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O câncer não escolhe político ou partido




A semana começou com o anúncio do CRIO, um hospital privado que presta serviço para o SUS e planos de saúde, informando que não mais receberia novos pacientes. A unidade atende à grande maioria de pessoas pobres com câncer, vindas do interior e da periferia de Fortaleza. Outros prestadores, também, estão suspendendo ou reduzindo o atendimento.

Pala gravidade que a situação impõe, é responsabilidade do Ministério Público interferir e buscar uma solução urgente. Ficou claro, nos debates na Assembleia, que se trata de uma questão política, envolvendo o governo federal, estadual e a Prefeitura de Fortaleza.

Quando o tema entrou em debate, logo houve acirrada discussão. Pior: os deputados deixaram o Plenário, como se estivessem fugindo do problema, o que mostra a gravidade da situação.

É necessária uma mediação urgente para decidir quem é que recebe ou não o recurso do SUS, quem paga e como chega na ponta, nas clínicas e hospitais.

Imaginem a humilhação que os pacientes, às vezes crianças ou jovens, são submetidos, diante de tal quadro, que remete ao mais primitivo e repulsivo dos crimes.

Uma medida imediata deve ser tomada para sanar tal absurdo. Os pacientes diagnosticados com câncer ou em tratamento precisam receber cuidados, com exames, medicação, procedimentos de quimioterapia e radioterapia. A justiça precisa ser feita para que cidadãos não tenham seus direitos desrespeitados e suas vidas abreviadas.

Projeto que regulamenta medidas de controle do coronavírus no país deve ser sancionado até amanhã

A proposta que regulamenta as medidas a serem adotadas pelas autoridades sanitárias do país em caso de emergência de saúde pública provocada pelo coronavírus deve chegar hoje (6) ao Palácio do Planalto para análise e sanção presidencial.
O texto - Projeto de Lei 23/2020 – que passou pelo crivo do plenário da Câmara dos Deputados na terça-feira (4), foi aprovado ontem (5) pelos senadores, sem emendas.
Os dois aviões da FAB que farão o resgate dos brasileiros que estão na China já estão na cidade de Wuhan, onde está o foco do coronavírus.

Surtos de dengue e de Febre do Nilo preocupam Ceará



O período de chuvas inicia sentimentos controversos nos cearenses: o otimismo pelo alívio da crise hídrica e a tensão por problemas estruturais e de saúde. Uma das maiores preocupações é o aumento da incidência de doenças transmitidas por mosquitos, como as arboviroses, cujos vírus ainda circulam no Estado. De acordo com especialistas, zika e chikungunya não devem aparecer com maior intensidade - ao contrário das dengues tipos 1 e 2 e do vírus do Nilo Ocidental, ainda pouco notificado no Ceará, transmitido pela picada do mosquito Culex.
O Diário do Nordeste conversou com os pesquisadores Rivaldo Venâncio, coordenador de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); e Luciano Pamplona, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), que apontaram probabilidades para o cenário das doenças no Estado.

Médico e professor universitário Henrique César alerta sobre os riscos do diabetes

ATUALIZAÇÃO, 10:48
No mês dedicado a conscientização, prevenção e controle do diabetes, o médico e professor universitário Henrique César, alerta sobre cuidados que são portadoras da doença.
Em sua participação no Jornal Alerta Geral desta terça-feira (12), Henrique César ressaltou que a doença vem crescendo de forma acelerada no mundo todo, sendo a causa mais comum de amputações de membros inferiores, como pernas e pés.
Henrique alerta que pessoas diabéticas devem ter cuidados com feridas na pele, pois pequenos machucados podem infeccionar e evoluir facilmente para um caso mais grave. Mesmo com os tratamentos existentes, o médico ressalta que a prevenção é importante para evitar o agravo da doença.
Ceará Agora

Estado do Ceará tem carência de centros de zoonose



O número de Centros de Controle de Zoonoses (CCZ) no Ceará é diminuto. Apenas nove dos 184 municípios cearenses contam com o equipamento e, deste total, apenas três (Sobral, Maracanaú e Fortaleza) desempenham suas funções de forma adequada, segundo o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) do Ceará, Célio Pires. Os demais (Cariús, Crateús, Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte e Quixadá), ainda segundo Pires, não apresentam estrutura adequada de trabalho e nem cumprem o papel ao qual se destinam. Há três anos, eram dez centros. No entanto, o de Maranguape fechou e passou a ser atendido por Maracanaú.
Faltam profissionais
O baixo número de CCZ está ligado diretamente ao quantitativo de médicos veterinários no interior. Com este cenário decadente, os Centros não conseguem cumprir com o papel de prevenir e controlar as zoonoses (raiva, calazar, arboviroses e doença de Chagas) através do desenvolvendo de sistemas de vigilância sanitária, epidemiológica e ambiental em saúde.
"Não se faz controle de zoonoses sem o médico veterinário e sem condições adequadas de trabalho", criticou Célio. Hoje, 136 municípios contam com registros de médicos veterinários em instituições públicas, no entanto, esse número há bem pouco tempo era pior. Em 2016, 61 cidades não possuíam nenhum profissional registrado. O avanço se deu a partir de uma recomendação do CRMV aos municípios cearenses. Apesar disto, Pires destaca que a maioria estão sob vigência de contratos temporários, quando o ideal seria a realização de concursos.
Para o Conselho de Medicina Veterinária, o diminuto número de profissionais e a situação precária dos centros, com o agravante de apenas nove cidades disporem do serviço, deve-se "ao descaso dos gestores que não entendem a importância de investimento na atenção básica de saúde".
A secretária de Saúde de Quixadá, Juliana Câmara, contesta a informação do presidente do CRMV que inclui o Município na lista dos que possuem serviços deficitários. "A unidade funciona normalmente, realizando exames, eutanásia dos animais nos casos extremos, dentro dos critérios legais, e a unidade permanece limpa e em condição de acolher animais", rebateu.
Castração
Desde 2015, os CCZ tiveram impedimento legal para abrigar animais de ruas que não portassem nenhuma zoonose. "Não podemos mais recolher os animais de rua. Quando há solicitação, a equipe comparece, realiza teste de triagem e coleta para sorologia, além de aplicar vacina antirrábica", explicou Igor Holanda, coordenador e médico veterinário da unidade de Iguatu, que dispõe de apenas um veterinário. Com isso, cresceu a quantidade de animais, sobretudo gatos e cães, em situação de abandono. Com maior número de bichos nas ruas, maior a probabilidade de infecção e transmissão de doenças. Holanda defende a castração de cães e gatos como medida a longo prazo para a redução do número de animais de rua. Representantes de Organizações Não Governamentais (ONGs) também concordam.
Por Diário do Nordeste
Miséria.com.br

Mãe e filha são internadas depois de ingerirem açaí envenenado em Catarina-CE



Uma mulher e uma criança de quatro anos foram internadas nesta quarta-feira (30) em um hospital após ingerirem açaí envenenado. O caso aconteceu no município de Catarina, no Ceará.
De acordo com a polícia, mãe e filha deram entrada em uma unidade hospitalar da região e, após serem examinadas, foram constatados os sintomas de envenenamento. Elas tiveram que ser transferidas para outro hospital, que fica na cidade de Iguatu.
Segundo informações repassadas para os policiais que atenderam à ocorrência, a adolescente que comprou o açaí, também ingeriu o alimento. A polícia não informou se ela passou mal e foi internada.
As investigações do caso estão sendo realizadas pela Delegacia Regional de Tauá, que é responsável pela localidade onde aconteceu o fato.

Pacientes de 43% municípios do Ceará viajam a outro município para obter serviços de saúde



Dos 184 municípios do Ceará, 80 encaminham pacientes da atenção básica para a realização de exames médicos em outras cidades. Os dados são da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic) 2018, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE). Em termos percentuais, 43% dos municípios realizam o intercâmbio.
Além disso, 74 cidades – ou 40% do total – enviam pacientes para internação em outras localidades. A maioria desses municípios (44%) tem pacientes encaminhados por equipes de Saúde da Família, e 41% por setores específicos das secretarias municipais de saúde.

Casos confirmados de dengue têm redução de 85% no Ceará



O Ceará alcançou uma expressiva marca nos últimos dois anos. Os casos confirmados de dengue tiveram redução de 85% se comparados os anos de 2017 e 2018. Enquanto no ano retrasado foram confirmados 25.013 casos, os 12 meses seguintes acumularam 3.698 notificações. Em 2018, 64 municípios que tiveram casos no ano anterior zeraram os índices e, em nove cidades, não houve nenhum registro da doença tanto em 2017 quanto no ano passado. O levantamento é do Núcleo de Dados do Sistema Verdes com números cedidos pela Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa).
O quadro deste ano, nos primeiros quatro meses, também é considerado favorável. No ano passado, foram 2.108 de janeiro a abril. Já em 2019, houve redução de 2% em igual período. Houve ainda diminuição de confirmação de óbitos. Enquanto 11 pessoas morreram em 2018, até a 17ª Semana Epidemiológica (SE), neste ano houve um óbito.
Embora os dados deste ano ainda se limitem aos primeiros quatro meses, a previsão é de manutenção de baixos números no segundo semestre. Isto porque as maiores incidências registradas da arbovirose ocorreram entre os meses de janeiro e maio, período das chuvas no Estado. A temperatura e a umidade contribuem acentuadamente para a multiplicação do vetor.
Na avaliação da coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesa, Daniele Queiroz, um dos principais motivos para a acentuada redução da doença está na política de incentivo econômico adotada pelo Governo do Ceará. No ano passado, o Estado rateou R$ 10 milhões através do programa "Todos Contra o Mosquito" e mais R$ 500 mil em outras ações, como a reforma da Base Central de UBV (Ultra Baixo Volume).
"O sucesso dessa experiência no controle do vetor, tanto no acompanhamento dos indicadores quanto nas investigações para evitar novos casos, foi tamanho ao ponto de o Governo do Estado estar avaliando a sua continuidade. A cada três anos estamos susceptíveis a uma nova epidemia. É importante todos juntos quebrarmos este ciclo".
Conforme o coordenador do Núcleo de Endemias de Quixadá, José Arlindo Lemos, "os órgãos públicos de saúde estão encontrando estratégias cada vez mais eficientes para enfrentar esse problema tão grave, que causa até a morte. O nosso empenho é um exemplo. Atualmente, os índices de infestação na nossa cidade apontam 2%, bem próximo do 1% estabelecido como aceitável pelo Ministério da Saúde. Antes, superava 5,5% e no período invernal chegou aos 6,5%, mas a população também precisa colaborar".
O coordenador regional da Sesa no Sertão Central, Welington Queiroz, ressalta, também, o papel importante da população no combate à dengue. "Os moradores precisam ter consciência da participação nesse processo para a proteção de todos". Ele lembra, inclusive, que "quem se recusar a deixar os agentes de endemias visitarem a sua propriedade podem ser obrigados por lei a abrirem suas portas", complementa.
Poucos registros
Em 2018, 177 dos 184 municípios cearenses apresentaram baixas incidências de arboviroses, equivalendo a 96,2%. Brejo Santo, Lavras da Mangabeira, Pedra Branca e Quixadá apresentaram médias incidências e apenas Milhã, Pacoti e Solonópole apresentaram altas ocorrências. Neste ano, 88 cidades não tiveram ainda registro de casos confirmados.
Mesmo assim, o alerta continua. Os vírus alternam com frequência sua predominância e, por isso, é preciso manter medidas de prevenção.
Em 2019, todos os 184 municípios realizaram o primeiro Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti - LIRAa/LIA. Desse total, 10,86% apresentaram alta infestação para Aedes aegypti. Em situação de média infestação encontram-se 67 cidades. Outros 97 municípios demonstraram índice de infestação satisfatório. A maioria dos municípios, 101 (54,89%) pontuaram índice abaixo de 1% para o mosquito.
Atenção
Mais de 60% dos focos do Aedes aegypti estão localizados em cisternas, tanques e tambores, seguidos por vasos ou pratos de plantas, bebedouros de animais etc. Também é importante ficar atento às caixas d´água. Conforme a Sesa, é preciso atentar quanto ao quadro de febre, geralmente por um período entre dois dias e uma semana, em paralelo a duas ou mais das seguintes manifestações: náuseas, vômitos, exantema (vermelhidão na pele) e dores musculares, de cabeça ou nas articulações, especialmente em pessoas que vivam ou tenham viajado, nos últimos 14 dias, para área onde esteja ocorrendo transmissão de dengue ou tenha a presença do mosquito Aedes aegypti.
Também merecem olhares atentos as crianças provenientes ou residentes em área com transmissão de dengue, com quadro febril agudo sem foco de infecção aparente.
Fonte: Diário do Nordeste

Pesquisadores descobrem substância que pode bloquear vírus Zika



Cientistas da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco descobriram uma substância que pode bloquear a produção do vírus Zika em células epiteliais e neurais. O estudo a respeito da 6-metilmercaptopurina ribosídica (6MMPr) foi publicado na última sexta-feira na revista International Jornal of Antimicrobial Agents, mas a instituição divulgou a descoberta na última segunda-feira.
A substância atua contra o tipo de zika que circula no Brasil. Os testes foram realizados in vitro pelo Departamento de Virologia e Terapia Experimental da Fiocruz Pernambuco. Em mais de 99% dos testes a produção do vírus diminuiu com a 6MMPr, usando diferentes dosagens e tempos de reação.
O estudo também identificou que a 6MMPr é menos tóxica para as células neurais, uma boa notícia para futuros tratamentos de infecções no sistema nervoso. “Diante das manifestações neurológicas associadas ao vírus Zika e os defeitos congênitos provocados pelo mesmo, o desenvolvimento de antivirais seguros e efetivos são de extrema urgência e importância”, afirma o coordenador da pesquisa, Lindomar Pena, conforme texto enviado pela Fiocruz.
IguatuNotícias

Anvisa manda retirar do mercado lote do Lexotan



A Anvisa acaba de determinar que seja proibida a venda de um lote do medicamento Lexotan, indicado para combater a ansiedade e estresse.
A Roche, seu fabricante, terá também que recolhê-lo do mercado, de acordo com o Diário Oficial desta quarta-feira.
Segundo a Anvisa, esse lote de Lexotan foi classificado como de “alto Risco” à saúde.
(Com Agências)

Ceará não está sob risco de peste negra, mas Sesa faz alerta para serra de Pedra Branca



A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa) esclarece que a Nota Técnica de Peste Humana se refere ao trabalho de vigilância e prevenção à doença e não sobre casos existentes. O Ceará não está em risco de peste negra e não registra casos de peste bubônica desde 2005. O alerta é para os profissionais continuarem a realizar o trabalho de prevenção e controle desta, como também de outras doenças, e assim, evitarem o reaparecimento de casos no Ceará.
A publicação de notas técnicas faz parte da rotina de controle epidemiológico da Sesa. A Nota Técnica é um documento de atualização da conduta dos profissionais e uma forma de lembrá-los que é importante manter a vigilância epidemiológica o ano inteiro. Ou seja, trata-se de uma rotina comum para o controle epidemiológico, considerando ainda que há a rotatividade dos profissionais de saúde. Por isso é fundamental manter as equipes atualizadas e lembrar a todos os profissionais sobre o trabalho de prevenção e controle epidemiológico.
FOCOS DE PESTE NO CEARÁ
Uma doença possui um foco ou nicho quando o agente patogênico, o vetor específico e o animal hospedeiro coexistem indefinidamente sob condições naturais, independentemente da existência do homem. Os focos de peste são comuns em áreas topográficas geralmente com elevações, cujas condições de temperatura, umidade, vegetação e fauna são bem diferentes das que prevalecem em outras regiões. No Ceará, as áreas de importância para a vigilância da peste são:
Veja mapa acima.
Revista Central



Peixes com larvas encontrados no rio Salgado



21 DE ABRIL, SEXTA-FEIRA
Vários peixes da espécie piau e curimatã,foram encontrados com larvas no rio Salgado, na localidade de conjunto Pedrinhas no terreno do autônomo Gilvan Dantas.
A notícia teve larga repercussão após a divulgação no programa "Espaço Livre",apresentado pelo radialista Nacélio Cavalcante,da rádio Papagaio Fm,97,5.A vigilância sanitária está coletando amostras dos alevinos para que sejam enviados para análise laboratorial visando identificar e tomar as providências necessárias que requer o caso.
O coordenador da vigilância sanitária do município Fabrine Alexandre dos Santos orienta a população em geral que em caso s como esse e de outras naturezas, sempre procure a vigilância sanitária e ambiental para que tenha início o processo de investigação.Caso semelhante aconteceu no mês passado no rio Jaguaribe, em Iguatu, na localidade de Quixoa.
Exames dos alevinos de Iguatu feitos na Universidade Federal do Rio de Janeiro, constatou que os parasitas são do gênero clinostomun e causam a doença em pontos amarelos, que pode resultar na morte do peixe. Espécies deste parasita já foram encontrados no Japão e Coréia do Sul, com localização na faringe.
No Brasil houve registro em várias espécies de peixes de água doce. Os parasitas encontrados no peixes de Iguatu no rio Jaguaribe recentemente possuem como hospedeiros definitivo répteis, aves e mamíferos e costuma ter como hospedeiro o caramujo. 
Essas larvas são encontradas geralmente em criatórios de piscicultura,desde que exista o caramujo considerado uma espécie invasora. Quando não há a presença do molusco, o parasita penetra no peixe, considerado hospedeiro secundário, alternativo. 
As larvas contaminam os peixes através de fezes humana ou de aves infectadas pela verminose. É uma doença rara, mas não é endêmica. Segundo biomédicos, o homem pode adquirir o contato com a larva através do banho em rios onde a larva sai do peixe ou caramujo, podendo penetrar a pele humana, e não é recomendado consumir o peixe infestado.
A larva fica localizada nos músculos do peixe podendo afetar a faringe humana.

Cerca de 200 pessoas morrem anualmente por tuberculose no Ceará



Cerca de 200 pessoas morrem vítimas de tuberculose pulmonar a cada ano no Ceará. De acordo com dados ainda parciais da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa/CE), a média de mortes de 201 a 2016 foi de 202.
A taxa de mortalidade por tuberculose no ano de 2011 foi de 2,8/100 mil habitantes reduzindo para 2,3/100 mil hab. em 2015. Já em 2016, a taxa de ficou em 1,7/100 mil hab., no entanto, esse número pode sofrer alterações pois o Sistema de Informação Sobre Mortalidade (SIM) permanece recebendo declarações de óbito ano para serem contabilizadas. 
No Boletim Epidemiológico divulgado nesta terça-feira (4), é possível observar que a mortalidade por tuberculose tem apresentado instabilidade ao longo dos anos, isto é, aumenta em um ano, mas volta a diminuir em outro.
Casos e tratamento
No Ceará, a doença apresenta-se de forma endêmica e entre os anos de 2011 a 2016. O número de casos novos de tuberculose pulmonar praticamente se manteve estável. Em 2011 foram diagnosticados 3.653 casos novos e 3.341 outros em 2016.
A Sesa afirma que uma das principais preocupações com respeito à doença são as taxas de abandono do tratamento. Caso o paciente não continue recebendo os devidos cuidados, é possível que haja aumento da infecção até a morte. A tuberculose é uma doença curável em praticamente 100% dos casos se conduzido o tratamento de forma correta.

Chega a 9 o número de casos suspeitos da ´urina preta´ no Ceará




Chega a nove o número de casos suspeitos da ´urina preta´ no Ceará (Foto: Reprodução/Internet)
Em 31/01/2017 às 13:30
Chega a 9 o número de casos suspeitos no Ceará, em 2017, da “mialgia aguda a esclarecer”, popularmente conhecida como doença da urina preta. Os dados são da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa).

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