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Julgamento de Bolsonaro: Moraes lê resumo com os principais pontos da ação penal por tentativa de golpe de Estado;

Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa julgamento do chamado "núcleo crucial" da trama golpista. Pela 1ª vez, um ex-presidente da República senta no banco dos réus acusado de crimes contra a democracia.

Resumo

A 1ª Turma do STF começa a julgar a ação penal contra Jair Bolsonaro e outros 7 acusados de tentativa de golpe de Estado.

A primeira sessão acontece agora. Veja os horários e as datas das próximas sessões.

Bolsonaro responde por 5 crimes. Caso seja condenado, as penas somadas podem chegar a 43 anos. Ele não compareceu ao início do julgamento.

ENTENDA: quem são os ministros da 1º Turma do STF e qual o rito do julgamento.

A TRAMA DO GOLPE: infográfico relembra o que pesa contra os acusados e os eventos que motivaram a denúncia.

No início do texto, o ministro Alexandre Moraes atacou os envolvidos que “tramam” contra o STF, “inclusive usando outros países para tentar destruir a soberania nacional e do judicial”.

Moraes fica frente a frente com Bolsonaro/////atualização, 14h05

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estão frente a frente na primeira sessão da Corte para julgar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) do plano de golpe.

Moraes é relator do caso no STF. No julgamento que começou hoje, os ministros decidirão se acatam a denúncia da PGR e tornam réus Bolsonaro e outros sete denunciados do primeiro núcleo da acusação.

Pouco antes do início da discussão na Primeira Turma, o ex-presidente surpreendeu ao chegar ao STF e se dirigir à primeira fileira da sala junto aos seus advogados — de onde continua acompanhando o julgamento.

Além de Moraes, também compõem a Primeira Turma os ministros Cristiano Zanin, Carmen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux.

A análise terá início nesta manhã e deve se encerrar na quarta-feira (26), caso seja necessário mais tempo de deliberação. Saiba quem são todos os julgados:

Jair Bolsonaro, ex-presidente da República
Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;
Walter Braga Netto, general que foi ministro da Defesa e da Casa Civil no governo de Bolsonaro, além de ter sido candidato a vice-presidente em 2022;
Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-presidente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro;
Almir Garnier, almirante de esquadra que comandou a Marinha no governo de Bolsonaro;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça no governo Bolsonaro;
Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo Bolsonaro;
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa de Bolsonaro.

(*) CNN
METRÓPOLE

"Se ela fosse GDE, não teria morrido", diz acusado de matar e esquartejar três mulheres


O crime aconteceu em março de 2018, quando seis homens mataram e esquartejaram três mulheres. Duas delas, teriam sido desmembradas ainda vivas (Foto: Fábio Lima/O POVO)


O julgamento de cinco membros de facção criminosa ocorreu durante esta quarta-feira, 27, na 3ª Vara do Júri, do Fórum Clóvis Beviláqua. Integrantes do grupo Guardiões do Estado (GDE), os homens são acusados de matar e esquartejar três mulheres em março de 2018. Confessando ter participado do crime, um deles confirmou ao júri que as mortes ocorreram por causa da rivalidade entre facções.
A ação penal apresentada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (PMCE) informa que Nara Aline Mota de Lima, 23, Ingrid Teixeira Ferreira, 22, e Darcyelle Ancelmo de Alencar, 31, foram retiradas da casa onde moravam, no bairro Vila Velha, tendo sido torturadas e mortas por integrantes da GDE. Ingrid e Nara, a propósito, foram decapitadas ainda vivas. A separação da cabeça do corpo ocorreu a golpe de facão.
“A ‘sapatona’ (Nara) era batizada no CV (Comando Vermelho). Se ela fosse GDE, não teria morrido", declarou Rogério Araújo de Freitas, 26. Conhecido como "Chocolate", ele confessou ter esquartejado as vítimas, enquanto os demais teriam apenas observado a ação.
Além dele, também são acusados de participar do crime: Francisco Robson de Souza Gomes, o Mitol, 28; Bruno Araújo de Oliveira, o Bruno Biloco, 25; Jeilson Lopes Pires, 22; e Júlio César Clemente Silva, o Léo Bifão, 30.

Lula é condenado a 12 anos e 11 meses de prisão pelo caso do sítio em Atibaia


O ex-presidente já estava havia sido condenado pelo caso do triplex de Guarujá.
(Foto: Miguel Schincariol/AFP)

O ex-presidente Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo que envolve o sítio Santa Bárbara, em Atibaia. A decisão é da juíza federal Gabriela Hardt, da operação Lava Jato. As informações são do jornal Estado de S.Paulo.
Esta é a segunda condenação do petista. A primeira havia sido no caso do triplex do Guarujá. Há ainda uma terceira ação na Justiça contra o ex-presidente, em que ele é acusado de corrupção e lavagem de dinheiro em supostas propinas da Odebrecht.
De acordo com a sentença, Lula supostamente recebeu R$ 1 milhão em propinas na reforma na propriedade. Conforme a reportagem do Estado de S.Paulo, o imóvel pertence a Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas, Jacó Bittar.
A Lava Jato informou que o imóvel passou por três reformas, que foram custeadas pelas empreiteiras OAS, Odebrecht e Schahin.
As intervenções somaram R$ 1,02 milhão, sendo uma administrada pelo pecuarista José Carlos Bumlai, no valor de R$ 150 mil, outra sob comando da Odebrecht, por R$ 700 mil. Por fim, uma reforma na cozinha, pela quantia de R$ 170 mil, sobr tutela da OAS.
Conforme o Estado de S.Paulo, Bumlai declarou, em interrogatório, não ter pagado dinheiro nas obras. Fernando Bittar também nega ter custeado as intervenções. Os pagamentos da Odebrecht foram confirmados por Rogério Aurélio Pimentel, que foi apontado por delatores como o homem de confiança do ex-presidente na realização da reforma.
Além de Lula, outras 11 pessoas foram condenadas no processo. Confira:
Os empresários:

Julgamento de Lula no TRF-4 lota hotéis



A dois dias do julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), a cidade de Porto Alegre passa por um fenômeno raro nesta época do ano: a maioria dos hotéis na região do tribunal estão lotados no dia 23, véspera do julgamento.
A Frente Brasil Popular, que organiza os atos em defesa de Lula, espera 50 mil pessoas na próxima semana – um número expressivo na capital gaúcha, que tem cerca de um 1,5 milhão habitantes. Dos dez hotéis consultados pela reportagem, todos nas proximidades do tribunal, seis estavam lotados. Os demais estavam nos últimos apartamentos.
A organização dos atos pró-Lula fez ainda uma parceria com a agência de viagens Roma Tour para hospedagens com descontos. Segundo o dono da empresa, Romalino Freitas, foram fechados cerca de 80 apartamento, até Sexta-feira (19). “O que ainda é muito pouco perto do universo de pessoas que estão vindo pra cá”, disse.

PREVISÃO DE HOJE É 5 A 2 PELA ABSOLVIÇÃO NO TSE



"As mudanças diárias no placar de previsões sobre o TSE refletem uma situação política em evolução. Se o povo sabe que quer encerrar o governo Temer e partir para eleições diretas, a turma de 1% está dividida sobre aquilo que seria melhor para seus interesses", escreve Paulo Moreira Leite, articulista do 247; "Num país em ebulição social e uma nova greve geral em perspectiva, o descarte puro e simples de Temer, como a TV Globo está pedindo, pode estimular mobilizações populares de alto risco e bloquear o avanço das reformas"; para PML, "depois de imaginar que o julgamento seria mais um capítulo no massacre permanente de Dilma e do PT, ajudando a combater o voto direto e a democracia, os patrocinadores de Temer encaram um horizonte de contradições e águas turbulentas"
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