Mostrando postagens com marcador MERCADO DE TRABALHO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MERCADO DE TRABALHO. Mostrar todas as postagens

Com recorde nos últimos 6 anos, geração de empregos em abril passaram de 129 mil

25/05/2019, SÁBADO
O Brasil registrou a abertura de 129.601 novas vagas de emprego com carteira assinada em abril, resultado de 1.374.628 admissões e 1.245.027 desligamentos.
Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira (24) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
Este foi o melhor resultado para abril desde 2013. Na época, o Caged registrou a criação de 196.913 vagas. Terceiro ano consecutivo de saldos positivos e crescentes no mês, o número reflete a recuperação do contingente de empregos formais em abril desde 2017. No acumulado do ano, de janeiro a abril, foram gerados 313.835 postos de trabalho e o estoque de empregos chegou a 38,7 milhões.

Alemanha busca trabalhadores fora da UE para ajudar a cobrir 1,2 milhão de vagas de empregos


Da esquerda para a direita, o ministro alemão do Interior, Horst Seehofer, o do Trabalho e Assuntos Sociais, Hubertus Heil, e o de Economia e Energia, Peter Altmaier.


Atrair mão de obra qualificada de outros países para aliviar a falta premente de trabalhadores em alguns setores e regiões da Alemanha. Esse é o objetivo dos projetos de lei endossados pelo Governo de coalizão alemão, num momento em que a extrema direita transformou a imigração em uma questão politicamente ultrassensível.
O pacote legislativo, inédito na Alemanha e que ainda tem de passar pelo Parlamento, torna mais fácil para os trabalhadores de fora da União Europeia com escolaridade média e alta irem à Alemanha em busca de trabalho sob certas condições. A iniciativa também abre a porta para que os requerentes de asilo rejeitados possam ficar no país se já estiverem integrados ao mercado de trabalho. "Precisamos de mão-de-obra de terceiros países para garantir nossa prosperidade e preencher as vagas", disse o ministro do Interior, Horst Seehofer, conhecido por sua política linha-dura sobre imigração.

Maioria que conclui ensino superior ganha salário abaixo de R$ 3 mil


Entre os profissionais que concluíram o ensino superior nos últimos dois anos, em todo o País, a maior parte recebe salário inferior a R$ 3 mil, segundo levantamento divulgado hoje (18), em São Paulo, pelo Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior (Semesp). A pesquisa aponta ainda a desvalorização da licenciatura – enquanto 50% dos profissionais dos cursos de bacharelado recebem abaixo de R$ 3 mil, na licenciatura o percentual sobe para 88%.
Dos oriundos da rede privada, 21,8% ganham menos de R$ 1 mil, 54,4% têm salário entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, 16,8% recebem entre R$ 3 mil e R$ 5 mil e 6,1% têm renda acima de 5 mil. Entre os egressos da rede particular, 23,1% ganham menos de R$ 1 mil, 48,1% estão com faixa salarial de R$ 1 mil a R$ 3 mil, 22,1% recebem de R$ 3 mil a R$ 5 mil e 6,8% têm salário acima de R$ 5 mil.
Para Rodrigo Capelato, diretor do Semesp, a diferença salarial entre aqueles que estudaram em rede pública e particular não é substancial entre recém-formados. Segundo ele, o grande desafio dos cursos de graduação é elevar a renda de quem já trabalha e estuda para melhorar de vida. “As pessoas estão se formando e os salários não estão subindo tanto assim”, explicou.
A maioria dos alunos ainda se matricula em carreiras clássicas do bacharelado, 40% optam por direito, administração, engenharias e ciências sociais. Na comparação entre os salários, os engenheiros têm os de melhor renda: 32,1% ganham entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, sendo que 10% recebem de R$ 10 mil a R$ 15 mil. Entre os formados em administração, 15,99% encontram-se na faixa salarial entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.
Empregabilidade
Segundo o levantamento, 47,09% trabalham na área de formação, 34,3% dos egressos não trabalham e 18,7% atuam em uma área diferente da sua formação. A pesquisa também indicou que 38% entre aqueles que responderam que não trabalham dedicam-se à pós-graduação. Já 12% estão fazendo outro curso de graduação e 48,3% não têm ocupação.
Egressos de entidades privadas e públicas concordam que as instituições de ensino precisam fazer mais parcerias com empresas, investir em aulas práticas e fomentar estágios. O levantamento ouviu 1.445 participantes de 135 cursos diferentes de todo o país, sendo 1.089 formados e 356 pessoas que abandonaram o curso ou ainda estudam. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
(Agência Brasil/Foto Ilustrativa)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...