Mostrando postagens com marcador NOTA DE FALECIMENTO <> JORNALISMO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOTA DE FALECIMENTO <> JORNALISMO. Mostrar todas as postagens

Morre o comentarista Paulo Roberto Martins, o Morsa, aos 78 anos Jornalista é vítima de problemas cardíacos

+Paulo Roberto Martins, o Morsa,
O comentarista Paulo Roberto Martins, conhecido como Morsa, morreu na noite da última segunda-feira (19), vítima de problemas cardíacos. O jornalista, com passagens por Band, Rádio Gazeta, Rádio Globo, TV Cultura, Rede Record e Rádio Transamérica, tinha 78 anos de idade. A morte foi confirmada pela Band, onde Morsa trabalhou entre 2014 e 2021.

Paulo Roberto começou a carreira como jornalista esportivo em rádios de Santos, no litoral de São Paulo, onde nasceu e passou os primeiros anos 40 anos de vida. O comentarista se mudou para a capital do estado quando acertou contrato com a Rádio Gazeta, em 1984.

Foi na Rádio Globo que Morsa fez o nome dentro do jornalismo. O comentarista chegou à emissora em 1989 e passou quase 20 anos por lá, que o tornaram uma das grandes referências da cobertura esportiva na rádio brasileira. Na televisão, Paulo Roberto participou de programas na TV Cultura, na Record e na Band.

Paulo Roberto tinha o jornalista Milton Neves como um dos grandes amigos. Os dois trabalharam juntos na Record, quando Neves o apelidou de Morsa, e na Band. Em texto escrito para o "UOL", o apresentador elegeu Martins a sua "melhor dupla" e falou sobre a paixão que compartilhavam pelo Santos.

A carreira de Paulo Roberto Morsa no jornalismo foi reconhecida em 2015. Naquele ano, ele foi eleito melhor comentarista esportivo da televisão aberta no Prêmio Aceesp (Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo).

(*) Lance.Net

Morre em Brasília o jornalista Wilson Ibiapina



Faleceu nesta terça-feira (9), em Brasília, aos 80 anos, o jornalista Wilson Ibiapina. Ele nasceu no Ceará, em 1943, e foi o primeiro repórter da TV Globo Brasília, nos anos 1970.

Entre as coberturas históricas, Ibiapina acompanhou o sepultamento do ex-presidente Juscelino Kubitschek, em 1976. "Aquela era a primeira vez que o povo ia às ruas em Brasília durante a ditadura e flashes do velório foram transmitidos ao longo de toda a programação", lembrou o jornalista em um programa para o Memória Globo.

Ibiapina estava internado há cerca de 20 dias no Hospital Santa Lúcia, na capital federal. Conforme a família, ele morreu após "falência múltipla de órgãos".

A década de 1970 foi marcada pelo avanço da censura sobre jornais e emissoras de rádio e TV durante a ditadura militar no Brasil. O repórter Wilson Ibiapina testemunhou a presença de censores atuando dentro da redação da Globo na capital federal.

O jornalista foi editor do Jornal da Globo e do Bom dia Brasil. Cobriu as primeiras eleições diretas para governador depois do Golpe Militar, seguida da morte de Tancredo Neves, em 1985. Ele também foi responsável pela implantação da TV Verdes Mares, afiliada da Globo no Ceará.

Bem antes disso, ainda no final da década de 1960, foi repórter dos Diários Associados e também trabalhou no jornal Correio da Manhã e na Rádio Tupi, no Rio de Janeiro.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...