PLANTÃO POLICIAL EM ACOPIARA: Homem é preso suspeito de agredir e tentar matar mulher que passou três dias perdida em mata
Um homem de 39 anos foi preso, nesta terça-feira (24), suspeito de agredir e tentar matar uma mulher em Acopiara, no interior do Ceará. Ele, que é companheiro da vítima, foi detido no mesmo município.
O caso aconteceu no último dia 8 de fevereiro. A vítima, que tem 40 anos, foi resgatada em uma zona de mata e encaminhada a uma unidade hospitalar. Ela fugia do homem, que a teria agredido há alguns dias em uma residência situada no bairro Vila Caixa.
O suspeito foi localizado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Acopiara. Ele já respondia por ameaça e crime contra a incolumidade pública. Após o cumprimento de um mandado de prisão preventiva, ele foi colocado à disposição da Justiça.
(*) G1 Ceará
Ex-vereador é preso no Ceará por favorecimento de prostituição infantil Francisco de Jesus Ferreira da Silva, conhecido como "Duca de Pacatuba", de 47 anos, foi condenado pelo crime.
O ex-vereador Francisco de Jesus Ferreira da Silva, conhecido como "Duca de Pacatuba", de 47 anos, foi preso na última segunda-feira (23), em Amontada, no interior do Ceará, por suspeita de favorecimento da prostituição de criança ou adolescente.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, a captura do ex-político foi realizada por meio do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), em cumprimento a um mandado de prisão decorrente de sentença de condenação pelo crime.
A pasta não deu detalhes de como ocorreram as ações criminosas do investigado.
Duca foi vereador do município de Pacatuba, na Região Metropolitana de Fortaleza, entre os anos de 2016 a 2020, pelo Partido Popular Socialista (PPS). Ele recebeu à época 488 votos, 1,3% dos votos válidos.
Ele chegou a se candidatar em 2024, pelo Podemos, mas não foi eleito. A defesa do ex-político não foi localizada.
(*) g1 Ceará
Ministério da Saúde confirma 88 casos de mpox no Brasil Outros dois casos prováveis seguem em investigação.
O Brasil soma 88 casos confirmados de mpox, de acordo com dados atualizados do Ministério da Saúde e das secretarias estaduais. O País também registra dois casos prováveis, 171 suspeitos e nenhum óbito relacionado à doença até esta quarta-feira (25).
Os casos confirmados estão distribuídos em sete unidades da federação. São Paulo concentra o maior número, com 63 registros, seguido por Rio de Janeiro (15), Rondônia (4), Minas Gerais (3), Rio Grande do Sul (2), Distrito Federal (1), Paraná (1) e Santa Catarina (1).
Além das confirmações, autoridades monitoram 171 notificações suspeitas. Parte dos registros já foi descartada após investigação epidemiológica, enquanto dois seguem em análise laboratorial.
Diagnóstico
O diagnóstico da mpox é realizado por meio de exames laboratoriais, como teste molecular ou sequenciamento genético. O exame é indicado para todos os pacientes com suspeita da doença.
A coleta da amostra é feita, preferencialmente, a partir da secreção das lesões.
Quando as lesões já estão secas, são enviadas as crostas para análise. As amostras são encaminhadas aos laboratórios de referência no Brasil.
Transmissão
A principal forma de transmissão ocorre pelo contato direto pessoa a pessoa, especialmente com lesões na pele, secreções e fluidos corporais, como pus e sangue das feridas. Lesões na boca também podem transmitir o vírus por meio da saliva.
A infecção pode acontecer ainda pelo contato com objetos contaminados, como roupas, toalhas, lençóis e utensílios utilizados por pessoas infectadas.
A transmissão por gotículas respiratórias exige contato próximo e prolongado, o que aumenta o risco entre profissionais de saúde, familiares e parceiros íntimos.
A pessoa infectada pode transmitir o vírus desde o início dos sintomas até a cicatrização completa das lesões e formação de nova camada de pele.
Atualmente, o tratamento dos casos de mpox tem se sustentado em medidas de suporte clínico com o objetivo de aliviar sintomas, prevenir e tratar complicações e evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para mpox.
(*) Diário do Nordeste
Geral Bastidores pegando fogo: Delação no caso INSS cita Lulinha e políticos
Foto: Reprodução
Dois ex-integrantes do alto escalão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) estariam em fase avançada de negociação de delação premiada e teriam citado o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além de políticos, no âmbito das investigações sobre descontos ilegais em aposentadorias. A apuração aponta que os relatos fazem parte do desdobramento da chamada “Farra do INSS”.
A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. Os delatores seriam o ex-procurador do INSS Virgílio Oliveira Filho e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis, presos desde 13 de novembro. Segundo as investigações da Polícia Federal, Virgílio é acusado de receber R$ 11,9 milhões de empresas ligadas às entidades responsáveis pelos descontos indevidos, sendo R$ 7,5 milhões provenientes de firmas de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. Parte dos valores teria sido destinada a empresas e contas vinculadas à esposa do ex-procurador.
André Fidelis, por sua vez, teria recebido R$ 3,4 milhões entre 2023 e 2024, de acordo com investigadores. Ele ocupou a Diretoria de Benefícios do INSS e, segundo relatório citado na CPMI do caso, foi responsável por firmar 14 acordos de cooperação técnica com entidades que, juntas, descontaram R$ 1,6 bilhão de aposentados.
Entre os nomes mencionados pelos delatores estaria a ex-ministra Flávia Arruda, que chefiou a Secretaria de Relações Institucionais no governo de Jair Bolsonaro. Ela é casada com o economista Augusto Lima, ex-CEO do Banco Master e ex-sócio do empresário Daniel Vorcaro. Até o momento, as defesas negam irregularidades. A advogada de Virgílio afirma que não há delação formalizada, enquanto a defesa de André Fidelis ainda não se manifestou.
O caso ganhou novos contornos após a 4ª fase da Operação Sem Desconto, que investiga o esquema de descontos automáticos em benefícios previdenciários. A expectativa agora gira em torno da eventual homologação das delações e dos possíveis desdobramentos políticos em Brasília.
Geral Liquidação de banco expõe ligação com Banco Master e políticos do PT
Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
A liquidação do Banco Pleno pelo Banco Central, decretada em fevereiro de 2026, abriu uma nova frente de crise no sistema financeiro e lançou luz sobre a relação da instituição com o Banco Master e personagens ligados a governos do PT na Bahia. O colapso ocorre em meio às investigações da CPI do INSS e da Polícia Federal, que apuram possíveis fraudes em operações de crédito consignado.
Segundo o Banco Central, o modelo de negócio do Pleno tornou-se insustentável. A instituição captava recursos por meio de CDBs com juros elevados, mas não conseguia expandir sua carteira de crédito consignado na mesma proporção. Com a deflagração da Operação Compliance Zero e a intervenção no Banco Master, investidores passaram a sacar recursos em massa, provocando uma crise de liquidez que culminou na liquidação.
O elo político remonta a 2018, durante a gestão de Rui Costa na Bahia, com a criação do programa Credcesta, cartão de crédito consignado voltado a servidores estaduais. O empresário Augusto “Guga” Lima, ex-sócio do Banco Master e controlador do Pleno, teria participado das articulações do modelo, que também envolveu o senador Jaques Wagner. Decretos estaduais ampliaram a margem de endividamento dos servidores e favoreceram a consolidação do produto no estado.
No centro das investigações estão Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Augusto Lima. Ambos cumprem prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica e tiveram sigilos bancário, fiscal e telemático quebrados por determinação da CPI do INSS. O STF autorizou o compartilhamento das informações com a Polícia Federal para aprofundar a apuração criminal.
O impacto financeiro é bilionário. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) deverá realizar o maior desembolso de sua história: estimativas apontam pagamento de R$ 40,6 bilhões a clientes do Banco Master e R$ 4,9 bilhões aos do Banco Pleno. Especialistas questionam se houve falha na fiscalização do Banco Central, que teria demorado a endurecer medidas mesmo diante de sinais de fragilidade nas instituições.
Com informações da Gazeta do Povo
Mundo Trump faz discurso histórico de 1h48, ataca Suprema Corte, endurece fronteiras e mira Irã
Foto: Kenny Holston-Pool/Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, proferiu, nessa terça-feira (24), o mais longo discurso da história do Estado da União ao Congresso, com 1 hora e 48 minutos de duração — superando todos os registros anteriores no Capitólio, em Washington, D.C.
No balanço de seu primeiro ano de governo, Trump criticou duramente a Suprema Corte dos Estados Unidos após a corte derrubar suas tarifas comerciais, descrevendo a decisão como “lamentável” e reafirmando que seguirá defendendo suas medidas econômicas apesar das limitações legais.
Uma parte significativa de sua fala foi dedicada à política de imigração, que o presidente defendeu com veemência, exaltando medidas de repressão a imigrantes ilegais enquanto propõe restrições mais rígidas, como o fim de cidades-santuário e limitações ao acesso a carteiras de motorista para estrangeiros sem documentação.
No campo internacional, Trump lançou um alerta ao Irã, acusando o país de perseguir ambições nucleares e reiterando que jamais permitirá que a nação do Oriente Médio desenvolva uma arma nuclear — ainda que enfatize preferência por soluções diplomáticas.
Além de sua defesa de políticas duras, o presidente tentou traçar um quadro otimista da economia americana, falando em uma suposta “era de ouro” de crescimento e fortalecimento, enquanto enfrenta opiniões públicas e reações divergentes no Congresso.
O discurso ocorre em um momento crítico nos EUA, com as eleições de meio de mandato se aproximando, e tem servido tanto como plataforma para as posições de Trump quanto como munição para opositores que criticam seu tom e prioridades.
Polícia PF faz operação contra desvio de emendas parlamentares
Foto: Divulgação
A PF (Polícia Federal) faz na manhã desta quarta-feira (25) uma operação com 42 mandados de busca e apreensão contra desvio no envio de emendas parlamentares.
Os alvos são em Pernambuco, Bahia, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.
A PF aponta que uma organização criminosa composta por agentes públicos e privados desviou dinheiro oriundo de emendas parlamentares por meio de direcionamento de licitações para uma empresa vinculada ao grupo.
CNN
André Mendonça pede vista e julgamento sobre cassação de deputados do PL Ceará é adiado
Um pedido de vista feito, ONTEM A TARDE, terça-feira, pelo ministro André Mendonça, durante sessão do Tribunal Suerior Eleitoral, adiou o julgamento sobre a cassação dos deputados estaduais Alcides Fernandes, Carmelo Neto, Dra. Silvana e Marta Gonçalves, que foram eleitos pelo PL do Ceará em 2022.
O PL havia sido condenada por fraude à cota de gênero pelo Tribunal Regional Eleitoral em 2023. No caso, houve a aplicação de inelegibilidade do então dirigante estadual da sigla, o ex-prefeito do Eusébio, Acilon Gonçalves, hoje no PSB.
André Mendonça informou que devolverá o processo ao pleno por ter dúvidas sobre a relação entre o conjunto probatório e a efetiva vinculação das supostas candidaturas femininas fictícias à chapa eleita.
O caso já se arrasta desde 2024 com recursos contra a decisão do TRE do Ceará.
PF diz que não conseguiu ver vídeos da operação com 122 mortos no Rio e aciona STF
A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não conseguiu periciar os vídeos da Operação Contenção, enviados pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Foram disponibilizados 945 arquivos apenas em nuvem, inviabilizando as perícias, de acordo com ofício enviado à Corte.
Deflagrada em outubro de 2025, a Operação Contenção, contra a facção Comando Vermelho, deixou 122 mortos. Uma parte dos corpos foi abandonada em área de mata no Complexo da Penha, na zona norte da cidade, e enfileirados em uma das principais vias da Vila Cruzeiro após o resgate. No dia, as famílias e agentes comunitários denunciaram sinais de execução.
Os vídeos das câmeras corporais usados por agentes da Polícia Civil foram solicitados pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes, no contexto da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 635, chamada ADPF das Favelas.
O procedimento buscou impor limites à atuação policial em favelas, devido à alta letalidade nessas ocasiões. Entre as medidas determinadas pelos juízes, estava a obrigatoriedade de preservar cenas de crimes (mortes), além da instalação de câmeras nas viaturas. O uso do equipamento nas fardas já era obrigatório.
No entanto, apesar da determinação do STF, a Polícia Civil disponibilizou apenas o acesso à reprodução direta dos 945 vídeos.
“Como o download não se encontrava ativo, restou inviabilizada a extração dos arquivos para fins de preservação, análise de viabilidade técnica e eventual realização de perícia”, reclamou o diretor-geral substituto da PF, William Marcel Murad, em ofício ao STF. Ele pediu o acesso ao material em mídia física.
A Polícia Civil disse que menos da metade dos agentes utilizou as câmeras corporais na operação devido a falhas técnicas nos equipamentos. Entre o material solicitado, acredita-se que estejam registros audiovisuais das necropsias dos mortos, a pedido da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Procurada pela Agência Brasil, a corporação não comentou o ofício da Polícia Federal e não informou quando disponibilizará o material.
Investigação
Após a operação nos Complexos da Penha e do Alemão, o Ministério Público Federal e a Defensoria Pública da União questionaram o cumprimento das regras estabelecidas pela ADPF. As denúncias ganharam força após seis policiais serem denunciados à Auditoria de Justiça Militar pelos crimes de peculato, violação de domicílio, constrangimento ilegal, roubo e recusa de obediência a ordem superior.
Segundo as investigações, os policiais arrombaram casas, ingressam em imóveis sem necessidade e autorização, reviraram cômodos e constrangeram moradores sob ameaça. Pela análise de imagens corporais, o Ministério Público Estadual, autor da ação, identificou o roubo de um aparelho celular e de um fuzil abandonado por criminoso em fuga.
Também foram identificadas tentativas reiteradas de ocultar ou obstruir as câmeras presas às fardas, o que não é permitido.
(Agência Brasil)
Mega volta a acumular e prêmio desta quinta-feira é de R$ 130 milhões
Nenhuma aposta acertou os seis números da Mega-Sena, sorteados na noite dessa terça-feira (24). Segundo a estimativa da Caixa Econômica Federal, a premiação desta quinta-feira (26) é de R$ 130 milhões.
Os números sorteados foram 07 – 09 – 10 – 21 – 28 e 43.
As 136 apostas com cinco acertos receberão a quantia de R$ 27,2 mil, sendo duas realizadas em Fortaleza, uma por meio de canal eletrônico e outra por meio de bolão, no bairro Presidente Kennedy.
As apostas podem ser feitas até as 19 horas do dia do sorteio, ao preço mínimo de R$ 6.
Segundo ainda a Caixa, a probabilidade de acerto do prêmio principal com uma aposta de menor valor é de uma chance em 50 milhões de tentativas.
Para fazer a aposta pela internet é necessário fazer um cadastro, ter mais de 18 anos e preencher o número do cartão de crédito.
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