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Governo Bolsonaro não reajusta valor da merenda escolar e crianças são obrigadas a dividir até ovo nas escolas Último reajuste, aprovado pelo Congresso em agosto deste ano, foi vetado por Bolsonaro sob a alegação de que isso poderia estourar o teto de gastos

SEXA-FEIRA, 16 DE SETEMBRO DE 2022!!!!
DEPOIS DA FARMÁCIA POPULAR SER SAQUEADA, CHEGOU A VEZ DAS VERBAS DA MERENDA ESCOLAR!!!!


247 - Com as verbas federais destinadas à merenda escolar congeladas há cinco anos, crianças estão recebendo carimbos para não repetir o prato, dividindo um ovo para até quatro pessoas, além de sofrer com a falta de itens básicos, como carne e arroz.

O último reajuste, aprovado pelo Congresso em agosto deste ano, foi vetado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) sob a alegação de que isso poderia estourar o teto de gastos e afetar outros programas sociais. O Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso também não prevê reajuste para o exercício de 2023.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, os gestores municipais alegam que a defasagem do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), de responsabilidade do governo federal, tem elevado os custos municipais, uma vez que a inflação da cesta básica, que inclui feijão e verduras,registrou alta de 26,75% entre maio de 2021 e maio deste ano.

O Pnae atende 41 milhões de estudantes e o valor é repassado diretamente para Estados e municípios. O valor diário é de R$ 1,07 para as creches, R$ 0,53 para a pré-escola e de R$ 0,36 para o ensino fundamental e médio. O Ministério da Educação disse, em nota, que o programa alcança todos os alunos matriculados na rede pública e que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) não possui autonomia para elevar os valores per capita que são repassados.

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CARLOS ALBERTO FM 94.9

Presidente Bolsonaro volta a dizer que não vai participar do primeiro turno das eleições municipais

CARLOS ALBERTO FM 94.9

Bolsonaro reafirma prorrogação do auxílio emergencial e acena ao agronegócio

 

Após uma semana de reuniões com ministros, incluindo o da Economia, Paulo Guedes, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reafirmou, neste sábado (29), que o Governo Federal pretende prorrogar o auxílio emergencial pago a informais e desempregados até o fim deste ano, com um valor menor que os R$ 600 atuais, mas superior a R$ 200.
Aliado do presidente, o líder do Centrão, deputado Arthur Lira (Progressistas-AL), disse que a oficialização acontecerá na próxima terça-feira (1º). O Governo deve prorrogar o auxílio com quatro parcelas de R$ 300, valor que é defendido por Bolsonaro.
O presidente participou de uma cerimônia pública de inauguração de uma usina solar do Grupo DiRoma, de propriedade da deputada do Centrão Magda Mofatto (PL-GO), dona de um patrimônio declarado de R$ 28 milhões, em Caldas Novas (GO). A dois dias de enviar ao Congresso Nacional a proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2021, Bolsonaro disse que o Governo passa por restrições orçamentárias sérias.
A Esplanada vive uma disputa política interna por recursos, que, na última sexta-feira (28), levou o Ministério do Meio Ambiente a dizer que paralisaria o combate a incêndios e desmatamento, por causa do bloqueio de verbas. Depois da declaração do ministro Ricardo Salles, o Governo anunciou o desbloqueio.
"Ele (o auxílio emergencial) é pouco para quem recebe e muito para quem paga. Vocês gastam por mês R$ 50 bilhões neste auxílio. Nós pretendemos, com um valor menor, que obviamente não será R$ 600, mas também não será R$ 200, prorrogá-lo até o fim do ano e com isso fazer com que a economia volte à sua normalidade", ressaltou Bolsonaro sobre a prorrogação.
De olho no apoio do agronegócio, o presidente também citou, durante o evento, a construção de ferrovias e disse que até o fim deste ano ou no começo do ano que vem o Governo deve concluir a Ferrovia Norte-Sul, do Maranhão ao Porto de Santos (SP). Ele também citou obras da Fiol, da Malha Paulista e da Transnordestina.
"Estamos fazendo o possível com os poucos recursos públicos que temos. O Brasil é um País que deve muito e gostaríamos de fazer muito mais, mas temos restrições orçamentárias bastante sérias", afirmou Bolsonaro.
Na inauguração, o governador Ronaldo Caiado (DEM) foi vaiado seguidas vezes por populares. Aliado de Bolsonaro, ele havia se distanciado e anunciado rompimento com o presidente por divergências na condução das ações de saúde contra a Covid-19, mas se reaproximou nos últimos meses. "O presidente Bolsonaro, depois de Juscelino Kubitschek, foi o que mais investiu no Estado de Goiás até o momento", disse. Ruralista histórico, Ronaldo Caiado destacou a atenção do presidente com o setor rural.
Renda Brasil
A ideia do Governo é que a extensão do auxílio seja uma transição para um "pouso suave" no Renda Brasil, que substituirá o Bolsa Família e ainda está em estudo pela equipe econômica, que tenta encontrar fontes de recursos para o novo programa.
O anúncio do Renda Brasil ficará para um segundo momento para que Guedes tenha mais tempo para encontrar espaço para acomodar o novo gasto dentro do teto, que limita o avanço das despesas à inflação. O presidente quer um plano que não inclua a revisão ou a extinção de outros benefícios, como o abono salarial, por exemplo.
O auxílio emergencial foi criado originalmente para durar três meses - tendo como base os meses de abril, maio e junho. Depois, o Governo prorrogou o benefício por duas parcelas - julho e agosto - por decreto. O valor de R$ 600 foi mantido. Para alterar o valor, será preciso a edição de uma medida provisória, que tem vigência imediata.
Fonte: Diário do Nordeste

Frustração para milhares de trabalhadores rurais no Ceará: Bolsonaro veta benefício especial para agricultor familiar que não recebeu auxílio

Michel Temer: Brasil vai buscar ajudar na 'pacificação' da política no Líbano

 Ex-presidente, Michel Temer, em entrevista para a CNN (10.ago.2020)

O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou nesta segunda-feira (10), em entrevista à CNN, que a missão humanitária do Brasil no Líbano pode buscar, além do transporte de remédios e alimentos, a pacificação política do país. 
Mais cedo, em meio a protestos e seis dias depois da explosão no porto de Beirute, o premiê Hassan Diab renunciou ao cargo.
"Nós vamos também tentar fazer com que o Brasil entre em um processo, modestamente, digamos assim, de uma certa mediação para resolver as questões internas no Líbano", disse Temer, durante entrevista às âncoras da CNN Daniela Lima e Carol Nogueira. "O Brasil tem condições para isso e pode colaborar para uma pacificação interna no Líbano."
Filho de libanês, o ex-presidente foi escolhido por Jair Bolsonaro (sem partido) para chefiar a atuação humanitária do Brasil no país. Temer destacou que, além da atual crise derivada da explosão no Porto de Beirute, o Líbano já enfrentava crises econômicas e políticas crescentes nos últimos anos.
Em reunião com empresários e associações comerciais, Michel Temer arrecadou doações para enviar ao país. Segundo ele, já estão previstos um avião KC-390, da FAB, de seis a sete toneladas de remédios e alimentos, e um navio, com 4.000 toneladas de arroz.
O ex-presidente disse que outras doações estão sendo arrecadadas e que há a possibilidade de ser alugado pela iniciativa privada um segundo avião.
Ele afirmou ainda que foi informado de carência de vidro e madeira para as obras de reconstrução de edifícios. "A questão humanitária que estamos fazendo é uma coisa fundamental, porque são mais de 300 mil desabrigados", disse Temer, afirmando que pretende trabalhar em conjunto com outros países dando suporte ao governo.
Investigado pela Operação Lava Jato, o ex-presidente precisa de autorização da Justiça para viajar ao Líbano. Apesar de ter feito o pedido, Temer diz que a viagem pode não acontecer caso se verifique risco físico à delegação brasileira. As doações, no entanto, ainda seriam enviadas.

Militar preso por tráfico em avião oficial tinha R$ 40 mil em casa, diz IPM.

Os tabletes de cocaína encontrados com militar brasileiro na Espanha - Divulgação/Guarda Civil da Espanha
A mulher do sargento da Aeronáutica Manoel Silva Rodrigues retirou de casa R$ 40 mil em dinheiro vivo um dia após o marido ser preso com 39 kg de cocaína ao desembarcar em Sevilha (Espanha) de um avião reserva da comitiva do presidente Jair Bolsonaro. A informação consta no IPM (Inquérito Policial Militar) aberto pela Aeronáutica que concluiu pelo indiciamento de Rodrigues por tráfico de drogas.
Wikelaine Rodrigues, mulher do sargento detido na Espanha, teria retirado a quantia quatro dias antes de a Justiça Militar ter autorizado um mandado de busca e apreensão na residência do casal em Brasília, em maio. Os investigadores militares recomendaram também que a PF (Polícia Federal) apure se o casal cometeu o crime de lavagem de dinheiro. A polícia espanhola avaliou a carga de cocaína encontrada com o sargento em pouco mais de 1,4 milhão de euros (cerca de R$ 6,4 milhões) Denúncia anônima A retirada do dinheiro feita por Wikelaine foi denunciada anonimamente à Polícia Civil do Distrito Federal.
Conteúdo UOL

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