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ARTIGO > O MEDO DE OPINAR EM QUESTÕES DE COMPORTAMENTO SEXUAL HUMANO, HOJE EM DIA!!!


08/09/2019, DOMINGO
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Por quê? Eis a questão múltipla dos ossos e das opiniões. O dia a dia dentro do nosso comportamento, seja ele no trabalho, nos lares, em rodas de amigos, passa por sequelas de perguntas que amedrontam nosso sistema de defesa natural. Quando da nossa geração, poucos gays ou lésbicas eram do nosso conhecimento, por que se conhecêssemos ou soubéssemos quem era, certamente haveria o linchamento sem dor nem piedade. Era tratado como doença, a religião queimava nas fogueiras, e pior, como dizia Cleópatra: usava-se a língua como reprodutora da famigerada imprensa de bairro, ou cidade pequena. Nós, da nossa geração fomos criados como machos reprodutores que usava a empregada doméstica a rapariga de cabaré como professoras para nossos prósperos casamentos e nossa atuação sexual futura. Nossos pais eram a figura central de nossos comportamentos adquiridos pelos seus pais e assim de geração em geração. Desde a revolução industrial ou desde o início  da revolução sexual, criou-se tabus que afloram em nossos pensamentos até hoje. Não somos capazes de discernir uma opinião sequer, por medo, ou uma educação adquirida. O que aconteceu na bienal do livro no Rio coloca claramente isso. Eu,  posso ser contra todo tipo de comportamento, o comportamento entre gays e lésbicas, o mundo paralelo dos héteros, LGBT`s, "mas não posso admitir" que eles não tenham suas adversidades das nossas, desrespeitadas por muitos, massacrando-os, matando-os, tanto com ferro como nas entrelinhas das opiniões. Deus, nos deu o livre arbítrio, para que sigamos nossas consciências e nossos pecados, mas não deu o direito de discriminar e neutralizar o comportamento do próximo. Assim como nenhum LGBT tem o direito de me censurar, não me é dado o direito de censurá-lo, o respeito tem que ser mútuo e irrestrito, e não me causa nenhum medo, em dizer que sou hétero, porque nasci assim, e que todos sejam felizes para sempre. O diferenciamento de nossos quadrinhos, cheios de super heróis, com uma linguagem super musculosa e de mocinhos, agora vai ter que conviver com um super-homem que gosta de Batman, ou de uma Super Moça que gosta da Mulher Maravilha. É simples, o cigarro mata, a bebida causa cirrose, mas...só fumo e bebo se eu quiser. Nós não vamos ter que mudar pra Júpiter, só porque vou ter que conviver com amigos e amigas que são gays ou lésbicas, vou ter que mudar minhas opiniões, para com o comportamento futuro das pessoas, não querer descobrir o sexo ou a língua dos anjos e me preocupar mais com o ser humano, do que as suas preferências sexuais, afinal, pra que tanto medo de opinar, se temos maiores preocupações a serem resolvidas. Por: Carlos Dehon.

ARTIGO: ACOPIARA RETROAGE 50 ANOS NO ABISMO POLITIQUEIRO


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Acopiara, cidade do centro-sul do estado do ceará, distante 365 Km da capital cearense, como poucos exemplos sucupirianos da novela o bem amado, aonde o prefeito tinha como meta principal a inauguração do cemitério local pode ser escolhido como tema político de um artigo pra lá de engraçado se não fosse a realidade ateniense do berço da filosofia e da democracia. Arnaldo Jabor se tivesse conhecimento do que aconteceu hoje nesta cidade, se mudaria de país, ou mudaria de profissão. No consumo dos fatos o atual presidente da C. M.  outorgado de "Cicinho de Otaviano", figura conhecidíssima no cenário político da cidade, pasmem, resolveu no dia da eleição da Câmara Municipal na qual "ele" dirige já por duas vezes e hoje sendo o dia do seu suplício porque estava em jogo a decisão de dez vereadores unidos com a situação e oposição lançando outro candidato que, rejeitada pela parceria do prefeito atual, Antonio Almeida Neto, foi articulada pelo próprio sobrinho, Will Almeida a sua convocação para candidata à presidência no caso a vereadora Josefa Marly. O caso é tão peculiar, que as bombas lançadas no céu da terrinha, proclamam em todos os cantos o perímetro perdido pela atual gestão e o desconforto causado pela parceira Marly e pelo sobrinho Will. O vereador que tem se posicionado de uma forma mais avançada mesmo sendo da situação deu um xeque mate no "tio", prefeito, que no meu achismo sucupiriano, agora, vai ter muito, mas muito trabalho para digerir aos poucos a avalanche  desse acordo e que tira do contexto a figura do atual presidente da Câmara Municipal. Isso não significa que houve ruptura dos dois com o prefeito, não, muito pelo contrário, mas o ciclone Florence abaixou no Grupo Almeida, e a própria população que reivindica dias melhores, mira sua espada para 2020, quando teremos eleição municipal. Já vi esse filme antes, com atores quase parecidos e que acabou culminado com a vitoria da oposição. O resto fico com Jabor, ciente que a democracia não tem nada a ver com o inferno de Dante implantado numa legislativo pobre com desvantagens descomunais em áreas prioritárias. E que o cadeado "arrombado" hoje pelo povo para que se pudesse entrar e realizar a eleição da mesma vai se tornar muito caro para o ex-presidente, e o gestor atual, na discordância dos seus pupilos políticos, Wil e Marly. Vamos adiante que o tempo não pára.

CEARÁ: UM ESTADO DENTRO DE OUTRO ESTADO!


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23 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA
Chegamos ao desprezível patamar da inércia!Não há discurso para amenizar a dor que a polícia do estado está sentindo nessas últimas 48 horas de aflição, dor, revolta e indignação. Não há resposta pautável para qualquer um dos policiais amigos, ou apenas companheiros de farda dos que foram assassinados ontem na capital cearense. A submissão dos poderes à oligarquia do crime organizado é estupendo e fora de noção. O medo do estado em adotar mediadas supremas contra as organizações é estendidas aos cidadãos comuns, na saída de sua casa para o trabalho, ou ao sentar-se á cadeira para um papo com os vizinhos no final da tarde. É covarde e submisso o medo dos poderes, executivo, judiciário e legislativo. É desumano, absurdo, o comportamento das autoridades em abaixar a cabeça e aceitar ser ceifada sem reação nenhuma e não abraçar os policiais que nos dão segurança e que muitas vezes a vida no nosso dia a dia. É triste a situação dos familiares, filhos, amigos, esposas, irmãos, que enterrarão seus patriotas assassinados brutalmente, em uma mesa de bar, no seu dia de folga, no seu lazer. A descomunal escória humana, que chega ao limite da bestialidade, se é que violência tem limite, abre espaço para mais violência, e para a declaração de guerra dos direitos. A população sim, com medo, sem trajetória, presos, cercados e sitiados em seus domicílios, sem nenhuma proteção, é que pagará pelo desleixo do estado, e pelo seu medo. Nunca, em toda minha vida de estudante de uma sociedade, analfabeta, desempregada, desagregada, e sem futuro, vi tanta covardia de um estado aceitar outro estado sem direito. Os policiais do estado do ceará, com certeza hoje, e já ha algum tempo estão feridos, pela pecaminosa e sombria rede de informação na imprensa marrom que estampa matérias contra às atitudes de direitos desses valentes, omitindo o comportamento de elementos que matam, estupram, saqueiam  e dilaceram a alma dos jovens, crianças, mulheres de nosso estado. Os direitos humanos são claros em suas atitudes bestiais, e sim, também mesclam atitudes que nunca chegam ao aceitar dos prejudicados. São exemplos e mais exemplos ovacionados pela mídia encarcerada e cheia de erros comportamental. Um dia triste para a segurança do estado, um dia triste para nós cidadãos de bem, e mais ainda um dia triste para todos os policiais. Por Carlos Dehon.    

ARTIGO: SERÁ QUE O BRASILEIRO ESTÁ MUDANDO?

27 DE MAIO, DOMINGO 
O circo, o pão e a prostituição são partes iguais de um início onde se perpetua a ingenuidade, a burrice e a precisão do ser humano. Desde épocas históricas passadas, presente e talvez até futuras, o seu comportamento, dando seu próprio pescoço para ser guilhotinado lhe dá a concepção de um ser vertebrado mas sem nexo. Muitos ditadores exerceram a performance de ficar no poder, jogando pão e circo para o povo e este recebendo como dádiva dos céus e agradecendo ao seu impositor pelo alimento e pelo chicote. Foi assim com Nero Claudio Cezar Augusto Germânico, Josef Stalin, Adolf Hitler e por aqui um comportamento brutal de generais que dominaram o Brasil na chamada  "Ditadura Militar". Um personagem dessa passagem política ficou na história deste país, por que foi o 13º jogador do selecionado brasileiro, que conquistou o tricampeonato mundial de futebol, seu nome Garrastazu Médice, Essa figura deu o pontapé inicial para que se construísse uma pátria diferente, uma pátria sem anseios populares, sem voz, subnutrida, dignidade e avanço. Cheio de slogans, frases feitas, foi determinante para que os brasileiros depois da conquista do tri começasse uma agenda de quatro em quatro anos pintando caras, ruas, bairros e avenidas com as cores da bandeira do Brasileira até o nocaute dos 7X1, queda do governo petista, o assombro do mensalão, e a descoberta do maior rombo econômico de toda a história da humanidade. Daí, uma sucessão de erros pátrios, sucumbindo uma nação, com a alienação dos três poderes, e a idéia de que o pão e o circo, não cabia mais na investida em cima de uma povo, de uma nação. Me parece que o povo não quer mais saber de seleção brasileira, como há anos atrás. As ruas, avenidas, bairros, caras, não estão sendo pintadas a poucos dias de uma outra copa do mundo. O brasileiro anda percebendo que o emprego, salário, saúde, mobilização, cultura, e outros nomes estranhos antes, agora são prioridades. A soberba, o ganho milionário, os hotéis, casas e carros luxuosos, presidentes de clubes e entidades presos, a corrupção no próprio futebol, a violência nos estádios, e os campeonatos com regulamentos sem nenhuma lógica, fizeram desaparecer dos estádios brasileiro, a figura do povo sem razão lógica de viver. O futebol ainda é um esporte apaixonante, mas apenas um esporte, não podemos nos dar ao luxo de vestir uma camisa amarela apenas de quatro em quatro anos, mas no dia a dia. E isso está acontecendo, esse milagre social, está estampado na cara sem tinta de qualquer brasileiro, que está aprendendo que precisamos do pão e do circo, mas não de figuras dominando a bilheteria nem a armação do esqueleto da vida comum. A vida miserável dos miseráveis, da pirâmide, dos holocaustos, dos incêndios, do massacre, e da guilhotina brasileira está acabando. Resta ao povo brasileiro saber expurgar os não patriotas, e o restante dos corruptos, sejam eles em qualquer fronteira.

O GUETO FANTASMA DE ACOPIARA

28 DE DEZEMBRO, QUINTA-FEIRA
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Certo cidadão chegou uma vez pra mim, desconcertado pelas doses de Whisky, moco pela visibilidade humana, cético pelo deslumbramento mafioso de sua vida nada correta, querendo insultar a todo preço minha consciência de que, estava colocando uns tijolinhos no céu para sua futura salvação e que Deus o absolveria dos seus pecados aqui na terra. O miserável estava todo enrolado no seu "Status Quo"  de arrogância, prepotência e queria naquele momento dizer que poderia passar despercebido por Deus, assumindo o papel de amigo da igreja, católico férvido,  figura presente em todos os acontecimentos sociais, imagem de pessoa honrada e querida na terra do lavrador, essa mesma que está sendo ludibriada e corrompida nos seus valores  e conceitos religiosos e humanos. A imagem acima a esquerda são de professores fantasmas que ao longo do tempo possuíam outros cargos e terminarão por receber indultos financeiros de um dinheiro direito sagrado dos professores que estão acima de todo propósito educacional desta terra. A figura desumana do gueto na segunda guerra mundial transcorre nas minhas palavras como pessoas aprisionadas pelo lado podre e injusta de uma justiça fraca e inóspita. O comportamento, o desdém, a fraqueza,  a falta de fé em Deus, a ganância, a fragilidade de alguns acopiarenses provoca asco de discernimento, maltrata todo conceito que diagnosticamos na alma humana. O vácuo e a língua pejorativa dessas criaturas subnutridas de amor, preocupa a sua própria salvação espiritual com a lama derramada em suas camadas nominal a cada um que tira de um direito e usurpa à cidadania e provoca nas leis a sua denominação de cega, frágil e obediente ao caos estabelecido. Nós estamos dentro de um furacão negativo de valores, descomunal de obediência naquilo que fomos ensinados a respeitar, principalmente nos mandamentos de Cristo, na sua primeira ordem, "Não roubarás"! Um pecado capital que está estampado em alguns desserviços à classe educacional desse monte que um dia foi de oliveiras e que hoje virou um matagal de urtigas daninhas e danosas a uma classe que é ovacionada por todos os filósofos, e todos os países de primeiro mundo da terra. Obscura é a pátria que deixa de lado a educação, maltratada é a cidade que desdenha e que zomba dos que educam e proliferam em seus filhos a ânsia da educação. Nunca foi tarde para avisar que o inferno é bem ali, o tempo urge passa por nossas falhas, envelhecemos e depois recebemos a estrema-unção, o alívio do que fomos e do que pregamos nesta vida. Um mísero prego retira o sangue dos mártires, uma lança foi fincada no corpo de Cristo e seu sangue jorrou provocando ali mais um milagre, quem sabe os formadores de opinião de Acopiara provoque o tumulto na consciência de alguns e nossa terra venha a sonhar para que todos tenham seu lugar na pirâmide social que tanto almejamos, dignos que somos e que não abaixamos jamais a cabeça, enquanto tivermos caneta.Por Carlos Dehon

ACOPIARA-CE: O DESTAQUE DO ANO

 - Na verdade, quem poderia está escrevendo esse texto era algum vaqueiro que no céu viu nosso amigo aboiador se destacar no cenário nacional, domingo passado. Pedro Coelho dispensa qualquer comentário a seu respeito, seja ele como vaqueiro, aboiador ou cidadão. Pedro, durante esses longos anos de veredas na mata andou com as mais distintas personalidades da sociedade, seja ele empresário, político, poetas, entre outros. A emoção do vaqueiro, filmado pela Record e por uma equipe de TV, de circuito nacional faz desse gibão acopiarense o mais notório personalidade do ano de 2017, ele que já fez parte de um documentário, gravou cds e dvds, fitas cassete na luta diária dos espinhos entranhado em sua vida. Faz parte de nossa cultura, faz parte de nosso círculo de amigos, que adora suas aboiações. Cada espinho de jurema encravado nessa roupa, cada cutucão de espora dada no seu lombo, e cada pingo de leite que ele tirou para dar às crianças do seu paraíso  nos aproxima mais desse amigo de Acopiara. Uma pessoa ímpar de calmaria nata, que nos cerca de carinho e amizade, e temos a obrigação de reverenciá-lo não como coadjuvante de uma esteira, mas de uma enorme ousadia de derrubar mais um touro na labuta do dia a dia. Foi um domingo, em que as lágrimas caíram aos berros de muitos conterrâneos que estavam paralisados, hipnotizados na telinha, vendo o Geraldo Luiz, alavancar altíssimo índice de audiência com Pedro, e sua família. De norte a sul do país, muitos nordestinos, estavam atentos a esta história de garra e valentia de um sertanejo puro, puro, como seu chapéu de couro, seu queijo, sua coalhada, e sua rapadura ralada. Fica aqui, o soslaio de agradecimento de minhas retinas, e de ver que em minha terra ainda se cultua a esperança de um dia melhor. Valeu Pedro, sinto orgulho de você, de sua trajetória e de seu aboio.





OS BADERNEIROS E PALHAÇOS PROFESSORES DE ACOPIARA

14 DE OUTUBRO, SÁBADO
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Jean Valjean, personagem principal do romance célebre de Victor Hugo, aprisionado que foi pelo martírio da pobreza, no livro "Os Miseráveis", tem uma sombria conexão amiúde do vocabulário escorregadio de personagens fictícios da comunicação local interpretadas pelo vazio do microfone e a escuridão das palavras. O poder da comunicação vai além das fronteiras, às vezes do absurdo e as vezes do tilintar da burrice. Taxar a nobreza do ensinamento e a dignidade dos que formam pessoas para a luta do dia a dia, de "baderneiros e palhaços" no sentido pejorativo é no mínimo não ter aprendido a ler e escrever com esses "marginais". O comportamento retilíneo seguindo uma grande curva do aprendizado e do saber, promove as pessoas ao limite das paralelas que nunca se encontrarão ao longo do vasto espaço de tempo pelo seu comportamento comprometido com a verdade dos fatos e da sabedoria humana, é uma lacuna no avanço que nos faz perpetrar diante dos absurdos a coerência de grandes pensadores e humanistas passados a limpo pela historia e pela capacidade de suas filosofias. Colocar determinadas pessoas que vomitam desprazeres em uma sociedade viciada no buraco da inércia é submeter-se à ilusão de um poder fictício e pequeno demais para segui-los na bastilha. O esquecimento da cabeça pendurada na masmorra e cortada na lâmina da incerteza enriquece a ideia de que existe determinados homens e mulheres que vieram ao mundo apenas pela biologia das células cancerígenas e que não subsistirão por muito tempo. Esses hipócritas que roubam no aquecer do dia, o pão de Jean Valjean, pela sua pobreza, tirando-lhe o desejo de alimentar seus pares apodrece mais ainda a capacidade do ser humano em avançar com dignidade sem usurpar o direito de intelectuais acima da pirâmide vocacionados que são em ensinar classes, cores, comportamentos das escolas separadas por paredes e ideais.Ao longo das palavras que busco aprender e avançar dentro do meu limite nunca e jamais vou entender porque os direitos são incompreendidos e as leis penduradas nos espinhosos personagens tão avassalados pela nudez da ignorância. Professor, é antes de tudo o inicio o meio e o fim de um pão ou de um livro que compõe a caminhada da criança do adolescente e do adulto humano. O professor deveria ser o imperador, o chefe de estado, o médico, o advogado, o padre, o pastor, mas ele é antes de tudo isso, foi quem  formou esses personagens. E viva os miseráveis dessa social cretina e burra comunicação da minha terra.Por Carlos Dehon.     

14 DE JULHO, A QUEDA DA BASTILHA


Divulgação

14 DE JULHO, SEXTA-FEIRA
Ontem, eu conversava com um jovem estudante aqui de Acopiara, e "ele" reclamava do que estava acontecendo no país. Cidadão novo, residente na zona rural, seus 17 anos, a vida inteira pela frente, e eu ouvidor, já atravessando a casa dos cinquenta, ainda na imaculada esperança de dar uma resposta animadora aquele brasileirinho, que rodopiava no meu portão e ficava a distancia de muitas perguntas que agonizavam em sua cabeça, e eu tinha certeza que a pergunta viria em cima de mim.Antes do rapaz me perguntar joguei em sua direção o que seria sua pergunta? O que você acha, o que está acontecendo com seu país e seu futuro. Ele simplesmente olhou para as nuvens procurando alguma resposta e disse que não sabia explicar. Meio tonto, ficou a castigar os dedos, falando que era muita corrupção, dinheiro jogado fora, e exclamou "o povo é muito burro, só vota em quem rouba". Quase dei uma gargalhada, mas não perguntei nem seu segmento político, nem quem era seu deputado, senador, ou que seja lá seu partido. Mas como sempre gostei do prolongar da conversa cidadã, aquela que só acontece quando meias dúzia de amigos se reúnem em uma mesa de bar. Escuta aqui, senta nessa cadeira e me escuta. Você conhece a história do Brasil, indaguei, aquela que os assassinos portugueses foram mandados para cá, a expulsão do povo holandês, Francês, o assalto do nosso ouro, às mentiras contadas sobre nosso descobrimento e nossa conquista das amarras de Portugal, a violenta soberania em cima dos escravos oriundos da África, e a vergonha de sermos o país que mais abraçou às correntes, quase não soltando-as, deixando para Cuba e nós, a marca de sermos o país que ficou por último na libertação dos mesmos. Você deve conhecer no mínimo a Inconfidência Mineira, conhecer a figura macabra de Silvério dos Reis ou saber que seu país antes mesmo de ser descoberto já havia sido descoberto, ou que quase os americanos do norte botaram a mão em cima de nós e que por pouco não ficamos submissos a olho nu do império norte-americano e britânico devido às dívidas externas e conflitos internos que sempre foram patrocinados pelo grande chefe estadunidense. Meu jovem isso é apenas o preâmbulo de uma história quase fictícia se não fosse seu descontentamento com o comportamento dos que regem a nação. Veja, continuei, você poderia me perguntar se eu ainda tenho esperança, não era? Claro que não, responderia de pronto a sua indagação, mas compreenda, a minha esperança, quando estudante era uma soma de patriotismo com ideologia, marcas registradas na nossa geração, que batíamos continência para nosso hino e nossa bandeira, éramos o Brasil da oportunidade, isso nos anos 70, estados cresciam, tínhamos problemas internos, mas vislumbrávamos o dia de amanhã como doutrina, não votávamos, vivíamos uma ditadura ferrenha, não tínhamos a liberdade de expressão, a chibata comia em cima da imprensa e de homens que foram marcados pela ferradura dos que dominavam a 'BASTILHA' tupiniquim, que o diga Arraes, Tancredo, Brizola, Ulisses, Prestes, e outras grandes envergaduras da política nacional. A grande diferença depois da queda da bastilha nacional, oriunda da força de movimentos que tomou forma na mão dessas figuras, e da reserva intelectual deste país, agregada ao 4° poder, e da inconformidade do povo, enterrávamos ali toda a escória da burguesia-política brasileira, e nossa esperança nascia nos braço da democracia, governo do povo, para o povo e pelo povo, eclodindo na Grécia e esticada por Abraham Linconl, na luta pela libertação dos escravos em seu país, e da separação do mesmo. Quando nossa democracia foi instituída veio a liberdade de expressão, a consolidação dos direitos universal, para a mulher, negro, idoso, criança, e da própria economia. Nós não sabíamos que: devido ao nosso analfabetismo, nossa fome, a separação dos estados sul, sudeste, do norte, nordeste, seríamos traídos, pela pior escória política de todos os tempos no Brasil, levando nossos direitos para o fundo da submissão humana, e que por falta de temor a Deus, e de uma cominação espúria, surrupiaram a maior estatal  mundial, e o maior celeiro. Sempre digo meu jovem, que: A caneta, só e somente só, vai expurgar diante de uma constituição rasgada pelos absolutistas a escória desse país por bem, porque se ela não for soberana, haverá sangue derramado pela luta contra a fome, a miséria, a desordem social, e a inércia operante dos políticos brasileiro. O jovem, terminado a conversa me olhou, e soltou a piada. Você sabe muito, dei a risada que queria dar no início, e em contra partida resmunguei.Não, sei apenas do preâmbulo, agora você como estudante cheio de esperança, transforme sua esperança em luta, em indignação, e corra trás do tempo, por que o meu ficou estampado na bandeira e na historia do meu país.Minha esperança vomita contradição, descontentamento. Carlos Dehon

BRASIL O PAÍS DE PIOR DNA HUMANO

05 DE FEVEREIRO, DOMINGO


"Diz a história", que quando fomos descoberto por Cabral, mentira ou não, em dezembro de 1498, uma frota de oito navios, sob o comando de Duarte Pacheco Pereira, atingiu o litoral brasileiro e chegou a explorá-lo, à altura dos atuais Estados do Pará e do Maranhão. Essa primeira chegada dos portugueses ao continente sul-americano foi mantida em rigoroso segredo. Estadistas hábeis, os dois últimos reis de Portugal entre os séculos 15 e 16 - D. João II e D. Manuel I - procuravam impedir que os espanhóis tivessem conhecimento de seus projetos.
Pouco depois do retorno de Vasco da Gama a Lisboa, em agosto de 1499, D. Manuel I, em parceria com investidores particulares, organizava uma nova expedição para Calicute. Decidido a impressionar o monarca local, ou a convencê-lo pelas armas, o rei enviava agora uma expedição ostensivamente rica e poderosa, composta de 13 navios com uma tripulação estimada entre 1.200 e 1.500 homens.
Seu comando foi confiado a um fidalgo de 33 anos, chamado Pedro Álvares Cabral. A bordo, estavam presentes alguns dos mais experientes navegadores portugueses, como Bartolomeu Dias, o mesmo que dobrou o cabo da Boa Esperança, atingindo pela primeira vez o oceano Índico. Na bagagem, a escória dos maiores assassinos e ladrões, do nosso primeiro país pai, (Portugal), isso qualquer aluno do Monsenhor Coelho sabia de cor e salteado, pelas inteligente aulas de O.M.C  O.S.P.B. e história da Professora D. Adercy, ainda entre nós. Dizem, que na segunda grande guerra, nenhum alemão em sã consciência queria ser morto por um soldado brasileiro, porque além de sangrar a jugular do nazista, ele ainda dava umas cutucadas. Sem jamais querer macular nossos heróis pracinhas da FEB, tomadores de Monte Castelo e Montese nos apeninos italianos, É horripilante o que determinados brasileiros vivendo em dois cárceres, um a mercê da própria crueldade social do país e de seus dirigentes, e aprisionados em campos de concentrações de norte a sul  do Brasil, uma verdadeira escola primitiva de autocompadecimento, As migalhas da desnutrição encefálica dos abutres brasileiros tanto fora e dentro dos cárceres, são amiúde a descomunal e itinerante descida para a mais e nojenta e bestial pirâmide de evolução humana. Cenas grotescas de um estado dentro de outro estado, um sem a moral e projetos que poderiam dar suporte a quem quisesse sair dessa situação, pois ainda restam seres humanos presos a siglas hediondas hoje comandando nosso estados, e um estado dirigido por políticos safados e cretinos, que além de rasgarem a constituição nos seus golpes de republiquetas infantis nos deixam na incógnita do que poderá acontecer daqui pra frente. A nocaute ainda tento observar o mapa frívolo dos direitos humanos, que de humano não tem nada, porque se quisessem desdobrar o papel atingiria antes de tudo o início, o meio e o fim. O que sofremos nos cassetetes de policiais nos anos 70, ainda sobre a sombra da ditadura, na longa e tenebrosa caminhada para ver surgir no horizonte a democracia, pasmem, os avós heróis dessa passagem, são hoje figuras amareladas por seus netos, metidos em todo tipo de falcatrua, além de alguns vultos enganadores e pecaminosos que nos envolvem com seus discursos banais, corriqueiros e que não nos atingem mais, fazendo-nos sair do acreditar, dando o troco e não marcando mais um "x" nessas figuras abominosas. Para o Brasil sair de alcaçuz, terá que fazer uma transfusão de sangue, de comportamento social, religiosa, política, caso contrário vamos acreditar que possuímos, o pior DNA humano do planeta. Por Carlos Dehon  

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