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Fim da escala 6x1 é aprovado na Câmara dos Deputados; jornada de trabalho também será reduzida

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (27), uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. A medida também confirma a redução de jornada de 44 para 40 horas semanais. A proposta foi aprovada por 472 votos a 22, em primeiro turno, e 461 a 19 votos, em segundo turno. A proposta segue, agora, para análise dos senadores, ainda sem data. As informações são do G1.

Vale ressaltar que mais cedo, na tarde desta quarta-feira, a comissão responsável por discutir a PEC aprovou o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). O texto-base foi aprovado com 34 votos a favor e 4 contra.

De acordo com a proposta, a redução será gradual em até 14 meses. As primeiras duas horas de diminuição, de 44 para 42, devem ser estabelecidas em até dois meses após a promulgação da PEC. As quatro horas restantes serão confirmadas em até 12 meses após a primeira redução.



Laudo de diabetes tipo 1 poderá ser permanente

TEXTO SERÁ ENVIADO AO SENADO
Portadores de diabetes tipo 1, doença hereditária e irreversível, poderão ter direito a um laudo com validade indeterminada. O texto aprovado na Câmara dos Deputados reconhece que a condição é imutável e, por isso, o acesso aos medicamentos não precisa de laudos renovados periodicamente. O texto será enviado ao Senado.

“Considerando que o DM1 é uma condição crônica e irreversível, não há justificativa para a exigência de renovações periódicas do laudo apenas para fins burocráticos. A proposta contribui para a redução de custos e de demandas desnecessárias no sistema de saúde, além de agilizar processos administrativos em diversas áreas, como saúde, educação, previdência e assistência social, garantindo mais dignidade e menos transtornos aos pacientes”, completou o relator, deputado Max Lemos (PDT-RJ).

Pelo projeto de lei, o documento poderá ser emitido por médico da rede pública ou privada, seguindo as exigências legais já vigentes. A mudança ocorre na lei de 2006 que determinou ao Sistema Único de Saúde (SUS) a distribuição gratuita de insulina e de insumos para controle da glicemia.

“O laudo médico que ateste o diagnóstico confirmado de diabetes mellitus tipo 1 (DM1) tem validade indeterminada, independentemente de ter sido emitido por profissional da rede de saúde pública ou de saúde privada”, diz o texto aprovado.

Comissão aprova piso salarial para profissionais técnicos da educação Salário corresponderia a 75% do valor pago aos professores; projeto continua em análise na Câmara Fonte: Agência Câmara de Notícias, atualização, 16h09

A Comissão Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa a remuneração mínima dos profissionais da área técnica e administrativa da educação básica pública em 75% do piso salarial dos professores.

Por recomendação da relatora, deputada Socorro Neri (PP-AC), foi aprovado o texto adotado anteriormente na Comissão de Educação para o Projeto de Lei 2531/21, da ex-deputada Rose Modesto (MS). O texto original definia um valor fixo como piso (R$ 2.164,68), o qual à época equivalia a 75% da remuneração mínima dos professores.

Custeio
Socorro Neri explicou que o impacto orçamentário e financeiro do piso proposto – estimado em R$ 39,5 bilhões anuais para pagar 1,6 milhão de merendeiras, vigilantes e outros profissionais – será custeado com recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A remuneração média atual desses profissionais é de R$ 1,8 mil mensais e, com o piso, atingirá R$ 3.650.

“Segundo a lei do novo Fundeb, pelo menos 70% dos recursos anuais totais do fundo serão destinados ao pagamento da remuneração dos profissionais da educação básica em efetivo exercício”, lembrou a relatora. “Também se enquadram na categoria os profissionais de apoio técnico, administrativo ou operacional”, informou.

A deputada também argumentou que o impacto do piso equivale a 11,7% da receita estimada do Fundeb para 2025. “Logo, para o ano de 2026 e seguintes, o aumento anual esperado das receitas do Fundeb comportará o acréscimo introduzido por esse novo piso, sem comprometer a sustentabilidade financeira do fundo”, afirmou.

Socorro Neri mencionou ainda manifestação do Ministério da Educação favorável à valorização dos profissionais “não docentes” das escolas públicas. Na avaliação da pasta, o piso nacional incentivará estados e municípios a criar planos de carreira e fortalecer vínculos desses servidores com as instituições de ensino.

Modificação
A relatora apenas retirou do projeto o item que previa a atualização anual dos valores com base no mesmo índice utilizado para atualização do piso salarial dos professores.

Conforme explicou, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2025 considera inadequada a proposição que determine a atualização monetária de despesas públicas, inclusive decorrentes da fixação de piso salarial.

Na mesma votação, foi rejeitado o Projeto de Lei 1540/23, que tramita em conjunto e trata de assunto semelhante.

Próximos Passos
Além das comissões de Educação; e de Finanças e Tributação, o projeto de lei já foi aprovado pelas comissões de Administração e Serviço Público; e de Trabalho.

O texto segue agora para análise, em caráter conclusivo, da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.



Reportagem - Noéli Nobre
Edição - Marcia Becker

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Receita Federal Comissão na Câmara aprova projeto isentando IR e Previdência para idosos acima de 75 anos!!!Quarta-feira, 27/08, 10h47

SEGUE EM ANÁLISE
Um projeto que isenta pessoas com mais de 75 anos de pagamento do Imposto de Renda (IR) até o limite do teto do Regime Geral de Previdência Social avançou na Câmara dos Deputados. O texto foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa na segunda-feira (25). Caso estejam empregadas, essas pessoas também ficam isentas da contribuição previdenciária.

A proposta inclui as isenções na norma sobre o IR nos salários (Lei 7.713/88) e na Lei Orgânica da Seguridade Social, no trecho sobre contribuição previdenciária obrigatória de aposentado ou pensionista que ainda trabalha como empregado.

“O envelhecimento traz consigo a evolução dos gastos necessários à manutenção do padrão de vida, geralmente com a redução da capacidade da pessoa em gerar renda”, justificou a deputada Renata Abreu, autora da proposta original.

A versão aprovada é o substitutivo do relator, deputado Rubens Otoni (PT-GO), para o Projeto de Lei 5965/23, da deputada Renata Abreu (Podemos-SP). Rubens Otoni apresentou nova redação, mantendo objetivo similar ao do texto original.

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

POLÍTICA Câmara dos Deputados vai declarar perda de mandato de Carla Zambelli, afirma Hugo Motta

Ontem segunda-feira, 9, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o Parlamento vai cumprir a determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) de declarar a cassação do mandato da deputada federal Carla Zambelli sem submeter o assunto ao plenário da Casa.

“O tratamento que vamos dar é o de seguir o rito regimental para o cumprimento da decisão do STF. Até porque, esta é a única alternativa; a única coisa que temos a fazer, já que o processo foi concluído, com a condenação [da deputada]”, comentou o presidente.

A Primeira Turma do STF condenou Zambelli, em maio, a dez anos de prisão e à perda do mandato pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Na ação criminosa, Zambelli e o hacker, réu confesso e também condenado, Walter Delgatti, incluíram um mandato de prisão fraudulento contra o ministro do STF Alexandre de Moraes.

A deputada entrou com recursos para tentar reverter a sentença, mas a Primeira Turma rejeitou.

A confirmação da condenação de Zambelli foi anunciada após a deputada anunciar que havia deixado o Brasil com o propósito de se estabelecer na Europa e, assim, evitar ser presa.

Câmara aprova em regime de urgência projeto que inclui facções em atos de terrorismo


PENA AUMENTADA SE COMETIDO NA INTERNET
A Câmara dos Deputados aprovou a urgência do Projeto de Lei que altera a Lei Antiterrorismo e amplia as motivações do crime de terrorismo e estende a aplicação da lei a organizações criminosas e milícias privadas que realizem um ou mais atos de terrorismo com o objetivo de retaliar políticas públicas ou demonstrar domínio, controle social ou poder paralelo ao Estado em qualquer espaço territorial.

A ementa foi apresentada pelo deputado cearense Danilo Forte (União Brasil/CE). Aprovada com urgência, o PL pode ser votado a qualquer momento, sem necessidade de tramitação.

O tema avançou na Câmara um mês após o governo dos Estados Unidos (EUA) solicitar ao Brasil que classifique facções criminosas como organizações terroristas, e o Governo Federal ser contra.

O texto proposto apresentou como exemplo o caso ocorrido no Ceará, na qual uma facção criminosa declarou guerra contra provedores de internet. “Essa ação não apenas prejudicou as empresas, mas também afetou as operações portuárias, impedindo a emissão de notas fiscais e comprometendo as exportações, demonstrando o impacto que atos de terror praticados por grupos criminosos organizados pode ter sobre a economia e a infraestrutura do país” justifica o autor da proposta.

O projeto agora aguarda parecer do relator na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO).

(Foto: Câmara dos Deputados)

CÂMARA Câmara aprova urgência para projeto que aumenta número de deputados


A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (6/5), o requerimento de urgência para o projeto de lei que permite o aumento do número de vagas para deputados federais. No parecer do relator, deputado Damião Feliciano (União-PB), divulgado durante a tarde, haveria um acréscimo de 18 cadeiras. 268 deputados votaram a favor da urgência. Outros 199 parlamentares votaram contra a tramitação acelerada do texto.

O projeto altera a Lei Complementar nº 78 de 1993, que disciplina a fixação do número de deputados. A proposta do relator é estabelecer o número de 531 deputados a partir de 2026. Atualmente, a Câmara tem 513 deputados. O projeto prevê acréscimos para os seguintes Estados:

- Rio Grande do Norte - Mais duas cadeiras;

- Mato Grosso - Mais duas cadeiras;

- Goiás - Mais uma cadeira;

- Ceará - Mais uma cadeira;

- Santa Catarina - Mais quatro cadeiras;

- Pará - Mais quatro cadeiras;

- Amazonas - Mais duas cadeiras;

(*) Correio Braziliense

Câmara aprova projeto que aumenta a pena para quem oferecer bebidas alcoólicas á crianças

VEJA DETALHES
A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (25), um projeto de lei que agrava a pena para quem oferecer ou vender bebidas alcoólicas a crianças e adolescentes, caso o produto seja consumido.

O texto passou por alterações antes da aprovação. O projeto original previa o dobro da pena, enquanto o aprovado determina um aumento de ⅓ a 50%, caso o menor de idade consuma a bebida alcoólica. Agora, a proposta seguirá para análise do Senado Federal.

ENTENDA O JULGAMENTO ATUAL

Atualmente, a pena prevista é de detenção de 2 a 4 anos e multa para quem vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar bebidas alcoólicas ou outros produtos que possam causar dependência física ou psíquica.

A pena é aplicada independentemente de o menor consumir ou não o produto. No entanto, a autora do projeto, a deputada federal Laura Carneiro (PSD-RJ), argumenta que, nos casos de consumo, a punição deve ser mais severa.

"Mas não há como ignorar que se apresentam muito mais graves, a demandar uma punição mais elevada, os casos em que essa utilização ocorre efetivamente."

Projeto de Lei que prevê uso de multas para financiar CNH Popular segue em análise na CÂMARA DOS DEPUTADOS

Está em análise na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3965/2021, de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE), que prevê a destinação de recursos arrecadados com multas de trânsito para o custeio do programa Carteira Nacional de Habilitação Popular (CNH). O projeto tem como base a Medida Provisória 1287/25.
Segundo o parlamentar, transformar a medida provisória em lei possibilita maior segurança jurídica e continuidade ao programa. “Com essa proposta, garantimos um direito essencial às pessoas de baixa renda e reforçamos a mobilidade e a empregabilidade no país”, afirma Guimarães.

O texto aponta que os valores arrecadados com infrações de trânsito devem ser direcionados para a concessão da CNH gratuita às pessoas de baixa renda. De acordo com o PL, os critérios de acesso ao benefício serão definidos pelo governo federal, em parceria com os estados.

O projeto, para entrar em vigor, precisa ser avaliado por comissões temáticas da Câmara e, em seguida, ser aprovado pelo Senado e sancionado pelo Presidente da República.

Mães e pais atípicos poderão ter atendimento

TRATAMENTO PSICOSSOCIAL É O FOCO
Mães e pais de crianças atípicas poderão receber atendimento prioritário e acompanhamento psicossocial no Sistema Único de Saúde (SUS), segundo projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados.

A proposta define como "criança atípica" aquela que apresenta necessidades especiais, sejam elas físicas, cognitivas, emocionais ou comportamentais, como transtorno do espectro autista (TEA), síndrome de Down, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e paralisia cerebral, entre outras condições.

De acordo com a medida, o atendimento prioritário também será estendido aos responsáveis pela guarda e proteção de pessoas com deficiência, transtornos ou doenças que exijam cuidados especiais.

“CUIDANDO DE QUEM CUIDA”

O projeto inicial, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), sugeria a criação do Programa de Atenção e Orientação às Mães Atípicas com filhos com deficiência, intitulado “Cuidando de Quem Cuida”, em referência ao programa com o mesmo nome desenvolvido no Distrito Federal. No entanto, a resolução aprovada é uma versão alterada, apresentada pela relatora Simone Marquetto (MDB-SP).

Além de beneficiar os responsáveis por pessoas atípicas, o texto também sugere a necessidade de regulamentação sobre o uso de cordões inclusivos, como os que trazem estampado um quebra-cabeças colorido. A regulamentação estaria prevista na Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

Durante o debate da proposta, parlamentares destacaram que as medidas "aliviam a sobrecarga enfrentada pelas famílias atípicas" e "garantem que o Estado cumpra seu papel de oferecer suporte".

(*) JJ

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que permite a investigados por crimes comprar e registrar armas de fogo.



PARA CONTROLAR A SEGURANÇA
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que permite a investigados por crimes comprar e registrar armas de fogo. A medida modifica pontos do Estatuto do Desarmamento e busca reduzir a clandestinidade e fortalecer o controle sobre a segurança pública.

O texto autoriza a compra e o registro de armas de fogo por pessoas que estejam respondendo a inquérito policial, com exceção de casos relacionados a crimes específicos. Entre as exclusões estão crimes dolosos contra a vida, crimes hediondos ou equiparados, crimes contra a dignidade sexual, crimes previstos na Lei Maria da Penha, crimes contra o patrimônio com uso de violência, além de crimes de ameaça ou cometidos com grave ameaça.

Além disso, os interessados deverão apresentar certidões negativas de antecedentes criminais, não ter condenação transitada em julgado e não estar sujeitos a medidas protetivas, como as previstas em casos de violência doméstica.

Outro ponto do projeto é a possibilidade de registro de armas adquiridas antes da data prevista pelo Estatuto do Desarmamento. A proposta também aumenta de 3 para 5 anos o prazo para a renovação do certificado de registro, que será contado a partir da emissão do documento anterior.

Se aprovado pelo Senado, o projeto alterará ainda a regra que torna inafiançável o disparo de arma de fogo em áreas habitadas, vias públicas ou em direção a elas. Com a mudança, a ação será passível de fiança se for praticada em legítima defesa própria ou de terceiros.

A medida também estabelece que armas, acessórios e munições já periciados definitivamente sejam restituídos ou tenham sua destinação legal definida. Nesse caso, o material poderá ser doado às Forças Armadas ou a órgãos de segurança pública, desde que aprovado pelo Exército e conforme o padrão de uso de cada instituição.

Os demais requisitos previstos em lei permanecem inalterados.

Pessoas com deficiência associada ao Zika terão pensão vitalícia

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4) projeto de lei que concede pensão especial mensal e vitalícia, equivalente ao teto do Regime Geral de Previdência Social, atualmente em R$ 7.786,02, para pessoas com deficiência permanente decorrente de microcefalia associada à infecção pelo vírus Zika. A proposta também concede indenização por dano moral, no valor de R$ 50 mil.

O projeto de lei aprovado será enviado à sanção presidencial.
Guillain-Barré

Uma das emendas aprovadas, de autoria da senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), retira da lista de beneficiados pessoas com deficiência permanente decorrente da Síndrome de Guillain-Barré associada à infecção pelo Zika.

Outra emenda aprovada prevê que a pensão seja paga também como abono a título de 13º salário, além de poder acumular com outros benefícios da Previdência no valor de um salário mínimo, com o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e com a indenização prevista.

Uma terceira emenda impede a transmissão da pensão após a morte do beneficiário para pessoa legalmente responsável que comprove ter cuidado do paciente desde o nascimento até o óbito.
Laudo

Para receber a pensão, deverá ser apresentado laudo de junta médica pública ou privada responsável pelo acompanhamento da pessoa beneficiária.

O projeto ainda amplia em 60 dias o salário-maternidade e a licença-maternidade para casos de nascimento de criança com microcefalia decorrente do vírus Zika. A decisão vale, inclusive, para adoção ou guarda judicial.

Já a licença-paternidade prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), de 5 dias, será estendida para 20 dias para os casos em questão.

* Com informações da Agência Câmara

A Câmara dos Deputados rejeitou, ontem, quarta-feira (30), uma emenda que pretendia criar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) para bens que ultrapassassem R$ 10 milhões.



A PARTIR DE R$ 10 MILHÕES
A Câmara dos Deputados rejeitou, ontem,  quarta-feira (30), uma emenda que pretendia criar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) para bens que ultrapassassem R$ 10 milhões.

A emenda, proposta pela federação partidária Rede-PSOL, abordava a propriedade, posse ou domínio útil de bens e direitos. Se aprovada, a alíquota seria progressiva, variando de 1% a 3% nos primeiros cinco anos e de 0,5% a 1,5% após esse período, conforme o valor patrimonial. O destaque foi rejeitado por 262 votos a 136.

Com isso, os parlamentares encerraram a votação que analisou a segunda etapa da regulamentação da reforma tributária, que estabelece regras de gestão e cobrança do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS).

O texto-base já havia sido aprovado no primeiro semestre. Agora, a proposta será enviada ao Senado.

(Foto: Câmara dos Deputados)

CÂMARA APROVA PROJETO QUE GARANTE ENERGIA SOLAR E EÓLICA PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA

ENTENDA COMO FUNCIONARÁ
Um Projeto de Lei aprovado na Câmara dos Deputados prevê o acesso à energia limpa (predominantemente solar e eólica) para famílias de baixa renda com um consumo mensal de até 220 kWh.

A medida foi aprovada nesta terça-feira (7) na forma de um substitutivo que institui o Programa Renda Básica Energética (REBE).

O PL estabelece a instalação de centrais de micro e minigeração distribuída, que pode ser feita por cooperativas. O programa foca em áreas rurais e habitações do Minha Casa Minha Vida, o que beneficia majoritariamente as famílias em situação de vulnerabilidade social.

O financiamento do REBE virá de diversas fontes, segundo a Casa, incluindo recursos orçamentários da União, empréstimos de bancos públicos federais, e fundos anteriormente destinados à Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE). O texto segue agora para o Senado Federal.

"Este projeto representa um marco significativo no acesso à energia elétrica limpa minimizando o impacto que a conta de luz representa no bolso de quem mais precisa.", explica o deputado Domingos Neto (PL), autor do PL.

O parlamentar explica que o substitutivo do relator Lafayette de Andrada aprimorou o texto, criando a renda básica energética.

As instalações das centrais de micro e minigeração distribuída serão gerenciadas pela Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBPar).

Câmara dos Deputados começa a debater projeto para renovar concessão da Enel no Ceará

 
A Câmara dos Deputados, em Brasília, começa a debater projeto que renova a concessão da Enel por mais 25 anos no país. Isso implica na permanência da empresa no Ceará, São Paulo e Rio de Janeiro.

A proposta, em regime de urgência é do deputado João Bacelar (PL-BA).

Em tempo

A informação foi repassada neste domingo (3) pela coluna de Lauro Jardim no jornal O Globo.

Em tempo II

Segundo o colunista, esse projeto “pode colocar [os ministros] Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia) em lados antagônicos”.

Ainda de acordo com Lauro Jardim, “Silveira tem se posicionado contrário ao texto apresentado por Bacelar, aliado de Rui. E o governo ajudou a aprovar a urgência da proposta votada na semana passada”.

Câmara deve votar, nesta terça-feira, proposta do Senado que altera regras dos precatórios

 

A Câmara dos Deputados deve votar, nesta teça (14), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 46/21 que cria, até 2026, um limite anual para o pagamento de precatórios pela União, estados, municípios e Distrito Federal. Pelo texto, haverá um limite na proposta orçamentária para os pagamentos com as sentenças judiciais equivalente ao valor da despesa paga no exercício de 2016, corrigido pelas mesmas regras de correção do teto de gastos da União.

A PEC é oriunda do Senado, onde já foi aprovada. O texto representa a parte da PEC dos Precatórios que foi modificada pelos senadores e precisa agora da análise dos deputados. A parte de consenso entre as duas casas legislativas foi promulgada.

Com o limite no pagamento de precatórios será aberto um espaço fiscal de R$ 39,485 bilhões no Orçamento do ano que vem, segundo estimativa da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados. Outros R$ 4,08 bilhões serão abertos com os precatórios parcelados fora do limite, chegando a um total de R$ 43,56 bilhões.

Somando as mudanças no cálculo do teto de gastos, que já foram promulgadas na Emenda Constitucional 113, o espaço fiscal em 2022 vai aumentar em R$ 106 bilhões a R$ 108,4 bilhões.

Vinculação


Como os precatórios expedidos pela Justiça serão superiores ao limite, a PEC determina que a diferença (espaço fiscal, no texto) será vinculada a gastos sociais, como programa de transferência de renda e assistência social.

Os precatórios não pagos por falta de margem financeira terão prioridade nos anos seguintes, observada a ordem cronológica. A proposta orçamentária deverá ainda conter montante suficiente para cobrir os gastos com as sentenças judiciais mais baixas (requisições de pequeno valor – RPVs), que na União representam obrigações de até 60 salários mínimos.

Mudança no Senado


A proposta traz outras regras para os precatórios. O texto faculta aos credores de precatórios não pagos optar pelo recebimento do valor com desconto de 40% por meio da celebração de acordo direto perante os juízos de conciliação de condenações contra a Fazenda Pública.

A PEC também define a ordem de prioridade dos precatórios até 2026: primeiro, as RPVs e os precatórios de natureza alimentícia (salários e pensões) devidos a idosos (60 anos ou mais), pessoas com doença grave ou com deficiência até o triplo do valor fixado em lei para RPV.

Em seguida, virão os precatórios de natureza alimentícia até o triplo do valor fixado em lei para RPV, demais precatórios de natureza alimentícia e demais precatórios.

Fundef


A PEC determina que os precatórios do antigo Fundef serão pagos em três parcelas anuais, da seguinte forma: 40% no primeiro ano, 30% no segundo ano e 30% no terceiro ano. Esses precatórios têm origem em ações movidas pelos estados e municípios contra a União por discordâncias na complementação ao fundo. Com as mudanças da PEC, a estimativa é que sejam pagos R$ 7,04 bilhões em precatórios do Fundef em 2022.

O texto do Senado também exclui estes precatórios do limite anual e estabelece que os valores recebidos pelos estados e municípios deverão ser aplicados no ensino fundamental público. No mínimo 60% deverão ser repassados aos profissionais, inclusive aposentados e pensionistas, na forma de abono.

A PEC estabelece também que o Congresso Nacional deverá criar uma comissão para auditar os precatórios com o objetivo de identificar as situações com maior potencial gerador de sentenças judiciais contrárias à Fazenda Pública da União. Por fim, o texto inclui na Constituição direito permanente à renda básica para pessoas em vulnerabilidade social.

Tramitação


O texto será será analisado diretamente pelo Plenário da Câmara. Se o texto for aprovado sem mudanças, será promulgado. Qualquer alteração força o retorno ao Senado para nova análise.

(*) Com informações Agência Câmara de Notícias

Deputados temem fraude e exclusão com aplicativo de Cadastro Único Fonte: Agência Câmara de Notícias

Os deputados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados questionaram a diretora do Departamento do Cadastro Único da Secretaria de Cadastro Único do Ministério da Cidadania, Angélia Amélia Faddoul, sobre o desenvolvimento de um aplicativo para o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico). Eles temem que mudanças no sistema atual de cadastro, feito presencialmente pelas prefeituras, provoquem fraudes e a exclusão de cidadãos vulneráveis.

Angélia Faddoul participou de audiência pública

O CadÚnico reúne os dados de beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais, como a Tarifa Social de Energia e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). São quase 77 milhões de registros ativos de brasileiros em situação de pobreza.

Os deputados Eduardo Barbosa (PSDB-MG) e Flávia Morais (PDT-GO) lamentaram a falta de informações do Ministério da Cidadania. "Se existe um trabalho paralelo no ministério, trazendo insegurança para gestores e atores do Cadastro Único, precisamos descobrir e ter informação concreta, até para colaborar", cobrou Flávia Morais.

Eduardo Barbosa lembrou da dificuldade de acesso da população vulnerável a celulares com internet, além das dificuldades de preencher os dados em aplicativos. "Na época do auxílio emergencial, meu gabinete tinha fila de gente pedindo ajuda para fazer o cadastro", relatou.

Modernização
Angélia Faddoul afirmou que o aplicativo não vai substituir o contato humano e a avaliação realizada por profissionais qualificados da rede de postos de atendimento e centros de referência de assistência social. "A modernização do cadastro está sendo pensada para ampliar a autonomia dos brasileiros para ter acesso às políticas sociais", defendeu. "A pandemia mostrou que essas tecnologias são extremamente aliadas à assistência social."

Segundo a diretora, o atendimento também poderá ser feito por telefone, assim como foi realizado no cadastro do auxílio emergencial. A diretora reconheceu que houve um conjunto significativo de erros, omissões e preenchimento equivocado no cadastro do auxílio emergencial. No entanto, ela avalia que o processo pode ser fortalecido com a agregação de novas bases de dados e registros.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara aprova projeto que define crimes contra o Estado Democrático de Direito Fonte: Agência Câmara de Notícias

Margarete Coelho (PP-PI),
Margarete Coelho, relatora da proposta

Fonte: Agência Câmara de Notícias

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (4) a proposta que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN) e acrescenta no Código Penal vários crimes contra o Estado Democrático de Direito. O projeto (PL 6764/02) será enviado ao Senado.

Segundo o texto aprovado, da deputada Margarete Coelho (PP-PI), será criado um novo título no código para tipificar dez crimes em cinco capítulos, como aqueles de interrupção do processo eleitoral, de fake news nas eleições e de atentado a direito de manifestação.

Assim, por exemplo, no capítulo dos crimes contra a cidadania, fica proibido impedir, com violência ou ameaça grave o exercício pacífico e livre de manifestação de partidos políticos, movimentos sociais, sindicatos, órgãos de classe ou demais grupos políticos, associativos, étnicos, raciais, culturais ou religiosos.

A pena será de 1 a 4 anos de reclusão, mas se da repressão resultar lesão corporal grave a pena aumenta para 2 a 8 anos. No caso de morte, vai para 4 a 12 anos.

Forças Armadas
Em crime já tipificado no código, de incitação ao crime, punível com detenção de 3 a 6 meses ou multa, o texto considera igualmente um crime desse tipo quem incitar, publicamente, a animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e os poderes constitucionais, as instituições civis ou a sociedade. Atualmente, a LSN prevê pena de reclusão de 1 a 4 anos para este crime.

Entretanto, não serão consideradas crime a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais por meio de passeatas, reuniões, greves, aglomerações ou qualquer outra forma de manifestação política com propósitos sociais.

Todas as penas para os crimes incluídos no título contra o Estado Democrático de Direito serão aumentadas de um terço se eles forem cometidos com violência ou grave ameaça exercidas pelo uso de arma de fogo ou se forem cometidos por funcionário público; neste caso, acumulada com a perda do cargo ou da função pública.

Caso o autor seja militar, o aumento da pena será de 50% com perda do posto e da patente ou graduação.

A nova lei terá vigência depois de 90 dias de sua publicação.

Eleições
No capítulo de crimes contra o funcionamento das instituições no processo eleitoral, o projeto pune com reclusão de 3 a 6 anos e multa quem impedir ou perturbar a eleição ou mesmo a aferição de seu resultado com a violação indevida de mecanismos de segurança do sistema eletrônico de votação.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Debatedores pedem prioridade para a vacinação de indígenas que vivem em áreas urbanas Fonte: Agência Câmara de Notícias

Wapichana alertou para situação crítica dos povos
 indígenas, que já somam 1039
mortos por Covid-19

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Debatedores pediram que indígenas que vivem em áreas urbanas também tenham prioridade na vacinação contra Covid-19, em debate na Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (19), data em que se comemora o Dia do Índio. A audiência pública foi promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias em conjunto com a

A deputada indígena Joenia Wapichana (Rede-RR), que pediu o debate, disse que a situação dos povos na pandemia é crítica. “Desde o início, já foram contabilizados 52.494 mil casos confirmados, com 1.039 indígenas mortos e 163 povos afetados pela Covid-19, segundo dados do Comitê Nacional de Vida e Memória Indígena”, destacou.

Ela lembrou que o Plano Nacional de Imunização (PNI) do governo federal contra a Covid-19 exclui os povos indígenas que vivem fora de suas aldeias - ou seja, aqueles que moram em áreas urbanas e áreas em processo de demarcação. Segundo censo do IBGE de 2010, dos 896,9 mil indígenas que viviam no Brasil, 57,7% estavam em terras indígenas e 42,3% fora delas.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Câmara pode votar urgência para definição de crimes contra o Estado Democrático de Direito Fonte: Agência Câmara de Notícias

CÂMARA DOS DEPUTADOS
A Câmara dos Deputados pode votar, nesta terça-feira (13), pedidos de

De autoria do Poder Executivo, o Projeto de Lei 6764/02 substitui a Lei de Segurança Nacional pela tipificação de crimes contra o Estado Democrático de Direito, como atentados, sequestros de autoridades, tentativas de golpe de Estado, atentado à soberania e outros.

O projeto está apensado ao PL 2462/91 e deve ser relatado pela deputada Margarete Coelho (PP-PI). A retomada da discussão da proposta se dá no contexto do uso reiterado da Lei de Segurança Nacional, editada no período da ditadura. O Supremo Tribunal Federal (STF) também deve discutir nos próximos dias a revogação de dispositivos da lei.

Maus-tratos
De autoria do deputado Hélio Lopes (PSL-RJ) e outros, o Projeto de Lei 4626/20 aumenta a pena para quem expor a perigo a vida ou a saúde de pessoa sob sua autoridade, por exemplo, abusando de meios de correção ou disciplina. Segundo o texto, a pena de reclusão passa de 4 a 12 anos para 8 a 14 anos se as ações resultarem em morte.

O texto aumenta no mesmo patamar as penas para casos semelhantes de abandono ou maus-tratos aplicados a idosos que resultarem em morte ou lesão grave.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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