A cantora sertaneja e radialista Vivi Araújo, 23, morreu em acidente de carro, nesta sexta-feira (30). A informação foi divulgada no perfil oficial da rádio Luziânia FM — local em que ela trabalhava. A Polícia Militar confirmou à TV Anhanguera, afiliada da TV Globo, que a colisão do veículo aconteceu em Cidade Ocidental, no Entorno do Distrito Federal.
Segundo colegas da cantora, ela estava voltando de uma apresentação quando bateu contra a parede de um túnel que dá acesso à Cidade Ocidental.
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Conforme o portal Metrópoles, a artista dirigia o veículo, um Fiat Palio, em alta velocidade quando perdeu o controle e capotou. O impacto foi tão forte que ela foi arremessada para fora do veículo. Não há informações se havia outras pessoas com ela.
No YouTube, Vivi Araújo somava 2,65 mil inscritos com mais de 100 vídeos fazendo cover. Ela gostava de interpretar canções de nomes como Simone Mendes, Israel e Rodolfo, Luiza e Maurílio, entre outros nomes.
No Instagram, a sertaneja mostrava a rotina do trabalho na rádio, além de divulgação das marcas que tinha parceria.
AMIGOS LAMENTARAM PARTIDA REPENTINA DE CANTORA
Nas redes sociais, o perfil da rádio onde Vivi trabalhava lamentou a morte da cantora.
A cantora Astrud Gilberto teve sua morte anunciada ontem terça-feira (6) pela neta Sofia Gilberto Oliveira numa rede social. “A vida é linda, como diz a música, mas venho trazer a triste notícia que minha avó virou estrela hoje e está ao lado do meu avô João Gilberto”, escreveu Sofia, também artista, em seu perfil nesta madrugada.
Aos 22 anos, Astrud deu voz à versão em inglês da música Garota de Ipanema e ganhou fama internacional. A música, um hino da bossa nova, se consagrou como a segunda mais tocada em todo o mundo.
Bossa nova e jazz
Nascida Astrud Evangelina Weinert, na cidade de Salvador, em 29 de março de 1940, adotou o sobrenome Gilberto ao se casar com o cantor e compositor João Gilberto, falecido em 2019. Astrud foi intérprete de bossa nova e do jazz americano, mas gravou composições próprias na década de 1970.
“Minha vovó Astrud Gilberto fez essa música pra mim, se chama Linda Sofia, inclusive ela queria que meu nome fosse Linda Sofia”, escreveu a neta Sofia Gilberto na rede social.
Até o momento, não há informação sobre o local da morte, a causa da morte e detalhes do velório.
25/05/2023 <> QUINTA-FEIRA
Tina Turner, cantora americana rainha do rock n' roll, morre aos 83 anos
Ela lançou hits como 'What's Love Got to Do with It', ganhou 8 prêmios Grammy e vendeu mais de 100 milhões de discos. Assessor disse que ela morreu 'após longa doença' em sua casa na Suíça.
Tina Turner, cantora americana considerada a rainha do rock n' roll, morreu aos 83 anos nesta quarta-feira (24). A causa da morte não foi divulgada, mas ela morreu "após uma longa doença" em sua casa na Suíça.
A cantora de sucessos como "What's Love Got to Do with It", "The Best" e "We Don't Need Another Hero" se lançou em carreira solo nos anos 1980. Antes, Tina e o ex-marido, Ike Turner, que morreu de uma overdose de cocaína em 2007, fizeram sucesso no final dos anos 1960 e início dos anos 1970.
Tina ganhou oito prêmios Grammy e vendeu mais de 100 milhões de discos em todo o mundo.
"Tina Turner, a 'Rainha do Rock n' Roll', morreu pacificamente hoje aos 83 anos após uma longa doença em sua casa em Kusnacht, perto de Zurique, na Suíça. Com ela, o mundo perde uma lenda da música e um exemplo", afirmou o assessor da cantora, Bernard Doherty.
Anna Mae Bullock nasceu em uma família pobre dos Estados Unidos. Aos 15 anos, foi abandonada pelos pais e cantou em boates para se sustentar.
Em uma das apresentações, conheceu Ike Turner com a banda The Kings of Rhythm. Anna Mae pediu para ser backing vocal e em pouco tempo se tornou uma das vozes principais. Ike e a cantora decidiram formar uma dupla e, após se casarem, ela adotou o nome artístico Tina Turner. Ao lado do marido, dominou o cenário da música soul nos anos 60 e 70.
Na vida pessoal, o casamento foi marcado por brigas e escândalos. Alcóolatra e dependente de drogas, Ike culpava Tina pelo declínio da dupla, a agredia, humilhava e traía. Ela apareceu em público diversas vezes com o olho roxo ou com o lábio inchado. Depois de 18 anos, ela pediu o divórcio. Na justiça, propôs abrir mão de todo o patrimônio em troca de manter o sobrenome Turner.
O recomeço
Tina recomeçou do zero. Sem dinheiro, morou com uma amiga e abriu shows para outros grupos famosos, como os Bee Gees. Para voltar ao cenário musical, apostou no rock, influenciada por David Bowie e Rolling Stones (uma curiosidade: Mick Jagger se inspirou em Tina para criar sua icônica dancinha nos palcos). Adotou ainda novo estilo, com roupas ousadas e cabelos loiros espetados.
Em 1984, lançou o álbum "Private dancer". "Whats love gotta do with it", que ela não queria gravar quando ouviu pela primeira vez, virou um megassucesso e ajudou Tina a vender mais de dez milhões de cópias em todo o mundo. O título de "rainha do rock" surgiu aos 45 anos. Nos shows e clipes, ela cantava e dançava sem perder o fôlego.
Em 1986, lançou a biografia "Eu, Tina: a história da minha vida", sobre a trajetória profissional e pessoal com o ex-marido, além de revelar as agressões. O livro virou filme em 1993, estrelado por Angela Basset e Laurence Fishburne.
Morreu nesta terça-feira, 9/5, Rita Lee, uma das maiores cantoras do Brasil. A rainha do Rock nacional lutou contra um câncer de pulmão que enfrentava desde 2021. O comunicado foi postado nas redes sociais da artista.
Cantora, compositora, atriz, escritora e ativista, Rita nasceu em 31 de dezembro de 1947 em São Paulo. Caçula de três irmãs, seus pais eram filhos de imigrantes americanos e italianos. O sobrenome Lee foi uma homenagem do pai ao general confederado norte-americano Robert E. Lee.
Poliglota (ela falava português, inglês, francês, italiano e castelhano), Rita Lee chegou a iniciar o curso de Comunicação Social na USP, em 1967, mas o largou logo no primeiro semestre.
Na infância, teve aulas de piano com Magdalena Tagliaferro, famosa pianista brasileira e francesa. Mas foi durante a adolescência que o interesse pela música começou e ela compôs sua primeira canção. Quando jovem, foi muito inspirada por nomes como Beatles, Elvis Presley, Carmen Miranda, João Gilberto e Maysa.
Assim, em 1963, ao lado de duas amigas, criou o Teenage Singers. Com o tempo, o trio se juntou ao grupo masculino Wooden Faces, formando o Six Sided Rockers, que chegou a gravar duas músicas em estúdio.
Assim, em 1963, ao lado de duas amigas, criou o Teenage Singers. Com o tempo, o trio se juntou ao grupo masculino Wooden Faces, formando o Six Sided Rockers, que chegou a gravar duas músicas em estúdio.
Rita namorou e foi casada com Arnaldo Baptista durante a década de 60 e 70. Porém, Arnaldo teria a expulsado do grupo, segundo a artista em sua autobiografia. Ela também disse no seu livro que o casamento não passou de uma fachada para garantir a independência dos pais.
Após a saída do grupo em 1972, se juntou com Lúcia Turnbull e formou As Cilibrinas do Éden. Depois de uma única gravação ao vivo, as duas desistem da dupla e formam a banda Tutti Frutti com Luis Sérgio Carlini e Lee Marcucci, entre outros. Em 1975, é lançado Fruto Proibido, disco com sucessos como "Agora Só Falta Você", "Esse Tal de Roque Enrow" e "Ovelha Negra" e que se tornou um clássico do rock brasileiro, vendendo mais de 200 mil cópias na época. Assim, nasce o apelido de "Rainha do Rock Brasileiro" para Rita Lee.
Rita Lee conheceu Roberto de Carvalho, seu esposo, no fim da década de 70. Os dois foram grandes parceiros musicais e juntos, tiveram três filhos, Beto, Antônio e João.
Rita Lee, que sempre teve vontade de ser atriz, também atuou ao longo da sua carreira. Ela participou dos filmes “As Amorosas” (1968) e “Os Paqueras” (1969) e esteve presente na produção das trilhas sonoras de “O Cangaceiro Trapalhão” (1983), “A Partilha” (2001), “Se Eu Fosse Você” (2006) e “Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll” (2006).
O maestro, arranjador e pianista Chiquinho de Moraes morreu neste domingo, 30, aos 86 anos de idade. De acordo com Otávio de Moraes, filho de Chiquinho, o músico faleceu em decorrência da covid-19, contraída no hospital em que esteve internado para o tratamento de um câncer.
Chiquinho de Moraes nasceu em 16 de abril de 1937, na cidade de Campinas, em São Paulo. Conhecido como o “herói da MPB”, Chiquinho de Moraes é creditado em produções musicais de diversos artistas nacionais, como Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Gal Costa, Ivan Lins, Moraes Moreira, Simone e Zizi Possi. Além de ter participações decisivas em produções de Elis Regina, Roberto Carlos e Chico Buarque.
Sua carreira na música teve início no final da década de 1950, quando acompanhava ao piano a cantora Celly Campello durante as gravações de “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”, canções que marcaram a época.
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O ator, cantor, compositor e apresentador da TV Cultura Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9) aos 86 anos, em São Paulo. A causa da morte foi Insuficiência respiratória e renal, segundo informações da emirrosa. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses.
O velório de Boldrin será realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nesta quinta-feira (10), das 8h às 16h, e será aberto ao público. Ele será velado no Hall Monumental, e o acesso para visitação do público será feito pelo portão do estacionamento localizado na avenida Pedro Álvares Cabral, 201, apenas para pedestres. O sepultamento ocorrerá no cemitério Gethsêmani Morumbi, às 17h.
Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin apresentou o programa musical "Sr. Brasil" por 17 anos. Com grandes sucessos, Boldrin se consagrou como um dos principais expoentes da cultura sertaneja e das raízes da música caipira no Brasil.
"Ele tirou o Brasil da gaveta' e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles 'fora do combinado', conforme costumava dizer Rolando", diz nota da TV Cultura.
Um dos grandes sucessos de Boldrin na televisão foi o Som Brasil, que começou no rádio e estreou na TV Globo em 1981. O programa foi criado pelo próprio artista.
No Som Brasil, Rolando Boldrin contava causos, dançava e exibia peças teatrais e pequenos documentários. Mas o destaque eram as atrações musicais com forte apelo à cultura popular brasileira.
Na televisão, ainda apresentou os programas “Empório Brasileiro” na TV Bandeirantes e “Empório Brasil” no SBT. Na TV Cultura, estava à frente do “Sr. Brasil” desde 2005.
Boldrin também fez carreira na teledramaturgia. Como ator, Rolando atuou em mais de 30 novelas, como “O Direito de Nascer”, “As Pupilas do Senhor Reitor”, “Os Deuses Estão Mortos”, “Quero Viver”, “Mulheres de Areia”, “Os Inocentes”, “A Viagem”, “O Profeta”, “Roda de Fogo”, “Cara a Cara”, “Cavalo Amarelo” e “Os Imigrantes”.
Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, Boldrin dizia que era fundamentalmente um ator: "esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, falava.