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CHINA TERÁ HOSPITAL OPERANDO APENAS POR INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Considerando o histórico da China na medicina, faz todo sentido que eles estejam tão avançados no uso de lA na saúde. Já no século 20, o programa dos “médicos de pés descalços” conseguiu levar prevenção e tratamento para milhões e milhões de chineses antes desatendidos, sempre com foco nos problemas de saúde mais comuns.
Mas agora os pesquisadores da Universidade de Tsinghua em Pequim estão indo bem além, com o desenvolvimento de um hospital totalmente operado por inteligência artificial. E ele deve estar pronto para funcionar já no segundo semestre de
2024.

O projeto, batizado de “Agent Hospital”, é liderado pelo pesquisador Liu Yang e já passou por 6 meses de pesquisas e testes. Os médicos de lA conseguem atender até 10 mil pacientes em questão de dias, enquanto os médicos humanos levariam pelo menos 2 anos para atingir o mesmo número.

Nos testes realizados, esses “agentes médicos” movidos por IA demonstraram uma precisão impressionante de 93,06% no banco de dados MedQA, que é baseado nas questões do exame de licenciamento médico dos EUA.

Foi feita uma simulação de todo o processo, desde a consulta inicial ao diagnóstico, tratamento e até o acompanhamento pós-tratamento.

A configuração inicial será de 14 médicos de IA e 4 enfermeiros virtuais. Os 14 médicos vão cuidar do diagnóstico e elaboração dos planos de tratamento, enquanto os enfermeiros darão o suporte diário aos pacientes.
Além disso, essa estrutura permitirá que estudantes de medicina tenham a oportunidade de treinar na prática, sem correr o risco de prejudicar pacientes reais. Segundo Liu, isso vai formar “médicos altamente qualificados”.

Esse hospital de lA poderá oferecer serviços de telemedicina online, atendendo milhares ou escalando para até milhões de casos.

(*) Mundo

China tem 57 novos casos de Covid-19, maior número desde abril

A China informou neste domingo (horário local, noite de sábado no Brasil) ter detectado 57 novos casos de coronavírus, o número diário mais alto desde abril, gerando preocupações de uma segunda onda da doença no país.
Segundo a Comissão Nacional de Saúde, 36 desses casos foram contágios domésticos na capital Pequim. Eles teriam começado em um mercado de carnes e vegetais localizado no sul da cidade.
As outras duas infecções domésticas relatadas ocorreram na província de Liaoning, no nordeste do país, e autoridades locais de saúde disseram que eram contatos próximos dos casos de Pequim.
O novo conjunto de infecções domésticas provocou novos confinamentos em 11 bairros próxims ao mercado. Esses casos são os primeiros em Pequim em dois meses.
Repórteres da AFP viram centenas de policiais, muitos usando máscaras e luvas ao redor do mercado.
Os novos casos suscitaram preocupações com a segurança da cadeia de suprimento de alimentos e alguns outros mercados da cidade também foram fechados.
As autoridades de supervisão do mercado de Pequim ordenaram uma inspeção de segurança alimentar em toda a cidade, com foco em carnes frescas e congeladas, aves e peixes em supermercados e armazéns.
Nove escolas e jardins de infância próximos foram fechados e Pequim adiou o retorno dos alunos às escolas primárias.
Eventos esportivos, refeições em grupo e grupos de excursão entre províncias também foram interrompidos.
O restante dos casos relatados no domingo foi trazido para o país por chineses retornando para casa de outros países.
O Povo

COVID-19: China registra um novo caso em 24h; não há mortes pelo 4º dia seguido


Coronavírus, COVID-19, China, relaxamento, quarentena

Os municípios de Pequim e Tianjin, além da província vizinha de Hebei, reduziram seu nível de reação de emergência à COVID-19 de 2 para 1 na última quinta-feira (30/04). Foto: China Daily/Reuters
A Comissão Nacional de Saúde da China (NHC) registrou apenas um novo caso de COVID-19 nas últimas 24 horas. Pelo quarto dia consecutivo, não houve registros de mortes. É uma queda significativa de infecções no país que já foi o epicentro da pandemia.
O caso mais recente veio do exterior — não foi uma transmissão local, informou a NHC. Conforme os dados disponibilizados pela comissão, a China contabiliza um total de 82.875 casos confirmados, com 4.633 mortes por COVID-19. O número total de pessoas recuperadas é de 77.685, enquanto o número de casos ativos restantes é de 557.
CNN

Índices da China fecham no menor nível em 13 meses devido coronavírus


bolsa de valores de Xangai em meio à epidemia de coronavírus

Os índices acionários da China fecharam nesta segunda-feira (23) no nível mais baixo em mais de um ano uma vez que as paralisações e restrições de viagens em todo o mundo para conter a pandemia de coronavírus provocam temores de uma recessão global.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,36%, no menor nível desde 22 de fevereiro de 2019, enquanto o índice de Xangai teve queda de 3,11%, no patamar mais fraco desde 11 de fevereiro de 2019.
As perdas foram relativamente limitadas uma vez que Pequim sinalizou mais suporte para seus mercados e conforme o número de novos casos cai no país.
Uma autoridade do banco central chinês afirmou no domingo que as recentes medidas de política monetária de Pequim estão ganhando força, ao mesmo tempo em que tem capacidade para mais ação.
O banco central da China já adotou uma série de medidas para conter o impacto econômico do surto, incluindo corte das taxas de empréstimo e do compulsório dos bancos, e distribuindo empréstimos baratos para empresas selecionadas.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 2,02%, a 16.887 pontos.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 4,86%, a 21.696 pontos.
Em Xangai, o índice SSEC perdeu 3,11%, a 2.660 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, retrocedeu 3,36%, a 3.530 pontos.
Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 5,34%, a 1.482 pontos.
Em Taiwan, o índice Taiex registrou baixa de 3,73%, a 88.890 pontos.
Em Cingapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 7,35%, a 2.233 pontos.
Em Sydney o índice S&P/ASX 200 recuou 5,62%, a 4.546 pontos.
Agência Brasil

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