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Segundo semestre começa com tempo quente na agenda política de 2021

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Tempo quente na agenda política do segundo semestre de 2021: os deputados federais e senadores retomam as atividades no Congresso Nacional, após o recesso do mês de julho, com os olhos voltados a um debate que promete, pelos próximos dois meses, acirrar ainda mais o ambiente na Câmara e no Senado.

O tema, que é uma das bandeiras do presidente Jair Bolsonaro, gira em torno da implantação do voto impresso a partir das eleições de 2022. Os aliados do Palácio do Planalto fortalecem o discurso de que, sem a comprovação do voto por meio impresso, o sistema eletrônico é vulnerável e passível de fraudes.

A agenda política tem, também, o reinício dos trabalhos na CPI da Covid-19. Os jornalistas Luzenor de Oliveira e Beto Almeida avaliam, no Bate Papo Político, edição desta segunda-feira (02), do Jornal Alerta Geral, o acirramento dos debates políticos neste segundo semestre de 2022. O Jornal Alerta Geral, que é gerado pela Rádio FM 104.3, tem transmissão para outras 24 emissoras de rádio no Interior e pelas redes sociais do @cearáagora.

"Já tá certo quem vai ser presidente", diz Bolsonaro sobre urnas eletrônicas


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira, 9, que “já está certo” que o novo presidente do Brasil será escolhido por meio de fraude. A declaração foi feita durante encontro com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada. Ainda, o presidente voltou a criticar o uso das urnas eletrônicas nas disputas eleitorais e cobrou transparência no processo.

"Já tá certo quem vai ser presidente o ano que vem. A gente vai deixar entregar isso? Queremos transparência. Acho que, a cada dia que passa, vocês estão se conscientizando mais. O que está em jogo... Como é que justifica um país que tem tudo, viver grande parte da população na miséria? Viverem 20 milhões de pessoas com programas sociais. Não se justifica”, declarou o chefe de estado. A fala foi dada dias após da divulgação que o ex-presidente Lula (PT) apresentou sua maior vantagem contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um possível cenário de eleições presidenciais de 2022.

“Então, nós temos que conscientizar quem está do nosso lado. Se as eleições, essa eletrônica, fossem honestas, por causa da tecnologia, por que o mundo não adota isso aí? Será que somos os melhores da tecnologia? Está na cara que aqui, (isso é para) voltar a quadrilha de sempre ao poder", alegou Bolsonaro.
O POVO

PF liga Michelle Bolsonaro e 'gabinete do ódio' a contas falsas do Facebook

 08/06/2021 > TERÇA-FEIRA

A PF vinculou a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o assessor de Jair Bolsonaro, Tercio Arnaud Tomaz, pertencente ao Gabinete do Ódio, a contas inautênticas do Facebook usadas para disseminar mensagens com conteúdos antidemocráticos e falsos. Investigação faz parte do inquérito do STF que investiga uso da máquina pública pela rede bolsonarista.
A PF vinculou a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e o assessor de Jair Bolsonaro, Tercio Arnaud Tomaz,

Segundo reportagem dos jornalistas Eduardo Militão e Rafael Neves, no portal UOL, na investigação, os policiais escreveram uma "hipótese criminal" e listaram uma série de contas de redes sociais inautênticas detectadas por auditoria do Facebook —e que foi confirmada por quebras de sigilos realizadas pelos agentes. No chamado "grupo Brasília", a polícia localizou 31 pessoas vinculadas a contas usadas para "operações executadas por um governo para atingir seus próprios cidadãos", como informou a rede social.

Na relação, Michelle Bolsonaro é listada pela PF como "esposa de Jair Messias Bolsonaro", o "proprietário" das contas Bolsonaronews, no Instagram. Em outros trechos do inquérito, Tércio Arnaud Tomaz, que é assessor da Presidência da República no chamado Gabinete do Ódio, é apontado pela polícia como proprietário das contas Bolsonaronews no Facebook e Tercio Arnaud Tomaz.


Um dos exemplos do vínculo da primeira-dama com as contas inautênticas está num relatório policial. Uma quebra de sigilos de endereços de internet mostra que, em 5 e 6 de novembro de 2018, Arnaud usou a rede de Michelle Bolsonaro, instalada na casa do presidente da República na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

Segundo a reportagem, o email cadastrado na operadora de telefonia era de uma assessora do presidente da República. "Trata-se, ao que tudo indica, do endereço residencial do próprio Presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro", escreveu o analista da Polícia Federal.

“Alerta Geral” aborda movimentação do ex-presidente FHC para convencer tucanos a indicar Tasso candidato em 2022

FHC
EX-PRESIDENTE DA REPÚBLICA
O movimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso para convencer os tucanos a apoiarem a pré-candidatura do senador Tasso Jereissati ao Palácio do Planalto ganha corpo nos bastidores do PSDB. Com quatro pré-candidatos ao Palácio do Planalto, o partido enfrenta divisões internas e tem dificuldades para sair unido das prévias marcadas para o mês de novembro.

O Bate Papo Político, do Jornal Alerta Geral, aborda, nesta terça-feira (08), o movimento do ex-presidente FHC que mexe com os bastidores tucanos. O Jornal Alerta Geral, sob o comando do jornalista Luzenor de Oliveira e participação do jornalista Beto Almeida, é gerado pela Rádio FM 104.3 – Expresso Grande Fortaleza, tem transmissão pelas redes sociais do Ceará Agora e por outras 24 emissoras de rádio no Interior do Estado.


“Vergonha” e “desmoralização para todos”, critica ex-ministro Santos Cruz sobre falta de punição a Pazuello

General da reserva Carlos Alberto
dos Santos Cruz 
Ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz afirmou em redes sociais que a decisão do Exército de não punir Eduardo Pazuello por participação em uma manifestação política, cedendo a uma pressão do presidente, é uma “vergonha” e uma “desmoralização para todos nós”. “Sobre o conjunto dos fatos, é uma desmoralização para todos nós. Houve um ataque frontal à disciplina e à hierarquia, princípios fundamentais à profissão militar. Mais um movimento coerente com a conduta do presidente da República e com seu projeto pessoal de poder. A cada dia ele avança mais um passo na erosão das instituições”, escreveu Santos Cruz.

Santos Cruz foi ministro da Secretaria de Governo de Bolsonaro e é general da reserva. Depois de deixar a administração, ele converteu-se em um crítico de Bolsonaro, principalmente das tentativas do mandatário de interferir nas Forças Armadas. “Não se pode aceitar a subversão da ordem, da hierarquia e da disciplina no Exército, instituição que construiu seu prestígio ao longo da história com trabalho e dedicação de muitos. Péssimo exemplo para todos. Péssimo para o Brasil”, continuou Santos Cruz.

Pazuello é general da ativa e foi ministro da Saúde de Bolsonaro entre maio de 2020 e março deste ano. Como titular da pasta no período do agravamento da pandemia e das negociações com farmacêuticas pela compra de imunizantes, ele é um dos principais alvos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. O ex-ministro da Saúde esteve no centro do último episódio de tensão entre Bolsonaro e as Forças Armadas.

Ao participar de um ato político ao lado de Bolsonaro em 23 de maio, no Rio de Janeiro, ele violou regulamentos militares que vedam manifestações do tipo por integrantes da ativa. Embora membros do alto comando tenham reconhecido internamente que houve transgressão e que a punição tenha sido defendida pelo próprio vice-presidente, general Hamilton Mourão (PRTB), Bolsonaro pressionou a instituição para que não houvesse castigo para seu subordinado -Pazuello foi nomeado para um cargo vinculado à presidência da República.

Como resultado, o comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, aceitou a pressão e a interferência Bolsonaro e decidiu, na quinta-feira (3), livrar Pazuello de qualquer punição. Oliveira acatou o argumento de Bolsonaro, Pazuello e generais da reserva que integram o governo. Para eles, o ato político no Rio de Janeiro não teve conotação partidária.

Em sua publicação nas redes, Santos Cruz afirmou que “a politização das Forças Armadas para interesses pessoais e de grupos precisa ser combatida” e que trata-se de “um mal que precisa ser cortado pela raiz”. Ele também criticou falas recentes de Bolsonaro, em que o mandatário usou a expressão “meu exército”.

“À irresponsabilidade e à demagogia de dizer que esse é o ‘meu exército’, eu só posso dizer que o ‘seu exército’ não é o Exército brasileiro. Este é de todos os brasileiros. É da nação brasileira”. (FolhaPress)

Bolsonaro pede para Pazuello não ser punido e agrava crise militar

O pedido de Jair Bolsonaro foi feito ao comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, durante viagem dos dois à cidade de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas. A instituição militar, no entanto, vê como insuficiente a ideia de o general Eduardo Pazuello ir à reserva como uma forma de diminuir a crise entre a categoria e o Planalto.
247 - Jair Bolsonaro disse ao comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, que não gostaria de ver o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello punido por participar de um ato político no Rio de Janeiro domingo passado (23). A sinalização foi dada ao comandante durante a viagem dos dois ao município de São Gabriel da Cachoeira (AM), onde Bolsonaro fez uma visita de dois dias a partir da última quinta (27).
O regimento militar proíbe manifestações políticas. Pazuello pode ser advertido verbalmente, receber uma repreensão por escrito ou pegar 30 dias de cadeia em um quartel. O Exército vê como insuficiente a ideia de o general ir à reserva para diminuir a crise, de acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo.
O comandante Paulo Sérgio Nogueira ameaçou deixar o cargo se Pazuello não for punido.
Em sua defesa, o ex-ministro disse, basicamente, que não pode ser punido porque apoiava o cidadão Bolsonaro, e não o político. Também afirmou que o fato de Bolsonaro não ser filiado a um partido despolitizaria todo o evento.


Ciro Gomes usa o Twitter para acusar Lula pela crise brasileira e convoca o ex-presidente para um debate sobre projetos para a nação


“Lula você só tem um amigo. Você próprio”. Assim Ciro Gomes, se dirigiu ao ex-presidente Lula para deixar claro que na relação entre os dois, Ciro só sofreu, foi castigado e traído. A mensagem do pré-candidato do PDT é direta , não deixa dúvidas quanto à necessidade de tirar o petista da disputa presidencial ou derrotá-lo para o Brasil seguir em frente. Ciro ressalta ainda a necessidade de do Brasil se livrar urgentemente de Bolsonaro.

Segundo Ciro, a proposta de chamar Lula para o debate tem o objetivo de conhecer as propostas do petista que Ciro diz não existir. Veja as postagens:





Bolsonaro chama Dino de "gordinho ditador" e o compara a Maduro e Kim Jong Un

 21/05/2021 > SEXTA-FEIRA

Presidente Jair Bolsonaro
Causos...
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) esteve na manhã desta sexta-feira (21) em Açailândia, no Maranhão, para entregar títulos de propriedade de terra para moradores locais. Durante discurso, aproveitou para atacar Flávio Dino (PCdoB), o governador do estado, ao chamá-lo de "gordinho ditador" eo comparar a Nicolás Maduro e Kim Jong Un - presidente da Venezuela e líder da Coreia do Norte, respectivamente.


"Lá na Coreia do Sul tem uma ditadura. O ditador não é um gordinho? Na Venezuela, também é uma ditadura. Não é um gordinho, lá, o ditador? E quem é o gordinho ditador aqui do Maranhão?", questionou Jair Bolsonaro se referindo a Flávio Dino.

Bolsonaro , porém, errou ao dizer que a Coreia do Sul seria uma ditadura. O correto seria Coreia do Norte.

As declarações foram um 'reforço' ao que Bolsonaro já havia dito em transmissão nas suas redes sociais. Na noite da última quinta-feira (20), o presidente já havia atribuído ao governador do Maranhão adjetivo de "ditador".




Quem é Ricardo Nunes, que substitui Covas na Prefeitura de São Paulo

RICARDO NUNES
ASSUME Á PREFEITURA
DE SÃO PAULO
São Paulo – Ricardo Nunes (MDB), que assume ocomando da cidade de São Paulo devido à morte do prefeito Bruno Covas (PSDB), ainda é uma incógnita para muitos paulistanos. Em 2020, faltando uma semana para as eleições de segundo turno na capital paulista, 92% dos paulistanos não sabiam mencionar o nome do vice de Bruno Covas, apontava o instituto Datafolha.

Discreto, ele preferiu agir discretamente na campanha eleitoral de 2020, após ver seu nome envolvido em acusações de violência contra sua esposa e de ter sido beneficiado em umRegina Carnovale, esposa de Nunes, negou as acusações de violência e declarou que foi tudo um mal-entendido. esquema de superfaturamento de aluguéis de creches conveniadas com a Prefeitura.


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