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Copa do Mundo começa nesta quinta com formato inédito, em meio a guerra e a política anti-imigração de Trump



A Copa do Mundo de 2026 tem início nesta quinta-feira (11), assim que a bola rolar para México x África do Sul no Estádio Azteca, na Cidade do México. A competição começa marcada pelo formato inédito e pelas questões geopolíticas que se infiltraram no esporte por meio da guerra e da agenda do presidente dos EUA, Donald Trump.

Mesmo com sedes no México e no Canadá, são os EUA que receberão a maior parte dos jogos – 78 de um total de 104.

Nesta Copa, o torneio estreia um novo formato, com 48 seleções, em vez das 32 do modelo antigo, vigente entre 1998 e 2022.

Na fase de grupos, as seleções estão divididas em 12 grupos de quatro integrantes. Eles jogam contra si, e os dois primeiros de cada grupo avançam, juntamente com os oito melhores terceiros colocados.

A partir daí, os 32 classificados passam para a fase de mata-mata – que terá uma rodada a mais do que as Copas anteriores.

Também pela primeira vez, a Copa do Mundo terá três países-sede. A competição já foi distribuída entre duas nações em 2002, com Japão e Coreia do Sul recebendo os jogos.

Dos 16 estádios onde as partidas serão realizadas, três ficam no México (Cidade do México, Guadalajara e Monterrey), e duas, no Canadá (Vancouver e Toronto).

EUA x Irã

Os EUA, com 11 cidades-sede, serão os principais anfitriões do torneio. Todos os jogos de mata-mata, com exceção de um a ser disputado no Azteca, ocorrerão em campos americanos.

Esse protagonismo também é fonte de tensões já fortes antes mesmo do primeiro toque na bola.

A Copa do Mundo ocorre em meio ao reinício das agressões entre EUA e Irã, que fazem ressurgir a guerra iniciada em fevereiro pelos americanos e por Israel.

Mesmo com um cessar-fogo costurado em abril, o conflito teve impacto no esporte: o Irã, classificado para a competição, fará todos os seus jogos da fase de grupos nos EUA.

A relação do governo Trump em relação à delegação iraniana é de uma hostilidade indisfarçável. A seleção se hospedaria em Tucson, no Arizona, mas mudou seus planos e se estabeleceu em Tijuana, no México, depois que os EUA disseram que não permitiriam que jogadores e comissão pernoitassem em seu território durante o evento.

Além disso, muitos membros da comissão tiveram seu visto negado, e os jogadores tiveram os vistos americanos aprovados apenas na semana passada.

As restrições atingiram também os torcedores do país. Na terça-feira (9), dois dias antes do início do torneio, os EUA anunciaram a retirada da cota de 8% dos ingressos por partida destinada aos iranianos em jogos de sua seleção.

(*) Informações g1










Irã diz que Estreito de Ormuz está fechado 'até novo aviso' e que ataques dos EUA tornam cessar-fogo 'sem sentido'



O Irã anunciou nesta quinta-feira (11) que o Estreito de Ormuz está completamente fechado "até novo aviso".

A decisão foi tomada após os Estados Unidos realizarem uma nova onda de bombardeios contra o território iraniano na noite desta quarta-feira (10).

Em comunicado na manhã desta quinta, o Ministério das Relações Exteriores iraniano condenou os ataques, afirmando que as ofensivas norte-americanas tornaram o cessar-fogo de quase dois meses “praticamente sem sentido”.

"Os ataques ilegais e criminosos perpetrados pelos Estados Unidos nas últimas horas não apenas constituem uma violação flagrante... mas também tornam o cessar-fogo praticamente sem sentido”, declarou o ministério.

A nota diz ainda que “a responsabilidade pelas consequências extremamente graves desse ato criminoso recai sobre os líderes dos Estados Unidos”.

Em retaliação aos bombardeios americanos, o Irã atacou dois navios. A embaixada da Índia em Omã informou que tomou conhecimento de um incidente envolvendo uma embarcação próximo ao porto de Shinas, no país, ocorrido nesta quinta-feira.

A agência de notícias iraniana Tasnim afirma que três marinheiros morreram. No entanto, o Ministério das Relações Exteriores da Índia afirma que havia 20 indianos a bordo da embarcação e que todos estão em segurança.

Ao anunciar os novos ataques, na noite desta quarta, o Comando Central dos EUA disse que eles tinham como alvo as capacidades de vigilância militar, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea iranianas

"Os ataques são uma resposta à agressão injustificada e contínua do Irã. As forças americanas permanecem vigilantes, letais e prontas para agir", afirmou.

À rede de TV Fox News, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que caças americanos estavam operando nos céus do Irã. Ele afirmou ter conversado com autoridades iranianas nesta quarta, que supostamente "teriam pedido para que os bombardeios parassem". Ele disse que Israel não estava envolvido na missão e não descartou novas ações militares no país.

Mundo [VÍDEO] TERROR NO PACÍFICO: Terremoto de 7,8 nas Filipinas dispara risco de tsunami em cinco países

Imagens: Reprodução/Hoje no Mundo Militar Um terremoto de magnitude 7,8 atingiu nesta segunda-feira (8) uma área próxima à costa sul das Filipinas, no Oceano Pacífico, provocando alerta de tsunami em diferentes países da região. As informações são da Jovem Pan News. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (United States Geological Survey), o epicentro foi registrado no mar, a cerca de 35 km de profundidade, próximo à ilha de Mindanao. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico (Pacific Tsunami Warning Center) emitiu advertência para possíveis ondas nas próximas três horas. O alerta inclui áreas costeiras das Filipinas, Indonésia, Palau, Taiwan e Papua-Nova Guiné. As autoridades locais seguem monitorando a situação, enquanto o risco de novos tremores ou impacto de ondas permanece em avaliação.

Saúde Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.

“Estamos agora revisando nossa avaliação de risco para muito alto a nível nacional, alto a nível regional e baixo a nível global”, completou Tedros.

Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.

Segundo ele, nesta na última quinta-feira (21), houve um “incidente de segurança” onde em um hospital localizado na província de Ituri – tendas e suprimentos de saúde foram incendiados.

“Construir a confiança nessas comunidades é essencial para uma resposta bem-sucedida e é uma das nossas maiores prioridades”, concluiu Tedros.

“Uma civilização inteira vai morrer esta noite”, diz Trump em nova ameaça contra o Irã, ATUALIZAÇÃO 13h48



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a escalar a retórica contra o Irã nesta terça‑feira (7), ao afirmar em sua rede social pessoal que “uma civilização inteira vai morrer hoje à noite” se não for alcançado um acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio. A declaração, carregada de tom apocalíptico, foi divulgada horas antes do fim de um prazo estabelecido pelo governo americano para Teerã reabrir o Estreito de Ormuz e aceitar um plano de 15 pontos apresentado pelos EUA.
Ameaça de “fim de uma civilização”

Na postagem feita em sua plataforma Truth Social, Trump escreveu que, caso o Irã não ceda às condições americanas, “uma civilização inteira vai morrer hoje à noite, para nunca mais ser ressuscitada”. Em seguida, o presidente americano indicou que o uso da força contra as infraestruturas de energia e de transporte iranianas seria inevitável, incluindo usinas de energia e pontes estratégicas.

A mensagem foi divulgada em um momento de tensão crescente, com o prazo dado ao Irã para reabrir o Estreito de Ormuz expirando às 21h (horário local de Washington). O entorno de fatos reforça o cenário de risco de um novo ciclo de ataques diretos americanos e israelenses contra o território iraniano, em um conflito que já dura meses e já provocou dezenas de mortes e destruição de infraestrutura em ambos os lados.
Contexto da guerra em 2026 em meio à declaração de Trump sobre o Irã

A guerra entre Irã, Israel e Estados Unidos começou com um conjunto de ataques coordenados no final de fevereiro de 2026, quando Israel e os EUA lançaram uma ofensiva aérea contra alvos militares iranianos codinomeada pela Força Aérea israelense como “Operação Gênesis”. Segundo cálculos oficiais, foram atingidos cerca de 500 alvos no oeste e centro do Irã, incluindo baterias de defesa aérea e lançadores de mísseis, em uma das maiores operações de combate da história da aviação israelense. Teerã, por sua vez, retaliou com mísseis balísticos e drones, atingindo áreas de Tel Aviv, Haifa e até outras cidades da região, em um cenário de confronto multifronte que rapidamente se espalhou pelo Oriente Médio.

O conflito se agravou ainda mais após o Irã encerrar o controle de navegação no Estreito de Ormuz, bloqueando o principal corredor de exportação de petróleo do Golfo Pérsico e provocando um choque nos mercados globais. O escoamento de barris pelo estreito é vital para dezenas de países, e o embargo imposto por Teerã reforçou o discurso de Washington e de Tel Aviv de que a “segurança energética internacional” estaria em risco.

Ataques recentes e impacto econômico

Na última semana, Israel e Irã voltaram a trocar novos ataques, agravando um quadro de hostilidades que já vinha desestabilizando a região. Em meados de março, Teerã atingiu uma refinaria de petróleo israelense, em um golpe que visava tanto a infraestrutura estratégica quanto o mercado interno de combustíveis. Em resposta, forças israelenses realizaram novos ataques contra supostos alvos ligados ao “regime terrorista iraniano”, com foco em instalações militares e de comando em Teerã e em outras cidades, causando mortes e destruição parcial de edifícios.

O cenário gerou reações em cadeia na economia global. Com o trânsito de petróleo no Golfo Pérsico comprometido, o preço do barril disparou, pressionando inflações e moedas em países importadores de energia. Governos europeus e asiáticos ampliaram a pressão por um acordo rápido, enquanto organismos internacionais alertavam para o risco de uma crise alimentar e energética em países dependentes de combustíveis derivados de petróleo.
Negociações envolvendo Trump, Irã, Paquistão e plano de 15 pontos

Apesar da escalada de violência, paralelamente ao conflito militar, Teerã e Washington mantêm canais de negociação indireta, mediados por países como Omã e, em alguns casos, o Paquistão. Em março, o governo americano apresentou ao Irã um plano de 15 pontos como base para encerrar oficialmente a guerra, que incluiria, segundo reportagens de imprensa, o fim do programa de mísseis balísticos de longo alcance, a suspensão de atividades nucleares militares e a retirada de apoio a grupos armados na região. Em troca, os EUA ofereceriam o levantamento progressivo de sanções econômicas e o reconhecimento de um papel limitado do Irã como potência regional.


Ainda assim, posições ainda divergem de forma acentuada. Autoridades iranianas afirmam que qualquer acordo só é possível após a retirada “total” das forças americanas da região e garantias de segurança, enquanto Washington insiste em medidas concretas de desmilitarização e desmobilização de milícias aliadas de Teerã. A cúpula militar iraniana, por sua vez, reiterou que o conflito continuará até uma “rendição e arrependimento permanente” do inimigo, reforçando a postura de resistência diante das ameaças de Trump.
Cena política em Teerã e Washington

Enquanto o presidente americano usa a linguagem de fronteira entre o fim iminente da guerra e o fim da própria civilização iraniana, o governo islâmico reage mobilizando a população para atos de defesa nacional. Em Teerã e em outras cidades, autoridades convocaram “correntes humanas” em torno de usinas de energia, linhas de transmissão e instalações estratégicas, como forma simbólica de proteger o país de possíveis ataques. Entre a elite política iraniana, o discurso dominante é o de que ceder às pressões americanas equivaleria a “traição” ao projeto revolucionário, alimentando o discurso de mártir e resistência que marcaram décadas de relações hostis com o Ocidente.

Washington, por outro lado, tenta vender a narrativa de que o uso da força será apenas “proporcional” e concentrado em infraestruturas específicas, não contra a população civil em geral. Mas a frase de Trump sobre uma “civilização inteira” morrer hoje à noite ressoa como um dos mais intensos apelos de medo articulados por um líder de potência nuclear desde o início da guerra, deixando em aberto a possibilidade de novos ataques, caso o prazo se esgote sem resposta satisfatória de Teerã.

(*) GC+

Os EUA deslocam batalhões de soldados para o Golfo. Pelo menos dois navios e uma divisão de paraquedistas já estão a caminho.

Policia de Israel impede celebração de missa do "DOMINGO DE RAMOS" no Santo Sepulcro, em Jerusalém



A polícia israelense impediu o Patriarca Latino de Jerusalém e o padre da igreja do Santo Sepulcro de celebrarem a missa de Domingo de Ramos, uma medida criticada pelos governos da Itália e da França. ⁠⁠
O Patriarcado Latino, uma diocese católica com fiéis em Israel, nos territórios palestinos, na Jordânia e no Chipre, informou que os dois religiosos foram impedidos de "entrar na Igreja do Santo Sepulcro de Jerusalém quando pretendiam a missa do Domingo de Ramos". ⁠
"Como resultado, e pela primeira vez em séculos, os dirigentes da Igreja foram impedidos de celebrar a missa do Domingo de Ramos na Igreja do Santo Sepulcro", afirma um comunicado.⁠
Desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, as autoridades israelenses proibiram as grandes aglomerações, inclusive aquelas programadas para sinagogas, igrejas e mesquitas.⁠
🔗 Para mais detalhes sobre o caso, acesse a matéria no link da bio.⁠
📷️ Foto por JOHN WESSELS / AFP⁠

Irã diz que está pronto para responder a ataque terrestre dos EUA; potências regionais se reúnem no Paquistão



O Irã afirmou estar pronto para responder a um ataque terrestre dos Estados Unidos, acusando Washington neste domingo (29) de preparar um ataque por terra ao mesmo tempo em que buscava negociações, enquanto potências regionais realizavam conversas no Paquistão para tentar pôr fim aos combates.

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que os EUA enviarem mensagens sobre possíveis negociações enquanto planejavam secretamente o envio de suas tropas terrestres, acrescentando que o Irã estava pronto para responder caso tropas norte-americanas fossem mobilizadas.

“Enquanto os norte-americanos exigirem a rendição do Irã, nossa resposta é que jamais aceitaremos a humilhação”, disse em mensagem à nação.

A guerra, iniciada em 28 de fevereiro com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, espalhou-se pelo Oriente Médio, com os houthis do Iêmen, alinhados ao Irã, lançando no sábado seus primeiros ataques contra Israel desde o início do conflito.

(*) r7

ONU DECLARA TRÁFICO DE ESCRAVIZADOS O CRIME MAIS GRAVE CONTRA A HUMANIDADE, EUA, ISRAEL E ARGENTINA VOTAM CONTRA

MUNDO IRÃ DIZ AO MUNDO PARA SE PREPARAR PARA PETRÓLEO A US$ 200 COM GUERRA NO ORIENTE MÉDIO




FORÇAS IRANIANAS ESTÃO ATACANDO NAVIOS MERCANTES
O Irã afirmou que o mundo deve se preparar para um possível aumento do preço do petróleo para até US$ 200 por barril em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. A advertência foi feita pelo porta-voz militar iraniano Ebrahim Zolfaqari após novos ataques no Golfo Pérsico.

Segundo autoridades iranianas, forças da Guarda Revolucionária atingiram navios mercantes que teriam desobedecido ordens militares nas águas próximas ao país. Pelo menos três embarcações foram danificadas na quarta-feira (11), elevando para 14 o número de navios atingidos desde o início da guerra.

O aumento da tensão ocorre principalmente na região do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de um quinto de todo o petróleo consumido no mundo. O canal está parcialmente bloqueado após a suspeita de instalação de minas marítimas pelo Irã, o que ameaça interromper o fluxo global de petróleo e combustíveis.

Nos mercados internacionais, a instabilidade já impacta os preços. O barril chegou a se aproximar de US$ 120 no início da semana e, após recuar, voltou a subir quase 5% com as novas notícias sobre ataques e riscos de interrupção no fornecimento.

Diante do risco de escassez, a Agência Internacional de Energia recomendou a liberação de cerca de 400 milhões de barris das reservas estratégicas globais, na maior intervenção coordenada já sugerida para tentar estabilizar o mercado.

O conflito começou após ataques aéreos conjuntos de Estados Unidos e Israel contra alvos iranianos e já deixou cerca de duas mil mortes, a maioria no Irã e no Líbano. Apesar da ofensiva militar, autoridades afirmam que Teerã ainda mantém capacidade de reação, incluindo ataques a alvos marítimos e energéticos na região.

Enquanto isso, governos e mercados acompanham com preocupação os desdobramentos da guerra, já que uma escalada no Golfo pode afetar diretamente o abastecimento mundial de petróleo e provocar alta no preço dos combustíveis em diversos países.

(Foto: Thomas Parker / Pexels)

Filho de Ali Khamenei é o novo Líder Supremo do Irã



A assembleia dos Especialistas (ou dos Peritos) do Irã definiu que o novo líder supremo do país é o aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, morto em um ataque dos Estados Unidos, no final de fevereiro.

A informação de que o novo líder havia sido escolhido havia sido adiantada por um dos representantes da assembleia, Mohsen Heidari Alekasir, nesse domingo (8).

“A opção mais adequada, aprovada pela maioria da Assembleia de Especialistas, foi escolhida”. O nome, no entanto, não havia sido revelado.

Seyyed Mojtaba Khamenei é o segundo filho de Ali Khamenei e tem 56 anos. A escolha indica uma decisão da Assembleia de manter a linha já adotada pelo antecessor.

Mojtaba acumulou poder sob o comando de seu pai como uma figura sênior próxima às forças de segurança e ao vasto império de negócios que elas controlam. Ele se opôs aos reformadores que buscam se envolver com o Ocidente, que tenta restringir o programa nuclear do Irã.

Líder supremo

No cargo de líder supremo há 36 anos, Ali Khamenei estava no topo da estrutura de Poder da República Islâmica do Irã que, além do Executivo, do Parlamento e do Judiciário, conta com o Conselho dos Guardiões, formado por seis indicados do próprio Aiatolá Khamenei e seis indicados pelo Parlamento.

Outro órgão político típico da República Islâmica é a Assembleia dos Especialistas, ou dos Peritos, formada por 88 religiosos eleitos pelo voto popular. Essa assembleia é responsável por eleger o aiatolá que será o líder supremo do Irã. Apesar de o cargo ser vitalício, a Assembleia dos Especialistas pode destituí-lo.

Israel promete assassinar escolhido

Na última quarta-feira (4), o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que o próximo líder Supremo do Irã será assassinado.

“Será um alvo inequívoco para eliminação. Não importa qual seja o nome dele ou onde ele se esconda”, disse em uma rede social.

Estima-se que a guerra de Israel e dos EUA contra o Irã já tenha custado a vida de, pelo menos, 1.332 civis, segundo autoridade iraniana. Entre as vítimas dos ataques, esteve uma escola de meninas, onde 168 crianças foram mortas, expondo os horrores que o conflito pode produzir.


(Agência Brasil)

“VAMOS CORTAR TODAS AS RELAÇÕES COMERCIAIS COM A ESPANHA”

MUNDO ISRAEL ATACA REUNIÃO AIATOLÁS QUE ELEGERIA NOVO LÍDER SUPREMO DO IRÃ

Irã contabiliza 555 mortos após ataques dos EUA e de Israel no fim de semana



Pelo menos 555 pessoas morreram no Irã em consequência da ofensiva iniciada no sábado (28) pelos Estados Unidos e por Israel. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (2), pela Crescente Vermelho (FICV) do Irã, organização ligada à Cruz Vermelha.

De acordo com a entidade humanitária, os ataques atingiram dezenas de municípios em diferentes regiões do país.

"Após os ataques terroristas sionista-americanos executados em várias regiões do nosso país, 131 cidades foram afetadas até agora e, lamentavelmente, 555 dos nossos compatriotas morreram", afirmou o grupo em mensagem publicada no Telegram.

O balanço divulgado não detalha o número de feridos nem especifica as áreas mais atingidas, mas indica que ao menos 131 cidades registraram impactos da ofensiva.
EUA com foco em seguir plano militar

No domingo (1º), Trump afirmou que a campanha dos Estados Unidos no Irã continuará até que todos os objetivos militares sejam alcançados.

Em pronunciamento de seis minutos divulgado nas redes sociais, o presidente declarou que os EUA irão vingar a morte de três militares mortos durante retaliação iraniana.

Em tom de advertência, Trump fez um apelo a integrantes das Forças Armadas e da Guarda Revolucionária do Irã para que entreguem as armas em troca de imunidade. Caso contrário, segundo ele, enfrentarão “morte certa”.

(*) Diário do Nordeste

Mundo Trump faz discurso histórico de 1h48, ataca Suprema Corte, endurece fronteiras e mira Irã

 

Foto: Kenny Holston-Pool/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu, nessa terça-feira (24), o mais longo discurso da história do Estado da União ao Congresso, com 1 hora e 48 minutos de duração — superando todos os registros anteriores no Capitólio, em Washington, D.C.

No balanço de seu primeiro ano de governo, Trump criticou duramente a Suprema Corte dos Estados Unidos após a corte derrubar suas tarifas comerciais, descrevendo a decisão como “lamentável” e reafirmando que seguirá defendendo suas medidas econômicas apesar das limitações legais.

Uma parte significativa de sua fala foi dedicada à política de imigração, que o presidente defendeu com veemência, exaltando medidas de repressão a imigrantes ilegais enquanto propõe restrições mais rígidas, como o fim de cidades-santuário e limitações ao acesso a carteiras de motorista para estrangeiros sem documentação.

No campo internacional, Trump lançou um alerta ao Irã, acusando o país de perseguir ambições nucleares e reiterando que jamais permitirá que a nação do Oriente Médio desenvolva uma arma nuclear — ainda que enfatize preferência por soluções diplomáticas.

Além de sua defesa de políticas duras, o presidente tentou traçar um quadro otimista da economia americana, falando em uma suposta “era de ouro” de crescimento e fortalecimento, enquanto enfrenta opiniões públicas e reações divergentes no Congresso.

O discurso ocorre em um momento crítico nos EUA, com as eleições de meio de mandato se aproximando, e tem servido tanto como plataforma para as posições de Trump quanto como munição para opositores que criticam seu tom e prioridades.



Mundo México vive onda de violência após morte de chefe de cartel

 


Foto: Reuters/Gabriel Trujillo

O México viveu um fim de semana de tensão após o Exército confirmar a morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, apontado como líder do Cartel Jalisco Nueva Generación. Segundo as autoridades, ele foi ferido durante uma operação em Tapalpa, no estado de Jalisco, e morreu enquanto era transferido de helicóptero para a Cidade do México.

Considerado um dos narcotraficantes mais procurados pelos Estados Unidos, “El Mencho” tinha recompensa de 15 milhões de dólares oferecida por Washington. Sob seu comando, o CJNG se consolidou como uma das organizações criminosas mais poderosas e violentas do país.

Foto: Reuters/Gilberto Gallo

Após a ação das forças federais, criminosos reagiram com bloqueios de rodovias e incêndios de veículos em Jalisco, Michoacán e Tamaulipas. Também houve registros de ataques e queima de estabelecimentos comerciais em Guanajuato. Governadores locais confirmaram confrontos e ativaram protocolos de segurança, incluindo o chamado “código vermelho”.

No Aeroporto Internacional de Guadalajara, relatos de disparos e presença de homens armados causaram pânico entre passageiros. Terminais rodoviários suspenderam atividades em algumas regiões, e autoridades pediram que a população permanecesse em casa diante do risco de novos confrontos.
Foto: AP Photo/Alejandra Leyva

A morte do chefe do cartel marca um duro golpe contra o narcotráfico, mas também eleva o temor de retaliações violentas e disputas internas pelo controle das rotas e territórios dominados pelo grupo.


Com informações do G1





Tiroteio em escola deixa nove mortos e mais de 25 feridos no Canadá

 






















Um tiroteio na Escola Secundária Tumbler Ridge, na comunidade de Tumbler Ridge, na Colúmbia Britânica, deixou nove mortos e pelo menos 25 feridos na terça-feira (10), segundo a Royal Polícia Montada Real Canadense (RCMP) e informações do canal público CBC. O suspeito foi encontrado morto dentro da unidade de ensino, com indícios de ferimento autoinfligido.
Conforme a RCMP, a corporação foi acionada por volta das 13h20 após relato de atirador ativo na escola. Um Alerta Público Iniciado pela Polícia (PIPA) foi emitido enquanto os agentes se deslocavam ao local. O aviso foi cancelado às 17h45, quando a polícia informou não haver suspeitos foragidos nem ameaça contínua à população.
Durante a varredura no prédio, os policiais localizaram seis vítimas mortas dentro da escola. Outras duas pessoas foram socorridas de helicóptero com ferimentos graves ou com risco à vida. Uma terceira vítima morreu a caminho do hospital. Cerca de 25 pessoas foram encaminhadas ao centro médico local para avaliação de lesões que não colocam a vida em risco.
Além das mortes registradas na escola, a polícia identificou um segundo local ligado ao caso. Em uma residência na comunidade, duas vítimas foram encontradas mortas. As autoridades realizam buscas adicionais em outras casas e propriedades para verificar se há mais feridos ou possíveis conexões com o ataque.

Internacional: Influenciador brasileiro foi preso por agentes federais do ICE, O SERVIÇO DE IMIGRAÇÃO AMERICANO



O influenciador brasileiro Junior Pena, que vive nos Estados Unidos e já elogiou o governo de Donald Trump, foi preso por agentes federais do ICE, o serviço de imigração americano, no último sábado (31), segundo informações divulgadas nas redes sociais por um amigo. Com mais de 480 mil seguidores no Instagram, ele publica conteúdo sobre a sua vida como estrangeiro nos EUA, onde mora desde 2009.

Geral Estátua de Cristiano Ronaldo é incendiada em Portugal

 












Foto: Reprodução

Um ato de vandalismo atingiu um dos principais pontos turísticos da Ilha da Madeira, em Portugal. A estátua de Cristiano Ronaldo instalada na área externa do Museu CR7 foi incendiada por um homem que filmou toda a ação e divulgou as imagens nas redes sociais.

Nas gravações, o autor despeja um líquido inflamável sobre a escultura em tamanho real e, em seguida, ateia fogo.

O caso é tratado como crime pelas autoridades portuguesas.

Em nota oficial, a Polícia de Segurança Pública (PSP) informou que abriu investigação para apurar o ocorrido. Segundo a imprensa local, o suspeito já teria sido identificado e seria conhecido por outros episódios semelhantes registrados anteriormente na região.


CNN


Mundo Trump publica imagem se autodenominando “presidente interino da Venezuela” nas redes sociais

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou neste domingo (11) em sua conta na rede social Truth Social uma imagem manipulada que o apresenta como “presidente interino da Venezuela” desde janeiro de 2026, numa referência explícita ao contexto político e militar envolvendo o país vizinho. A montagem, que imita o formato de uma ficha biográfica do tipo que aparece na Wikipedia, gerou ampla repercussão nas redes e na imprensa internacional.

A publicação ocorre em meio a uma crise diplomática e militar entre Washington e Caracas desencadeada após uma operação militar norte-americana na madrugada de 3 de janeiro, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O episódio elevou a tensão na região e colocou a liderança política venezuelana sob intensa disputa e incerteza.

Embora Trump tenha tratado a imagem como uma forma de reforçar sua influência na política venezuelana após a captura de Maduro, Delcy Rodríguez havia sido mencionada como presidente interina pela própria administração americana em declarações recentes, o que contextualiza a publicação no quadro geopolítico atual. O conteúdo compartilhado não reflete qualquer reconhecimento oficial de mudança de liderança pela comunidade internacional nem pela Venezuela.

Em discurso na última sexta-feira (9), Trump afirmou que vê o governo interino venezuelano como um aliado estratégico dos Estados Unidos e sinalizou interesse em intensificar relações, inclusive se reunindo com representantes venezuelanos em breve. Ele também destacou que não quer a presença de potências como Rússia ou China na região, reforçando a postura de maior intervenção política dos EUA nos países vizinhos.


Com informações da CNN

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