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A Secretaria da Saúde do Ceará, do Governo do Estado, ampliou a realização de testes em todo o território cearense



Para mapear com precisão a quantidade de casos de coronavírus, a Secretaria da Saúde do Ceará, do Governo do Estado, ampliou a realização de testes em todo o território cearense. A estratégia tem como objetivo monitorar a incidência de Covid-19 e, com isso, traçar as medidas necessárias para fortalecer o enfrentamento à doença.
O Ceará adquiriu mais 300 mil testes rápidos para o diagnóstico de Covid-19. Por enquanto, profissionais das áreas da saúde e da segurança pública e pessoas com quem eles dividem a mesma residência terão prioridade para realizar o exame. Pacientes que apresentam sintomas da doença há mais de sete dias também serão testados. “Nós estamos enfrentando esse momento com coragem, honestidade e transparência. Essa aquisição vai possibilitar dar mais agilidade ao diagnóstico”, ressalta o secretário da Saúde do Ceará, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho (Dr. Cabeto).
Comprados diretamente da China, os testes rápidos chegaram ao Ceará no último domingo (26) em um avião fretado pelo Governo do Estado. A aeronave trouxe, ainda, Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para reforçar a segurança dos profissionais de saúde. O governador do Ceará, Camilo Santana, destacou a importância do investimento.
“A intenção é expandir ainda mais a testagem no Ceará. Além dos mais de 300 mil testes rápidos, o Governo adquiriu quase 90 toneladas de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para a rede estadual de saúde”, diz o governador Camilo Santana.
O diagnóstico para Covid-19 pode ser feito por meio de duas metodologias: sorológica ou por testes rápidos. No Ceará, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) e o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), da rede pública estadual, são habilitados para realizar o diagnóstico laboratorial da doença. Até 28 de abril, mais de 23 mil exames foram realizados.
Diagnóstico Laboratorial
O exame de biologia molecular, o RT-PCR, é feito a partir de secreções coletadas das vias respiratórias (nariz e garganta), por meio de sonda ou do swab, um tipo de haste de plástico com algodões nas pontas. A análise, que dura em média oito horas, identifica a carga genética do vírus no período em que ele está agindo no organismo.
Pessoas que apresentam sintomas como febre, tosse, coriza, dor de garganta e cefaleia devem ser submetidas ao exame.
Testes rápidos
O teste rápido é feito de outra forma. O exame detecta a existência no sangue dos anticorpos de defesa IgG e IgM, produzidos pelo corpo humano contra o vírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19.
A recomendação é que o exame seja feito uma semana após o aparecimento de sintomas como febre, tosse e dificuldade para respirar. O resultado sai em até vinte minutos.
Transparência
No IntegraSUS, plataforma de transparência da Secretaria da Saúde do Ceará, a população tem acesso a informações importantes sobre a incidência do coronavírus no Estado. Os dados são atualizados diariamente, até às 17h.
O portal reúne sistemas de monitoramento e gerenciamento epidemiológico, hospitalar, ambulatorial, administrativo, financeiro e de planejamento dos 184 municípios cearenses. O intuito da ferramenta é tornar a saúde pública mais transparente.
“Inteligência e inovação. Essa é a nossa vivência na Sesa, uma vez que o Ceará está entre os estados do Brasil de maior transparência. Temos que criar esse hábito e essa cultura de disponibilizar as informações da forma adequada para a sociedade e o IntegraSUS é isso. Ele integra, dá escala e facilita a divulgação desses processos”, enfatiza , Dr. Cabeto.
Governo do Estado do Ceará
Secretaria da Saúde (SESA- CE)

Alerta: Ceará confirma três casos do novo coronavírus



A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa) informa que três testes de casos suspeitos de coronavírus (Covid-19) deram positivo na noite deste domingo, 15 de março. São pacientes que estiveram em recente viagem ao exterior. Os três, dois homens e uma mulher, são de Fortaleza. Dois estão internados em um hospital particular na capital e outro, em isolamento domiciliar. O quadro clínico deles neste momento não é grave.
Com a confirmação dos três casos, o número de suspeitas no Ceará cai de 87 para 84, distribuídos entre 16 municípios. Os dados são do boletim mais recente da Secretaria da Saúde do Estado, divulgado também nesse domingo. Ao todo, foram 173 notificações, 86 casos descartados.
Os pacientes em investigação residem em Aquiraz, Caucaia, Camocim, Crato, Eusébio, Fortaleza, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Massapê, Quixadá, Quixeramobim, Sobral, Tamboril e Tauá. Até sábado (14), a Sesa investigava 30 casos, e 78 haviam sido descartados.
Ceará Agora

Ceará continua liderando casos de chikungunya no País



Sete estados brasileiros — Roraima, Pará, Tocantins, Ceará, Minas Gerais, Espírito Santo e Mato Grosso — apresentaram uma alta nas notificações de chikungunya no primeiro semestre de 2017, em comparação com o mesmo período do ano passado. Essas regiões são contrárias à tendência nacional: o país teve uma queda geral de 42% nos casos da doença.
Os números foram contabilizados até a 52ª semana epidemiológica, que terminou no dia 24 de junho, e foram divulgados pelo Ministério da Saúde.
O estado com o maior número absoluto de casos é o Ceará, com 80.045 registros. Já Roraima apresentou a maior alta, de 2.635%, passando de 60 casos nos primeiros seis meses de 2016 para 1.641 neste ano.
(Com Agências)

Ceará vive epidemia de Chikungunya com quase 60 mil casos confirmados, Acopiara foi mapeada


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- Acopiara é citada pela Secretaria de Saúde do Estado, como uma das cidades que estão com a epidemia, e que já contabilizam mais de 51 vítimas da chikungunya no estado, são números alarmantes, e que não podem passar despercebidas.
O estado do Ceará vive uma epidemia de arboviroses – doenças transmitidas por mosquitos, sobretudo casos de chikungunya. A confirmação é da Secretaria de Saúde estadual que, no último boletim semanal, registrou a “ocorrência epidêmica de arboviroses, principalmente se consideradas as notificações de casos de chikungunya”. De acordo com os dados, o estado soma 58.957 casos da doença.
Mais de 80% das cidades cearenses já registraram casos confirmados da doença, que levaram 51 pessoas à morte. As cidades de Acopiara, Beberibe, Caucaia, Maranguape, Morada Nova, Pacajus, Senador Pompeu e a capital Fortaleza concentram 40 óbitos por chikungunya.
Desde o início do ano, foram notificados 103 mil casos da doença, dos quais 57% foram confirmados (58.957). Segundo a Secretaria de Saúde do Ceará, a “tendência crescente” de notificações gerou uma taxa de incidência de 1.099 casos para cada 100 mil habitantes. As principais vítimas são pessoas do sexo feminino, entre 20 e 59 anos.
Em relação à dengue, o Ceará registrou mais de 65 mil notificações em 2017. A secretaria identificou incidência acima do limite superior, chegando a 56 casos para cada 100 mil habitantes – maior pico do ano. Até o momento, 24,6% dos casos suspeitos foram confirmados, principalmente entre pessoas do sexo feminino e com idades entre 15 e 49 anos. A porcentagem equivale a pouco mais de 16 mil confirmações em todo o estado, entre os quais, 13 foram caracterizados como graves, levando 8 pessoas à morte.
O vírus Zika já foi confirmado em 432 pessoas, também incidindo preferencialmente em mulheres entre 15 e 49 anos. O número de notificações da doença em gestantes chegou a 941, no entanto apenas 44 fora confirmados por análises de laboratório, nas cidades de Fortaleza, Brejo Santo, Icó, Independência e Caucaia.
A atenção dos órgãos de saúde se intensifica em relação aos casos de Zika em gestantes, porque o vírus da doença é um dos responsáveis pela malformação de bebês durante a gestação. Após o nascimento, podem ser constatados casos de síndromes congênitas, como a microcefalia – malformação no crânio – hidranencefalia, Síndrome de Guillain-Barré, entre outras.
As três arboviroses são causadas por diferentes vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypt, que se reproduz em água parada, inclusive em ambientes residenciais. Por isso, a recomendação é que as caixas de água estejam sempre tampadas e que objetos que acumulem água da chuva estejam cobertos ou virados para baixo.
Questionada sobre o motivo do aumento de casos de chikungunya no estado e sobre o que o governo estadual fará para lidar com o problema, a Secretaria de Saúde informou que vai divulgar nota sobre o assunto, mas não deu prazo.
Secretaria de Saúde do Estado
Site: MonólitosPost

Médicos relatam corte em repasse da Sesa para hospitais e UPAs



Entidades de representação da categoria médica no Ceará denunciam a redução, por parte da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), dos repasses a quatro hospitais e a Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para a prestação de serviços em 2017. O relato foi feito por meio de nota publicada ontem no Diário do Nordeste. De acordo com as agremiações, o Governo do Estado estaria diminuindo em 10% os valores dos contratos firmados com as unidades para as atividades deste ano.
A medida afeta centros de Saúde da Capital e do Interior administrados pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH). São eles o Hospital Geral Doutor Waldemar Alcântara, Hospital Regional do Cariri, Hospital Regional Norte, Hospital Regional do Sertão Central e UPAs. "Médicos do ISGH nos procuraram mencionando que, por ocasião de renovação dos contratos do Estado com o Instituto, havia sido deliberado que ocorreria uma redução de 10% nos valores", relata Mayra Pinheiro, presidente do sindicato dos Médicos do Ceará.
"Os hospitais deveriam já efetuar cortes em serviços visando obter essa redução. Cada unidade teria a prerrogativa de cortar serviços que não conseguissem mais manter o custeio", acrescenta Mayra Pinheiro.
Serviço cortado
Segundo Carmelo Leão, presidente da Associação Médica Cearense, uma das medidas cogitadas pelo Hospital Geral Doutor Waldemar de Alcântara para diminuir as despesas seria o encerramento do serviço de cirurgia geral para atendimento externo.
"Hoje, esse hospital faz mais de 3.000 cirurgias por ano. O impacto seria muito grande para a sociedade. Já se sabe que a oferta desse serviço não dá conta da demanda. Fechar é algo que não pode acontecer", diz Leão.
Em nota, a Sesa informou que, em relação ao atendimento nas unidades, a determinação estadual é "não haver redução nos serviços da rede pública de saúde estadual".
Fonte: Diário do Nordeste

Chikungunya – Notificações no Ceará crescem mais de 1.000%



As notificações de febre chinkungunya, doença que é transmitida pelo Aedes aegypti (assim como dengue e zika), aumentaram mais de 1.000% no Ceará. Quanto às confirmações de casos, o aumento chega a 710%. Os períodos comparados são as primeiras cinco semanas de 2016 e 2017. Já as ocorrências de dengue caíram 80% e a zika ainda não se confirmou em território cearense este ano.
“Ano passado era um cenário diferente, porque o vírus ainda não tinha se introduzido. Não temos ainda o diagrama de controle, por exemplo, que confirma se já existe epidemia. Precisaríamos de dez anos. Em 2014 eram casos importados e em 2016 foi quando houve a introdução”, explica a coordenadora de Promoção e Proteção à Saúde da Secretaria da Saúde (Sesa), Daniele Queiroz.
A coincidência entre os sintomas das três arboviroses ainda tem sido tratada de forma cuidadosa. A coordenadora da Sesa destaca que as ocorrências estão sendo conhecidas na medida em que são registradas. “A literatura fala sobre acometimento, mas ainda estamos conhecendo o perfil desse acometimento”, cita. Um fator já reconhecido é a taxa de cronicidade. Alguns pacientes, conforme Daniele, estão evoluindo na forma crônica da doença, que dura de 12 meses a três anos.
Maiores ocorrências
Independência e Baturité são municípios que apresentaram altos números de chinkungunya este ano: 275 e 415 notificações, respectivamente. A secretária da Saúde de Baturité, Cláudia do Carmo Ricarte, diz que 46 casos já foram confirmados através de sorologia e, do total, em cerca de 70% foi colhido material para fazer o exame laboratorial. “Acima de dois sintomas a gente já notifica. Temos pessoas de plantão para notificar”, diz.
O aumento de casos, de acordo com a secretária, deve-se à instabilidade política vivida nos últimos quatro anos. Quatro prefeitos e dez secretários da Saúde não conseguiram colocar em prática medidas essenciais de combate ao Aedes aegypti, ela diz. “Com o apoio do Governo do Estado, nós estamos com carro fumacê, visitando os domicílios, fazendo esclarecimentos”, conta.
(O POVO – Repórter Sara Oliveira)

Ceará registra 9 casos suspeitos da 'doença da urina preta'

01 DE FEVEREIRO, QUARTA-FEIRA
A Secretaria da Saúde do Estado do Ceará (Sesa) informou que subiu para nove o número de notificações de suspeitos de "mialgia aguda a esclarecer", conhecida como a "doença da urina preta". Esses casos são referentes ao período entre os dias 5 e 26 de janeiro.
Dentre os casos, sete são residentes de Fortaleza, um residente em Salvador e outro residente em São Paulo. Cinco pacientes são homens, e quatro são mulheres. Conforme a Sesa, todos os pacientes evoluíram para cura após tratamento médico.
A data do início dos sintomas do primeiro caso foi dia 18 de dezembro de 2016 e a data do último caso notificado no dia 22 de janeiro de 2017. A mediana de idade foi 40 anos - os pacientes tinham entre 23 e 70 anos.
Os pacientes com suspeita da doença apresentaram os seguintes sinais e sintomas: dores musculares intensas de início súbito, acometendo principalmente a região cervical, membros inferiores e superiores, mudança na tonalidade da urina (variando entre vermelho escuro e castanho), elevações significativas nas dosagens da cretinofosfoquinase (CPK) e os níveis hepáticos (TGO e TGP). Não houve relato de febre, cefaleia, artralgia ou exantema. (Do G1-CE)

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