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Mpox: como a doença é transmitida e como é feita a prevenção?

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, nesta quarta-feira (14), que o atual surto de mpox em curso na África é um caso de emergência global. Conhecida anteriormente como varíola dos macacos, a doença é infecciosa e causa erupção cutânea dolorosa, aumento dos gânglios linfáticos e febre.

A decisão da OMS foi tomada após um comitê de emergência, que levou em conta o registro de casos fora da República Democrática do Congo, onde as infecções estão em ascensão há mais de dois anos. Qualquer pessoa pode pegar mpox, já que, segundo o Ministério da Saúde, a doença se espalha pelo contato com pessoas, objetos e animais silvestres infectados.
Como a mpox é transmitida?

De acordo com a OMS, a transmissão de mpox pode ocorrer por meio do contato direto com a pele infectada ou outras lesões, como na boca ou nos órgãos genitais.
Transmissão de pessoas infectadas para pessoas sem a doença:Cara a cara (falando ou respirando);
Pele a pele (toque ou sexo vaginal/anal);
Boca a boca (beijo);
Contato boca-pele (sexo oral ou beijo na pele);
Gotículas respiratórias provenientes de contato próximo prolongado.

Pessoas com múltiplos parceiros sexuais correm maior risco.
Transmissão de animais infectados para humanos não infectados:Mordidas ou arranhões de animais;
Durante atividades como caça, captura, cozimento e/ou ingestão de animais infectados;

A extensão da circulação viral em populações animais não é totalmente conhecida e mais estudos estão em andamento.

OMS estima que doses de reforço não são suficientes para acabar com pandemia



Combater a pandemia de Covid-19 com doses de reforço das vacinas atuais não é uma estratégia viável, alertaram nesta terça-feira (11) especialistas da Organização Mundial da Saúde, que pediram vacinas que previnam melhor a transmissão.
"É improvável que uma estratégia de vacinação baseada em reforço reiterados das primeiras vacinas seja apropriada ou viável", diz em comunicado o grupo de especialistas encarregado de supervisionar as vacinas contra o coronavírus.

Além disso, esses especialistas consideram "que vacinas contra a Covid-19 de elevado impacto em termos de transmissão e prevenção da infeção, além de prevenir formas graves de doença e morte, são necessárias e devem ser desenvolvidas".

Isso limitaria o impacto da Covid em termos de saúde, mas também "a necessidade de medidas sanitárias e sociais rigorosas e em grande escala", argumentam.

"Enquanto aguardamos a disponibilização de tais vacinas, e à medida que o vírus SARS-CoV-2 evolui, pode ser necessário atualizar a composição das vacinas anticovid atuais, a fim de garantir que (elas) continuem a fornecer os níveis de proteção recomendados pela OMS contra a infecção e a doença" causadas por variantes, incluindo a ômicron.

Pouco mais de seis semanas após sua identificação na África do Sul, os dados de vários países convergem em dois pontos: a ômicron - que se enquadra na categoria de variantes preocupantes da OMS - é transmitida muito mais rápido do que a variante antes dominante, a Delta, e parece causar formas menos graves da doença.

"No entanto, há necessidade de obter mais dados sobre a eficácia das vacinas, em particular no que diz respeito às internações, formas graves da doença e óbitos", observam os especialistas da OMS.

OMS teme mais 700 mil mortes por covid-19 na Europa

A previsão do ministro da Saúde da Alemanha, Jens Spahn, deu a gravidade do avanço da pandemia da covid-19 no país e na Europa. "Alguns diriam que isso é cínico, mas, provavelmente, ao fim do inverno, quase todos os alemães estarão vacinados, curados ou mortos... Essa é a realidade", afirmou, ao citar a disseminação da variante delta. Ao prenúncio de Spahn, seguiu-se uma estimativa não menos catastrófica da Organização Mundial da Saúde (OMS). Se a tendência atual persistir, mais 700 mil europeus terão morrido até o início da primavera no Hemisfério Norte, em março de 2022.

Por meio de um comunicado, a OMS anunciou esperar uma alta ou extrema pressão sobre as unidades de terapia intensiva (UTI) em hospitais de 49 das 53 nações da União Europeia, até 1º de março. "As mortes acumuladas contabilizadas devem superar 2,2 milhões até a primavera", acrescenta a nota. Até o momento, a covid-19 provocou 1,5 milhão de mortes na Europa. Estatísticas oficiais indicam que as mortes associadas ao coronavírus na Europa dobraram desde o fim de setembro — de 2,1 mil por dia para cerca de 4,2 mil. Na segunda-feira, a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, avaliou como insuficientes as medidas tomadas pelo governo para conter a variante "muito contagiosa".

A OMS culpa um trio de fatores, combinados, pela explosão de casos da covid-19: a alta virulência da variante delta; a vacinação insuficiente; e a flexibilização precoce de restrições das regras sanitárias. Hans Kluge, diretor da OMS para a Europa, recomendou à população que se imunize e não abandone medidas de prevenção, como o uso de máscaras, a higiene das mãos e o distanciamento social. "A situação na Europa e na Ásia Central é muito séria. Enfrentamos um inverno cheio de desafios", advertiu.
(*) CB

OMS aprova uso emergencial da vacina de Oxford e destrava envio para o Brasil


A Organização Mundial da Saúde (OMS) concedeu a aprovação de emergência para a vacina anticovid da AstraZeneca, o que abre caminho para a distribuição de centenas de milhões de doses para países desfavorecidos.
Este procedimento ajuda os países que não dispõem de meios para determinar por si próprios a eficácia e segurança de um medicamento a ter acesso mais rápido às terapias e permite que o dispositivo Covax, configurado para garantir o acesso equitativo à vacina, comece a distribuição.

A vacina da AstraZeneca representa a grande maioria das 337,2 milhões de doses que o dispositivo Covax - integrado pela OMS, pela Aliança da Vacina (Gavi) e pela Coalizão por Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) - pretende distribuir no primeiro semestre deste ano.

Essas doses são fabricadas na Coreia do Sul e na Índia pelo Serum Institute of India (SII). A aprovação diz respeito a essas duas versões, de acordo com um comunicado da agência da ONU.

Na semana passada, a vacina oi recomendada pelo comitê de especialistas em vacinas da OMS para qualquer pessoa com 18 anos de idade ou mais, inclusive em países onde mais variantes contagiosas estão circulando.

No entanto, a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford (Reino Unido) e pela gigante farmacêutica tem vivido contratempos e dúvidas sobre sua eficácia para maiores de 65 anos e diante da variante do vírus inicialmente detectada na África do Sul, mas agora presente em muitos países.

Para a OMS e seus especialistas, essa vacina cumpre perfeitamente a prioridade do momento: limitar a gravidade e a mortalidade de uma pandemia que já matou 2,4 milhões de mortos em pouco mais de um ano.

Fonte: AFP

OMS diz que covid-19 é, de longe, pior emergência global de saúde

Diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom
A pandemia do novo coronavírus, que já infectou mais de 16 milhões de pessoas em todo o mundo, é facilmente a pior emergência global de saúde já enfrentada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), disse nesta segunda-feira (27) o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Gebreyesus.
Somente com a adesão estrita às medidas de saúde, desde o uso de máscaras até evitar aglomerações, o mundo será capaz de vencer a pandemia, acrescentou Tedros em entrevista coletiva virtual em Genebra.
"Onde essas medidas são seguidas, os casos caem. Onde elas não são, os casos sobem", disse ele, ao elogiar China, Alemanha e Coreia do Sul por controlarem seus surtos.
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OMS vê primeiros resultados de testes com medicamentos para covid-19

Remédios, comprimidos
A Organização Mundial da Saúde (OMS) deve obter em breve resultados de ensaios clínicos que está conduzindo com medicamentos que podem ser eficazes no tratamento de pacientes com covid-19, disse nesta sexta-feira (3) o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
"Cerca de 5.500 pacientes em 39 países foram recrutados até agora para o ensaio ´Solidariedade´", disse ele em entrevista coletiva, referindo-se aos estudos clínicos que a agência da ONU está conduzindo pelo mundo.
"Esperamos resultados intermediários nas próximas duas semanas", acrescentou.
O programa da OMS começou com cinco braços analisando possíveis tratamentos para a covid-19: atendimento padrão; remdesivir; os medicamentos antimalária cloroquina/hidroxicloroquina; os medicamentos para HIV lopinavir/ritonavir; e lopanivir/ritonavir combinados com interferon.
No início deste mês, a OMS interrompeu o teste com cloroquina/hidroxicloroquina, depois que estudos indicaram que não mostravam benefício para quem tem a doença, mas ainda são necessários mais estudos para verificar se podem ser eficazes como medicamento preventivo.
Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, disse que seria imprudente prever quando uma vacina pode estar pronta contra a covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que matou mais de meio milhão de pessoas no mundo.
Embora uma candidata a vacina possa mostrar sua eficácia até o final do ano, a questão é quanto tempo levará para a vacina ser produzida em massa, disse ele à associação de jornalistas da ONU em Genebra.
Atualmente, não existe vacina comprovada contra a doença, e 18 possíveis candidatas estão sendo testadas em seres humanos.
As autoridades da OMS defenderam sua resposta ao vírus que surgiu na China no ano passado, dizendo que foram movidos pela ciência. Ryan disse lamentar que as cadeias globais de suprimentos tenham sido interrompidas no início da pandemia, privando equipes médicas de equipamentos de proteção.
"Lamento que não houvesse acesso justo e acessível às ferramentas da Covid. Lamento que alguns países tenham mais do que outros e lamento que os trabalhadores da linha de frente tenham morrido por causa disso", acrescentou.
Ele cobrou os países a identificarem novos surtos de casos, rastrear pessoas infectadas e isolá-las para ajudar a quebrar a cadeia de transmissão.
"As pessoas que se sentam ao redor de mesas de café e especulam e falam (sobre transmissão) não conseguem nada. As pessoas que perseguem o vírus conseguem conquistar as coisas", disse.
Agência Brasil

Covid-19: OMS espera distribuir 2 bilhões de doses de vacina até o fim de 2021

Vacina contra coronavírus não deve ficar pronta antes do fim de 2021
A Organização Mundial da Saúde (OMS) planeja distribuir cerca de 2 bilhões de doses de vacina contra o novo coronavírus até o fim de 2021 em todo o mundo, anunciaram líderes do órgão em uma entrevista virtual nesta sexta-feira (26).
Segundo a OMS, 1 bilhão dessas doses serão adquiridas para países de baixa e média renda.
Esse objetivo é parte do programa Acelerador de Acesso a Ferramentas contra a Covid-19, da OMS, que foi lançado em abril visando reunir governos, grupos da área da saúde, cientistas, empresários e filantropos a apoiar os esforços para acabar com a pandemia.
O programa tem quatro pilares focados em testes para diagnosticar a doença, tratamentos, vacinas e sistemas de saúde. 
A cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, disse que “a única forma de prevenir uma disseminação e transmissão ainda maior” do novo coronavírus é com uma vacina eficaz e segura.
“Obviamente esse vírus afetou todos os países e todas as populações, portanto uma vacina - idealmente e do ponto de vista ético - deve estar disponível no mundo todo”, afirmou Swaminathan, acrescentando que apenas uma pequena parte da população mundial desenvolveu imunidade natural à Covid-19.
“O princípio do acesso igualitário é simples de se dizer, mas complicado de se implementar. Ele requer colaboração ativa de governos, indústrias, organizações de saúde e comunidades da sociedade civil”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, nesta sexta. “Vacinas, diagnósticos e terapêutica são ferramentas vitais. Mas para serem de fato eficazes, elas precisam ser administradas com outro ingrediente essencial, que é a solidariedade.”
De acordo com a OMS, o plano do programa é distribuir testes e vacinas em todo o mundo em um custo aproximado de US$ 31,3 bilhões.
Até o momento, a doença já infectou cerca de 9,6 milhões de pessoas e matou 490 mil em todo o mundo, segundo dados da Universidade de Medicina Johns Hopkins. Só no Brasil, são 1.228.114 infectados e 54.971 mortos, informa o balanço mais recente do Ministério da Saúde.
(Com informações de Jacqueline Howard, da CNN, em Atlanta)

Números de casos e mortes no Brasil por Covid-19 ainda são altos e quadro preocupa, diz OMS

Diretor executivo da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan destacou nesta sexta-feira (12), o quadro no Brasil. Questionado sobre sugestão recente do presidente Jair Bolsonaro de que seguidores deveriam entrar em hospitais para verificar a taxa de ocupação, Ryan não comentou a fala do líder, mas voltou a dizer que a situação no País "preocupa".
O diretor executivo da OMS afirmou que os números de novos casos e de mortes "continuam a ser altos" em solo brasileiro.
Ele disse que a OMS e seu braço regional têm monitorado os casos diários no Brasil, inclusive a taxa de ocupação das UTIs. "Na maioria das regiões a taxa está abaixo de 80%", apontou, mas também advertiu: "É evidente que algumas áreas no Brasil enfrentam grande pressão sobre seus sistemas de cuidados intensivos".
Ryan disse, portanto, que o sistema como um todo no país não está sob pressão, mas que há essa pressão em algumas áreas.
Ele lembrou também que há diferentes níveis de infecção em diferentes partes do país, mencionando o Estado do Amazonas como uma área que mereceu destaque recente pelo avanço da doença. "Claramente, o sistema de saúde (do Brasil) precisa de apoio significativo para lidar com a situação", recomendou.
Fonte: Estadão

OMS e Unicef alertam que é preciso manter vacinação durante pandemia


People wear protective masks as they leave work during evening rush hour in Beijing as the spread of the novel coronavirus disease (COVID-19) continues

A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) ressaltaram hoje (20) a importância de os países manterem os seus planos de vacinação para evitar maior impacto da pandemia de covid-19.
Em comunicado, as duas organizações reiteraram que é vital a manutenção dos serviços de imunização de rotina durante a pandemia, recordando que a situação atual "é um sinal de que as doenças infecciosas não conhecem fronteiras".
"Todos os países são vulneráveis, independentemente dos níveis de riqueza ou da força dos seus sistemas de saúde. A necessidade urgente de uma vacina para a covid-19 ressalta o papel central da imunização na proteção de vidas e economias", disse o comunicado conjunto.
Perante a situação pandêmica atual, a OMS e o Unicef consideram que a importância dos programas nacionais de imunização de rotina "é mais crítica do que nunca".
"Os governos devem aproveitar todas as oportunidades possíveis para proteger as pessoas das muitas doenças para as quais as vacinas já estão disponíveis", frisaram, lembrando que proteger crianças, adolescentes e adultos contra doenças através da vacinação é uma obrigação para a sustentabilidade dos sistemas de saúde.

"Sabemos que a vulnerabilidade a doenças infecciosas é uma ameaça à saúde pública em todos os lugares", disse Afshan Khan, diretora regional da Unicef na Europa e Ásia Central.
"É fundamental que os programas de imunização continuem durante esta crise, protegendo adequadamente os profissionais de saúde e os indivíduos que recebem vacinas. Alcançar as crianças mais vulneráveis, que perderam imunizações de rotina, deve ser uma prioridade", avisa.
Imunização
A OMS e o Unicef consideram que, se o combate à pandemia causar interrupções temporárias nos serviços de imunização, os países devem retomá-los o mais rápido possível após a estabilização da situação.
"Podemos evitar um maior impacto da covid-19 nos sistemas de saúde garantindo que indivíduos de todas as idades permaneçam vacinados de acordo com os cronogramas nacionais. Peço aos países que mantenham a prestação de serviços de imunização e direcionem as suas necessidades, mesmo neste momento difícil", disse Hans Henri Kluge, diretor regional da OMS para a Europa.
Numa nota, a OMS e o Unicef, antecipando a existência de uma vacina para a covid-19, solicitam a todos os países que estejam preparados para vacinar os grupos de maior risco e garantir que todos, incluindo os mais marginalizados, tenham acesso igual quando ela estiver disponível.
A pandemia da covid-19 já provocou mais de 164 mil mortos e infectou mais de 2,3 milhões de pessoas em 193 países e territórios. Mais de 525 mil doentes foram considerados curados.
Agência Brasil

Organização Mundial da Saúde declara pandemia do novo coronavírus


Organização Mundial da Saúde declara pandemia do novo coronavírus

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou nesta quarta-feira (11) que há uma pandemia do novo coronavírus (Covid-19) no mundo.
De acordo com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, a palavra pandemia não deve ser usada de forma leviana, e que mal utilizada pode causar medo irracional. Entretanto diante dos elementos analisados, a conclusão é de que a Covid-19 pode ser caracterizada como uma pandemia.
A pandemia é declarada quando uma doença é capaz de infectar seres humanos com facilidade e de ser transmitido de uma pessoa para outra de forma eficiente. Até o momento, já foram registrados mais de 118 mil casos da doença em 114 países. 4.291 pessoas morreram.

Doença causada por coronavírus ganha nome de Covid-19, anuncia OMS

ATUALIZAÇÃO, ÀS 18:10
A OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou nesta terça-feira (11) que a doença provocada pelo coronavírus detectado no fim do ano passado em Wuhan, na China, receberá oficialmente o nome Covid-19.
O anúncio foi feito em Genebra (Suíça), na sede da entidade, no primeiro dia de uma reunião sobre a doença, com a presença de cerca de 300 especialistas.
Em entrevista coletiva, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que foi escolhido um nome que "possa ser pronunciado e não faça referência a uma localização geográfica específica, um animal ou grupo de pessoas", para evitar estigmatizações.
O nome tem como base um acrônimo em inglês a partir da expressão "corona virus disease" (doença do coronavírus) e o ano em que foi descoberta, e será um padrão para eventuais novos surtos causados por outros coronavírus, ressaltou Tedros.
Fonte: R7

OMS declara emergência de saúde pública internacional por coronavírus



A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou emergência de saúde pública internacional em decorrência do surto da nova mutação do coronavírus, primeiro reportada na cidade chinesa de Wuhan em dezembro de 2019.
“Não sabemos que tipo de dano esse vírus poderia causar se se espalhar em um país com um sistema de saúde mais fraco. Temos que agir agora”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. “O principal motivo para a declaração não é o que está ocorrendo na China, mas o que está ocorrendo em outros países”, concluiu.
Fonte: Veja

Número de fumantes diminui em nível mundial

Pela primeira vez em 18 anos, o número de fumantes no mundo está diminuindo, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A queda é registrada entre homens, os maiores consumidores, e as mulheres.
As considerações do relatório mostram as tendências do tabagismo em um período de 25 anos, entre 2000 e as previsões até 2025.

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