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CONFIRA OS MUNICÍPIOS CEARENSES COM MAIORES TAXAS DE ANALFABETISMO, QUIXELÔ NO CENTRO-SUL É UMA DELAS

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados sobre os índices de analfabetismo no Ceará. Segundo o levantamento, 14,1% dos cearenses com 15 anos ou mais não sabem ler nem escrever. Isso equivale a 987 mil pessoas, o que coloca o estado com a quinta maior taxa de analfabetismo do país.
Segundo o IBGE, os municípios com as maiores taxas de analfabetismo no Ceará estão todos no interior do estado:

Quixelô – 29,1%
Granja – 29%
Aiuaba – 28,3%
Salitre – 28,2%
Barroquinha – 27,8%

Brasil tem mais estabelecimentos religiosos que escolas e hospitais



Dados divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o Brasil tem mais estabelecimentos religiosos que unidades de saúde e escolares juntas.

Segundo detalhamento do Censo 2022, do total de endereços, 579,8 mil são relativos a finalidades religiosas, independente de qual seja a crença. Isso inclui igrejas, sinagogas, templos, centro espíritas e terreiros, por exemplo.

Os estabelecimentos de ensino somam 264,4 mil localizações, enquanto os de saúde totalizam 247,5 mil endereços.

O levantamento considera a utilização final do imóvel, e não a administração do estabelecimento. Por exemplo, uma escola católica conta como uma unidade de educação, e não como localização religiosa. O mesmo vale para um hospital mantido por santa casa, que é contabilizado como endereço com atividade de saúde.

A localização exata desses pontos e o tipo de utilização foram capturados por meio de georreferenciamento durante visitas dos recenseadores nos 5.568 municípios brasileiros nos 26 estados e no Distrito Federal.

Foi a primeira vez em que o instituto identificou a localização precisa e o tipo de finalidade de todos os endereços do país.
Finalidades

Dos 111, 1 milhões de pontos mapeados, 90,6 milhões são domicílios particulares, prédios residenciais e casas, por exemplo. Isso representa 81,5% do total.

A segunda utilidade mais comum são as chamadas outras finalidades, que representam 10,5% do universo pesquisado. São 11,7 milhões de endereços que funcionam como lojas, bancos, prédios públicos, shoppings, entre outros.

Os recenseadores identificaram 4,1 milhões de estabelecimentos relacionados a atividades agropecuárias e 3,5 milhões de edificações em construção ou reforma.

Em 2022, o Brasil tinha 104,5 mil domicílios coletivos, como asilos, pensões e penitenciárias.

Os dados estão disponibilizados à sociedade em mapas interativos no site do IBGE, por meio da Plataforma Geográfica Interativa e do Panorama.
Utilidade

O IBGE explica que os dados em grau máximo de detalhamento são fontes de informações, entre outros fins, para elaboração de políticas públicas e pesquisas acadêmicas. Por exemplo, é possível saber com precisão onde estão localizadas unidades de saúde de uma determinada localidade e quantas pessoas vivem no raio de influência desses estabelecimentos.

“É preciso saber onde a população está concentrada, como ela está distribuída e qual a utilização que é destinada a cada uma das edificações construídas no país”, afirma o instituto

Mudança na composição das Câmaras de Vereadores


O Censo do IBGE mostrou a redução e aumento de população em centenas de municípios brasileiros. No Ceará, 10 municípios terão que reduzir o número de representantes. Teremos 19 parlamentares a menos. Em outras cidades, onde a população aumentou, mais vagas para as câmaras municipais serão criadas. As novas composições serão definidas na eleição de outubro.

IBGE tem 369 vagas no Ceará e salário de até R$ 3,1 mil; inscrições vão até quarta



O IBGE tem inscrições abertas, até quarta-feira (19), vagas em dois processos seletivos para Agente de Pesquisas e Mapeamento (APM) e Supervisor de Coleta e Qualidade (SCQ) nos 26 estados do país e no Distrito Federal.

Para o Ceará, são oferecidas ao todo 369 vagas, sendo 332 para APM, que exige o nível médio completo, e 37 para SCQ, que, além do ensino médio completo, requer Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no mínimo categoria B. Há reserva de vagas para pessoas pretas e pardas e para pessoas com deficiência.

A remuneração é de R$ 1.387,50 para APM e R$ 3.100 para SCQ, além de benefícios como auxílio-alimentação (de R$ 658,00), auxílio-transporte e auxílio pré-escolar. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, sendo oito horas diárias para ambas as funções.

As oportunidades estão distribuídas em 17 municípios cearenses:Aracati
Baturité
Canindé
Crateús
Crato
Fortaleza
Iguatu
Itapajé
Itapipoca
Jaguaribe
Juazeiro do Norte
Limoeiro do Norte
Maranguape
Quixadá
Sobral
Tauá
Tianguá
Prazo e taxa para inscrições

As inscrições serão pela internet e estarão abertas até às 23h (horário de Brasília) do dia 19 de julho (incluindo sábado, domingo e feriados).

O link para as inscrições é o do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), empresa organizadora da seleção. A taxa de inscrição será de R$ 42,20 para ambas as funções.
Seleção e tempo de contrato

Nos dois casos, a previsão de duração do contrato é de até um ano, podendo ser prorrogado por mais dois anos.

As seleções terão prova objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, que será realizada dia 17 de setembro, com duração de 3h30.

O resultado dos processos seletivos está previsto para 23 de outubro. Para SCQ, o conteúdo programático abrange língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico, ética no serviço público, noções de informática, noções de administração e situações gerenciais e geografia.

Já para APM, as questões serão de língua portuguesa, matemática e raciocínio lógico, ética no serviço público e geografia.

Expectativa de vida do brasileiro cai até 2 anos por causa da Covid-19, diz IBGE

O ano marcado pela pandemia e o confinamento chega ao fim com a esperança da vacina. Mas os impactos da covid-19 se farão sentir por muito tempo e poderão ser ainda mais profundos do que se imaginava. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer deve cair em até dois anos por conta das 190 mil mortes pela doença. Será a primeira queda desse indicador registrada no País desde 1940, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) estimam que a pandemia vai reverter a tendência observada nas últimas décadas. O brasileiro perderá pelo menos um ano de expectativa de vida, podendo chegar a até dois anos. Dependendo da capacidade do governo de vacinar a população no ano que vem, reduzindo drasticamente o número de mortes pela doença, essa queda pode ainda se perpetuar por mais um ano.

Em 1940, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era muito baixa, de 45,5 anos. Desde então, com a redução da mortalidade infantil e os avanços na medicina, o número vem crescendo consistentemente. Em 1980 chegou a 62,5 e, no ano 2000, a 69,8. Nos últimos vinte anos, os ganhos foram um pouco mais lentos, mas, mesmo assim, nunca se registrou um decréscimo.

De acordo com os últimos números divulgados pelo IBGE, em novembro, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de 76,6. E poderia ser ainda mais alta se não fosse a violência urbana, que costuma vitimar homens jovens. Tanto que a expectativa de vida das mulheres era de 80,1 anos, contra 73,1 anos dos homens.

“Historicamente, a cada três anos, nós ganhamos um ano de expectativa de vida ao nascer”, explica o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social. “Agora, vamos perder em um ano o que levamos seis anos para conseguir. Ou seja, não só vamos deixar de avançar como vamos também retroceder.”

Do ponto de vista demográfico, o impacto é muito grande, sobretudo porque 75% da letalidade da doença se concentra entre os idosos. Em geral, as mortes de crianças e jovens têm um impacto muito maior na expectativa de vida média da população do que entre os mais velhos.

“Mas o número de mortos foi tão grande, foi uma quantidade tão desproporcional, que acabou tendo todo esse impacto na expectativa de vida”, avalia Neri. “Este número, 190 mil, equivale a quatro vezes as taxas anuais de homicídios no Brasil; por isso tem esse efeito demográfico gigantesco.”

Outro retrocesso importante que deve se perpetuar segundo os especialistas diz respeito à educação. A desigualdade educacional que vinha caindo há pelo menos 40 anos voltou a subir durante a pandemia, por conta das dificuldades que muitos alunos tiveram, sobretudo os mais pobres, para estudar.

“Entre os jovens de 6 a 15 anos, a média de estudo durante a pandemia foi de duas horas e dezoito minutos, muito abaixo das quatro horas mínimas exigidas pela LBDE (Lei de Diretrizes Básicas da Educação)”, afirma Neri.

“E a redução foi muito maior entre os alunos de escolas públicas, de renda mais baixa e das áreas mais remotas; no Pará, por exemplo 42% dos alunos não receberam material, não fizeram estudo remoto por falta de material. Isso reverte totalmente a tendência de redução de desigualdade educacional que vinha caindo há 40 anos.”

O acesso a internet é outro problema. Estimativas de 2018 do IPEA apontam que cerca de 16% dos alunos do ensino fundamental (4,35 milhões) e 10% dos alunos do ensino médio (780 mil) não têm acesso à internet. E praticamente todos eles eram da rede pública.

“Muitas dessas perdas são irreversíveis e podem gerar um efeito permanente”, analisa Neri. “Teremos uma geração covid.”

Embora a renda per capita tenha se mantido elevada por conta do pagamento do auxílio emergencial, o nível de ocupação da população nunca foi tão baixo. A taxa era de 49,7% em maio, passou para 49,3% em outubro e chegou a 49,6% em novembro. Ou seja, metade das pessoas em idade de trabalhar está fora do mercado de trabalho.

“Desde que começamos a medir essa taxa nunca tínhamos observado uma ocupação abaixo de 50%”, afirmou a coordenadora da pesquisa PNAD-Covid, do IBGE, Maria Lúcia Vieira. “Neste sentido, foi um ano muito atípico e complicado para o mercado de trabalho porque houve rendimento efetivo, mas tivemos esse comportamento do nível de ocupação.”

O fim do auxílio emergencial em 31 de dezembro preocupa os especialistas, pois deve marcar a volta de um grande número de pessoas para a situação de extrema pobreza. “Neste aspecto 2021 me preocupa muito mais do que 2020”, afirmou Marcelo Neri.

Para Maria Lucia Vieira, tudo vai depender dos desdobramentos da pandemia e das respostas oferecidas pelo governo no ano que vem.

“Não tem como prever muito porque não sabemos o que vai acontecer em termos de pandemia, se a situação vai se agravar ou se vamos ter uma vacinação para minimizar os problemas”, diz Maria Lúcia. “O comportamento do mercado de trabalho vai se dar muito em função das questões pandêmicas; se tudo estiver terminando e se revertendo poderíamos entender que estamos voltando para um comportamento já conhecido, com a ocupação aumentando até o final do ano. Mas não temos como prever a situação da pandemia, muitos lugares já estão ensaiando um fechamento novamente, São Paulo voltou a adotar horários de expediente limitado.”

Fonte: O Tempo

Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,6 anos em 2019

 

A expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2019 era de 76,6 anos, segundo dados da Tábua da Mortalidade, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é 0,3 ano superior à de 2018, divulgada na pesquisa do ano passado (76,3 anos).

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado, que é uma média da expectativa de vida dos dois sexos, foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União. A divisão do dado, por sexo, será feita às 10h pelo IBGE.
(*) Com informações IBGE

Preço da carne puxa inflação para 0,51% e novembro tem pior mês em 4 anos

Puxada pela disparada no preço da carne, a inflação chegou a 0,51% em novembro segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta sexta (6). Após registrar alta 0,10% em outubro, o mês de novembro teve o maior resultado desde 2015, quando o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficou em 1,01%. No acumulado de 12 meses até novembro, o IPCA registrou 3,27%, contra alta 2,54% do mês anterior. Já no acumulado do ano, a inflação registrou 3,12%.
Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. Despesas pessoais (1,24%), alimentação e bebidas (0,72%), e habitação, que passou de uma deflação de 0,61% em outubro para alta de 0,71% em novembro. A aceleração no grupo alimentação e bebidas foi puxada, principalmente, à alta das carnes (8,09%). Por causa do apetite chinês, que aumentou as importações de carnes do Brasil, a arroba do boi subiu nas últimas semanas, e o repasse já começa a chegar nas gôndolas.
Desde o fim de 2018, a China enfrenta queda da produção de suínos devido a uma grave crise sanitária na suinocultura, o que o obrigou a elevar as compras externas e a procura de outras proteínas, como a bovina. O Brasil, o principal exportador mundial de carne bovina e de frango, foi beneficiado por essa demanda chinesa.
A demanda chinesa refletiu no resultado de alimentação no domicílio, que tinha registrado deflação de 0,03% no mês anterior e passou para uma alta de 1,01% em novembro. Já a alimentação fora do domicílio apresentou alta de 0,21%. Com a mudança da bandeira tarifária, habitação teve variação de 2,15%. Em setembro, a bandeira vermelha já apresentava a uma alta do índice, enquanto o décimo mês do ano recebeu a tabela amarela de cobranças.
Em transportes, os preços dos combustíveis (0,78%) desaceleraram na comparação com o mês anterior (1,38%), principalmente pelo preço da gasolina, que variou 0,42% em novembro. As passagens aéreas seguem subindo pelo segundo mês consecutivo, com alta de 4,35%. Entre os 16 locais pesquisados pelo IBGE, a maior variação ficou com São Luís (1,05%) devido a alta da carne e da gasolina.

Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,3 anos



A expectativa de vida ao nascer no Brasil subiu para 76,3 anos em 2018, segundo informações divulgadas nesta quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2017, a expectativa de vida era de 76 anos, ou seja, aproximadamente três meses a menos do que em 2018.
A pesquisa Tábua de Mortalidade 2018 só será divulgada às 10h, mas as informações básicas da pesquisa já foram antecipadas no Diário Oficial da União de hoje.
Agência Brasil

Censo 2020 é o principal desafio para nova presidente do IBGE



A nova presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Susana Cordeiro Guerra, disse nessa sexta-feira (22), ao tomar posse no cargo, que o censo 2020 é o principal desafio da instituição.
De acordo com Suzana, é complicada a situação do IBGE às vésperas do censo, um grande levantamento demográfico que é feito a cada 10 anos. A previsão da pesquisa é cobrir 213 milhões de pessoas, em 71 milhões de domicílios urbanos e rurais, com mais de 240 mil contratos temporários de recenseadores.
“O desafio de implementar um censo dessa dimensão em uma instituição na situação do IBGE vai ser monumental. Vamos enfrentá-lo. Com respeito às boas práticas de qualidade e responsabilidade, que são da tradição da casa, e ao mesmo tempo uma sede por soluções de ponta. Vamos usar todos os recursos possíveis, pensando sempre na situação atual e fiscal do país e nas suas dificuldades. E vamos usar a nossa criatividade e coragem, que é praxe da casa, para entregar um censo aderente às melhores práticas”, afirmou.

Turismo no Ceará tem 3º maior crescimento do País em dezembro



As atividades turísticas do Ceará cresceram 12% em dezembro de 2017, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Foi o terceiro melhor desempenho do País. Perde apenas para Santa Catarina (19%) e Pernambuco (16,5%). Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços divulgada nesta sexta-feira, 16, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra ainda que o segmento é exceção dentro do setor de serviços que registrou queda de 16,6% no período.
Sobre o assunto.
No comparativo de dezembro de 2017 e 2016, os segmentos que apresentaram maior queda em volume de serviços no Ceará foram: serviços profissionais administrativos e complementares (-9%), serviços de informação e comunicação (-8,4%), transporte e serviços auxiliares de transporte e correios ( -2,9%); outros serviços (-23%). Por outro lado, serviços prestados às famílias cresceram 11,4% no período.

Brasil já tem 207 milhões de habitantes. Ceará é oitavo e Fortaleza é a quinta em população



O Brasil já tem 207 milhões, 660 mil e 929 de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados hoje (30) no Diário Oficial da União. No ano passado, o levantamento anual do IBGE indicava uma população de 206,08 milhões de brasileiros.
São Paulo permanece na liderança como o estado mais populoso com 45 milhões, 94 mil e 866 habitantes. No ano passado, a população paulista era formada por 44,75 milhões de habitantes. Mais cinco estados têm população acima de 10 milhões de habitantes: Minas Gerais (21.119.536), Rio de Janeiro (16.718.956), Bahia (15.344.447), Rio Grande do Sul (11.322.895) e Paraná (11.320.892).
O Distrito Federal (DF) que, no ano passado, tinha 2,98 milhões de habitantes, agora tem mais de 3,039 milhões de pessoas. Acre (829,6 mil), Amapá (797,7mil) e Roraima (522,6 mil) são os estados que registram população inferior a 1 milhão de habitantes.
(Agência Brasil)
*Confira os 10 maiores estados brasileiros em população:*

IBGE define banca para concurso de 26.440 vagas



02 DE ABRIL, DOMINGO
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou, por meio de publicação em Diário Oficial, no último dia 30 de março, o nome da banca organizadora do seu concurso público para o preenchimento de 26.440 vagas temporárias, autorizado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) no último dia 17 de março. A escolhida, por meio de dispensa de licitação, é a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Com isto, a expectativa é de que o edital de abertura de inscrições seja publicado já no decorrer da primeira semana de abril.
Cargos contemplados
Do total de oportunidades, 19.013 são para o cargo de recenseador, que pede apenas ensino fundamental, 7.161 para cargos de ensino médio e 266 para nível superior.
Para ensino médio, as opções são para as carreiras de agente censitário regional (375), agente censitário administrativo (381), agente censitário municipal (1.285), agente censitário supervisor (4.946) e agente censitário de informática (174).
Por fim, para nível superior, a oferta é de 266 postos para analista censitário.
Para o cargo de recenseador, que oferece 19.013 vagas e pede apenas ensino fundamental, a remuneração inicial é de R$ 3 mil, podendo variar de acordo com as pesquisas. Para agente censitário regional, o inicial é de R$ 3.458. Para agente censitário administrativo, R$ 2.18. Para agentes censitários municipal, supervisor e de informática, inicial de R$ 2.000. Finalmente, para analista censitário, que pede nível superior, o inicial é de R$ 7.624.
Os contratos serão pelo período de um ano, podendo ser prorrogados até três. Os temporários também contam com direito a 13º salário e férias remuneradas.
A distribuição de vagas ainda não foi divulgada, mas deverão oferecer oportunidades para todos os estados, além do Distrito Federal.

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