Dois PMs são suspeitos de assassinar policial em barraca de praia em Fortaleza

 

Dois policiais militares são suspeitos de participar da ocorrência na área externa da barraca Sunrise Beach Club, na Praia do Futuro, em Fortaleza, que resultou na morte do PM Paulo Henrique de Lima Silva. A dupla se apresentou na delegacia cerca de 24 horas após o crime, foi ouvida e liberada.

A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) disse por nota que "após diligências do DHPP, dois policiais militares, suspeitos do crime e que também estavam de folga e se envolveram na ocorrência, foram identificados. Os dois militares se apresentaram na unidade especializada, onde foram ouvidos e as armas de ambos foram apreendidas. As investigações seguem no intuito da elucidação do fato".


O soldado Paulo Henrique, de 37 anos, foi morto após uma discussão em frente ao estabelecimento comercial. Outras duas pessoas foram baleadas: um prestador de serviço do local, que segue hospitalizado, e um amigo da vítima executada.

A barraca de praia nega que os autores dos disparos tenham "qualquer vínculo profissional, operacional ou contratual com o Sunrise Beach Club".
a pela Sunrise Beach Club nem pelas autoridades responsáveis pela investigação, tratando-se de uma especulação. Até o momento, nenhum prestador de serviço do evento é apontado oficialmente como suspeito de qualquer delito"Trecho da nota da Sunrise Beach Club

O QUE SE SABE SOBRE O ASSASSINATO



Um vídeo mostra o suposto início da briga. Paulo Henrique, de blusa branca, estava com amigos, na fila de entrada para a barraca de praia, quando encarou um homem - supostamente o segurança do estabelecimento.

Esse homem deu um tapa no rosto do policial militar, e outras pessoas que estavam na fila tentaram separar a briga.

A Secretaria da Segurança Pública informou, em nota, que "a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) segue investigando as circunstâncias de um homicídio doloso, registrado na noite desse domingo (11), na Praia do Futuro - Área Integrada de Segurança 10 (AIS 10) de Fortaleza".

(*) Diário do Nordeste

Corte de tarifas no acordo Mercosul-UE barateia champanhe e chocolate, mas desafia indústria do Ceará

O acordo de livre comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a União Europeia (UE) vai criar a maior zona de livre comércio do mundo. Um dos impactos do tratado é a redução dos custos de itens importados da Europa para o Brasil, já que o acordo reduz ou elimina tarifas para diversos produtos.

Entre os itens que podem ficar mais baratos estão azeite, champanhe, chocolate e vinhos, com reflexos em todo o território brasileiro. Por outro lado, no Ceará, além da possível queda de preços desses produtos, é preciso ter cautela em relação ao desenvolvimento das cadeias produtivas locais.
Preços mais baratos

Segundo Wandemberg Almeida, presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), produtos produzidos na UE e que estão consolidados no bloco europeu podem vir mais competitivos para o Estado.

"Pode trazer um impacto até positivo, porque vamos ter a entrada de vinhos e champanhes e ter um barateamento do produto. Isso pode favorecer para o consumidor final, mas pode ser empecilho para o mercado interno, que estava buscando essa fatia de mercado", declara o especialista.

O desafio, conforme o economista, é como lidar com a questão em meio ao crescimento do setor cearense.

Há um risco de oscilação no preço, principalmente no curto prazo. Como a gente vai ter acesso a esse novo mercado europeu, isso pode trazer mais produtos importados, principalmente aqueles que o mercado europeu tem mais expertise, podendo prejudicar inicialmente a indústria de bebidas alcoólicas no País".Wandemberg Almeida
Presidente do Corecon-CE

Como ficam as exportações do Ceará?

O principal parceiro comercial do Ceará, quando são consideradas as exportações, são os Estados Unidos. Em 2025, dados da plataforma ComexStat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, apontam que 45,5% das comercialização entre o Estado e outro país tiveram como destino o território estadunidense.

(*) Diário do Nordeste

Geral Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 20 milhões

 

As seis dezenas do concurso 2.959 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.

O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 20 milhões.

O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

(*) Agência Brasil

Economia Brasil movimentou quase US$ 3 bi em comércio com Irã em 2025

 

O Brasil manteve um comércio de quase US$ 3 bilhões com o Irã em 2025, apesar de o país persa representar apenas 0,84% das exportações brasileiras.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) mostram que as vendas brasileiras para Teerã somaram US$ 2,9 bilhões no ano passado, consolidando o Irã como o quinto principal destino das exportações nacionais no Oriente Médio.

Embora ocupe a 31ª posição no ranking geral dos destinos das exportações brasileiras, o Irã aparece atrás apenas de Emirados Árabes Unidos, Egito, Turquia e Arábia Saudita na região. No ano passado, as vendas brasileiras ao país superaram as destinadas a mercados como Suíça, África do Sul e Rússia.

O comércio bilateral é fortemente concentrado no agronegócio. Em 2025, milho e soja responderam por 87,2% das exportações brasileiras ao Irã. Somente o milho representou 67,9% do total, com vendas superiores a US$ 1,9 bilhão, enquanto a soja respondeu por 19,3%, somando cerca de US$ 563 milhões.

Também figuram entre os principais produtos exportados açúcares e itens de confeitaria, farelos de soja para alimentação animal e petróleo.

As importações brasileiras provenientes do Irã, por sua vez, foram bem mais modestas. Em 2025, o Brasil comprou cerca de US$ 84 milhões do país do Oriente Médio, com destaque para adubos e fertilizantes, que corresponderam a aproximadamente 79% do total, além de frutas, nozes, pistaches e uvas secas.

A relação comercial entre os dois países tem apresentado oscilações nos últimos anos. Em 2022, as exportações brasileiras ao Irã atingiram US$ 4,2 bilhões, o maior valor da série recente, antes de recuarem em 2023 e voltarem a crescer em 2024 e 2025. Do lado das importações, os volumes variaram de forma ainda mais acentuada, com quedas expressivas em 2023 e recuperação no ano passado.
Ameaça de Trump


Segundo o republicano, a taxa será aplicada “sobre todas as transações comerciais realizadas com os Estados Unidos” por esses países e entraria em vigor imediatamente, embora a Casa Branca ainda não tenha divulgado detalhes formais da medida.

O anúncio acendeu um alerta sobre possíveis impactos ao comércio brasileiro, sobretudo no agronegócio, principal beneficiário da relação com Teerã.

O governo federal informou que aguarda a publicação da ordem executiva americana para se manifestar oficialmente sobre o tema.
Iniciativas diplomáticas

A aproximação comercial entre Brasil e Irã também tem sido acompanhada por iniciativas diplomáticas. Em abril de 2024, o ministro da Agricultura do Irã visitou o Brasil e se reuniu com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. Na ocasião, os dois países concordaram com a criação de um comitê agrícola e consultivo bilateral, com o objetivo de agilizar pautas de interesse comum, ampliar o intercâmbio técnico e discutir medidas para facilitar o comércio.

Durante a visita, o governo iraniano também demonstrou interesse em instalar uma empresa de navegação no Brasil, o que poderia reduzir custos logísticos e impulsionar ainda mais o fluxo comercial entre os dois países. Desde agosto de 2023, o Irã integra o Brics, bloco do qual o Brasil é membro fundador.

A possível imposição de tarifas pelos Estados Unidos ocorre em meio ao aumento das tensões entre Washington e Teerã, marcadas por ameaças mútuas, repressão a protestos internos no Irã e declarações recentes de autoridades dos dois países sobre a possibilidade de negociações, sem descartar um agravamento do conflito.

(*) Agência Brasil

Irã em convulsão Regime do Irã admite estar pronto para a guerra contra os EUA

O alerta foi feito pelo ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, enquanto a repressão aos protestos que se espalharam pelo país deixou mais de 600 mortos: "Não estamos buscando a guerra, mas estamos preparados para ela — ainda mais preparados do que a guerra anterior". Nos últimos dias, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, subiu o tom em relação ao regime teocrático islâmico dos aiatolás e prometeu uma resposta "muito forte" contra a matança de manifestantes. "O Irã está vislumbrando a liberdade, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!", escreveu o republicano na plataforma Truth Social, no último sábado (10/1).

A Casa Branca anunciou, nesta segunda-feira (12/1), que não descarta ataques aéreos contra Teerã, mas que prefere a via diplomática. Trump anunciou que pretende impor tarifas de 25% a qualquer país que comercialize com os iranianos Os novos protestos no Irã começaram em 28 de dezembro, ancorados na demanda contra o aumento do custo de vida. Com o passar dos dias, ganharam o caráter de movimento de oposição aos aiatolás, que governam a nação desde 1979.

Apesar do bloqueio à internet imposto pelas autoridades, vídeos vazados de Teerã e de outras cidades mostraram grandes manifestações. Em outra gravação, cuja autenticidade foi comprovada pela agência de notícias France-Presse, dezenas de corpos cobertos com lençóis aparecem no pátio do Centro de Diagnóstico Forense e Laboratório da Província de Teerã, em Kahrizak.

Na contraofensiva, o aiatolá Ali Khamenei, guia supremo iraniano, elogiou o "grande trabalho" dos participantes de um suposto protesto pró-regime, ontem. "Essas grandes manifestações, repletas de determinação, frustraram o plano de inimigos estrangeiros, que seria executado por mercenários nacionais", afirmou, em publicação na rede social X. "Isso foi um aviso aos políticos norte-americanos para que interrompam suas falsidades e não confiem em mercenários traidores."

(*) Correio Braziliense

Poder Mudança nas cúpulas do STF e do TSE redefine a relação entre Justiça e política nas eleições

 

A configuração das cúpulas do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, em 2026, abre um novo capítulo na relação entre Justiça e política em ano eleitoral. De um lado, o STF será comandado por Edson Fachin, com Alexandre de Moraes na vice-presidência, dupla que esteve no centro da resposta institucional aos ataques às urnas e ao resultado das eleições de 2022. Do outro, no TSE o comando ficará nas mãos de Kássio Nunes Marques, com André Mendonça como vice, ambos indicados ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e associados a uma atuação mais contida da Justiça Eleitoral.
A mudança de eixo no TSE — atualmente presidido pela ministra Cármen Lúcia —, que deixa para trás o protagonismo exercido por Moraes e Fachin em 2022, tem provocado debates no meio jurídico e político sobre como a Corte reagirá, desta vez, às campanhas de desinformação, às críticas às urnas eletrônicas e às tentativas de judicialização do resultado eleitoral e, sobretudo, à manipulação da inteligência artificial para a disseminação de mentiras.

Para o advogado Luiz Gustavo Cunha, especialista em direito eleitoral, o contraste entre as duas duplas é grande. "Em 2022, o TSE adotou uma postura expansiva, intervindo de forma direta e, por vezes, criativa, para conter o avanço de narrativas que colocavam em dúvida a integridade do processo eleitoral. Essa atuação foi vista por muitos como decisiva para a preservação do resultado, mas, também, gerou questionamentos sobre os limites constitucionais do tribunal", afirma.

No pleito de 2022, o tribunal editou resoluções que aceleraram a remoção de conteúdos considerados desinformativos nas redes sociais, restringiu propaganda paga na internet nos dias que antecederam a votação e atuou de forma intensa em ações contra candidatos e partidos. Para críticos, esse modelo reforçou a percepção de judicialização da política e alimentou discursos de perseguição e censura.

(*) Correio Braziliense

Esquema de desvio de emendas é alvo de nova fase de operação da PF

 

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal, deflagrou nesta terça-feira (13/1) a nona fase da Operação Overclean, que investiga um esquema de desvio de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, além de crimes de corrupção, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.
As diligências foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e cumprem mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e na Bahia. A decisão judicial também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 24 milhões em contas bancárias e ativos ligados a pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação financeira do grupo e resguardar valores para eventual ressarcimento aos cofres públicos.



De acordo com a Polícia Federal, esta nova etapa aprofunda investigações iniciadas em dezembro de 2024, quando a Operação Overclean foi lançada para desarticular uma organização criminosa estruturada para fraudar contratos administrativos, direcionar licitações e desviar verbas públicas, especialmente por meio de emendas parlamentares. Ao longo das fases anteriores, os investigadores identificaram o uso de empresas de fachada, contratos simulados e mecanismos sofisticados de ocultação da origem dos recursos.

A nona fase representa a continuidade do rastreamento financeiro e do mapeamento da atuação dos envolvidos, incluindo operadores do esquema, empresários e intermediários responsáveis pela circulação do dinheiro ilícito.

Ainda não há informações sobre mandados de prisão. A operação está em andamento.

(*) Correio Braziliense

Choró, Senador Sá e Potiretama terão eleição suplementar dia 1º de março, define TRE-CE

 

Os municípios cearenses de Choró, Potiretama e Senador Sá terão eleições suplementares para os cargos de prefeito e vice-prefeito, dia 1º de março, de acordo com a decisão do pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE/CE), em sessão virtual nesta segunda-feira (12). Os gestores e seus respectivos vices, eleitos em outubro de 2024, foram cassados pela Justiça Eleitoral.
As convenções partidárias para a escolha dos candidatos e candidatas ocorrerão de 23 a 25 de janeiro, segundo as resoluções aprovadas com as datas das novas eleições.

Para concorrer às eleições, o (a) candidata(a) deverá possuir domicílio eleitoral na circunscrição do município pelo prazo de seis meses antes do pleito e estar com a filiação deferida pelo partido político no mesmo prazo (Lei n.º 9.504/1997, art. 9º).

Havendo fusão ou incorporação de partidos políticos após seis meses antes do pleito, deve ser considerada, para efeito de filiação partidária, a data de filiação da candidata ou do candidato ao partido político de origem (Lei n.º 9.504/1997, art. 9º, parágrafo único).

A pessoa que for candidata deverá desincompatibilizar-se, nos termos da Lei Complementar n.º 64/1990, nas vinte e quatro horas seguintes à sua escolha em convenção partidária (Resolução TSE n.º 21.093/2002, DJ 14/06/2002).

Propaganda eleitoral

Os partidos políticos, as coligações e as federações solicitarão à zona eleitoral o registro de suas candidatas e de seus candidatos até as 19h do dia 27 de janeiro de 2026.

A propaganda eleitoral somente será permitida a partir de 28 de janeiro de 2026, observando-se as regras constantes na Lei n.º 9.504/1997, bem como na Resolução TSE n.º 23.610/2019 e suas alterações vindas da Resolução TSE n.º 23.732/2024, cujos efeitos devem prevalecer em todos os casos.

Estão aptos a votar as eleitoras e os eleitores regularmente inscritos até dia 1º de outubro de 2025.

(*) Blog do Eliomar

COPA SÃO PAULO JUNIORES, O CEARÁ PASSOU PELO ATL-PR, TIMES GRANDES DERAM ADEUS, CORINTHIANS, VASCO E BAHIA, VEJA OS RESULTADOS E OS JOGOS DE HOJE....

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