da cassação dos mandatos do prefeito Ednaldo de Lavor (PSD) e do seu vice, Franklin Bezerra (PSDB), por abuso do poder político e conduta vedada. A Corte, por maioria, reformou ainda a sentença de 1º grau, para reduzir a multa ao patamar de R$ 50 mil, de forma solidária, por aglomeração em infringência às normas sanitárias em razão da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), bem como declarou a inelegibilidade de Ednaldo, por 8 anos, a partir das eleições de 2020. Porém, ainda cabem recursos da decisão.

Em nota, o TRE afirma que os tribunais em todo o país foram alertados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a necessidade de que eleições suplementares que pudessem vir a ser realizadas concomitantemente ao segundo turno das eleições fossem cadastradas até 2 de agosto no sistema Configurador de Eleições (CFE).

"Após essa data, ainda que os processos judiciais alcançassem a etapa que autoriza a realização de eleição suplementar, essa configuração não seria mais possível, tendo em vista cronograma operacional do TSE para as eleições gerais de outubro. Se perdesse o prazo de 2 de agosto, o tribunal não poderia pretender realizar a eleição suplementar aproveitando o segundo turno das eleições gerais", explica o órgão.

Ao fazer o cadastro no CFE, o TSE segue com os passos seguintes à preparação da eleição, dentre eles a publicação referente ao Sistema de Candidaturas (Candex). Por esse motivo, a eleição suplementar de Iguatu, assim como Baixio e Pacujá, é exibida no Candex. Não há, entretanto, definição acerca de efetiva realização dos três pleitos no dia 30 de outubro.

O tribunal alega ainda que a decisão sobre as eleições suplementares depende ainda de atos processuais pendentes, de competência do Pleno do TRE, como o julgamento de embargos e edição das resoluções que estabelecem a eleição suplementar. "Caso o TRE-CE defina a realização dessas eleições no dia 30 de outubro,o tribunal adotará as demais providências necessárias e a medida terá ampla divulgação", explica a nota.

(*) O Povo

Flávio Bolsonaro tenta emplacar fake news de homem portando faca em motociata mas é desmascarado por Noblat Jornalista, que foi chamado de “bosta” por Bolsonaro, desmascarou a história fantasiosa




Por Laís Gouveia, 247 - Mais uma fake news criada pelo clã presidencial foi desmascarada. Desta vez, Flávio Bolsonaro usou suas redes para informar seus seguidores que um homem foi detido na motociata realizada em Manaus após portar uma faca, dando a entender que a história de Adélio, que supostamente esfaqueou Bolsonaro, poderia se repetir.

No entanto, a narrativa fantasiosa foi desmascarada pelo jornalista Ricardo Noblat, que recentemente foi chamado de “bosta” por Bolsonaro.

“Flávio mente, o que não é novidade. Aprendeu a mentir com o pai. A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas nega que qualquer pessoa tenha sido presa com uma faca na motociata de Bolsonaro.”, explicou o jornalista, como mostra a postagem abaixo:


Saiba mais

Noblat recebeu uma reposta nada educado de Jair Bolsonaro no Twitter na noite deste domingo (20). Tudo começou após o jornalista postar um comentário do colega Guga Noblat dizendo que Bolsonaro “é campeão de tiro ao alvo na modalidade tiro no pé”, adicionando o comentário de que “em breve” o tiro seria “no peito”.

(*) 247
www.carlosdehon.com

Youtube faz limpeza e apaga vídeos de bolsonaristas com fake news sobre fraude nas eleições



247 - O YouTube apagou nos últimos dez dias ao menos 22 vídeos contendo desinformação e mentiras sobre a urna eletrônica e as eleições, informa reportagem do jornal O Globo.

É a maior limpeza já feita pela plataforma desde que as novas regras da empresa sobre desinformação eleitoral começaram a valer, em março.

A ação foi posta em prática dois dias após reportagem do GLOBO identificar 1.960 vídeos circulando na plataforma com mentiras sobre as eleições, totalizando 58 milhões de visualizações. O valor se reverteu em monetização de até R$ 1 milhão para youtubers bolsonaristas que produziram o conteúdo enganoso, segundo cálculo feito pela Novelo e agência Bites.

Somam 45 os vídeos com enganação sobre fraude eleitoral apagados pelo YouTube em menos de três meses, sendo quase 50% entre 31 de maio e 2 de junho — a empresa derrubou 11 deles em 1º de junho.

A iniciativa derrubou até um vídeo de Bolsonaro publicado em junho de 2021. Na publicação, o presidente abordava temas controversos (e que resvalam no limite das regras da plataforma) como tratamento precoce, Covid, lockdown, CPI da Covid e voto auditável — por isso, não é possível saber se o tema eleitoral foi o responsável pela exclusão.

Fagner vítima de fake news



Cantor e compositor Raimundo Fagner protocolou, no TRE-CE, pedido de retirada de um vídeo que circula nas redes sociais, onde declara apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro. O artista faz show, nesta quarta-feira, 13, no aterrinho da Praia de Iracema, no aniversário de Fortaleza.

Disputa eleitoral de 2022 é mais uma desafio na mobilização contra fake news nas redes sociais



O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, e o Congresso Nacional entrarão em 2022 com um desafio no combate à disseminação das notícias falsas. A campanha eleitoral exige medidas duras contra os autores de fake News e, nesse momento, as empresas e plataformas têm agido para enfrentar a desinformação, um dos problemas mais graves das redes sociais. Há, porém, a necessidade de uma legislação menos branda contra os autores das notícias falsas.

Em 2019, após sugestão apresentada pelo WhatsApp, o TSE aprovou regulamentação proibindo o disparo de mensagens em massa por meio eletrônico nas eleições municipais de 2020. Enquanto a legislação mais rigorosa não chega, uma das iniciativas adotadas pelo Twitter, por exemplo, foi o banimento de centenas de contas robôs que foram identificadas nas eleições de 2018 atuando para colocar candidatos no centro da discussão por meio da difamação e exaltação de um ou outro político.

A plataforma afirma que garante regras para endereçar tentativas de manipulação do debate na plataforma, seja via spam ou contas falsas. Outra medida é de iniciativa da Meta, conglomerado que gerencia o Facebook e o Instagram, que lançou, em 2018, o programa de verificação de fatos com parceiros independentes. Além da estratégia, a empresa criou, ainda, o rótulo de “Propaganda Eleitoral” no Brasil. O sistema proporcionou a rejeição, no primeiro turno das eleições de 2020, de 250 mil conteúdos impulsionados que não continham o rótulo”.

Cerco às mentiras espalhadas pelas redes sociais: TSE aprova regras para combater fake news nas eleições de 2022

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu jogar ainda mais duro contra os autores de notícias mentirosas espalhadas pelas redes sociais e aprovou, por unanimidade, uma resolução para inibir a disseminação das fake News nas eleições de 2022. Uma das regras objetiva combater os conteúdos com “afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social, inclusive provedores de aplicativos de internet e redes sociais”.


A resolução estabelece que, a partir da escolha de candidatas e candidatos em convenção, será assegurado o exercício do direito de resposta aos postulantes, ao partido político, à federação de partidos ou à coligação que forem atingidos, ainda que de forma indireta, por notícias falsas.

Pelas normas aprovadas, se houver determinação para a remoção de conteúdo em ambiente de internet, a ordem judicial deverá fixar prazo razoável para o cumprimento, não inferior a 24 horas, e deverá conter, sob pena de nulidade, a URL (endereço eletrônico), para averiguação. Os provedores de aplicação ou de conteúdo poderão ser oficiados para cumprir determinações judiciais.

O TSE estabelece, ainda, que, até 20 de julho do ano da eleição, as emissoras de rádio e televisão e os demais veículos de comunicação — inclusive provedores de aplicações de internet — deverão, independentemente de intimação, apresentar ao órgão da Justiça Eleitoral dados da empresa, com endereços, incluindo o número de telefone móvel que disponha de aplicativo de mensagens instantâneas.

A medida, com esse cadastro, facilita o envio aos veículos de comunicação, pela Justiça Eleitoral, de ofícios, intimações ou citações e poderão, cabendo, ainda, nesses casos, indicar procuradora ou procurador com ou sem poderes para receber a citação judicial.

O ministro Edson Fachin, relator da instrução, destaca que as ações propostas foram frutos de discussões apresentadas por meio de audiência pública, no mês passado, que contaram com sugestões apresentadas por Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), entidades da sociedade civil e cidadãs e cidadãos que contribuíram com a formulação da atualização do regramento eleitoral.

(*) JUSTIÇA ELEITORAL 

Sarto ganha direito de resposta contra Capitão Wagner por associação a facções


A Justiça Eleitoral concedeu direito de resposta a Sarto Nogueira (PDT) contra propaganda impulsionada pelas redes sociais de Capitão Wagner (Pros). Segundo a decisão, o vídeo, que associa Sarto a facções criminosas, “extrapola os limites da liberdade de expressão“. Wagner deve retirar o vídeo do ar, sob pena de multa diária de R$ 50 mil, além de manter a resposta de Sarto publicada por uma semana.
(*) Ponto Poder

Paralisação de atividades econômicas no Ceará é fake news, alerta Comitê Estadual de combate à COVID



O Comitê Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus afirmou que a paralisação das atividades econômicas no Ceará é fake news. O grupo, formado por 29 entidades e instituições declarou que a ideia sequer foi cogitada pelo colegiado.

“Compreendemos que a divulgação de notícias falsas em nada colabora com os esforços dos poderes constituídos e entidades representativas dos setores da sociedade para a retomada segura e gradual das atividades econômicas no estado do Ceará”, ressaltou o comitê em nota.

“A tentativa de disseminar desinformação na população, além de desonesta e criminosa, contribui para gerar instabilidade desmedida e menospreza o trabalho sério e comprometido das autoridades sanitárias do Ceará e dos componentes deste comitê interinstitucional”, finaliza o colegiado.
Equipe Focus
focus@focus.jor.br

Fake News mostra imagem antiga de Camilo Santana anunciando lockwown

 

Uma imagem do governador Camilo Santana, durante entrevista à Globo News em maio deste ano, começou a circular nesta quinta-feira (22) nos grupos de WhatsUp. A entrevista de quase cinco meses atrás mostra o governador anunciando o início do lockdown nos municípios cearenses.
O Governo do Estado publicou nota oficial condenando os prints que circulam nas redes, desatualizados, com objetivo de confundir a população.
CN7




Facebook remove contas falsas relacionada ao PSL e a gabinetes da família Bolsonaro

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (8) a remoção de uma rede de contas e páginas, tanto na rede social quanto no Instagram, ligadas ao Partido Social Liberal (PSL) e a gabinetes da família Bolsonaro. Segundo a empresa, essas contas estavam envolvidas com a criação de perfis falsos e com "comportamento inautêntico" — quando um grupo de páginas e pessoas atuam em conjunto para enganar outros usuários sobre quem são e o que estão fazendo.
Mesmo com os responsáveis tentando ocultar suas identidades, as investigações da rede social encontraram ligações de pessoas associadas ao PSL e a alguns dos funcionários nos gabinetes do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos -RJ), do presidente Jair Bolsonaro, e também de Anderson Moraes e Alana Passos, ambos deputados estaduais pelo PSL no Rio de Janeiro.
O Facebook afirmou que quando investiga e remove esse tipo de operação se concentra mais "no comportamento, e não no conteúdo – independentemente de quem esteja por trás dessas redes, qual conteúdo elas compartilhem, ou se elas são estrangeiras ou domésticas."
"A atividade incluiu a criação de pessoas fictícias fingindo ser repórteres, publicação de conteúdo e gerenciamento de páginas fingindo ser veículos de notícias", disse o Facebook em comunicado.
Alguns dos conteúdos publicados por essa rede foram removidos automaticamente pelo Facebook por terem violado a política interna da rede social, inclusive por discurso de ódio.
Segundo a rede social, o grupo usava uma combinação de contas duplicadas e contas falsas para evitar a aplicação de políticas da plataforma. As contas removidas não foram divulgadas, mas, na imagem usada como exemplo dos conteúdos divulgados, é possível ver as páginas "Jogo Político" e "Bolsonaro News" no Facebook.
O Facebook afirmou que chegou ao grupo a partir de notícias na imprensa e por meio de referências durante audiência no Congresso brasileiro.
Veja o que o Facebook divulgou sobre a remoção:
- Foram apagadas 35 contas, 14 páginas e 1 Grupo no Facebook, além de 38 contas no Instagram;
- Cerca de 883 mil pessoas seguiam uma ou mais dessas páginas no Facebook;
- Em torno de 917 mil seguiam contas do grupo no Instagram;
- O grupo removido reunia cerca de 350 pessoas;
- Foram gastos US$ 1,5 mil em anúncios por essas páginas, pagos em real.
Segundo a empresa, os conteúdos publicados eram sobre notícias e eventos locais, incluindo política e eleições, meme políticos, críticas à oposição, organizações de mídia e jornalistas, e também sobre a pandemia de coronavírus.
Além do Brasil, o Facebook também removeu contas nos Estados Unidos e na Ucrânia que miravam audiências internas. Contas localizadas no Canadá e no Equador também foram removidas, mas essas miravam impactar outros países, como El Salvador, Argentina, Uruguai, Venezuela, Equador e Chile.
Fonte: G1

Camilo condena as fake news e diz que devem ser combatidas com a aplicação da lei



O governador Camilo Santana disse ser "inaceitável essa onda de fake news, que toma conta das redes sociais, mesmo em meio à grave pandemia". O governador cearense foi duro: "Usam a mentira como arma para promover o caos e destruir reputações".
Fake news não é liberdade de expressão. É crime. O governador Camilo Santana cobrou aplicação do rigor da lei contra as falsas notícias.

Sarto e as fake news

17/05/2020 > domingo
Partiu da Assembleia Legislativa a iniciativa de criar uma lei para combater as fake news em tempo de coronavírus. O maior crime, até aqui, foi cometido por um parlamentar, o deputado André Fernandes. O caso está na mesa do presidente Sarto. André Fernandes já responde por quebra de decoro. Não é primário.
Roberto Moreira

Conselho Regional de Medicina nega pressão para atestar mortes por coronavírus



O Conselho Regional de Medicina , lançou Nota Oficial , negando Fake News sobre pressão sofrida por médicos para atestar nas certidões de óbito que as pessoas estão morrendo de coronsvírus. "A denúncia genérica macula a categoria médica", diz a nota.
Por Roberto Moreira 
Veja:
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Prefeitura de Fortaleza explica que cartilha sobre masturbação infantil é falsa

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, por meio da Secretaria Municipal de Educação, enviou nota a imprensa, explicando que a informação de uma suposta cartilha sobre masturbação infantil distribuída a professores de creches é falsa. O vídeo está sendo repassado nas redes sociais e foi gavado por uma jornalista chamada Regina Villela. Segundo a gravação, além de tratar sobre o tema tabu, o material da Prefeitura ainda debocha da ministra Damares Alves.
Veja nota da Prefeitura de Fortaleza



"Não demorará, e o de Acopiara será desvendado"
Aquela máxima, a mentira tem perna curta""""
A EQUIPE DA POLÍCIA CIVIL da Delegacia Regional de Iguatu, através de um trabalho investigativo e de inteligência policial, que durou quase 07 (sete) meses, conseguiu elucidar o caso “BABADOS DE IGUATU” e identificou e localizou o indivíduo que realizou postagens difamatórias e caluniosas em face de várias pessoas da cidade.
Nos dias 11, 12 e 13 de maio de 2018, um perfil fake do INSTAGRAM, denominado “BABADOS DE IGUATU”, realizou várias postagens difamando e caluniando diversas pessoas da cidade. Segundo o que foi apurado durante as investigações, mais de 50 (cinquenta) pessoas foram vítimas das publicações. A POLÍCIA CIVIL de Iguatu tomou conhecimento do caso e iniciou uma complexa investigação com o intuito de identificar a pessoa por trás de tudo isso.
INVESTIGAÇÃO E ELUCIDAÇÃO DO CASO - Inicialmente, a POLÍCIA CIVIL conseguiu junto ao Poder Judiciário, uma ordem judicial que determinou a Quebra do Sigilo de Dados do citado perfil fake. De posse dessa decisão, a EQUIPE solicitou junto às empresas FACEBOOK, INSTAGRAM, MICROSOFT, BRISANET e TIM BRASIL informações que pudessem ajudar a elucidar o caso. Com o recebimento das informações, os Investigadores da POLÍCIA CIVIL realizaram diversos rastreios e cruzamentos de dados e uma vasta análise documental, a fim de identificar o infrator. Na última segunda feira, 03, a POLÍCIA CIVIL conseguiu identificar e localizar o indivíduo que realizou as postagens e ele foi notificado para comparecer na Delegacia Regional de Iguatu para ser interrogado. Trata-se da pessoa de ERYCK MATHEUS LOPES DE OLIVEIRA (23 anos). A partir de agora, o infrator irá responder criminalmente na Justiça por todos os seus atos e esse caso não ficará impune. A pessoa de ERYCK MATHEUS será indiciado pelos crimes de Calúnia, Difamação e Injúria (artigos 138, 139 e 140 do Código Penal) e, considerando a grande quantidade de vítimas, as penas somadas de todos os crimes praticados pode ultrapassar a quantia de 10 (dez) anos de detenção.
Pinheirinho.Net

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