Espanha e Argentina medem forças às 16h (de Brasília) deste domingo (19), na final da Copa do Mundo. O jogo no Estádio de Nova Jersey, nos Estados Unidos, tem transmissão da TV Globo, do sportv
A Espanha chega à segunda final de sua história na melhor fase que já viveu, em uma sequência invicta de 37 jogos e com a melhor defesa desta Copa do Mundo: apenas um gol sofrido, nas quartas contra a Bélgica. Nos sete jogos até aqui, jamais esteve atrás no placar. Tem como maior força o entrosamento, com trocas de passes que muitas vezes duram minutos, e foi assim que eliminou a França com atuação dominante na semifinal.
Já a Argentina disputa sua segunda final de Copa do Mundo seguida, e dois terços do elenco tem campeões do Catar-2022. Venceu todos os sete jogos até aqui, incluindo três viradas consecutivas com contornos dramáticos, sobre Egito, Suíça e Inglaterra. E tem a seu favor o maior artilheiro dos Mundiais, Messi, autor de 21 gols, a quem o próprio técnico Scaloni confirma que a seleção se adapta.
As seleções se reencontram na Copa do Mundo depois de 60 anos, pois o último e único jogo oficial foi na fase de grupos do Mundial de 1966, com vitória argentina por 2 a 1. O retrospecto tem também 13 amistosos, com vantagem da Espanha (seis vitórias a cinco, com dois empates).
Atuais campeãs continentais, Argentina e Espanha deveriam ter se enfrentado há três meses, na Finalíssima, mas o jogo no Catar foi suspenso por causa da guerra entre EUA e Irã. Depois as confederações jamais entraram em acordo por uma nova data, e o duelo acabou cancelado.
Neste contexto, o encontro mais recente foi em um amistoso de 2018, com goleada espanhola por 6 a 1, mas quase não há remanescentes daquele jogo ainda nas seleções: Messi não jogou, e o melhor em campo foi Isco, com três gols.
Escalações prováveis
Espanha - técnico: Luis de la Fuente
A Espanha não costuma fazer segredo sobre escalação, e os titulares da final devem ser os mesmos das quartas e das semifinais. Fabián Ruiz virou titular na vaga que era de Pedri e deve ser mantido no meio-campo. Nos outros setores, não parece haver motivos para trocas.
Provável escalação: Unai Simón; Pedro Porro, Laporte, Cubarsí e Cucurella; Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo; Lamine Yamal, Álex Baena e Mikel Oyarzabal.
Argentina - técnico: Lionel Scaloni
Ao contrário da Espanha, a Argentina tem variado a escalação e o sistema tático ao longo da Copa do Mundo. As viradas recentes tiveram grande participação dos reservas, principalmente Lautaro. Em relação à semifinal, a tendência é que De Paul retome a vaga de Giuliano Simeone para dar mais combatividade ao meio-campo.
Provável escalação: Dibu Martínez; Molina, Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; Paredes, De Paul, Enzo Fernández e Mac Allister; Lionel Messi e Julián Alvarez.
Arbitragem
Árbitro: Slavko Vincic (Eslovênia)
Assistentes: Tomaz Klancnik e Andraz Kovacic (ambos da Eslovênia)
Quarto Árbitro: Adham Makhadmeh (Emirados Árabes)
Quinto Árbitro: Mohammad Alkalaf (Emirados Árabes)
VAR: Bastian Dankert (Alemanha)
AVAR: Nicolas Gallo (Colômbia)
SVAR: Khamis Al Marri (Catar)






