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A Polícia Civil capturou nesta sexta-feira (17) um homem de 36 anos suspeito de exercer de forma ilegal medicina em cidades do interior do estado

 

A Polícia Civil capturou nesta sexta-feira (17) um homem de 36 anos suspeito de exercer de forma ilegal medicina em cidades do interior do estado. O homem foi preso no Bairro Cocó, em Fortaleza, área nobre da capital.

Segundo o que foi divulgado pela corporação o homem é também investigado por estelionato, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Ele também responde por tráfico internacional de mulheres na justiça do Acre.

A defesa do falso médico afirmou que ainda terá acessos aos autos do processo e que a acusação segue em segredo de justiça.

Identificado como Thiago Celso Andrade Reges, chegou a atuar ilegalmente como médico no município de Mulungu, além de Baturité e Itapajé, ambos no interior do estado. Ainda de acordo com o que foi averiguado, Thiago tentava validar um falso diploma de medicina.

Núcleo de Mediação da Polícia Civil é alternativa para a resolução de pequenos conflitos



Resolver conflitos com mais celeridade: esta é a proposta do “Calma! Vamos conversar”, um núcleo consensual de mediação de conflitos instalado no 2º Distrito Policial, no bairro Aldeota. O projeto funciona desde Outubro de 2019 e conta com cinco policiais civis capacitados para intervir em ocorrências de diversos crimes, como ameaça, injúria, calúnia, difamação, dano, além de outros cujo início do procedimento policial dependa da vontade do interessado, garantindo menos burocracia na busca de paz social.
Até o fim de 2019, o núcleo realizou mais de 50 sessões de mediação, com 93% de êxito, ou seja, quando foram finalizadas com um acordo entre os interessados.
Atualmente, o projeto atende os bairros Aldeota, Meireles, Praia de Iracema e Varjota, integrantes da Área Integrada de Segurança 1 (AIS 1). 
Após o registro de um boletim de ocorrência, os delegados responsáveis avaliam se o caso pode ser acompanhado pelo projeto. Comprovada a necessidade de mediação, os interessados são chamados para uma sessão e a Delegacia registra o que ficou decidido em um documento assinado por todos.
Roberto Moreira

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