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Vacina MENINGO B pode ser oferecida pelo SUS


MAIS UM IMUNIZANTE CONTRA MENINGITE BACTERIANA
Uma consulta pública foi aberta pelo Ministério da Saúde para coletar opiniões sobre a incorporação da vacina meningo B no Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante já está disponível no sistema privado de saúde, mas o SUS disponibiliza proteção apenas contra os sorotipos A, C, W e Y.

A consulta e o dossiê da farmacêutica GSK, produtora do imunizante, estão disponíveis no site da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), no endereço https://www.gov.br/conitec/pt-br. A coleta de contribuições fica aberta até o dia 19 de agosto.

O imunizante previne infecções pela bactéria meningococo do tipo B e deve ser aplicado em três doses, aos 3, 5 e 12 meses de idade. A bactéria em questão é transmitida pelo ar e tem como principal consequência a meningite meningocócica, uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo evoluir com muita rapidez e levar ao óbito.

Somente neste ano, o Brasil registrou 2.357 casos de meningite do tipo bacteriana, com 454 mortes. Além da alta letalidade, entre 10% e 20% dos sobreviventes desenvolvem sequelas como surdez, amputação de membros ou comprometimentos neurológicos.

A maior parte dos registros submetidos ao Ministério da Saúde não informam a sorologia da bactéria causadora, mas pelo menos 138 casos foram causados por meningococo do tipo B, com 21 mortes.

De acordo com o dossiê apresentado pela farmacêutica GSK, o custo de inclusão da vacina é de aproximadamente R$ 6,1 bilhões ao longo de cinco anos, mas a empresa argumenta que a vacinação reduziria gastos com a internação e o tratamento dos doentes.

Após o período de consulta pública, as contribuições serão analisadas pelos membros da Conitec para a elaboração do relatório que vai recomendar a inclusão ou a não-inclusão da vacina.

(Foto: Tomaz Silva)

Vacina contra a dengue: Ministério da Saúde amplia faixa etária para receber o imunizante

O Ministério da Saúde autorizou a ampliação da faixa etária e o remanejamento de vacinas contra a dengue próximas ao vencimento para evitar desperdícios e ampliar a imunização. A decisão foi anunciada nessa sexta-feira (14).

A nova medida permite que doses com até dois meses para expirar sejam enviadas a municípios ainda não contemplados ou aplicadas em crianças e adolescentes de 6 a 16 anos. Para vacinas com um mês de validade, a aplicação poderá ser feita em pessoas de 4 a 59 anos, conforme a bula do imunizante.
VACINA PELO SUS

Atualmente, a vacina contra a dengue no SUS é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A ampliação temporária dependerá da disponibilidade de doses e da situação epidemiológica de cada localidade, sendo obrigatória a comunicação ao Ministério da Saúde.

Todas as doses aplicadas devem ser registradas na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) para garantir a administração da segunda dose e o acompanhamento da imunização.
ADESÃO AO ESQUEMA VACINAL

A adesão ao esquema vacinal tem sido um desafio. Em 2024, foram distribuídas 6,5 milhões de doses, mas apenas 3,8 milhões foram aplicadas. Além disso, 1,3 milhão de adolescentes não retornaram para tomar a segunda dose. Para reverter esse quadro, o Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios intensifiquem a busca ativa desses indivíduos.

O Brasil é pioneiro na oferta da vacina contra a dengue no sistema público universal. A campanha começou em fevereiro de 2024 em 315 municípios e já alcança 1.921 cidades. A inclusão do imunizante no SUS foi definida com base na situação epidemiológica e acordada na Comissão Intergestores Tripartite (CIT).

Butantan pede registro de vacina contra dengue para Anvisa

O Instituto Butantan entregou hoje (16) à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) os documentos para a aprovação de sua vacina contra dengue, a primeira do mundo em uma única dose. Caso seja dada a autorização, a instituto terá condições de produzir 100 milhões de doses para o Ministério da Saúde pelos próximos três anos.

Foram encaminhados à Anvisa nesta segunda-feira (16) três pacotes de informações sobre o imunizante. Foi a última leva de documentos necessários ao processo de autorização para a fabricação da chamada Butantan-DV.

“É um dos maiores avanços da saúde e da ciência na história do país e uma enorme conquista em nível internacional. Vamos aguardar e respeitar todos os procedimentos da Anvisa, um órgão de altíssima competência. Mas estamos confiantes nos resultados que virão”, afirma Esper Kallás, diretor do Instituto Butantan.

O último participante dos ensaios clínicos do imunizante completou o acompanhamento em junho. Foram cinco anos de ensaios e observação. A New England Journal of Medicine publicou recentemente os dados de segurança e eficácia da candidata à vacina. Os números mostraram 79.6% de eficácia geral pra prevenir casos de dengue sintomática.

Já a The Lancet Infectious Diseases publicou os dados da fase três do ensaio clínico, que apontaram uma proteção de 89% contra dengue grave e dengue com sinais de alarme, além de eficácia e segurança prolongadas por até cinco anos.

No caso de aprovação do imunizante pela Anvisa, o Butantan acredita que tem condições de fornecer um milhão de doses no próximo ano. Outras 100 milhões de doses poderão ser entregues nos anos de 2026 e 2027.

As informações encaminhadas ao Butantan nesta segunda-feira (16) detalham os processos de fabricação da vacina. Ou seja, demonstram como os testes de formulação e envase cumprem os requisitos da agência.

A fábrica da vacina, que fica no Centro Bioindustrial do Butantan, foi inspecionada e teve suas instalações aprovadas pela Anvisa. Em caso de autorização para a fabricação do imunizante, o Butantan deve enviar uma solicitação de autorização de preço à Câmara de Regulação de Mercado de Medicamentos.

Depois disso,a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) vai analisar a incorporação da vacina ao Sistema Único de Saúde. É a etapa na qual se verificam pontos como redução de internações e de absenteísmo ao trabalho, benefícios e riscos no longo prazo e para a população brasileira.

(*) Agência Brasil

Vacina da UFMG contra dependência de cocaína e crack vence prêmio com apoio de médicos de 17 países Pesquisa da Calixcoca conquistou quase R$ 2,6 milhões em disputa com outras 11 iniciativas da América Latina



Pesquisadores da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) foram premiados pelo desenvolvimento da Calixcoca,

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), desenvolveu uma vacina que bloqueia as substâncias do crack, cocaína e seus semelhantes na barreira hematoencefálica (BHE), o que impede a absorção das drogas no organismo. O imunizante recebeu o nome de 'Calixcoca'. Ele já passou pelas fases de testes e teve a sua segurança e eficácia comprovada. Agora a pesquisa está em busca de fundos para poder realizar a aplicação em humanos. O estudo tomou conhecimento mundial e foi indicado ao Prêmio Euro, evento na área de saúde que reconhece inovações e soluções que mudam vidas.

A vacina começa a agir pelo sistema imunológico, que produz anticorpos para combater o efeito das drogas na corrente sanguínea. Essa ligação cria uma molécula única, grande o bastante para fechar a barreira hematoencefálica, impedindo a absorção da cocaína e do crack. O professor e pesquisador do Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Medicina e um dos responsáveis pelo estudo, Frederico Garcia, declara sobre a importância da vacina desenvolvida para a população dependente das drogas. "Esse é um problema prevalente, vulnerabilizante e sem tratamento específico. Os nossos estudos pré-clínicos comprovam a segurança e eficácia da vacina nesta aplicação. Ela aporta uma solução que permite aos pacientes com dependência se reinserir socialmente e voltar a realizar seus sonhos", disse o professor.

(*) R7

NOVA VACINA CONTRA DENGUE CHEGA AO BRASIL NA PRÓXIMA SEMANA



PROTEÇÃO
A partir da próxima semana, os laboratórios particulares começam a aplicar uma nova vacina contra a dengue. O imunizante deve custar entre R$ 350 e R$ 500 para o paciente, de acordo com Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC).

Inicialmente, o imunizante estará disponível apenas em clínicas particulares.

A vacina, composta por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março deste ano. A dose protege amplamente o organismo contra a dengue, segundo o órgão regulador.

INDICAÇÃO:

O imunizante pode ser aplicado em crianças a partir de 4 anos de idade, adolescentes e adultos até 60 anos de idade. A vacina injetável deve ser administrada em duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

EFICÁCIA:

O índice de proteção contra pessoas que nunca foram infectadas pelo vírus da dengue é de 66,2%. Enquanto a eficácia para indivíduos infectados anteriormente atinge 76,1%.

“A demonstração da eficácia da Qdenga tem suporte principalmente nos resultados de um estudo de larga escala, de fase 3, randomizado e controlado por placebo, conduzido em países endêmicos para dengue com o objetivo de avaliar a eficácia, a segurança e a imunogenicidade da vacina”, informou a Anvisa.

Covid-19: efetiva contra variantes, vacina da J&J protege por ao menos 8 meses

A vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Johnson & Johnson fornece imunidade que dura pelo menos 8 meses e parece proteger adequadamente contra a preocupante variante Delta, disse a empresa em um comunicado na noite de quinta-feira (1º).

"Os dados atuais para o estudo de oito meses até agora mostram que a vacina de dose única da Johnson & Johnson contra Covid-19 gera uma forte resposta de anticorpos neutralizantes que não diminui; em vez disso, observamos uma melhora com o tempo", afirmou Mathai Mammen, chefe de pesquisa e desenvolvimento da Janssen, braço de vacinas da J&J, no comunicado.

A empresa disse que uma dose da vacina provoca uma resposta duradoura de anticorpos e gera células do sistema imunológico chamadas células T, que também duram oito meses.

Dan Barouch, do Beth Israel Deaconess Medical Center e da Harvard Medical School, e seus colegas testaram o sangue coletado de 20 voluntários em um estágio inicial, no ensaio de Fase 1/2 da vacina.

"Esses dados são promissores e tranquilizadores", disse Barouch à CNN. Barouch submeteu suas descobertas ao serviço de artigos em pré-impressão BioRxiv.

"Os dados mostraram que as respostas das células T – incluindo as células T CD8 + que procuram e destroem as células infectadas – persistiram durante o período de oito meses examinado", disse a empresa.

Estes não são dados de eficácia do mundo real, mas a resposta de anticorpos e células T geralmente indicam proteção, disse Barouch.

A Pfizer/BioNTech e a Moderna disseram que suas vacinas de duas doses protegem por pelo menos seis meses e pesquisadores da Washington University em St. Louis relataram no início desta semana que seus estudos com voluntários vacinados indicam que a proteção das vacinas deve durar muito mais do que isso – até mesmo por anos. Eles não testaram a vacina J&J.

A equipe de Barouch também testou o sangue dos voluntários vacinados contra as variantes mais preocupantes do vírus, incluindo a variante Delta, ou B.1.617.2, vista pela primeira vez na Índia, a variante B.1.351, ou Beta, vista pela primeira vez na África do Sul e a P. 1, ou variante Gamma, originada no Brasil.

"Vemos uma cobertura robusta de anticorpos neutralizantes da variante", disse Barouch. Os anticorpos neutralizantes são proteínas do sistema imunológico que inativam um vírus antes que ele possa se replicar.

"A dose única da vacina contra Covid19 da Johnson & Johnson gerou anticorpos neutralizantes contra uma série de variantes preocupantes do SARS-CoV-2, que aumentaram com o tempo, incluindo a variante Delta (B.1.617.2), cada vez mais prevalente e transmissível, a Beta parcialmente resistente à neutralização (B.1.351), as variantes Gama (P.1) e outros, incluindo o Alfa (B.1.1.7), Epsilon (B.1.429), Kappa (B.1.617.1 ) e a variante D614G, bem como a cepa SARS-CoV-2 original", disse a empresa.

Estudo de São Paulo indica que pandemia pode ser controlada com 75% da população vacinada

CoronaVac (Foto: Agência Brasil)
Um estudo realizado em Serrana (SP) indica que a pandemia pode ser controlada com 75% da população vacinada.

A conclusão foi divulgada pelo Fantástico, da TV Globo, que trouxe dados do estudo feito pelo Instituto Butantan. A cidade do interior paulista, na região metropolitana de Ribeirão Preto, passou por estudo sobre as consequências da vacinação em massa da população.

O chamado projeto S, idealizado pelo Instituto Butantan consiste em analisar o impacto e a eficácia da vacinação na redução de casos do novo coronavírus e no controle da pandemia.

Com 45 mil habitantes, o município teve os moradores divididos em quatro grupos, nomeados pelas cores verde, amarela, cinza e azul. Os grupos foram vacinados isoladamente, com uma semana de diferença.

Segundo as informações da reportagem, o controle da pandemia se deu após três dos quatro grupos serem vacinados. A esta altura, cerca de 75% da população havia recebido as duas doses. Houve registro de 699 casos em março, contra 251 em abril. Já as mortes passaram de 30 para seis no mesmo período.

Atualmente, quase toda a população acima de 18 anos da cidade recebeu as duas doses de CoronaVac. O número de mortes caiu 95% na cidade. Os casos sintomáticos caíram 80%, enquanto as hospitalizações tiveram redução de 86%.

(Folhapress)

Fiocruz deve pedir registro de vacina contra a Covid-19 até a próxima semana

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório público ligado ao Ministério da Saúde, deve pedir até a próxima semana o registro da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o grupo farmacêutico AstraZeneca. O imunizante é a principal aposta do governo federal para combater a pandemia do novo coronavírus. A Fiocruz pretende entregar 210,4 milhões de doses no País ao longo de 2021, soma suficiente para vacinar mais de 105 milhões de pessoas.
A ideia de levar o pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entre o fim de 2020 e o começo do ano seguinte já havia sido anunciada pela Fiocruz e citada pelo Ministério da Saúde. Em entrevista à Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira, 28, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da fundação, Marco Krieger, confirmou que o calendário está mantido.

A Fiocruz pretende, no começo de janeiro, começar a produzir as doses da vacina. A previsão é receber o registro da Anvisa até fevereiro e, na sequência, liberar as doses já fabricadas. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirma que a vacinação no Brasil deve começar em meados de fevereiro.

O laboratório brasileiro irá pedir o registro definitivo do produto. Com este tipo de aval é possível entregar as doses em massa à população e até mesmo usá-las na rede privada. A Fiocruz, porém, vende as suas doses apenas à rede pública. A Anvisa tem até 60 dias para avaliar o pedido de registro. A expectativa do laboratório público é que a análise seja mais célere, pois já foram entregues à agência os dados iniciais (fases 1 e 2) de desenvolvimento do imunizante.

Uma opção é tentar o aval para uso emergencial e temporário da vacina. Neste caso, a Anvisa estima finalizar a análise em até 10 dias, mas o produto só poderia ser aplicado em grupos pequenos, como de profissionais de saúde. A Fiocruz não deve tentar este tipo de autorização.

Krieger disse ao Estadão que a documentação só será levada à agência após a publicação dos dados finais (fase 3) da pesquisa de desenvolvimento do imunizante. Ele disse que o pedido será feito "no máximo" até a próxima semana. A AstraZeneca afirma ter encontrado, após pesquisas adicionais, "a fórmula vencedora" para sua vacina contra covid-19. Em entrevista ao jornal Sunday Times, o CEO da farmacêutica, Pascal Soriot, disse que o imunizante garantiu "proteção de 100%" contra formas graves de covid-19.

O porcentual citado por Soriot se refere ao poder de evitar a forma grave da covid-19. Já os dados sobre a eficácia da vacina, ou seja, de impedir o desenvolvimento da doença a partir da proteção criada pelo produto, ainda são desconhecidos. As vacinas desenvolvidas por Pfizer/BionTech e Moderna apresentaram eficácia de 95% e 94%, respectivamente.

"A gente não viu esses dados ainda, mas quem falou foi o CEO da empresa. Minha convicção era de que essa evolução acontecesse. Não imaginava que seria tão rápido", disse Krieger ao Estadão sobre a fala de Soriot.

O representante da Fiocruz também afirma que as novas vacinas são uma "revolução" no combate a doenças infecciosas. "Há ansiedade, mas a perspectiva é boa. O Brasil pode ter mais de uma vacina em tempo rápido. Estamos animados com os resultados dessas novas tecnologias", disse Krieger.

A Anvisa já certificou a fábrica da AstraZeneca, localizada na China, que produz o insumo farmacêutico entregue à Fiocruz. O laboratório brasileiro, no primeiro semestre, deve realizar fases finais de preparação da vacina. A ideia é que todo o produto seja fabricado no Brasil a partir da segunda metade de 2021.

Segundo o plano nacional de imunização do Ministério da Saúde, a produção das doses na Fiocruz está prevista para começar em janeiro. A entrega do primeiro lote, de 15 milhões de doses, será feita no mês seguinte. No primeiro semestre, a ideia é fabricar 100,4 milhões. No segundo semestre, mais 110 milhões de doses com produção totalmente nacional. O cronograma de vacinação dos grupos prioritários foi montado a partir da previsão de doses disponíveis em 2021 desta vacina.

Fonte: O Tempo

Governadores do Nordeste fazem opção por vacina da Pfizer

A Anvisa deve receber nesta sexta-feira, 11, um pedido para autorização em 72 horas da vacina desenvolvida pela Pfizer. Os autores da solicitação são integrantes do Fórum Nacional dos Governadores e do Consórcio do Nordeste, tendo como base a certificação da Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora americana.

Uma lei sancionada em maio que autoriza à Anvisa a importar insumos e materiais aprovados por outras agências reguladoras é a base do pedido emergencial. São reconhecidas por lei as certificações da European Medicines Agency (EMA); Pharmaceuticals and Medical Devices Agency (PMDA) e National Medical Products Administration (NMPA).

Segundo o governador do Piauí, Welligton Dias, em entrevista à CNN, a primeira vacina validada no Brasil precisa ser comprada e distribuída no país. Dias também é presidente o consórcio do Nordeste.
(*) Forum Nacional dos Governadores e do Consórcio do Nordeste

Governo negocia compra de 70 milhões de doses de vacina da Pfizer, diz Ministério da Saúde

"Se não é obrigatória é porque existe dúvidas, se existe dúvidas com a eficácia da vacina, ?????"
O Ministério da Saúde informou que ainda nesta semana deve assinar um memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 produzida pela Pfizer e pela Biontech.
De acordo com nota divulgada pelo Órgão, as negociações avançam e a vacina deve ser fornecida em 2021, contudo não foi divulgada uma data específica.

Segundo a nota, as negociações "avançam" e a vacina deve ser fornecida em 2021. A data, contudo, não foi especificada.

"O governo brasileiro e a Pfizer avançam nas tratativas na intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina da Pfizer e Biontech contra a Covid-19, a ser fornecido em 2021. Os termos já estão bem avançados e devem ser finalizados ainda no início desta semana com a assinatura do memorando de intenção", esclareceu o ministério.

Vacinação em São Paulo

Nesta segunda-feira, o governo de São Paulo divulgou um plano estadual de vacinação contra a covid-19 a partir de 25 de janeiro, começando por idosos e trabalhadores da saúde.

O governo paulista trabalha com a compra da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. O imunizante ainda não tem registro na Anvisa, etapa prévia necessária para que a dose seja usada na população.

Bolsonaro: vacina gratuita e não obrigatória

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (7) que o governo federal vai oferecer vacina contra a covid-19 para toda a população de forma gratuita e não obrigatória.

"Havendo certificação da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] (orientações científicas e preceitos legais), o governo ofertará a vacina a todos, gratuita e não obrigatória", escreveu em sua conta no Twitter.

Bolsonaro, que se reuniu mais cedo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, destacou ainda que os recursos para a aquisição dos imunizantes estão garantidos.

"Não faltarão recursos para que todos sejam atendidos".

Fonte: Diário do Nordeste

Câmara dos Deputados aprova MP que libera recursos para vacina de Oxford contra a Covid-19

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) a Medida Provisória 994/20, que abre crédito extraordinário de R$ 1,995 bilhão para viabilizar a compra de tecnologia e a produção da vacina de Oxford contra o novo coronavírus. A MP será enviada ao Senado.
O dinheiro vai custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve uma vacina contra Covid-19 em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Os recursos virão da emissão de títulos públicos (operações de crédito). Do total, R$ 1,3 bilhão corresponderá à encomenda tecnológica. Bio-Manguinhos – a unidade da Fiocruz produtora de vacinas – receberá investimentos de R$ 522 milhões.
A MP foi aprovada sem emendas com parecer favorável da relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO). “O Brasil sempre desenvolveu essas campanhas de vacinação e temos institutos muito competentes no País. Esperamos ter ajuda do governo federal e do Ministério da Saúde para a aplicação de outras vacinas”, afirmou a relatora.
A vacina de Oxford está em fase de testes com voluntários no Brasil e em outros países. Caso a eficácia seja comprovada, o Brasil pretende produzir 100 milhões de doses, com previsão de distribuição da vacina por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) até o final do primeiro semestre de 2021.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Vacinação contra a Covid-19 vai começar com profissionais de saúde, idosos e indígenas

O Ministério da Saúde informou que a vacinação contra a Covid-19 deve começar com os profissionais da área de saúde, idosos a partir de 75 anos ou maiores de 60 - mas que vivam em asilos ou instituições psiquiátricas - e com a população indígena.
A delimitação do grupo prioritário consta em um plano preliminar, que foi divulgado nesta terça-feira (1º) pela pasta, por meio de nota.

O ministério prevê quatro fases da vacinação da população, que não vai abranger toda a população brasileira no próximo ano, como já havia sido adiantado.

A segunda fase da vacinação será destinada às pessoas que tenham entre 60 e 74 anos.

A etapa seguinte prevê a imunização de pessoas com comorbidades que apresentam maior risco de agravamento da doença, como os portadores de doenças renais crônicas e cardiovasculares, cita o ministério.

A última etapa deve abranger professores, forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional e a população privada de liberdade.

A nota do ministério reforça que se trata de "definições preliminares" da estratégia que vai pautar a vacinação da população contra o novo coronavírus.

Fonte: Diário do Nordeste

COVID-19: Candidata a vacina da chinesa CNBG se mostra promissora em testes

Um dos principais protótipos chineses de vacina para o novo coronavírus foi considerado seguro e provocou respostas imunológicas em testes iniciais e intermediários com seres humanos, anunciaram pesquisadores. A potencial vacina, chamada BBIBP-CorV, está sendo desenvolvida pelo Instituto de Produtos Biológicos de Pequim, uma subsidiária do Grupo Nacional de Biotecnologia da China (CNBG, na sigla em inglês).

A candidata já foi aprovada para um programa emergencial de inoculação na China, destinado a trabalhadores essenciais e a outros grupos limitados de pessoas que enfrentam alto risco de infecção. Entretanto, só ficará claro se a vacina pode proteger pessoas com segurança da covid-19, que já matou mais de 1 milhão de pessoas em todo o mundo, no fim da Fase 3 de testes – que está atualmente em andamento fora da China.

A BBIBP-CorV é uma das pelo menos dez candidatas a vacina desenvolvidas em todo mundo a entrarem na Fase 3 de testes. Quatro dos projetos são liderados por cientistas chineses, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). O imunizante não causou qualquer efeito colateral grave, embora reações suaves ou moderadas, que podem incluir febre e dores no local da injeção, sejam comuns, de acordo com estudo publicado nessa quinta-feira na publicação científica The Lancet.
Equipe Focus
focus@focus.jor.br

Argentina e México vão produzir vacina da Oxford

 vacina, Moderna, imagem ilustrativa

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, disse que a potencial vacina contra o novo coronavíru, desenvolvida na Universidade de Oxford, será fabricada no país e no México.
Depois de uma reunião com representantes da farmacêutica AstraZeneca, que tem acordo com Oxford, e da empresa de biotecnologia mAbxience, do Grupo Insud, Fernández afirmou que serão produzidos inicialmente 150 milhões de doses da possível vacina contra a covid-19. 
"A produção latino-americana vai estar nas mãos da Argentina e do México, e isso vai permitir o acesso oportuno e eficiente a todos os países da região", explicou Fernández. 
O laboratório AstraZeneca, que está presente há anos na Argentina, firmou um acordo com a fundação do bilionário Carlos Slim para a produção da vacina. A entrega é prevista a partir da primeira metade de 2021, em função dos resultados dos estudos da Fase 3 de testes e das aprovações regulatórias.
O Brasil também firmou acordo com a AstraZeneca para produção da vacina no país.
 Logo da Agência Brasil

Capital paulista começa terceira fase de testes de sorologia para Covid-19

A terceira etapa do projeto que pretende mapear o novo coronavírus na capital paulista começa nesta segunda-feira (20). Moradores de 1.300 domicílios foram sorteados e farão testes sorológicos para a detecção de anticorpos contra a Covid-19.
Para participar do projeto de testagem em massa é necessário ter acima de 18 anos e responder a um questionário. 
Após a coleta, as visitas dos entrevistadores deverão se estender pelos próximos 10 dias. Este monitoramento auxiliará na identificação de uma possível imunidade coletiva da população.
De acordo com o estudo, se for identificada um porcentual de pessoas com anticorpos entre 60% a 80% da população, será possível dificultar a transmissão do vírus.
Em etapas anteriores do estudo, foi identificada uma prevalência de anticorpos para a Covid-19 em 10% da população da capital. A projeção, que equivale a 1,18 milhão de pessoas, é pelo menos seis vezes maior que o número confirmado de casos na cidade - 181 mil.
(Edição: Luiz Raatz)

Brasil poderá ter distribuição de vacina de Oxford contra a Covid-19 em janeiro de 2021



É uma meta, mas ainda que esteja no campo das perspectivas, trata-se da pesquisa mais promissora até o momento no mundo: a realizada pela Universidade de Oxford em parceria com diversas instituições brasileiras. Em fase de testes em seres humanos no Brasil e no Reino Unido, a vacina de Oxford foi considerada pela OMS a candidata com melhor desenvolvimento dentre as mais de cem em andamento. Os resultados preliminares entre outubro e novembro serão decisivos para a distribuição de uma vacina contra o coronavírus já de dezembro deste ano para janeiro de 2021. Mas existe a possibilidade de que primeiras aplicações na população possam ser feitas antes mesmo da finalização dos estudos, trazendo a perspectiva ainda para 2020. É o que a prevê a Maria Augusta Bernardini, diretora-médica da AstraZeneca Brasil. A empresa farmacêutica, com sede no Reino Unido, já está num esforço “de guerra” para a produção de bilhões de vacina nos próximos meses, uma vez se comprove eficácia da que está em estudo.
É uma meta, mas ainda que esteja no campo das perspectivas, trata-se da pesquisa mais promissora até o momento no mundo: a realizada pela Universidade de Oxford em parceria com diversas instituições brasileiras. Em fase de testes em seres humanos no Brasil e no Reino Unido, a vacina de Oxford foi considerada pela OMS a candidata com melhor desenvolvimento dentre as mais de cem em andamento. Os resultados preliminares entre outubro e novembro serão decisivos para a distribuição de uma vacina contra o coronavírus já de dezembro deste ano para janeiro de 2021. Mas existe a possibilidade de que primeiras aplicações na população possam ser feitas antes mesmo da finalização dos estudos, trazendo a perspectiva ainda para 2020. É o que a prevê a Maria Augusta Bernardini, diretora-médica da AstraZeneca Brasil. A empresa farmacêutica, com sede no Reino Unido, já está num esforço “de guerra” para a produção de bilhões de vacina nos próximos meses, uma vez se comprove eficácia da que está em estudo.
Diário do Nordeste

Governo confirma acordo com Oxford para produção da vacina contra Cobid-19

O Ministério da Saúde enviou resposta à embaixada britânica e ao presidente do laboratório AstraZeneca aceitando a proposta de acordo de cooperação no desenvolvimento tecnológico e acesso do Brasil à vacina contra o novo coronavírus. A negociação prevê a compra de lotes da vacina e a transferência de tecnologia.
Se demonstrada eficácia, serão 100 milhões de doses à disposição da população brasileira. Pelo negócio, seriam enviados dois lotes de 15 milhões de doses casa, em dezembro de 2020 e janeiro de 2021. Depois, começaria a produção nacional de outras 70 milhões de unidades.
A vacina é desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca, sendo uma das mais promissoras e em estado mais avançado no que diz respeito às pesquisas no mundo. No Brasil, a tecnologia será desenvolvida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), fundação do Ministério da Saúde. O acordo, quando celebrado, prevê a transferência de tecnologia de formulação, o envase e o controle de qualidade.

Imperial College inicia testes em humanos de potencial vacina para Covid-19

Atualização, às 18:34
Vacinação contra a gripe para idosos
O projeto já passou pelos testes pré-clínicos de segurança, e além de se demonstrar segura, produziu respostas imunes eficazes em animais.
O governo do Reino Unido anunciou que pesquisadores da Imperial College de Londres iniciarão ainda nesta semana os testes em humanos de uma potencial vacina para a Covid-19.
“Será a primeira vez que a vacina é testada em humanos e irá analisar se a toleram bem e produzem resposta imunológica eficaz contra a Covid-19”, afirmou o governo britânico em nota.
Este projeto de pesquisa desenvolvido pela Imperial College recebeu um investimento de 41 milhões de libras do governo, cerca de 263,5 milhões de reais. A vacina utiliza uma tecnologia inédita, e, segundo o governo, tem potencial para revolucionar o desenvolvimento de vacinas no mundo – acelerando o processo.
As vacinas normalmente são feitas utilizando uma forma enfraquecida, modificada geneticamente ou que contém somente partes do vírus. A vacina do Imperial College tem uma abordagem nova. Ela utiliza moléculas de RNA que foram sintetizadas com base no código genético do novo coronavírus.
A vacina final é feita de pequenas gotículas de gordura recheadas com estes filamentos de RNA. Quando elas entram nas células, induzem a produção de proteínas do vírus, o que cria um sistema de proteção para a Covid-19. A Imperial College reforçou que a vacina não cria cópias do novo coronavírus, nem causa alterações no DNA das células humanas.
“Estou encantada que a Imperial College tenha avançado tão rapidamente para a fase de testes clínicos. Sua tecnologia tem o potencial de ser um verdadeiro fator de virada para o desenvolvimento de futuras vacinas”, disse a presidente da força-tarefa para Vacinas, Kate Bingham.
O projeto já passou pelos testes pré-clínicos de segurança, e além de se demonstrar segura, produziu respostas imunes eficazes em animais. Nesta etapa em humanos, 300 participantes saudáveis com idades entre 18 e 70 anos receberão duas doses da vacina.
Se tudo ocorrer bem, a vacina irá para a terceira fase do estudo, que envolve testes mais amplos de eficácia. Esta etapa, que aconteceria no final do ano, deve envolver cerca de 6.000 voluntários saudáveis. Em nenhum momento do processo os participantes serão expostos intencionalmente ao novo coronavírus.
Os pesquisadores da Imperial College afirmaram que, se os estudos clínicos forem bem sucedidos, esperam prover proteção contra a Covid-19 não somente no Reino Unido, mas no mundo inteiro.

Vacina de Oxford contra Covid-19 será testada em 2 mil voluntários no Brasil

vacina Covid-19
A vacina contra a Covid-19 que está sendo desenvolvida na Universidade de Oxford, no Reino Unido, será testada também no Brasil, conforme publicação no Diário Oficial da União. Considerado um dos mais promissores, o imunizante já está na fase três de testes, em que dez mil pessoas serão testadas para se avaliar a eficácia do produto. Das mais de 70 vacinas em desenvolvimento em todo o mundo, é a que se encontra em estágio mais avançado.
Duas mil pessoas participarão dos testes no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que contam com o apoio do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A articulação para a vinda dos testes ao Brasil contou com a liderança da Professora Doutora Sue Ann Costa Clemens, diretora do Instituto para a Saúde Global da Universidade de Siena e pesquisadora brasileira especialista em doenças infecciosas e prevenção por vacinas, investigadora do estudo.
Em São Paulo, os testes serão conduzidos pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e contaram com a viabilização financeira da Fundação Lemann no custeio de toda a infraestrutura médica e de equipamentos necessários.
A Unifesp irá recrutar mil voluntários que estejam na linha de frente do combate à covid-19, uma vez que estão mais expostos à contaminação. Eles precisam ser soronegativo, ou seja, pessoas que não tenham contraído a doença anteriormente.
Segundo Dra. Lily Yin Weckx, investigadora principal do estudo e coordenadora do CRIE-Unifesp, "o mais importante é realizar essa etapa do estudo agora, quando a curva epidemiológica ainda é ascendente e os resultados poderão ser mais assertivos."
Há outros países cuja participação está em processo de análise e aprovação. Os resultados desses testes serão primordiais para o registro da vacina no Reino Unido, previsto para final deste ano. Entretanto, o registro formal deve acontecer apenas após a conclusão dos estudos realizados em todos os países participantes.
Para Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, organização viabilizadora dos recursos necessários à realização do estudo de eficácia da vacina em São Paulo, "inserir o Brasil no panorama de vacinas contra a covid-19 é um marco importante para nós, brasileiros, e acredito que poderemos acelerar soluções que tragam bons resultados e rápidos. Para a Fundação Lemann esta é mais uma importante oportunidade de contribuir em iniciativas de grande impacto para o nosso país e sua gente.

Coronavírus: empresa norte-americana começa a testar vacina em humanos

27/05/2020 > QUARTA-FEIRA
A Novavax, empresa de biotecnologia norte-americana, anunciou, a primeira fase de testes em humanos para uma vacina experimental do novo coronavírus. Resultados iniciais devem sair em julho.
A primeira fase das testagens em humanos terá a participação de aproximadamente 130 pessoas saudáveis, com idades entre 18 e 59 anos, em duas regiões da Austrália. Caso os resultados sejam positivos, uma segunda fase de estudo será conduzida em alguns países e com participantes de faixa etária mais ampla.
Stanley Erck, CEO da empresa, disse que a companhia ampliou a escala da fabricação antes mesmo dos resultados. "Nós tomamos o risco e começamos a fabricar em larga escala. O tempo é a coisa mais importante aqui", afirmou ao Wall Street Journal. 
Nesta fase inicial, os participantes vão receber uma vacina com um ingrediente chamado adjuvante, que pode melhorar a resposta à vacina. O adjuvante é feito a partir da casca de uma planta proveniente do Chile. 
A segunda etapa inclui diversos países e avalia o nível de imunização, segurança e redução de casos da Covid-19 em uma faixa mais ampla de idade, segundo comunicado divulgado pela empresa.
A vacina da Novavax demonstrou alto nível de imunidade à doença em testes pré-clínicos.
Diário do Nordeste

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