O comparecimento às urnas pode ser utilizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) como Prova de Vida automática para beneficiários da Previdência Social e de benefícios assistenciais. Com isso, quem votar nas eleições não precisa realizar outro procedimento específico para comprovar que está vivo.
A Prova de Vida é uma revisão anual que busca confirmar que o titular do benefício continua vivo e, assim, garantir a manutenção dos pagamentos. Atualmente, o procedimento abrange cerca de 40 milhões de beneficiários, entre aposentados, pensionistas e pessoas que recebem benefícios assistenciais.
Segundo o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, os dados do comparecimento eleitoral são repassados ao INSS e utilizados para atualizar automaticamente a Prova de Vida. A medida busca reduzir a necessidade de deslocamentos, principalmente para idosos e pessoas com mobilidade reduzida.
Desde a Lei nº 13.846/2019, a comprovação presencial deixou de ser a regra. O Estado passou a buscar, de forma proativa, informações que confirmem a situação do beneficiário. A Portaria INSS nº 1.408/2022 inclui a votação nas eleições entre os procedimentos que podem ser utilizados para essa finalidade.
Para quem não comparecer às urnas, o INSS mantém o Sistema de Registro de Informações Sociais (SIRIS), que cruza diferentes bases de dados do governo. Entre os registros considerados estão emissão de documentos, movimentações e atendimentos realizados pelo cidadão. O beneficiário só é chamado para regularizar a situação quando nenhuma fonte disponível confirma sua vivacidade.
Em 2024, a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou eventos eleitorais relacionados a 20.957.288 beneficiários. O cruzamento das informações contribuiu para a atualização de aproximadamente 5 milhões de Provas de Vida.
O juiz Magno Gomes de Oliveira, integrante do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), condenou o governador Elmano de Freitas (PT), a vice-governadora Jade Romero (PT) e diversos prefeitos do Ceará pela realização e divulgação de atos em benefício da campanha de reeleição do petista.
Na decisão, o magistrado aponta “utilização eleitoral” de eventos relacionados à entrega de viaturas, rádios comunicadores e outros equipamentos destinados à segurança pública.
Na quarta-feira, 23 de setembro, às 19h, acompanhe propostas, posicionamentos e os principais temas da disputa pelo Governo do Estado.
Assista ao vivo pela TV O POVO, pelas rádios O POVO CBN 95.5 FM e O POVO CBN Cariri 93.5 FM, no YouTube e nos perfis do O POVO no Instagram, Facebook e TikTok.
A semana começa com uma sequência de debates envolvendo candidatos aos cargos majoritários nas Eleições 2026 no Ceará. Nesta segunda-feira (21), o g1 promove, a partir das 14h, um debate com quatro candidatos ao Senado Federal: Alcides Fernandes (PL), Capitão Wagner (União Brasil), Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede). O encontro será mediado pelo jornalista William Santos, em estúdio montado na redação do Sistema Verdes Mares, em Fortaleza, com transmissão pelo g1 e pelas redes sociais do portal.
O debate do g1 seguirá o formato de banco de minutos, no qual cada candidato administrará seu próprio tempo de fala. Cada participante terá 15 minutos ao longo da discussão, além de um minuto para as considerações finais. Seis temas serão definidos previamente e a ordem será sorteada antes do início do encontro. As regras também estabelecem intervenções de até 1 minuto e 30 segundos e prevêem análise de pedidos de direito de resposta em casos de ofensa pessoal.
Na quarta-feira (23), será a vez do debate entre os candidatos ao Governo do Ceará. O encontro, promovido pelo Grupo de Comunicação O POVO em parceria com a OAB-CE, ocorrerá em Fortaleza, a partir das 19h. Participarão Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT), que já haviam participado de um primeiro debate realizado no Cariri.
Já na quinta-feira (24), também às 19h, O POVO realizará o debate com candidatos ao Senado. Foram convidados Alcides Fernandes, Capitão Wagner, Cid Gomes e Luizianne Lins. A programação mantém a parceria com a OAB-CE e contará com transmissão pelos veículos do Grupo O POVO, enquanto o Sistema Sinal também levará o conteúdo pela Rádio Sinal FM 91.1 e pela TV Sinal, canal 14, ampliando o acesso dos eleitores do interior às discussões.
O celular da estudante de direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, que foi encontrada morta na noite do último domingo (13), em Fortaleza, foi recuperado e já está sob posse da Polícia para ser periciado. A informação foi confirmada por uma das advogadas da família Caracristi, Patrícia Viana, em entrevista ao Diário do Nordeste, neste domingo (20).
Após uma semana, a morte de Isabelle ainda está envolta em dúvidas. A jovem foi encontrada na noite do último domingo, na área externa do Residencial La Piazza, momentos após vizinhos ouvirem barulhos de forte impacto no solo.
Até o momento, as últimas imagens conhecidas da jovem mostram Isabelle no elevador, às 19h11, apertando o botão para ir ao 23º andar, onde fica localizado o rooftop do residencial.
No vídeo, obtido com exclusividade pela reportagem, ela mexe no celular enquanto aguarda chegar ao topo do edifício. O impacto foi ouvido mais de uma hora após a jovem sair do elevador, às 20h40.
Na manhã deste domingo, a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) realizou novas diligências no edifício onde Isabelle foi encontrada morta. Segundo Patrícia, há várias diligências em andamento, e a família entregou novas provas para colaborar com a investigação.
"Muita coisa a gente ainda não está podendo falar, até que para que a gente não atrapalhe a investigação da Polícia, que está sendo, nesse momento, célere", afirmou a advogada.
Viana ainda destacou que a família ainda não pode afirmar que o namorado de Isabelle teve participação na morte da jovem, mas que o fato de haver provas de que Isabelle vivia em um relacionamento abusivo e a família de seu namorado ter desaparecido após sua morte causa "muita estranheza".
O que diz Isorlanda Caracristi, mãe da estudante
A mãe de Isabelle Caracristi afirmou que o relacionamento era abusivo e que o homem era "extremamente controlador, fora do normal e obsessivo". Em vídeo de desabafo nas redes sociais, a professora Isorlanda Caracristi comentou que alertou a filha sobre a relação.
Isorlanda chegou a classificar o comportamento do então genro como "muito louco". Ela relembrou uma consulta ginecológica à qual Isabelle foi acompanhada da mãe e do namorado, e contou que ele tentou tomar a frente e entrar na sala com a jovem.
"Quando eu vou entrar com a minha filha na sala, ele aparece já querendo entrar na minha frente. Gente, o que é isso? A médica também estranhou, tanto que perguntou: 'É o marido dela?' Eu disse: 'Não. Ele é só um recém-namorado'. Ali já acendeu todos os meus alertas como mãe. Um comportamento muito louco", disse no vídeo.
Isabelle passava muitos dias dormindo na casa do namorado, que também era um dos chefes dela no estágio. Segundo Isorlanda, o homem era 10 anos mais velho, dizia ser um dos sócios da empresa e afirmava ter ficado ‘encantado’ com ela.
Quem era Isabelle Caracristi?
O Diário do Nordeste conversou com o irmão da universitária, Rafael Magalhães, que falou sobre os "sonhos interrompidos e a tragédia que a família vive agora".
"Desde muito pequena ela sempre quis ser advogada, defensora dos direitos, ela brigava pelos direitos, pelas suas questões. Ela queria ser advogada criminalista, uma juíza, queria defender os direitos de crianças e mulheres", contou Rafael.
A Isabelle, minha irmã, sempre teve muitos sonhos, somos de uma família batalhadora, filhos de professora, filhos de quem sempre lutou".
Rafael Magalhães.
O irmão lembra da jovem como uma menina alegre e que cuidava da mãe e da avó: "ela gostava de estar presente, de estar junta".
"Todo mês a Isabelle ia pintar o cabelo da minha avó e agora ela pergunta: 'quem vai pintar meu cabelo?'. Ela era comunicadora, divertida, não tinha tempo ruim para a minha irmã".
Após ser encontrada morta na área externa um edifício residencial na Aldeota, em Fortaleza, na noite do último domingo (13), a estudante de direito Isabelle Caracristi, 22, foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) sem documentos e sem ter seu paradeiro informado à família.
Segundo a advogada Patrícia Viana, que acompanha a família Caracristi, no momento em que o corpo de Isabelle foi encontrado na área externa do edifício, nem o namorado dela, João Munhoz Neto, nem a mãe dele, que residiam no local, estavam no local. Conforme ela informou ao Diário do Nordeste, não se sabe se havia alguém no apartamento da família nos momentos que antecederam a morte da estudante.
O corpo de Isabelle foi encontrado por volta das 20h40 do último dia 13 de setembro. De acordo com imagens de câmeras de segurança obtidas pela reportagem, o namorado dela e a mãe dele teriam se ausentado entre às 18h31 e às 22h47. No entanto, mesmo após retornarem ao edifício, eles não teriam avisado a professora Isorlanda Caracristi, mãe de Isabelle, sobre a morte da jovem.
De acordo com a advogada da família Caracristi, Isorlanda só foi informada do falecimento da filha no dia seguinte, quando foi ao local procurar a filha com um irmão. "Quando a mãe da Isabelle e o tio dela estavam lá e informaram que era da família da Isabelle, o porteiro, altamente nervoso, foi chamar a síndica", relata a advogada.
"Ficaram os dois muito nervosos e foi quando o tio da Isabelle disse: 'Se vocês não me disserem o paradeiro da minha sobrinha, eu vou chamar a polícia'. Foi aí que ela [síndica] disse: 'Sua filha faleceu'", completa.
A advogada Patrícia Viana ressalta que, até o momento, nem o namorado de Isabelle nem a mãe dele tentaram nenhum tipo de contato com a família e as advogadas do caso.
"Até agora ninguém entrou em contato com a família e isso é o mais desesperador para a família. Por que que um namorado se apresentou pra família dizendo que amava e que ia cuidar da filha dela? Por que que o namorado não entrou em contato? E por que que a mãe do namorado também não entrou em contato, de mãe para mãe, ou então para falar com a gente, profissionais, para que ela explique a versão dela ou a versão dele do que aconteceu?", questiona.
Perícia aponta politraumatismo como causa da morte
A secretaria ainda informa que o laudo cadavérico apontou politraumatismo como causa da morte de Isabelle. As lesões encontradas no corpo seriam compatíveis com impacto contra o solo.
Exames laboratoriais não identificaram substâncias de interesse toxicológico.
A conclusão sobre a causa da morte, contudo, não esclarece como ocorreu a queda. Segundo a SSPDS, somente após a conclusão de todos os trabalhos será possível estabelecer a dinâmica dos fatos que influenciaram a morte da estudante.
O namorado de Isabelle Caracristi, João Munhoz Neto, é procurado pela Polícia Civil após novas diligências realizadas neste domingo (20). A estudante foi encontrada morta em um condomínio na Aldeota, em Fortaleza.
No início desta noite, a Polícia Civil localizou a mãe de João Munhoz na praia do Cumbuco, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido, e o celular e um tablet dela foram apreendidos para perícia.
A mulher mora no apartamento e teria saído com o filho na noite da morte da universitária.
João Munoz Neto, porém, não foi localizado pelas equipes policiais. As informações são da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS), por meio de nota divulgada na noite deste domingo.
Porém, o texto não explicou por que o namorado de Isabelle está sendo procurado. Assim, também não foi respondido se existe um mandado de prisão contra ele, se a intenção é localizá-lo para prestar esclarecimentos ou se a Polícia Civil pretende cumprir algum mandado, a exemplo do de busca e apreensão para recolher o celular e outros pertences, como foi feito com a mãe do bacharel em Direito.
A reportagem do Diário do Nordeste questionou a SSPDS sobre essas possibilidades, mas não recebeu esclarecimento até a publicação desta matéria.
Também não foi informado pela Secretaria se João é considerado suspeito pela morte de Isabelle.
Polícia faz novas perícias no condomínio
A nota da SSPDS informa ainda que a Polícia Civil e a Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) realizaram novas diligências no condomínio La Piazza, na Aldeota, onde Isabelle morava com João e familiares dele.
A Pefoce voltou ao local neste domingo (20) para realizar exames complementares nas áreas comuns do condomínio e no apartamento onde a estudante vivia.
Também foram feitas novas coletas de vestígios para análise de DNA. Um drone foi utilizado para obter novas imagens do local.
Segundo a pasta, essas diligências ainda estão em andamento e integram o trabalho para esclarecer a dinâmica da morte.
A secretaria ainda informa que o laudo cadavérico apontou politraumatismo como causa da morte de Isabelle. As lesões encontradas no corpo seriam compatíveis com impacto contra o solo.
Exames laboratoriais não identificaram substâncias de interesse toxicológico.
A conclusão sobre a causa da morte, contudo, não esclarece como ocorreu a queda. Segundo a SSPDS, somente após a conclusão de todos os trabalhos será possível estabelecer a dinâmica dos fatos que influenciaram a morte da estudante.
Celulares passam por análise
A SSPDS informou que o celular de Isabelle foi periciado e que o conteúdo está sendo analisado pela Polícia Civil.
O telefone será analisado em conjunto com outros elementos reunidos no inquérito, como imagens de câmeras de segurança e vestígios coletados no condomínio.
Agora, os aparelhos apreendidos com a mãe de João também deverão passar por perícia.
Câmeras mostram movimentação de Isabelle e do namorado
Antes disso, o Diário do Nordeste já havia noticiado, a partir de imagens de segurança, a movimentação de Isabelle e do namorado no condomínio no dia 13 de setembro.
Às 18h32, João foi até a portaria. Logo depois, ele sai do prédio em um carro, enquanto Isabelle permaneceu no condomínio.
Às 19h12, a estudante foi registrada sozinha em um elevador, com o celular na mão, seguindo para o rooftop, no 23º andar.
Por volta das 20h40, ocorreu a queda e o impacto contra o solo. Cerca de duas horas depois, às 22h48, João retornou ao condomínio.
As imagens continuam sendo analisadas pela Polícia Civil. Segundo a SSPDS, a polícia conseguiu estabelecer uma cronologia dos deslocamentos de Isabelle e do namorado a partir das gravações, mas o material ainda passa por análise.
Quatro pessoas já foram ouvidas
A Polícia Civil já ouviu quatro pessoas no âmbito da investigação. Outros quatro depoimentos estão previstos para os próximos dias.
A investigação também busca esclarecer os acontecimentos que antecederam a morte da estudante e confrontar os depoimentos com os resultados das perícias.
Família questionou relacionamento de Isabelle
A mãe de Isabelle, Isorlanda Caracristi, afirmou ao Diário do Nordeste que considerava o relacionamento da filha preocupante. Segundo ela, João apresentava comportamento que classificou como "controlador e obsessivo".
A família também afirmou, por meio de advogada, que Isabelle vivia um relacionamento abusivo. As afirmações são alegações dos familiares e integram os elementos que estão sendo apurados pela Polícia Civil.
Isabelle cursava Direito e fazia estágio. Segundo o irmão, Rafael Magalhães, ela sonhava em atuar como advogada criminalista e, futuramente, como juíza, com interesse na defesa dos direitos de crianças e mulheres.
O que se sabe até agora
Isabelle Caracristi, de 22 anos, foi encontrada morta na noite do dia 13 de setembro, no condomínio La Piazza, na Aldeota.
A perícia apontou politraumatismo como causa da morte e identificou lesões compatíveis com impacto contra o solo. Os exames toxicológicos tiveram resultado negativo.
As imagens de segurança analisadas pelo Diário do Nordeste mostram que João e a mãe dele deixaram o prédio antes da morte da estudante e retornaram posteriormente.
Isabelle foi registrada sozinha seguindo para o rooftop do edifício.
A nova etapa da investigação inclui a procura por João, a perícia dos aparelhos apreendidos com a mãe dele, a análise do celular de Isabelle e novas perícias no condomínio.
A SSPDS, porém, ainda não esclareceu por que João Munhoz Neto está sendo procurado nem se existe contra ele alguma ordem judicial.
A investigação segue em andamento.
Um homem de 54 anos tentou esfaquear a própria filha grávida, de 27 anos, que defendeu a mãe durante uma discussão familiar. O caso aconteceu na noite desta sexta-feira (18), no Residencial José Euclides, em Fortaleza.
A ocorrência foi atendida por equipes do Comando de Prevenção e Apoio às Comunidades (Copac), da Polícia Militar do Ceará (PMCE). Os policiais estavam em uma Base Fixa do residencial quando perceberam uma discussão em frente a um dos blocos.
Ao perceber a aproximação da equipe, o suspeito deixou a faca cair no chão e foi abordado sem resistência.
Ainda segundo informações colhidas no local, pai e filha já haviam se envolvido em conflitos anteriormente. Naquela noite, o homem também teria arremessado uma bicicleta contra a filha durante a discussão.
O homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Fortaleza. Conforme a PMCE, ele foi autuado por lesão corporal, injúria e ameaça no contexto de violência doméstica contra a mulher.
Vila Real e Acopiara jogarão a Série B do Campeonato Cearense em 2027. As duas equipes conquistaram o acesso neste fim de semana e farão a final da Série C do Cearense.
O Vila Real, time da cidade de Sobral, conquistou o acesso para o Campeonato Cearense da Série B. O feito foi alcançado após o time da região Norte vencer o Pacatuba por 1 a 0, no Estádio do Junco, em Sobral, neste sábado (19). Vinicius Canindé marcou o gol que cravou a vaga do time.
No jogo de ida, as duas equipes empataram em 1x1. Com apenas dois anos de fundação, o time sobralense fez história e próximo ano disputará a segunda divisão do Manjadinho.
O Alvinegro de Acopiara comemorou neste domingo (20), ao vencer outra vez o Limoeiro, agora por 1x0 no estádio Morenão, em Iguatu.
Na partida de ida, o Acopiara já havia vencido por 2x1 em Limoeiro do Norte.
A decisão
A final será em jogo único, no dia 27, com mando do Acopiara, que teve a melhor campanha somadas todas as fases. O Alvinegro somou 19 pontos, sendo 13 na 1ª Fase, quando foi vice-líder, e 6 na 2ª Fase, ao bater o Limoeiro duas vezes.
O Vila Real somou um ponto a menos. Foi líder na 1ª Fase com 14 pontos, mas somos 4 na 2ª Fase, estando com 18 na classificação geral.
O Acopiara deve mandar seu jogo em Iguatu, como tem feito ao longo da Série C.