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Geral Assessor de Lula confirma empréstimo de lobista, mas não revela valor

 

Foto: Reprodução / Poder360

O ex-chefe de Gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, confirmou nesta 2ª feira (3.ago.2026) ter recebido valores da empresária e lobista Roberta Luchsinger. Roberta é citada na investigação de fraudes na Previdência Social e prestou serviços para Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, que está preso desde 12 de setembro de 2025.

Em nota enviada à imprensa para comentar a reportagem do Poder360 que revelou as transações, Marcola afirma que os pagamentos foram um empréstimo pessoal e que já foi quitado entre as partes. Marcola diz que o Poder360 tratou a operação como “algo ilegal”, mas em nenhum momento a reportagem fala em ilegalidades.

Marcola não informou o valor dos pagamentos recebidos de Roberta. O Poder ouviu que os valores eram na casa dos R$ 80.000, mas essa informação não pode ser confirmada e nem a frequência dos pagamentos.

Eis a íntegra da nota de Marcola:

“Recebi com surpresa a matéria que trata um empréstimo pessoal contraído e já quitado como algo ilegal. Nunca tive nenhuma relação que caracterize qualquer ilegalidade no exercício de minha função”.
QUEM É MARCOLA

Foi o chefe de Gabinete de Lula de janeiro de 2023 a 31 de julho, praticamente todo o 3º mandato do petista. Era uma pessoa de total confiança do petista. Acompanha Lula há anos e tinha responsabilidade de fazer a agenda de compromissos do presidente. Também era a pessoa comissionada para ficar com um telefone celular para atender as chamadas que chegavam para o chefe.

O Poder360 confirmou a informação sobre as transferências de dinheiro de Roberta para Marcola com 4 pessoas familiarizadas com o assunto. O fato foi tema de conversa de bastidores entre integrantes da cúpula do PT durante a convenção de lançamento de Lula à reeleição, no último sábado (1º.ago.2026).

Há apreensão entre petistas, pois o tema “corrupção” tem se mostrado aderente ao atual governo, de forma negativa, e pode prejudicar a campanha presidencial do partido.
QUEM É ROBERTA LUCHSINGER

O nome da empresária ganhou os holofotes durante as investigações sobre as fraudes na Previdência Social e sua proximidade com o Careca do INSS, apontado pela PF como um dos responsáveis por um esquema de desvios de recursos de fundos de pensão.

Roberta também é amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. No início do inquérito sobre as fraudes no INSS, em abril de 2025, Lulinha e Roberta foram citados como possíveis participantes do esquema –o que ambos negam.

Lulinha é alvo de 3 inquéritos, inclusive um em que é investigado pela Polícia Federal por tráfico de influência. O Poder revelou em 4 de dezembro de 2025 que Lulinha é suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil do Careca do INSS.

Em maio de 2026, Roberta deu uma entrevista e disse ter apresentado Lulinha ao Careca do INSS. Disse que se tratou de um gesto de “boa educação” e negou ter intermediado negócios entre eles: “Jamais apresentei os 2 com intuito de negócio. Tanto que eles nunca tiveram transações comerciais”.

Ao longo das investigações, a PF já identificou ao menos 6 viagens realizadas por Roberta e por Lulinha em que as reservas de ambos foram registradas sob o mesmo código localizador das passagens de avião. Os 2 foram para Portugal em junho de 2024 e percorreram outros 5 trechos nacionais, aqui no Brasil, de abril a junho de 2025. As viagens são consideradas pela PF como indícios da relação de amizade entre Roberta e Lulinha.

Sobre os pagamentos feitos a Marcola, o advogado de Roberta Luchsinger, Roberto Podval, disse: “Em respeito ao próprio ministro André Mendonça, responderemos a todas as questões nos autos do inquérito que, até o momento, ainda não tivemos acesso”.


Poder360

Justiça Fachin repudia fala de Milei contra Moraes e reafirma autonomia do STF

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, divulgou neste sábado (25) nota oficial em que classifica como “referência desrespeitosa” a declaração do presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Em discurso na convenção nacional do PL, em São Paulo, Milei se referiu a Moraes como "lixo careca" por não ter autorizado visita a Jair Bolsonaro. O ex-presidente está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Ao reafirmar a plena autonomia do Judiciário brasileiro, a Presidência do STF deplora manifestações incompatíveis com a civilidade que deve caracterizar as relações entre os Estados”, disse Fachin, em nota.

Além de participar da convenção do PL, na qual foi oficializada a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, Javier Milei esteve neste sábado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP.

Recebido pelo governador Tarcísio de Freitas, o presidente argentino foi condecorado com a Ordem do Ipiranga, concedida pelo estado a personalidades que prestaram serviços relevantes à população.

Justiça Brasil nega visto para servidores dos EUA que queriam monitorar urnas




O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou ontem, sábado (25) a negativa do governo de autorizar vistos a dois funcionários norte-americanos: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson.

Os vistos foram negados ontem (24).

O governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado norte-americano de enviar dois funcionários para o Brasil. Eles queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.

Chamou a atenção das autoridades brasileiras que o pedido de visto veio na sequência de evento em que políticos brasileiros se reuniram com diplomatas para levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O governo considerou como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral e decidiu negar os vistos.

O questionamento às urnas eletrônicas voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou nessa segunda-feira (21), durante o evento com diplomatas em Brasília, que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic - sem apresentar provas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quarta-feira (22), a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal, as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”.

Justiça Justiça do Rio determina bloqueio de contas do Banco Master



A Justiça do Rio determinou o bloqueio das contas do Banco Master, da Trustee Distribuidora de Títulos e Valores MobiliárIos LTDA., da Axor Asset LTDA., de Alexandre Marchesani Canata e de Felipe Mota Separovic Rodrigues, até o valor de R$ 135 milhões.

A decisão dessa quinta-feira (23) decorre de pedido do próprio estado e do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência).

Entre os dias 4 de julho e 8 de agosto de 2025, o Rioprevidência realizou um aporte de R$ 150 milhões no Fundo de Investimento “Texas i Fia”, cuja carteira encontrava-se, quase em sua totalidade, exposta às ações da Ambipar Participações e Empreendimentos S.A.

Após cerca de um ano, no entanto, as ações sofreram grande desvalorização, o que determinou perda financeira para a Rioprevidência, com redução de quase R$ 15 milhões no saldo de seus investimentos.

“A sofisticação dos atos fraudatórios revela que a sua execução não seria possível sem o domínio do fato pelos evolvidos durante a operação que culminou com a pulverização do dinheiro público alocado”, destacou o juiz Wladimir Hungria, da Vara de Fazenda Pública, na decisão.

O magistrado também identificou indícios de gestão temerária no aporte praticado pelos gestores do Rioprevidência.

“A escolha por um aporte massivo em um único ativo revela, segundo a peça inicial, um forte indício da gestão temerária alegada pela autarquia estadual, seja porque ela pode ter sido utilizada como mecanismo de fabricação de demanda com vistas a elevar artificialmente o valor das ações, seja porque expôs o ente à fragilidade manifesta, abrangendo a captura fraudulenta do fundo de pensão como instrumento para viabilizar a manobra artificialmente produzida.”

Justiça Operação mira lavagem de R$ 100 milhões provenientes de facções



A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fazem, nesta quinta-feira (15), uma operação para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro de facções criminosas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Segundo a Polícia Civil fluminense, o esquema movimentou mais de 100 milhões provenientes da venda de drogas ilícitas pelo Terceiro Comando Puro (TCP), Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), entre 2021 e 2024.

A operação Hawala cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e na cidade de Foz de Iguaçu (PR). O MPRJ denunciou 22 pessoas à Justiça, que, por sua vez, expediu mandados de prisão contra dez delas.

Até o início da manhã desta quinta-feira, oito pessoas tinham sido presas na operação, de acordo com a Polícia Civil.

A investigação começou a partir da descoberta do esquema de lavagem de dinheiro do grupo criminoso que controla a venda de drogas no Complexo de São Carlos, na região central do Rio de Janeiro, afiliado ao TCP.

Com o aprofundamento das investigações, os policiais descobriram que o esquema também era usado para lavar dinheiro de grupos criminosos ligados ao CV e ao PCC.

Empresas de fachada eram usadas em diferentes estados para dar aparência de legalidade ao dinheiro obtido ilegalmente através do tráfico de drogas, receptação qualificada e comércio de produtos falsificados.

De acordo com a denúncia, para inserir os recursos de origem ilícita no mercado financeiro, o esquema usava empresas recém criadas, depósitos fracionados, uso de laranjas, cooptação de contadores, além de outras manobras para ocultar a origem dos valores.

Foram analisadas centenas de transações bancárias e as atividades de diversas empresas ligadas aos denunciados, com movimentações muito acima da capacidade financeira dos investigados e das pessoas jurídicas envolvidas.
Conexão internacional

A Polícia Civil investiga ainda se o esquema de lavagem de dinheiro era usado para financiar organizações internacionais consideradas terroristas. As investigações identificaram uma relação comercial entre um dos investigados e um homem sancionado pelo governo estadunidense por supostamente integrar a estrutura de financiamento da Al-Qaeda.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação agora aprofundará a apuração sobre esse suposto vínculo entre o esquema de lavagem de dinheiro de facções criminosas brasileiras e o financiamento do terrorismo internacional.

A ADVOGADA VIVIANE BARCI DE MORAES (ESPOSA DE ALEXANDRE DE MORAES), MINISTRO DO STF, ENVIOU DIRETAMENTE A VORCARO CONTRATO DE R$ 129 MILHÕES COM BANCO MASTER, DIZ JORNAL. 12h21


A Polícia Federal encontrou mensagens que indicam que a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, encaminhou a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a minuta de um contrato de R$ 129 milhões para prestação de serviços jurídicos. Segundo a reportagem do Estadão, o acordo previa pagamentos mensais ao escritório entre 2024 e 2027.
Em nota, a banca afirmou que os serviços foram efetivamente prestados e detalhou as atividades realizadas durante a vigência do contrato.

Educação PF faz operação contra desvios na Universidade Federal Fluminense Prejuízo passa de R$ 9 milhões

A Polícia Federal cumpriu nessa quinta-feira (2) mandando de busca e apreensão como parte da segunda fase da Operação Quadro Negro. A finalidade é identificar a empresa responsável por desviar recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF), com prejuízo de mais de R$ 9 milhões.

Na ação, agentes federais da Delegacia de Polícia Federal em Niterói apreenderam documentos e um disco rígido (HD). O mandado foi expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói.

A ação investiga esquema de corrupção, desvio de verbas públicas federais, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF. As investigações apontam que servidores, em parceria com sócios e dirigentes de empresas contratadas pela universidade, autorizavam pagamentos superfaturados e recebiam propina por meio de pessoas jurídicas, provocando prejuízo de R$ 9,6 milhões aos cofres públicos.

Nesta fase da investigação, a Polícia Federal identificou a empresa que teria assumido o papel de intermediária no esquema criminoso após o encerramento dos repasses feitos pela pessoa jurídica anteriormente identificada, dando continuidade às operações ilícitas do grupo até o ano de 2018.

A Agência Brasil entrou em contato com a UFF e aguarda retorno.

PF mira pessoas ligadas ao líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar, 09h48



A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a terceira fase da Operação Rent a Car, chamada de Galho Fraco II, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos vindos de cotas parlamentares.

A operação mira pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados, segundo informações obtidas pelo blog.

O parlamentar não está entre os alvos desta quarta, mas já foi em uma etapa anterior da investigação.

A GloboNews entrou em contato com Sóstenes Cavalcante, que afirma não ter tomado conhecimento da decisão. "Assim que souber vou me manifestar como sempre fiz", disse.

🔎Cota parlamentar é um valor mensal em dinheiro que deputados e senadores recebem do orçamento público para cobrir despesas ligadas diretamente ao exercício do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritório e contratação de consultorias, por exemplo. É um recurso extra, além do salário.

De acordo com investigadores, esta fase da operação tem como objetivo apurar a versão do deputado sobre dinheiro achado pela PF em endereço ligado a ele durante a segunda fase da operação, em dezembro do ano passado.

Vice-prefeita afastada pagou R$ 41 mil à mãe de santo em Fortaleza para 'adoecer esposa do amante', domingo 09h45



A vice-prefeita de Ribeira, no interior de São Paulo, Juliana Maria Teixeira da Costa (MDB), é acusada de desviar R$ 41,2 mil dos cofres públicos para contratar um trabalho espiritual de uma mãe de santo que atua em Fortaleza, identificada como Samantha.

Segundo a mentora, o objetivo seria afastar um homem casado de sua esposa e consolidar um relacionamento amoroso.

Em entrevista ao g1, Samantha afirmou que conheceu a vice-prefeita por meio das redes sociais em agosto de 2024 e que o acompanhamento do trabalho espiritual era realizado por videochamadas e gravações de vídeos.

De acordo com a religiosa, o serviço contratado teria valor total de R$ 380 mil, mas apenas R$ 41,2 mil foram pagos. O montante coincide com o valor que o Ministério Público afirma ter sido desviado dos cofres públicos.

"Ela queria a dominação amorosa, afastamento de rival e adoecer a esposa do amante dela. Queria um trabalho que se chama casamento espiritual definitivo", declarou Samantha.

"O valor do trabalho ficou R$ 380 mil. Expliquei para ela que era um sacrifício muito forte, que a espiritualidade daria ele por inteiro para ela", acrescentou.

Segundo o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), o dinheiro teria sido repassado por meio de uma empresa prestadora de serviços da prefeitura.


A investigação aponta que o valor foi utilizado para custear uma suposta 'amarração amorosa' envolvendo Lauro Olegário da Silva Filho, então coordenador municipal de Saúde.



Além de Juliana, o MP-SP denunciou Lauro e o empresário Willian Felipe da Silva, proprietário da empresa W.F., suspeita de intermediar os pagamentos. Até o momento, as defesas dos envolvidos não foram localizadas.
CONTRATO QUEBRADO

A situação ganhou repercussão depois que a mãe de santo expôs o caso nas redes sociais. Ela afirmou ainda que, após uma videochamada realizada no dia da contratação, acabou sendo bloqueada por Juliana e não recebeu o restante do pagamento.

Segundo ela, houve prejuízo financeiro, pois os materiais necessários para o ritual já haviam sido adquiridos de fornecedores da África e de Salvador (BA).

"Até o momento, eu não sabia de onde vinha o valor. Eu só estava exercendo o meu trabalho", disse Samantha, que relatou ter descoberto posteriormente que a cliente ocupava o cargo de vice-prefeita de Ribeira.

Depois disso, a mãe de santo publicou uma captura de tela indicando que o pagamento havia sido efetuado pela empresa W.F., fato que contribuiu para o surgimento das denúncias.

Conforme a investigação do Ministério Público, os denunciados teriam integrado uma associação criminosa entre 2021 e 2024 para fraudar licitações na área da saúde do município, utilizando notas fiscais falsas e realizando desvios de recursos públicos.

Diante das suspeitas, a Justiça determinou a suspensão de contratos relacionados a pregões sob investigação e afastou Juliana Maria Teixeira da Costa do cargo de vice-prefeita, enquanto o caso segue sendo apurado pelas autoridades.

Falso alerta da Defesa Civil atingiu cerca de 30 milhões em 8 estados



Usuários de telefonia móvel de ao menos sete estados, mais o Distrito Federal, receberam as falsas mensagens disparadas após a invasão do sistema nacional de notificações de desastres da Defesa Civil, entre a noite de sexta-feira (19) e madrugada de sábado (20). De acordo com o ministério, os disparos foram feitos entre 23h41 e 1h23.

Conforme a Agência Brasil apurou, uma análise preliminar aponta que os diferentes alertas chegaram a moradores deBelo Horizonte (MG),
Brasília (DF),
Campo Grande (MS),
Curitiba (PR),
Rio Branco (AC),
Rio de Janeiro (RJ),
Salvador (BA) e
São Paulo (SP).

Somadas, essas cidades reúnem cerca de 30 milhões de pessoas. Além das capitais, também foram enviados alertas para outros municípios menores nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

Em entrevista coletiva na manhã deste sábado, o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, Wolnei Wolff, esclareceu que, durante a invasão ao sistema Defesa Civil Alerta, foram emitidas dez diferentes notificações.

“Foram nove mensagens emitidas pelo Cell Broadcast [sistema implantado em 2025] e uma pelo sistema SMS [sistema utilizado desde 2014 e substituído no ano passado]”, afirmou Wolff.

O Cell Broadcast é a tecnologia que o sistema Defesa Civil Alerta utiliza para enviar mensagens de texto sobre desastres naturais e eventos climáticos extremos diretamente para os celulares da população em áreas de risco. A tecnologia permite que os alertas cheguem de forma rápida e eficiente, sem a necessidade de um aplicativo ou registro prévio.

De acordo com o secretário nacional, o primeiro alerta foi disparado para Curitiba. Pouco depois, usuários de telefonia móvel de outras localidades começaram a receber as mensagens. Além do alerta sonoro, as mensagens continham texto que mencionavam termos como “misantropia” e “invasão alienígena”, entre outras.

De acordo com o secretário, o trabalho de investigação que está sendo realizado pela Polícia Federal junto à equipe técnica da Defesa Civil vai determinar se as mensagens foram enviadas por uma pessoa ou um grupo articulado. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) também está apurando o caso.

A suspeita é que a invasão tenha ocorrido na plataforma da própria Defesa Civil nacional, responsável por emitir os alertas.

Em nota, a Anatel informou que, ao que se sabe até o momento, “os alertas em questão não passaram pelos canais oficiais da plataforma técnica do sistema, operada pela ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações)”.

Motta pediu a Vorcaro empréstimo do Master para cunhada, diz jornal; presidente da Câmara diz que operação foi legal Segundo o jornal O Estado de São Paulo, Motta e Vorcaro trataram da liberação de ao menos R$ 22 milhões do Master para uma empresa de Bianca Medeiros, cunhada de Motta.

A Polícia Federal encontrou diálogos do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), pedindo a Daniel Vorcaro a liberação de um empréstimo para a empresa da cunhada.

As informações foram publicadas pelo jornal "O Estado de São Paulo" e confirmadas pelo g1.

Segundo a reportagem, as conversas entre Motta e Vorcaro trataram da liberação de ao menos R$ 22 milhões do Banco Master para uma empresa de Bianca Medeiros, irmã da esposa do presidente da Câmara, Luana Motta, em março de 2024.

Ao jornal, Motta não quis responder se atuou para liberar o financiamento para a empresa da cunhada. Ao ser questionado, afirmou que a operação de crédito "está dentro da legalidade".

Viagem com Vorcaro


O presidente da Câmara também confirmou que o ex-banqueiro pagou diárias de sua hospedagem em um hotel de luxo em Lisboa, conforme apontado pela Polícia Federal.

Hugo Motta disse que, na ocasião, não se sabia de nenhuma irregularidade envolvendo Vorcaro. A viagem ocorreu em 2024.

Nessa terça-feira (16), o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou o sigilo de documentos enviados pela Polícia Federal (PF) sobre o caso Vorcaro.

O relatório é parte do material produzido na Operação Compliance Zero, que investiga possíveis fraudes financeiras ligadas ao Banco Master. O ex-banqueiro está preso em Brasília (DF).

Motta disse que Vorcaro teria bancado apenas duas diárias na capital do país europeu, no entanto, é diferente da obtida por investigadores da PF.

No relatório, a corporação aponta que o ex-banqueiro pagou por cinco dias de hospedagem, e a conta da fatura fala em sete.

Operação prende ex-estagiário do MP de SP, chefe de investigadores e ex-policial civil suspeitos de serem infiltrados do PCC Segundo as investigações, eles estariam envolvidos em um plano para matar um promotor do Gaeco e em um esquema de extorsão de investigados.



Uma operação do Ministério Público de São Paulo prendeu nesta terça-feira (9) um chefe de investigadores da Polícia Civil, um ex-policial civil e um ex-estagiário do próprio MP suspeitos de serem infiltrados do PCC.

Segundo as investigações, eles estariam envolvidos em um plano para matar um promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do MP, e também fariam parte de um esquema para extorquir dinheiro de investigados, incluindo integrantes da facção criminosa acusados de planejar a morte desse promotor.

Além dos três mandados de prisão temporária, havia dez de busca e apreensão nas cidades de Campinas e Cardoso, no interior de São Paulo, incluindo contra um policial penal.

Por envolverem suspeitos integrantes da Polícia Civil e da Polícia Penal, além do 1º BAEP, participam da operação as Corregedorias da Polícia Civil e da Polícia Penal, e a Comissão de Prerrogativas da OAB, especificamente para as buscas em escritório de advocacia.

O chefe de investigadores preso atuava na Delegacia de Investigação sobre entorpecentes (Dise) de Campinas na época de duas operações para apurar os planos de atentado contra um promotor e também um esquema de lavagem de dinheiro ligado a dois traficantes.

O ex-estagiário, que hoje é advogado, trabalhava em uma promotoria criminal do MP de Campinas e o ex-policial civil preso o teria ajudado.




O diácono Raphael Hernandez repreendeu aliados de Camilo Santana e Ciro Gomes após gritos em favor dos dois políticos dentro da Igreja Matriz de Santo Antônio, neste domingo (31), em Barbalha



O diácono Raphael Hernandez repreendeu aliados de Camilo Santana e Ciro Gomes após gritos em favor dos dois políticos dentro da Igreja Matriz de Santo Antônio, nesse domingo (31), em Barbalha.
“Povo de Deus, vocês não estão em casa, vocês estão na casa de Deus. A Casa de Deus é a casa de Deus. A Igreja não é lugar para politicagem”, disse.

Furo de reportagem sobre o uso indevido de um Avião da FAB pelo ministro José Guimarães para ir a festa de Santo Antônio em Barbalha viralizou! O assunto está entre os mais comentados na política cearense.

Geral Ação em 5 estados investiga ligação do PCC com setor de combustíveis

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e a Receita Federal fazem uma operação nesta quinta-feira (28) em São Paulo, no Paraná, em Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e no Rio de Janeiro para investigar a infiltração do Primeiro Comando do Crime (PCC) no setor de combustíveis. O objetivo é desmontar um esquema de fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro no setor.

O foco principal das autoridades é sobre seis fintechs – que atuam como bancos paralelos – e também para comprovar a adulteração de combustível com uso de solvente (nafta).

A operação tem o nome de Fluxo Oculto e é uma nova fase da Carbono Oculto, que revelou o avanço do crime organizado no mercado de combustíveis, instituições de pagamento e de investimentos.

As investigações do Ministério Público de São Paulo identificaram que as seis fintechs alvos da operação formaram um núcleo que funciona com compensações financeiras internas entre distribuidoras e postos de combustíveis e fundos de investimentos administrados pelo PCC.

A facção criminosa atua também no desvio de nafta petroquímico para terminais e postos de combustíveis, criando uma estrutura forte para venda de solventes a empresas fantasmas.

Estão sendo cumpridos 55 mandados de busca e apreensão, com apoio dos Gaecos, dos ministérios públicos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais e do Paraná.


TENTATIVA DE ASSALTO TERMINA COM SUSPEITO BALEADO E OUTRO PRESO EM SÃO PAULO, 14h06

MAIS UM CASO DE VIOLÊNCIA DENTRO DE ESCOLA

Geral Operação Sem Refino: Cláudio Castro é alvo de busca e apreensão

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal (PF) nesta sexta-feira (15), durante a Operação Sem Refino, deflagrada para investigar suspeitas de irregularidades envolvendo um grupo econômico do setor de combustíveis. Outro alvo da operação é o empresário Ricardo Magro, dono da Refit (Refinaria de Manguinhos), que teve mandado de prisão preventiva.

A ação tem como objetivo apurar a atuação de um conglomerado suspeito de utilizar estruturas societárias e financeiras para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.

Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública, nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e no Distrito Federal. As medidas foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A Justiça também determinou a inclusão de um dos investigados na Difusão Vermelha da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), além do bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas.

A operação contou com o apoio técnico da Receita Federal.

Segundo a PF, as investigações apuram possíveis fraudes fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências relacionadas à operação de uma refinaria vinculada ao grupo investigado.

Em nota, a corporação informou que a apuração integra as investigações conduzidas no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635, que trata da atuação de organizações criminosas e suas conexões com agentes públicos no estado do Rio de Janeiro.

*Colaborou Paula Laboissière

Matéria atualizada para acréscimo de informação.

(*) Agência Brasil

Polícia Nova fase da Compliance Zero prende agente e mira delegada da PF 14/05/2026 08h18



Foto: Reprodução

A sexta fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (14), avançou sobre integrantes da Polícia Federal que teriam atuado para beneficiar o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

O ministro André Mendonça, responsável pela investigação no STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o afastamento de uma delegada da PF, que foi alvo de busca e apreensão, e a prisão de um agente da ativa da corporação suspeitos de vazar informações ao grupo de Vorcaro.

Outros dois agentes aposentados da PF foram alvos de busca e apreensão nesta quinta-feira.

As investigações revelaram no início do ano que o grupo contratado pelo banqueiro para influenciar as apurações, realizar atividades de vigilância, coleta de informações e monitoramento de adversários acessava dados do MPF, da Polícia Federal e até de organismos internacionais, como o FBI e a Interpol.

Vorcaro teve acesso antecipado a diligências da investigação, de acordo com registros localizados pela própria PF. O empresário teria inclusive feito anotações sobre autoridades e procedimentos policiais em curso.

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o Sicário, apontado como o coordenador operacional do grupo denominado “A Turma”, realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos, incluindo bases utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.

O acesso, segundo a investigação, era feito por Mourão por meio da utilização de credenciais funcionais de outras pessoas, o que permitia obter informações protegidas por sigilo institucional.

“A partir dessa metodologia, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal, e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol”, escreveu o ministro André Mendonça ao autorizar a mais recente fase da operação sobre o caso.

CNN

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