Mostrando postagens com marcador PLANO DE RETOMADA ECONÔMICA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PLANO DE RETOMADA ECONÔMICA. Mostrar todas as postagens

Mais de 100 mil trabalhadores poderão voltar às atividades a partir de hoje

Conforme previsto na segunda fase do plano estadual de retomada das atividades econômica, cerca de 105 mil trabalhadores, de 14 cadeias produtivas, poderão voltar ao trabalho na Grande Fortaleza. Destas cadeias, seis já poderão operar com 100% da capacidade: construção civil, indústria química e correlatos, artigos de couros e calçados, cadeia metalmecânica e afins, saneamento e reciclagem e cadeia de energia elétrica.
De acordo com o plano do Governo do Estado, a liberação inclui trabalhadores dos segmentos da indústria, distribuição e comércio destas cadeias.
O setor da construção civil (comércio, distribuição e indústria), que já podia operar com 41% da capacidade desde o início da semana passada e responde pela maior parte dos postos de trabalho, poderá utilizar cerca de 38 mil trabalhadores na Grande Fortaleza, completando 100% da mão de obra do setor.
“Os trabalhadores da construção civil, voltam 100%. A construção civil iniciou o seu processo de reabertura, com toda a cadeia, com 30% da capacidade. E agora, na fase 2, o setor volta com 100% da capacidade. Os horários são os mesmos”, disse Flávio Ataliba, secretário executivo de orçamento e planejamento da Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), durante live, na tarde de domingo, para tirar dúvidas sobre o decreto apresentado no sábado pelo governador Camilo Santana.
Na semana passada, ainda na primeira fase, mais de 105,5 mil pessoas, de 17 cadeias produtivas (indústria, serviços e comércio) já haviam sido liberadas para voltar às atividades de forma presencial. No entanto, nenhuma atividade estava autorizada a utilizar 100% da mão de obra.
DN

Saiba em qual etapa sua atividade econômica será liberada no plano de retomada da economia

O Plano de Retomada Responsável das Atividades Econômicas e Comportamentais do Estado do Ceará foi elaborado pelo Grupo de Trabalho Estratégico, envolvendo o Poder Executivo, setor produtivo, sociedade civil e, como observadores, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual e Ministério Público do Trabalho. O decreto de isolamento social que minimiza os efeitos da Covid-19 no Estado está mantido, porém o plano prevê uma fase inicial de transição, em que estão contemplados 17 setores, e quatro fases de abertura, obedecendo a critérios técnicos, sanitários e epidemiológicos.
Cada estágio obedece a critérios que precisam ser atingidos para se alcançar a abertura do passo seguinte nas medidas. A Fase de Transição começa na segunda-feira, 1º de junho, e segue por uma semana.
Para saber em qual etapa sua atividade econômica será liberada, consulte o CNAE principal no filtro “Pesquisar” da tabela.
Fonte:Sedet

Ceará pode ter 80% da economia ativa a partir do dia 1º de junho



A fase inicial do plano de retomada da economia cearense já poderá ter um impacto considerável na economia do Estado. Segundo o secretário executivo de planejamento do governo estadual, Flávio Ataliba, a expectativa é que o Ceará recupere até mais 5% da atividade empresarial nos primeiros sete dias do projeto. Isso representará, considerando o valor adicionado bruto, 80% da economia cearense ativa. Durante a vigência dos decretos de isolamento, o dado apontava para 75% do total, segundo avaliação do Governo do Estado.
O cálculo leva em consideração que 66.975 empregos deverão ser reativados nessa fase transição que deverá ser iniciada no próximo dia 1º de junho. Na manhã dessa quinta-feira (28), o governador Camilo Santana anunciou os detalhes do plano de retomada e confirmou que 17 setores serão contemplados durante a etapa de testes no Ceará.
A lista conta com diretrizes para cada setor, com taxas de liberação que vão desde 0,6% a 100% para determinadas cadeias produtivas. O documento do Estado conta com a liberação de 30% da indústria química e correlatos (indústria de químicos inorgânicos, plástico, borracha, solventes, celulose e papel); 17,9% do setor de artigos de couros e calçados (fabricação de calçados e produtos de couro); 28,7% da indústria metal-mecânica e afins (fabricação de ferramentas, máquinas, tubos de aço, usinagem, tornearia e solda); 30% do setor de saneamento e reciclagem; 20% do setor de energia (construção para barragens e estações de energia elétrica, geradores); e 31% da cadeira da construção civil.
Também serão liberados 12,4% do setor de têxteis e roupas; 10,2% do ramo de comunicação, publicidade e editoração (impressão de livros, material publicitário, e serviços de acabamento gráfico); 0,8% da indústria e serviços de apoio (barbearias e salões de beleza inclusos); 16,9% do setor de artigos do lar (fabricação de eletrodomésticos e artigos domésticos); 12,4% da agropecuária; e 7,9% do segmento de móveis e madeira; 0,6% da área de tecnologia da informação.
Além disso, serão incluídos, 10,8% de logística e transporte (Metrofor, transporte rodoviário metropolitano na RMF e manutenção de bicicletas); 1,9% do setor automotivo; 100% da cadeia da saúde (comércio médico e ortopédico, óticas, podologia e terapia ocupacional); e 8,1% do setor de esporte, cultura e lazer (treinos de atletas de esportes individuais, além dos clubes de futebol participantes do Campeonato Cearense).
Para Ataliba, a projeção de obter bons resultados com o plano de retomada da economia no Estado é real, considerando que a fase de transição já deverá liberar 11,5% das cadeias produtivas paralisadas durante a pandemia do novo coronavírus.
Ataliba, que coordenou a área técnica do projeto, reforçou a confiança no plano da retomada da economia graças ao caráter científico e aos critérios sanitários e econômicos adotados na elaboração da lista de prioridades de setores que poderão reabrir.
"A perspectiva é a melhor possível, porque a consciência da população é de que teremos de ter todos os cuidados, pois estamos em outra realidade. E os empresários precisam reconhecer que é importante evitar a exposição do funcionário e do cliente. E isso faz com o decreto possa funcionar muito bem", afirmou.
Retorno
O secretário executivo de planejamento ainda comentou sobre a definição dos critérios para escolher a ordem dos setores que deveriam retornar às atividades. Segundo ele, foram considerados aspectos de risco sanitário (para controlar a propagação do coronavírus) e indicadores de impactos econômicos. Além disso, ele explicou que a liberação das empresas por cadeia produtiva deverá ajudar a dar mais tração à economia durante o plano de retomada.
"Pensamos em juntar todas as atividades da cadeia para se fazer sentido. E nos preocupamos em trazer o comércio também para dar liquidez às empresas, porque as empresa não vão ser reativadas só pela produção", disse. "Temos 600 mil empregos a recuperar e estamos tratando de 66 mil empregos para essa primeira fase. Isso pode fazer com que tenhamos 80% das atividades da economia ativas já na transição", completou.
Apoio
Já o secretário do desenvolvimento econômico e trabalho do Estado, Maia Júnior, reforçou que, a partir do início do plano de retomada, a responsabilidade para os cuidados com os protocolos de saúde será das empresas liberadas a operar. É importante lembrar que, para funcionar, os negócios terão de seguir as recomendações de segurança e saúde para garantir a estabilização dos números do coronavírus no Ceará.
Os protocolos deverão ser divulgados pelo Governo do Estado, mas o secretário reforçou que é importante que empresários procurem as entidades de classe para tirar dúvidas. Ainda assim, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet) deverá manter um serviço de atendimento telefônico para tirar dúvidas sobre os protocolos de saúde. O Estado ainda deverá disponibilizar uma ferramenta para que empresas possam checar em que fase da retomada elas poderão voltar a operar.
Diário do Nordeste

Camilo afirma que atividades podem voltar dia 1º de junho se houver estabilidade de casos

Em live na noite de ontem sábado, 23, o governador Camilo Santana
(PT) afirmou que, caso haja estabilidade no número de casos de Covid-19 no Ceará, o plano de retomada da economia no Estado poderá ser executado a partir do dia 1º de junho. O decreto atual que estabelece isolamento social mais rígido no Estado, com lockdown em Fortaleza, é válido até o dia 31 de maio.
"Hoje fizemos uma reunião com o grupo de trabalho da área econômica com a área da saúde que é o plano de início das atividades econômicas que estão restritivas nesse momento, é o início da flexibilização. Mas que tudo isso vai depender dos indicadores até o dia 31 de maio. Mas é um alento, é uma tendência, que se isso confirmado, a gente pretende de iniciar esse processo a partir do dia primeiro de junho aqui no Estado do Ceará”, afirmou Camilo durante a live.
O Povo



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...