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Há 28 anos morria a Princesa Diana, a Lady Di


 

Saiba quantos golpes já houve no Brasil ao longo dos séculos



Nos 60 anos da ditadura militar no Brasil, uma trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ex-ministros e ex-militares resultou em inquérito enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), neste fim de ano, após investigações da Polícia Federal (PF).

A tentativa de golpe estava em planejamento entre novembro e dezembro de 2022, mirando a execução do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O plano, recentemente descoberto, soma-se a outros episódios de intensas investidas contra os regimes vigentes nas diferentes fases políticas e históricas brasileiras. Outras tentativas e golpes efetivos contra a Constituição ocorreram em diversas ocasiões no país desde a independência política do Brasil, em 1822.

Talvez, para os brasileiros, ao pensar em golpe, a ditadura militar iniciada em 1964, quando o então presidente João Goulart foi deposto e o poder foi tomado pelas Forças Armadas, seja o mais forte na memória coletiva. Mas esse não é o único que marca a história do País e nem foi o primeiro em que houve uso da força militar.
O que é golpe de Estado?

Emmanuel Furtado Filho, professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Ceará (UFC), explica que o golpe de Estado é “uma ruptura súbita e deliberada da ordem política e constitucional de um país, geralmente empreendida por atores internos ao sistema de poder, com o objetivo de tomar ou consolidar o controle do aparato estatal, à revelia do ordenamento jurídico vigente”.

“O conceito remonta a práticas históricas que subvertem o princípio da legitimidade popular em favor de interesses restritos, sejam eles de caráter militar, político ou econômico”, complementa o professor.

Chile, 50 anos do golpe: a luta contra um passado mal resolvido Heranças da ditadura ainda assombram o país no século 21



O grito de ordem - que em português pode ser traduzido como "nem perdão, nem esquecimento" - é ecoado há décadas por aqueles que buscam justiça contra torturadores, assassinos, mandantes e cúmplices da ditadura militar no Chile. Há exatos 50 anos, no dia 11 de setembro de 1973, as Forças Armadas, lideradas pelo general Augusto Pinochet, deram um golpe de Estado, que encerrou o governo socialista e democrático de Salvador Allende.

O país se juntava, então, a outros vizinhos latino-americanos que estavam sob o controle de governos autoritários, como era o caso do próprio Brasil desde 1964. Foram 17 anos até que o Chile voltasse a ter eleições presidenciais e as Forças Armadas deixassem o poder. Mas as heranças sombrias desse período continuam a se fazer presentes na sociedade chilena. Enquanto alguns lutam há décadas para achar os corpos dos familiares desaparecidos na ditadura, ressurgem forças de extrema-direita e negacionismos, e o país têm dificuldades para substituir uma Constituição criada no governo Pinochet vigente até hoje.

Relembrar o golpe e a ditadura, nesse contexto atual, é um exercício importante de memória e de resistência contra um passado que insiste em não ir embora. Seja no Chile, no Brasil ou no restante do mundo.
Salvador Allende e Unidad Popular

Formado em medicina, Salvador Allende construiu uma carreira ativa na política. Integrou o Partido Socialista tão logo este foi fundado em 1933, deputado por Valparaíso e Quillota e ocupou o cargo de ministro de Saúde, Previdência e Assistência Social entre 1938 e 1941. A partir de 1945, se manteve no cargo de senador durante 25 anos. Durante esse período, concorreu à presidência da República quatro vezes. Foi apenas na última, em 1970, que conseguiu ser eleito.

Apoiado por uma coligação de partidos de esquerda chamada Unidad Popular, Allende teve 36% dos votos. Uma vitória apertada em relação ao segundo colocado, Jorge Alessandri, da coligação de direita, com 34,9%; e 27,8% do terceiro, Radomiro Tomic. Pela primeira vez na história, um político socialista e marxista chegava ao governo de um país por meio de votação popular. O projeto político ficou conhecido como a “experiência chilena”, que significava a via democrática até o socialismo, sem uma ruptura revolucionária.

(*) Reportagem completa Agência Brasil

Há 50 anos o homem pisava na lua; e ainda tem gente que não acredita

16/07/2019, TERÇA-FEIRA

Há 50 anos, o homem pisava na luta e, segundo pesquisa do Datafolha feita com brasileiros, 70% acreditam nesse feito e 26% não acreditam que isso tenha ocorrido. E 4% não quiseram responder a pesquisa.

Há 154 anos, Abraham Lincoln sofria atentado a tiro, no Teatro Ford, quando morreria um dia depois



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