Paola Oliveira, presente. Dandara dos Santos, presente. Hérica Isidoro, presente. Pinha Priscila, presente. Jennifer, presente. Ketlin, presente. Julhão Petruk, presente. Salomé Bracho, presente. Rayane, presente. Larissa, presente. Gabriela Sousa, presente. Natália Moura, presente. Nega Maradona, presente. Priscila, presente. Canoa, presente. Além de outras três pessoas que não chegaram nem a serem identificadas. Pelo menos 16 travestis ou transexuais foram executadas, no Ceará, em 2017, conforme o observatório de violência Rede Trans Brasil.
O termo 'presente' é utilizado por movimentos sociais para que as vítimas não caiam em esquecimento. O número registrado neste ano, até o momento, no Estado, representa um aumento de 166,6%, em relação a todo o ano de 2016, quando houve o registro de seis travestis ou transexuais assassinadas em território cearense.






