Mostrando postagens com marcador SEGURO-DESEMPREGO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador SEGURO-DESEMPREGO. Mostrar todas as postagens

Piso do seguro-desemprego aumenta nesta semana com novo salário Segurados não podem receber menos que R$ 1.320



Com o aumento do salário mínimo para R$ 1.320 , sobe também o piso do seguro-desemprego pago pelo governo federal. A mudança passa a valer a partir da próxima quinta-feira (11).

O seguro-desemprego segue a seguinte tabela:Salário médio de até R$ 1.968,36 - seguro de 80% do salário médio
Salário médio de R$ 1.968,37 a R$ 3.280,93 - seguro calculado pelo valor que passou de R$ 1.968,36 multiplicado por 0,5 mais R$ 1.574,69
Salário médio maior que R$ 3.280,93 - seguro de R$ 2.230,97
Com o aumento do salário mínimo para R$ 1.320 , sobe também o piso do seguro-desemprego pago pelo governo federal. A mudança passa a valer a partir da próxima quinta-feira (11).

O seguro-desemprego segue a seguinte tabela:Salário médio de até R$ 1.968,36 - seguro de 80% do salário médio
Salário médio de R$ 1.968,37 a R$ 3.280,93 - seguro calculado pelo valor que passou de R$ 1.968,36 multiplicado por 0,5 mais R$ 1.574,69
Salário médio maior que R$ 3.280,93 - seguro de R$ 2.230,97

O seguro-desemprego, porém, nunca pode ser menor que o salário mínimo. Isso significa que se a conta der menos do que R$ 1.320, o valor pago será de R$ 1.320.

Têm direito ao seguro-desemprego trabalhadores formais demitidos sem justa causa que preenchem a três requisitos:não possuem renda própria que seja suficiente à sua manutenção e de sua família;
receberam salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, relativos a pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da primeira solicitação; ou pelo menos 9 meses nos últimos 12 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação; ou cada um dos 6 meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando das demais solicitações;
não recebem qualquer benefício previdenciário de prestação continuada, com exceção do auxílio-acidente, do auxílio suplementar e do abono de permanência em serviço.
(*) IG ECONOMIA

Pedidos de seguro-desemprego voltam a subir em agosto

 26/09/2021 > DOMINGO

Foram registrados 493.801 requerimentos, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.
SEGURO DESEMPREGO


O número de pedidos de seguro-desemprego voltou a subir em agosto deste ano. Foram registrados 493.801 requerimentos, um aumento de 6,4% em relação ao mesmo mês do ano passado, em que houve 463.834 solicitações.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, porém, houve uma queda de 17,6%. De janeiro a agosto de 2020, período marcado pelo início da pandemia do coronavírus, foram registrados 4,9 milhões de pedidos ante 4,1 milhões nos primeiros oito meses de 2021.

Agosto também foi o último mês em que vigorou o BEm (Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda), que permitiu que empresas firmassem acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos de trabalho. Foram beneficiados 10 milhões de trabalhadores no ano passado e 2,5 milhões neste ano.

No acumulado dos primeiros oito meses do ano, porém, houve uma queda de 17,6%. De janeiro a agosto de 2020, período marcado pelo início da pandemia do coronavírus, foram registrados 4,9 milhões de pedidos ante 4,1 milhões nos primeiros oito meses de 2021.

Agosto também foi o último mês em que vigorou o BEm (Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda), que permitiu que empresas firmassem acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos de trabalho. Foram beneficiados 10 milhões de trabalhadores no ano passado e 2,5 milhões neste ano.

R7

Ceará é o 3º estado do Nordeste com mais pedidos de seguro-desemprego na segunda quinzena de abril


GOVERNO estima fila de 200 mil de quem não consegue acessar seguro-desemprego

29/04/2020 > QUARTA-FEIRA
Atrás apenas da Bahia (12.316) e de Pernambuco (9.345), o Ceará é o terceiro em número de pedidos de seguro-desemprego durante a crise do novo coronavírus no Nordeste. Ao todo, 8.299 mil trabalhadores demitidos sem justa causa solicitaram o auxílio na primeira quinzena de abril, no Estado.
Somente nos últimos 15 dias do mês passado, foram 6.365 entradas para a obtenção do benefício. Em todo o Brasil, o número chegou a 804.538, entre o começo de março e a primeira quinzena de abril. Em relação ao perfil dos solicitantes, a maioria é do sexo masculino (59,45%), com idades entre 30 e 39 anos (33,95%), ensino médio completo (58,65%) e do setor de serviços (39%).
Os dados, divulgados ontem pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, mostram pela primeira vez o comportamento do mercado de trabalho diante da pandemia.
Em 2019, o número de registros foi 7% superior ao atual, totalizando 866.735. O levantamento, no entanto, não contabiliza os trabalhadores que sequer conseguiram acionar o seguro-desemprego. Durante coletiva de imprensa, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, confessou que houve cerca de 200 mil pedidos que não foram efetivados.
Quando esse excedente é adicionado à conta, o saldo ultrapassa 1 milhão. Ou seja, há 150 mil pedidos a mais que o ano passado. Para o Governo Federal, o resultado é positivo e reflete as ações emergenciais e Medida Provisória (MP 936/20) — que permite a suspensão do contrato de emprego por até 60 dias, além da redução da jornada e salário por até três meses.
O professor Eneas Arraes Neto, do Laboratório de Estudos do Trabalho e Qualificação Profissional da Universidade Federal do Ceará (Labor-UFC), pondera que o mercado de trabalho enfrenta uma forte pressão em razão da crise sanitária e econômica da Covid-19, mas que ainda é cedo para avaliar esses impactos.
"O momento é nebuloso e todo o dado ainda é incerto. A queda de atividade econômica vai perdurar e, neste contexto, é preciso pensar numa solução viável para o cenário negativo que vamos viver", aponta, sugerindo que a renda básica emergencial de R$ 600 seja ampliada por, pelo menos, um ano.
Outro ponto seria discutir a redução da carga horária para viabilizar mais empregos. Silvana Parente, vice-presidente do Conselho Regional de Economia Ceará (Corecon-CE), reitera que o balanço ainda não espelha os efeitos da crise, mas destaca que as iniciativas do Governo Federal conseguem mitigar efeitos ainda mais drásticos.

Caixa já está pagando parcelas do seguro-desemprgo


pis_pasep

As parcelas do seguro-desemprego com valores reajustados já estão disponíveis para saque. O Ministério do Trabalho liberou nessa terça-feira (17) o lote de pagamento do reajuste com base no salário mínimo e na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
A maior parcela que o trabalhador pode receber passou de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72. A menor parcela não pode ser inferior ao mínimo de R$ 937,00. O Ministério definiu que os benefícios serão liberados pelas agências da Caixa Econômica Federal de acordo com o número final do PIS do beneficiário.
Calendário
Quem tiver o número do PIS terminando em 1 e 2 já pode fazer o saque. Aqueles trabalhadores que tiverem o documento com final 3 e 4, a partir desta quarta-eira (18). Trabalhadores com PIS com final 5 e 6, na quinta-feira (19). Sete e 8, na sexta-feira (20). E aqueles com PIS terminando em 9 ou 0, no dia 21 de janeiro.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...