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Previdência Social Aposentadoria poderá ser recalculada

APROVADO NA COMISSÃO DA CÂMARA
Um projeto de lei que prevê novo cálculo do benefício dos aposentados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) foi aprovado pela Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados. A medida impacta aqueles que permaneceram ou retornaram ao mercado de trabalho e contribuíram por, pelo menos, mais 60 meses.

O texto original, enviado pelo Senado Federal, ampliava os benefícios a aposentados que voltam a trabalhar, garantindo auxílio-doença, auxílio acidente, serviço social, salário-família e reabilitação profissional, se for o caso. Porém, o substitutivo (texto que altera o conteúdo original da proposta) aprovado mantém, apenas, os dois últimos benefícios originais.

Com a nova redação contemplada, as pessoas que continuaram ou voltaram a trabalhar e contribuíram por mais 60 meses para a Previdência Social poderão pedir ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) um novo cálculo da aposentadoria, podendo fazer pedidos similares até duas vezes, e pensionistas também terão direito a pedir o recálculo.

A futura regra não valerá para todas as aposentadorias. Casos de incapacidade permanente e aposentadoria especial ficarão de fora.

O projeto tramita em caráter conclusivo (analisado apenas pelas comissões pertinentes, sem precisar passar pelo plenário geral) e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Os senadores ainda precisam deliberar sobre as alterações feitas pelos deputados.

REGIME GERAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL
O RGPS é o sistema de previdência do Instituto Nacional do Seguro Social que abrange a maioria dos trabalhadores do setor privado e servidores públicos que não estão vinculados a um regime próprio. É um sistema contributivo, no qual as contribuições dos trabalhadores em idade ativa financiam os benefícios dos aposentados.

Regras para se aposentar pelo INSS mudam em 2021; entenda

A virada do ano trará mudanças em regras de acesso a aposentadorias do INSS, obrigando trabalhadores que ainda não têm direito ao benefício a comprovarem mais tempo de contribuições previdenciárias ou a esperar mais tempo para pedir a renda. 

As alterações ocorrem nas chamadas regras de transição, criadas pela reforma da Previdência de 2019 para evitar o aumento repentino das exigências de idade mínima e tempo de contribuição, principalmente para cidadãos que já estavam perto da aposentadoria quando a nova legislação passou a valer. 

Para a maior parte dos trabalhadores da iniciativa privada, são duas as modificações mais importantes: a das regras progressivas de pontos e a das idades mínimas.
(*) INSS
Roberto Moreira

Agências do INSS abrirão normalmente nesta sexta-feira (30)

O Ministério da Economia adiou o ponto facultativo alusivo ao Dia do Servidor para 23 de novembro. A medida consta da Portaria 364, publicada em sessão extra do Diário Oficial da União (DOU), na noite da quarta-feira (28).
Desta forma, quem tiver agendamento que não tenha sido remarcado pelo INSS deve comparecer normalmente à agência, seja para atendimento administrativo ou avaliação pericial. O público não deve comparecer sem agendamento, pois o atendimento presencial do INSS está funcionando apenas para os agendados de cumprimento de exigência, avaliação social, justificação administrativa, defesa de Monitoramento Operacional de Benefícios e Reabilitação Profissional, além de Perícia Médica em algumas Agências.
Agende ou realize o atendimento totalmente à distância pelo aplicativo Meu INSS. São 90 serviços de requerimento e atualização de benefícios feitos inteiramente à distância, sem comparecimento a uma Agência, inclusive o anexo de documentos para processos em exigência. Os segurados podem buscar informações, pedir benefícios e agendar serviços também pelo telefone 135, que funciona de segunda a sábado, de 7h às 22h.
Assessoria de Comunicação do INSS

INSS: 13º salário de aposentados será antecipado todos os anos

O pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS agora será antecipado todos os anos, sem a necessidade de que o governo federal edite uma nova autorização a cada exercício. A regra foi estabelecida pelo Decreto 10.410, publicado no Diário Oficial da União no primeiro dia deste mês.
A partir do ano que vem, a primeira parcela será sempre paga com o benefício de agosto, creditado entre o fim de agosto e o início de setembro, e a segunda parte do abono será quitada com o benefício de novembro, liberado entre os últimos cinco dias úteis de novembro e os cinco primeiros de dezembro.
O texto estabelece que o 13º salário é devido a quem recebe auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença), auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão. A primeira parcela corresponde a até 50% do valor do benefício.
Previdência Social

INSS revela datas e libera consulta ao valor do Décimo Terceiro dos aposentados


Instituto Nacional do Seguro Social – Wikipédia, a enciclopédia livre

Na próxima semana o INSS depositará o salário junto com a primeira parcela do décimo terceiro (13º) salário para todos os aposentados e pensionistas, dentre outros segurados. Tal notícia boa deve-se ao decreto baixado pelo Poder Executivo, assinado por Jair Bolsonaro, para ajudar no combate a pandemia do coronavírus.
O pagamento do décimo terceiro salário é um direito de aposentados, pensionistas, auxílio-doença, salário-maternidade, auxílio-reclusão. Muitos segurados já sabem o que vão fazer com essa grana extra. Para alguns o dinheiro vai servir para comprar medicamentos e produtos com álcool gel e mascaras.

INSS prevê iniciar análises de novos benefícios até março



INSS, na João Negrão, para buscar personagem para uma pauta de empréstimos consignados.
O INSS prevê que terá condições de iniciar até o fim de março as análises de benefícios que considerem as regras da reforma da Previdência, quando os seus sistemas eletrônicos deverão estar adaptados à legislação em vigor desde 13 de novembro do ano passado. Em dezembro, foi revelado que requerimentos com a Data de Início do Benefício a partir da data de vigência da reforma somente seriam avaliados após as alterações de sistema.
O que, na prática, determinava a suspensão da análise de novos benefícios. Neste momento, a análise de direitos obtidos após a reforma é parcial, atendendo requerimentos como salário-maternidade e auxílio-doença.
As aposentadorias, principal foco das mudanças realizadas pelo governo, ainda esperam que os sistemas utilizados pelo INSS possam computar as contribuições para acesso ao benefício conforme as regras de transição e as fórmulas de cálculo da renda introduzidas pela reforma. As alterações na legislação também afetam serviços de simulação da contagem do tempo de contribuição pelo aplicativo Meu INSS. Neste caso, o órgão prevê a regularização do serviço até 28 de janeiro.
Além da necessidade de adaptar seus sistemas à reforma, o INSS enfrenta uma crise gerada pela falta de servidores e o aumento da procura pelos serviços. A fila de benefícios à espera de análise há mais de 45 dias está na casa dos 1,3 milhão de requerimentos. Em nota, o INSS justificou a demora na adaptação do sistema devido à complexidade e extensão das mudanças provocadas pela reforma que, segundo o órgão, representou a maior e mais profunda reforma no sistema previdenciário do país. Para tanto, informou o instituto, todos os sistemas de concessão de benefícios da Previdência Social precisam ser ajustados às novas regras, o que já vem sendo feito.

Mais de 10 mil benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram cortados ou suspensos no Ceará.

Após ações de combate à fraude realizadas pelo Governo Federal. A maior parte foi por pagamentos irregulares.
A investigação constatou fraude em 92,5% dos casos suspeitos. Aproximadamente 4.700 servidores estaduais e municipais recebiam indevidamente benefício de prestação continuada, destinado apenas a idosos e a pessoas com deficiência de baixa renda, em que a renda do grupo familiar seja inferior a 1/4 do salário mínimo por pessoa, ou seja, R$ 249,50 mensais.

Governo tem até esta segunda-feira para aprovar MP de combate a fraudes no INSS



03/06/2019, SEGUNDA-FEIRA
O governo federal tem até esta segunda-feira, 3, para aprovar no Senado a Medida Provisória que faz um “pente-fino” em benefícios previdenciários e assistenciais, conhecida como MP Antifraude do INSS. A informação é da Veja Online.
A matéria corre risco real de caducar, sobretudo por falta de quórum para a votação, marcada para um dia em que vários parlamentares não costumam estar de volta à capital federal. No entanto, o Planalto mapeia que entre 55 e 65 parlamentares estarão no Senado. Para que a votação seja realizada, é necessária a presença de no mínimo 41 dos 81 senadores no plenário.
Neste domingo, o presidente Jair Bolsonaro comentou a importância do tema em conversa com jornalistas no Palácio da Alvorado. “Estamos mobilizando os senadores para comparecerem. Se Deus quiser, vai
dar certo”, disse. A aprovação da MP é considerada item importante para o sucesso da reforma da Previdência.
(Foto – Arquivo)

Você acredita que a Previdência Social esteja quebrada?

Com o título “A falácia do déficit da Previdência”, eis artigo do vereador Acrísio Sena (PT). Ele expõe dados da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal desmistificando que a Previdência Social está quebrada. Confira:
Quando se fala em Reforma da Previdência no Brasil, predomina o discurso governista de que o sistema é deficitário, de forma a justificar o pacote de medidas enviado recentemente para aprovação no Congresso. Porém, é falaciosa a tese que sustenta a Reforma nos atuais moldes. Principalmente porque não há déficit: o que existe é um plano político para prejudicar trabalhadores e beneficiar bancos, fundos de pensão e planos de previdência privada. Hoje, 72% dos aposentados vivem com um salário mínimo e, ao mesmo tempo, estão vendo se repetir na mídia o discurso de que são culpados por um rombo na instituição.
Dados da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal (Anfip), do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e do estudo da dra. Denise Gentil, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro, alertam que enquanto os economistas do governo federal apontam em 2015 um déficit de R$ 85 bilhões, no mesmo ano as planilhas da Anfip anunciaram um superávit de R$ 24 bilhões.
O cálculo do governo é tendencioso, pois pega uma das receitas, que é a contribuição ao INSS, dos trabalhadores, empregadores, autônomos, trabalhadores domésticos, que é o que se chama de contribuição previdenciária. Do outro, pega o total do gasto com os benefícios: pensão, aposentadoria, todos os auxílios – inclusive auxílio doença, auxílio-maternidade, auxílio-acidente – e diminui. Aí o déficit aparece.
Porém, a Constituição Federal estabelece, no artigo 194, que, junto com a saúde e a assistência social, a Previdência é parte de um sistema de seguridade social que conta com um orçamento próprio. Quando se considera a receita total, incluindo os mais de R$ 310 bilhões arrecadados da CSLL, Cofins e PIS-Pasep, esse orçamento pula para R$ 686 bilhões.
A soma dos gastos federais com Saúde, Assistência e Previdência totalizou, em 2014, R$ 632 bilhões. Como o orçamento da seguridade foi de R$ 686 bi, no final de todas as receitas e todas as despesas, ainda sobraram R$ 54 bilhões. E como esse saldo se transforma em déficit? Com uma operação simples: antes de destinar o dinheiro para essas áreas, o governo desvia desse orçamento 20% do total arrecadado com as contribuições sociais, o que, em 2014, significou um ralo de R$ 60 bilhões.
Ainda que tal déficit existisse, o Estado tem a obrigação de amparar dignamente as pessoas na velhice, na doença, na viuvez etc. Infelizmente, a Previdência Social continua sendo o “bode expiatório” das crises econômicas. Isso acontece por falta de determinação política para seguir alternativas. E elas existem. Mecanismos de renúncia fiscal consomem R$ 69 bilhões. R$ 453 bilhões foram sonegados. R$ 501 bilhões foram gastos com juros da dívida. A dívida ativa já atinge o patamar de R$ 1,4 trilhão. Um governo sério estaria enfrentando essa sangria e não retirando direitos elementares da população.
*Acrísio Sena
acrisiosenapt@gmail.com
Vereador de Fortaleza.

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