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Prefeitos vão a Brasília protestar contra redução do FPM, que chega a 30%



Não tem sido fácil para os municípios nordestinos a redução de até 30% no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Para fechar as contas, estão reduzindo custos com pessoal, serviços e programas sociais. A população pressiona.

A crise teve início com a redução do ICMS sobre combustíveis, energia, comunicação, IPI, PIS e COFINS. O caso se agravou, após o Censo do IBGE, que identificou redução da população de muitas cidades, o que implica diminuição no Fundo de Participação de Estados e Municípios.

O Tribunal de Contas da União havia anunciado o congelamento dos valores no teto de dezembro de 2022, mas isto não aconteceu.

Os prefeitos brasileiros estão indo a Brasília, para protestar. Nesta terça-feira, vão ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto: querem uma solução ou param o Brasil.

MST ocupa Ministério da Agricultura e Incra em protesto contra governo Bolsonaro

Pelo menos 3.500 pessoas do Movimento Sem Terra ocuparam uma área do Ministério da Agricultura em Brasília em uma manifestação contra o governo na manhã de hoje,09. O ato chegou também à sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária). 
O grupo protesta contra a titularização das terras distribuídas, os cortes nos investimentos públicos e o aumento no número de agrotóxicos permitidos pelo governo. Integrantes do movimento em 24 Estados participam do protesto.

Moro convoca Força Nacional para reprimir estudantes na Esplanada dos Ministérios

247 - O ministro da Justiça, Sergio Moro, determinou que a Força Nacional de Segurança Pública esteja a postos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para reprimir os protestos de estudantes marcados para esta terça. As manifestações, em Brasília e em todo o país, convocados pela UNE, buscam defender a educação pública e a Previdência Social e marcam um dia de protesto contra o governo Bolsonaro.
Um dos focos dos protestos é o projeto "Future-se", do governo Bolsonaro, que pretende promover a privatização da educação pública. A Portaria prevê que os agentes poderão agir “em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 12 e 13 de agosto de 2019”, a pedido do MEC. 
O argumento do governo é de que "a Força está destacada para ações de preservação da ordem pública e da incolumilidade das pessoas e do patrimônio na defesa dos bens da União".
No entanto, a última vez que a Força Nacional entrou em cena, o cenário foi de violência e repressão. Em 2016, estudantes protestavam contra mudanças mo ensino médio e o congelamento de gastos, quando foram reprimidos pela Força Nacional.
247

Trabalhadores marcham contra reforma da Previdência e cortes na educação


Governo Bolsonaro já foi alvo de outros grandes protestos este ano contra cortes na educação

O dia hoje é de mobilização. Trabalhadores e movimentos sociais de todo o Brasil deverão ir às ruas pleiteando mudanças na reforma da Previdência e paralisação do contingenciamento de recursos para a Educação. Em Brasília, mulheres do campo estarão se preparando para a Marcha das Margaridas, evento que reúne trabalhadoras rurais em busca de direitos.
A concentração do protesto organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) em Fortaleza ocorrerá na Praça da Gentilândia, no Benfica, às 8 horas. "Em Fortaleza mobilizamos cerca de 100 mil participantes. Trabalhadores do campo e da cidade, estudantes e professores, principalmente", afirma o secretário de comunicação da CUT Ceará, Emanoel Lima. Conforme ele, cerca de 60 entidades da Frente Brasil Popular e da Frente Povo Sem Medo participarão do ato.
As pautas mais específicas destacam a necessidade de ir contra pontos da reforma da Previdência, já aprovada na Câmara dos Deputados e em tramitação no Senado. Exemplos delas são: manter o cálculo atual das aposentadorias pela média de 80% dos maiores salários de contribuição; excluir o dispositivo que permite pagamento de pensão por morte de valor inferior a um salário mínimo caso o beneficiário tenha outra renda; e aumentar o tempo de contribuição para o trabalhador rural.

Moradores fazem protesto, queimam pneus e interditam rodovia CE 375 em Iguatu



Moradores das Vilas Daer e Coqueiro, na periferia de Iguatu, realizaram na noite desta segunda-feira, por volta das 20 horas, uma manifestação na rodovia CE 375 que dá acesso à cidade de Jucás. O grupo queimou pneus e interditou a via por cerca de 40 minutos. As famílias reivindicam a construção de redutores de velocidade mediante os constantes acidentes no trecho.
O protesto foi motivado por acidentes ocorridos na via nos últimos dias, em um deles, o estudante, Antonio de Pádua Almeida Oliveira Filho, 11 anos, que seguia de bicicleta para o colégio morreu ao ser atropelado por uma ambulância de Jucás.

Grupo protesta contra violência com maquiagem simulando marcas de bala na Praia de Iracema



Um grupo de manifestantes se reuniu na Praia de Iracema para protestar contra a insegurança no Ceará. O ato teve início às 17h desta quinta-feira (1º) e contou com a presença de atores interpretando vítimas da violência urbana.
Com maquiagens simulando marcas de bala, 10 atores deitaram no calçadão da Praia de Iracema, em cima de faixas com críticas e questionamentos à segurança pública. O movimento foi organizado pelo grupo Renasce, que busca a renovação de ideias na política do Ceará.
Cartazes com os dizeres: “Governador, se eu pudesse, não saía na rua”; “Mas tá tudo sob controle”; “Eu quero ver meus filhos crescerem” e “Governador, me empresta seus seguranças” foram expostos pelos manifestantes.
O Ceará passa por uma crise de segurança pública. O último ano bateu recorde de homicídios no Estado. Mesmo com os número de assassinatos subindo, o secretário da Segurança Pública e Defesa Social, André Costa, garantiu que “não há motivo para pânico“.

Protestos bloqueiam ruas e avenidas de Fortaleza nesta sexta-feira


Protestos bloqueiam ruas e avenidas de Fortaleza nesta sexta-feira 

Um protesto no início da manhã desta sexta-feira (30) provoca congestionamentos nas Avenidas 13 de Maio, da Universidade, Visconde do Rio Branco, Imperador e Domingos Olímpio em Fortaleza. Servidores do Sindicato de Trabalhadores Rodoviários do Estado do Ceará (Sintro) pararam cerca de 15 ônibus e secaram os pneus dos coletivos. O sindicato ainda não informou o número de participantes.
Passageiros que estavam dentro dos veículo foram obrigados a descer do transporte e seguir a viagem a pé. O movimento nos sete terminais da capital é considerado normal, segundo o Sintro.
As manifestações foram convocadas por centrais sindicais, que se posicionam contra as reformas previdenciária e trabalhista. Os manifestantes são contrários à Reforma Trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo de Michel Temer.
De acordo com representantes do Sintro, terá uma assembleia com a categoria por volta das 8 horas na Praça da Bandeira, no Centro da capital.
G1CE

POVO VOLTA ÀS RUAS CONTRA REFORMAS DE TEMER



31 DE MARÇO, SEXTA-FEIRA
Avenida Paulista lota com manifestação em protesto contra a reforma da Previdência e o projeto da Terceirização; há grandes atos também em Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Vitória, Maceió, Fortaleza, entre outras capitais; centrais sindicais e movimentos sociais, que convocaram os protestos, veem o movimento desta sexta-feira 31 como um esquenta para a greve geral anunciada para 28 de abril, contra a retirada de direitos trabalhistas; "O jogo no Brasil começou a virar. A ficha do povo está caindo", discursou Guilherme Boulos, líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, na Paulista; "Se tivesse um pingo de vergonha na cara, Temer pedia para sair. Vai embora, Temer. Pede pra sair", clamou

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