DESTAQUE ESPORTIVO > JOGOS DE HOJE NA TV AO VIVO

 


Jogos de quarta, 30 de junho de 2021


JOGOCAMPEONATOHORÁRIOONDE PASSA?INTERNET

Ponte Preta x CSABrasileirão Série B16h30Premiere-
Brusque x Brasil de PelotasBrasileirão Série B17hPremiere-
Águia Negra x PatrocinenseBrasileirão Série D18helevensports.com-
Internacional x PalmeirasBrasileirão19hPremiereTempo Real
Bahia x América-MGBrasileirão19hPremiereTempo Real
Cruzeiro x GuaraniBrasileirão Série B19hPremiere-
Goiás x VascoBrasileirão Série B19hPremiere-
Londrina x AvaíBrasileirão Série B19hSporTV (menos PR) e Premiere-
River Plate x Barcelona-EQUAmistoso20hFox Sports-
Santos x Sport RecifeBrasileirão20h30PremiereTempo Real
Corinthians x São PauloBrasileirão21h30Globo, SporTV (menos SP) e PremiereTempo Real
Juventude x GrêmioBrasileirão21h30Globo (RS) e PremiereTempo Real
Botafogo x VitóriaBrasileirão Série B21h30Globo (RJ, BA, PB, AL, PI, PA), SporTV 2 (menos RJ) e Premiere-


ACOPIARA . CEARÁ > CENTRO-SUL > HOJE É DIA DE CARNE MAIS BARATA E COM QUALIDADE NO SUPER ALBUQUERQUE > VOCÊ JÁ SABE TODA QUARTA-FEIRA É O DIA DA CARNE !!!!!!

 




AO VIVO > CPI DA PANDEMIA!!!!SENADO FEDERAL...

30/06/2020 > QUARTA-FEIRA

Especialista alerta que conta de luz pode passar por mais reajustes em 2021

FOTO ILUSTRATIVA


Os aumentos na conta de luz são motivos de preocupação para o bolso do brasileiro. Na última terça-feira (29) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a taxa da bandeira tarifária vermelha patamar 2 deve passar para R$ 9,49 por 100 kWh consumidos a partir de julho.

Em entrevista à TV Cidade Fortaleza na manhã desta quarta-feira (30), o especialista em gestão da energia elétrica, Glauber Cavalcante, afirmou que, apesar deste reajuste, o brasileiro ainda pode enfrentar outros aumentos neste ano de 2021.

“Não existe nenhuma sinalização da Agência Nacional de Energia Elétrica para mais um aumento, apesar de que essa bandeira é esperada até o mês de novembro deste ano, no mínimo, mas como acompanhante da área, que eu trabalho na área de gestão, não será surpresa se vier mais outro reajuste”, afirma o especialista.

Glauber Cavalcante explica que o motivo dos recentes aumentos na conta de luz é a crise hídrica que o País enfrenta. “[O aumento] é ocasionado pela baixa de água nos reservatórios das nossas hidrelétricas e, por tal motivo, é necessário acionar as termelétricas que têm um valor superior à energia gerada nas hidrelétricas”, diz o especialista.

Diante destes reajustes, a recomendação de Glauber Cavalcante é atentar para um consumo consciente da energia elétrica, evitando o desperdício. “Faz toda diferença para o nosso consumidor atuar de forma racional na sua casa e na sua empresa. Se for empresa é ter um projeto direcionado para a economia de energia e na residência ter cuidado, no caso da geladeira, a vedação da porta. Porque a vedação com defeito, vai gerar um custo bem maior na conta de energia. Ar-condicionado, ao utilizar, dar preferência aos 23ºC que é a nossa temperatura de conforto e não deixar portas e janelas abertas. Na iluminação, dê preferência à iluminação natural, deixe a iluminação para quando já estiver de noite. E lâmpadas de led”, recomenda.



Após denúncia de pedido de propina do Governo Bolsonaro na compra de vacina, Sarto dispara: ‘quanto vale a vida perdida?’

Na noite de ontem, terça-feira (29), o jornal Folha de São Paulo publicou uma entrevista exclusiva com um representante de uma vendedora de vacinas que afirmou que o Ministério da Saúde do governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 na compra do imunizante. Mais tarde, o prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT) publicou uma frase nas suas redes sociais: “Quanto vale a vida perdida sem razão?”.


Apesar de não citar diretamente o Governo Federal e nem a acusação do pedido de propina, é possível fazer um paralelo da publicação de Sarto com a denúncia publicada no jornal Folha de São Paulo. Outros políticos brasileiros que fazem parte da oposição ao Governo Bolsonaro também se manifestaram na noite de terça-feira:
Sarto, no twitter 

Covid: Ceará deve receber 137,9 mil doses de vacinas receber nesta quarta (30), diz Camilo

NOVO LOTE DE VACINA CHEGARÁ  AO CEARÁ HOJE

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), anunciou na manhã desta quarta-feira, 30, que o estado deve receber um novo lote de vacinas. “Receberemos nesta noite (30 de junho) 137.980 doses de vacinas contra a Covid. Serão 86.500 da AstraZeneca e 51.480 da Pfizer, de acordo com o Ministério da Saúde. Não vou descansar um minuto até que todos os cearenses estejam vacinados”, postou o gestor estadual.



Ministério da Saúde decide exonerar diretor após denúncia de propina por vacina


Diretor de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias.
EXONERADO

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, decidiu exonerar o diretor de Logística da pasta, Roberto Ferreira Dias. A medida ocorre em meio a uma denúncia, revelada pela Folha de S. Paulo, de que ele teria cobrado propina de um representante de uma vendedora de vacinas. Também ocorre em meio a investigações sobre suspeitas de irregularidades na compra da vacina Covaxin, processo em que o diretor também é citado.

A exoneração foi confirmada em nota pelo ministério. A medida será publicada nesta quarta-feira, 30, no Diário Oficial da União. Em entrevista exclusiva à Folha de S. Paulo, Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, afirmou que recebeu de Dias um pedido de propina de US$ 1 por dose em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde.

Segundo ele, Dias cobrou a propina em um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro. Representantes do ministério também dizem que foi instaurado um procedimento administrativo para apurar as suspeitas no caso da Covaxin. A pasta alega ainda que a exoneração de Dias foi decidida na manhã desta terça, antes das revelações da Folha de S. Paulo.

Roberto Dias foi indicado ao cargo pelo líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Sua nomeação ocorreu em 8 de janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM). Em uma rede social nesta terça, Barros negou ter indicado Dias ao posto. “Em relação à matéria da Folha, reitero que Roberto Ferreira Dias teve sua nomeação no Ministério da Saúde no início da atual gestão presidencial, em 2019, quando não estava alinhado ao governo. Assim, repito, não é minha indicação. Desconheço totalmente a denúncia da Davati.”

Em entrevista à reportagem, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) que, junto com o irmão Luis Ricardo Miranda, chefe do departamento de importação do Ministério da Saúde, denunciou suspeita de irregularidade no contrato de compra da vacina Covaxin, disse que Roberto Ferreira Dias é quem dá as cartas na pasta. “Eu acho assim, nada ali acontece se o Roberto não quiser. Tudo o que aconteceu, inclusive a pressão sobre o meu irmão, é sob a aprovação dele. Sem ele, ninguém faz nada. Isso é uma das únicas certezas que tenho”, afirmou o deputado.

A suspeita sobre a compra de vacinas veio à tona em torno da compra da vacina indiana Covaxin, quando a Folha de S. Paulo revelou no último dia 18 o teor do depoimento sigiloso do servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda ao Ministério Público Federal, que relatou pressão “atípica” para liberar a importação da Covaxin. Desde então, o caso virou prioridade da CPI da Covid no Senado. A comissão suspeita do contrato para a aquisição da imunização, por ter sido fechado em tempo recorde, em um momento em que o imunizante ainda não tinha tido todos os dados divulgados, e prever o maior valor por dose, em torno de R$ 80 (ou US$ 15 a dose).

Meses antes, o ministério já tinha negado propostas de vacinas mais baratas do que a Covaxin e já aprovadas em outros países, como a Pfizer (que custava US$ 10). A crise chegou ao Palácio do Planalto após o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor da Saúde, relatar que o presidente havia sido alertado por eles em março sobre as irregularidades. Bolsonaro teria respondido, segundo o parlamentar, que iria acionar a Polícia Federal para que abrisse uma investigação.

A CPI, no entanto, averiguou e constatou que não houve solicitações nesse sentido para a PF. Ao se manifestar sobre o assunto, Bolsonaro primeiro disse que a Polícia Federal agora vai abrir inquérito para apurar as suspeitas e depois afirmou que não tem “como saber o que acontece nos ministérios”. Na terça, o Ministério da Saúde decidiu suspender o contrato com a Precisa Medicamentos para obter 20 milhões de doses da Covaxin. Segundo membros da pasta, a decisão atual é pela suspensão até que haja novo parecer sobre o caso. A pasta, porém, já avalia a possibilidade de cancelar o contrato.

Já na última segunda-feira, 28, a Folha de S. Paulo também revelou que o advogado do deputado Ricardo Barros atuou como representante legal da vacina chinesa Convidecia no Brasil, participando inclusive de reunião com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Sócio do genro de Barros até março deste ano, o advogado Flávio Pansieri participou de reunião com a Anvisa no último dia 30 de abril. Segundo o site da agência, a pauta da reunião referia-se às “atualizações sobre a desenvolvimento da vacina do IVB [Instituto Vital Brazil] & Belcher & CanSinoBio a ser submetida a uso emergencial para a Anvisa”.

Integrantes da CPI da Covid querem apurar a negociação da Convidecia com o Ministério da Saúde. A empresa Belcher Farmacêutica, com sede em Maringá (PR), atuou como representante no país do laboratório CanSino Biologics no Brasil, responsável pelo imunizante. No último domingo, 27, Barros divulgou nota por ter sido citado pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF) em depoimento à CPI da Covid como parlamentar que atuou em favor da aquisição de vacinas superfaturadas. Para se defender, o líder do governo apresentou a íntegra da defesa preliminar enviada à Justiça Federal. O documento é assinado por Pansieri.

O advogado também assumiu a defesa de Barros no STF (Supremo Tribunal Federal), após o deputado ter sido delatado por executivos da construtora Galvão Engenharia. Além de atuar na defesa de Barros, Pansieri acompanhou o líder do governo durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto no dia 24 de fevereiro, durante a posse do deputado do centrão João Roma (Republicanos-BA) como ministro da Cidadania. (FolhaPress)


Governo Bolsonaro pediu propina de US$ 1 por dose de vacina, diz jornal

FOTO ILUSTRATIVA

Em troca de fechar contrato com o Ministério da Saúde, uma distribuidora de vacinas alegou que foi pedido pelo governo federal uma propina de US$ 1, cerca de R$ 5, por dose, conforme apuração do jornal Folha de S. Paulo.
Luiz Paulo Dominguetti Pereira, o qual diz ser representante da empresa Davati Medical Supply, contou em entrevista à Folha que o diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, cobrou a propina em um jantar no restaurante Vasto, no Brasília Shopping, região central da capital federal, no dia 25 de fevereiro.

O diretor mencionado por Luiz Paulo foi escolhido para o cargo pelo líder do governo Jair Bolsonaro (sem partido) na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). Procurado pelo jornal, Dias não retornou as ligações.

O governo foi procurado para negociar com a Davati 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca com uma proposta feita de US$ 3,5 por cada (depois disso passou a US$ 15,5).

“O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, disse Dominguetti.

A negociação entre a empresa e o diretor de logística da pasta foi intermediada por Cristiano Alberto Hossri Carvalho, que se apresenta como procurador da empresa no Brasil e também aparece nas negociações com o ministério.

“Eu falei que nós tínhamos a vacina, que a empresa era uma empresa forte, a Davati. E aí ele falou: ‘Olha, para trabalhar dentro do ministério, tem que compor com o grupo’. E eu falei: ‘Mas como compor com o grupo? Que composição que seria essa?'”, contou.

“Aí ele me disse que não avançava dentro do ministério se a gente não composse com o grupo, que existe um grupo que só trabalhava dentro do ministério, se a gente conseguisse algo a mais tinha que majorar o valor da vacina, que a vacina teria que ter um valor diferente do que a proposta que a gente estava propondo”, afirmou à Folha o representante da empresa.

O representante ainda acrescenta: ?”A eu falei que não tinha como, não fazia, mesmo porque a vacina vinha lá de fora e que eles não faziam, não operavam daquela forma. Ele me disse: ‘Pensa direitinho, se você quiser vender vacina no ministério tem que ser dessa forma”.

Questionado sobre os moldes do negócio, Dominguetti respondeu:”Acrescentar 1 dólar”, disse sobre a ‘forma’ para a negociação ocorrer.

“E, olha, foi uma coisa estranha porque não estava só eu, estavam ele [Dias] e mais dois. Era um militar do Exército e um empresário lá de Brasília”, ressaltou Dominguetti.

Encontro com diretor do Ministério

Dominguetti foi taxativo ao descrever que seu encontro foi exatamente com o diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Dias.

“Claro, tenho certeza. Se pegar a telemetria do meu celular, as câmeras do shopping, do restaurante, qualquer coisa, vai ver que eu estava lá com ele e era ele mesmo”, frisou.

“Ele [Dias] ainda pegou uma taça de chope e falou: ‘Vamos aos negócios’. Desse jeito. Aí eu olhei aquilo, era surreal, né, o que estava acontecendo.”

“Eu estive no ministério, com Élcio [Franco Filho, ex-secretário-executivo do ministério], com o Roberto, ofertando uma oferta legítima de vacinas, não comprou porque não quis. Eles validaram que a vacina estava disponível”, completou.

O referido jantar citado por Dominguetti teria ocorrido no dia 25 de fevereiro na véspera de uma agenda oficial com Roberto Dias no Ministério da Saúde. Nesta data, o Brasil já tinha alcançado o triste número de 250 mil mortos pela Covid-19.

“Fui levado com a proposta para o ministério e chegando lá, faltando um dia antes de eu vir embora, recebi o contato de que o Roberto Dias tinha interesse em conversar comigo sobre aquisição de vacinas”, disse.

“Quando foi umas 17h, 18h [do dia 25], meu telefone tocou. Me surpreendi que a gente ia jantar. Fui surpreendido com a ligação de que iríamos encontrar no Vasto, no shopping. Cheguei lá, foi onde conheci pessoalmente o Roberto Dias”, afirmou.

Pedido de propina

De acordo com Dominguetti, o pedido de propina feito por Roberto Dias foi recusado por ele.

“Aí eu falei que não fazia, que não tinha como, que a vacina teria que ser daquela forma mesmo, pelo preço que estava sendo ofertado, que era aquele e que a gente não fazia, que não tinha como. Aí ele falou que era para pensar direitinho e que ia colocar meu nome na agenda do ministério, que naquela noite que eu pensasse e que no outro dia iria me chamar”.

Dominguetti continuou então o relato daqueles dois dias. “Aí eu cheguei no ministério para encontrar com ele [Dias], ele me pediu as documentações. Eu disse para ele que teriam que colocar uma proposta de compra do ministério para enviar as documentações, as certificações da vacina, mas que algumas documentações da vacina eu conseguiria adiantar”, afirmou ao jornal.

Negociação

Com as dificuldades para fechar o acordo, Luiz Paulo Dominguetti revelou que Dias alegava a existência de um grupo no Ministério, o qual ele deveria agradar.

“Tinha um grupo, que tinha que atender a um grupo, que esse grupo operava dentro do ministério, e que se não agradasse esse grupo a gente não conseguiria vender”, disse Dominguetti sobre fala do diretor de logística da Saúde.

Ao ser perguntado sobre que “grupo” seria o citado por Dias, o representante respondeu: “Não sei. Não sei quem que eram os personagens. Quando ele começou com essa conversa, eu já não dei mais seguimento porque eu já sabia que o trem não era bom”.
Fonte: IstoÉ



Atenção candidatos: inscrições para o Enem deste ano começa hoje e segue até o dia 14 de julho; As provas serão em novembro

Municípios recebem último FPM de junho nesta quarta-feira; Ceará recebe mais de R$ 114 milhões



O último repasse de junho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será de R$ 2.793.819.663,58, e o recurso entra nas contas das prefeituras nesta quarta-feira, 30. A informação dos Estudos Técnicos da Confederação de Municípios (CNM), com base nos dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), mostra crescimento de 20,99%, em comparação com o mesmo repasse feito em 2020. O Ceará fica com R$ 114.784.018,35 dessa fatia.

Ao aplicar a inflação, o resultado positivo da terceira parcela do mês reduz para 12,26%. Além disso, quando se considera a retenção constitucional de 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o montante fica em R$ 2.235.055.730,86, e sob os valores pertencentes a cada prefeitura, é obrigatório destinar 15% para a saúde e 1% para o Programa de Integração Social e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Com o último repasse, que representa em torno de 30% do valor total do mês, o FPM junho fecha positivo em 63,67%, os três decêndios somaram R$ 10,2 bilhões. Ano passado, na mesma época, os gestores locais receberam R$ 6,2 bilhões. Ainda corrigindo o valor pela inflação do período, o crescimento fica em 51,86%. De janeiro até agora, os Municípios receberam R$ 66, 4 bilhões; em 2020, R$ 55 bilhões tinham sido destinados aos cofres municipais.

Comparando os seis primeiros meses deste ano com o ano passado, o Fundo apresenta crescimento de 30,92%. Com a inflação do período esse aumento fica em torno de 24%. Segundo explicações dos economistas da CNM, o bom desempenho do FPM no primeiro semestre “se dá pelo fato de o resultado, no ano passado, ter sido muito ruim, tanto que foi necessário trabalho árduo do movimento municipalista para garantir a recomposição do FPM nos meses de queda”, lembra a entidade.

A CNM esclarece ainda, por meio do levantamento decendial, que os valores comparam apenas os decêndios. Vale informar ainda que ano passado houve um Apoio Financeiro – liberado pela 14.041/2020 – com o objetivo de mitigar as dificuldades financeiras dos Municípios decorrentes do estado de calamidade pública, em razão da pandemia da Covid-19, esse montante não faz parte das análises. O auxílio liberado em junho foi de R$ 1.666.133.735,80, valor da redução do mês em relação a 2019.

Para saber o quantitativa recebido por cada estado, clique aqui.

(*) Com informações da Agência CNM

Governo do Ceará pretende pagar inscrição do Enem a alunos da rede pública que tiveram isenção negada

 Izolda Cela, Camilo Santana, Secretária de Educação, Eliana Estrela.


O governador do Ceará, Camilo Santana, anunciou que envia para a Assembleia Legislativa projeto de lei para realizar o pagamento da inscrição do Enem 2021 para egressos da rede pública estadual de ensino que, por conta da pandemia, não prestaram a prova no ano passado e este ano tiveram seus pedidos de isenção indeferidos pelo Governo Federal. Ao seu lado, na transmissão ao vivo pelas redes sociais, estavam presentes a vice-governadora do Estado, Izolda Cela, e a secretária de Educação, Eliana Estrela.

“O Ceará tem galgado nesses anos uma política meritocrática e consequentemente vem colhendo resultados na educação. Estamos aqui hoje para encaminhar para a Assembleia Legislativa, sob regime de urgência, o pedido para que o Estado pague a inscrição, no valor de R$ 85, para todo aluno de escola pública que teve o pedido de isenção da inscrição indeferido pelo Governo Federal. Incluindo todos os alunos que concluíram a 3ª série do Ensino Médio em 2020, mas que não fizeram ainda o Enem, por conta da pandemia, e precisam se inscrever”, justificou o governador.

O pedido do governador deve entrar em votação na quinta-feira (1º), na Assembleia Legislativa do Ceará, para, após a aprovação, estar disponível a tempo da inscrição dos alunos no Enem, que se encerra no próximo dia 14 de julho.

“O Governo Federal negou essa isenção para pelo menos 3.800 alunos cearenses, e isso é um absurdo que não podemos aceitar. Não podemos prejudicar esses jovens”, ressaltou o governador, que informou ainda que o Ceará tem um histórico expressivo de alunos inscritos no Enem, entre 95 e 98%, um dos maiores índices do Brasil.

Em sua fala, Camilo Santana citou várias das ações implementadas em prol da educação, tornando muitas delas políticas públicas permanentes, principalmente em meio à pandemia do coronavírus.

Mundo precisa remover 1 bi de toneladas de CO2 até 2025, mostra estudo

FOTO ILUSTRATIVA


Projetos em desenvolvimento vão remover apenas uma fração da quantidade de dióxido de carbono (CO2) do ar que precisa ser extraída até 2025 para que a meta do acordo global climático de Paris seja cumprida e sejam evitados aquecimentos catastróficos, mostra estudo.

Mais de 190 países assinaram o Acordo de Paris, elaborado para limitar o aquecimento global a 1,5 grau Celsius, mas mesmo com promessas de grandes reduções de emissões, muitos cientistas acreditam que tecnologias de remoção serão necessárias para chegar ao objetivo.

"Sem ações para entregar uma gigatonelada (Gt) de emissões globais negativas até 2025, manter o aquecimento global dentro da meta do Acordo de Paris, de 1,5°C, não será possível", diz o relatório da Coalizão para Emissões Negativas (CNE, na sigla em inglês) e da consultoria McKinsey.

O documento indica que os países vão precisar remover 1 bilhão de toneladas de CO2 da atmosfera até 2025 para cumprir a meta, e mais 1 bilhão de toneladas anualmente após isso.

Os atuais projetos em desenvolvimento podem remover apenas cerca de 150 milhões de toneladas de CO2 até 2025, o que é muito abaixo do necessário, diz o relatório.

Entre os projetos de emissão negativa estão iniciativas de bioenergia com tecnologia para capturar e armazenar emissões de carbono e tecnologias para capturar diretamente e armazenar emissões do ar e de soluções naturais climáticas, como o reflorestamento.

Atualmente a tecnologia para remoção é cara, e embora muitos países tenham iniciativas em andamento para precificar emissões de CO2, os preços ainda são muito baixos para incentivar novos projetos.

O relatório diz que escalonar a tecnologia levaria a custos mais baixos, com uma média provável de custo entre US$ 41 e US$ 138 por tonelada de CO2 removida até 2050.


Receita paga restituições do segundo lote do IRPF 2021




A Receita Federal paga nesta quarta-feira (30) as restituições do segundo lote do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) 2021. Estão sendo depositados R$ 6 bilhões para 4.222.986 contribuintes.

Este lote contempla 2.906.310 contribuintes não prioritários que entregaram a declaração até 21 de março. O restante é composto de contribuintes com prioridade legal, sendo 97.082 contribuintes idosos acima de 80 anos, 779.763 contribuintes entre 60 e 79 anos, 54.240 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 385.591 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Inicialmente prevista para terminar em 30 de abril, o prazo de entrega da Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física foi encerrado em 31 de maio por causa da segunda onda da pandemia de covid-19. Apesar do adiamento, o calendário original de restituição foi mantido, com cinco lotes a serem pagos entre maio e setembro, sempre no último dia útil de cada mês.

Como consultar

A consulta pode ser feita na página da Receita Federal da internet. Basta o contribuinte clicar no campo “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, “Consultar Restituição”. A consulta também pode ser feita no aplicativo Meu Imposto de Renda, disponível para os smartphones dos sistemas Android e iOS.

Quem não está na lista pode consultar o extrato da declaração para verificar eventuais pendências. Nesse caso, o contribuinte deverá entrar na página do Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC) e verificar se há inconsistências de dados. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A restituição fica disponível no banco durante um ano. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento da Receita por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos), a fim de agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Edição: Graça Adjuto



Taxa de transmissão da Covid no País é a menor em 40 dias

ACOPIARA > CEARÁ > CENTRO-SUL > ATENÇÃO, HOJE É DIA DE SUA CONSULTA GRÁTIS COM O OFTALMOLOGISTA NA ÓPTICA MORAIS!!!!LIGUE 9 99162751 OU 9 8187-9758!!!!APROVEITE A PROMOÇÃO "ARMAÇÕES POR APENAS R$ 99,00!!!!!

 30/06/2021 > QUARTA-FEIRA







Governo suspende contrato com a Covaxin por recomendação da CGU

Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga


O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta 3ª feira (29.jun.2021) que o ministério suspenderá o contrato de compra da vacina Covaxin. Deu a declaração sobre o imunizante, desenvolvido pela indiana Bharat Biotech e representado no Brasil pela Precisa Medicamentos, no Palácio do Planalto.

“Decidimos suspender [o contrato] para que uma análise mais aprofundada seja feita; por outro lado, Ministério da Saúde vai fazer apuração administrativa para verificar todos os aspectos da temática suscitada no final da semana passada”, afirmou Queiroga.

Por recomendação da CGU, o governo tomou a decisão no momento em que as negociações de compra da vacina indiana pelo governo federal são o novo foco de investigação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado.

“O tempo de suspensão vai durar tão somente o prazo da apuração. Temos equipe reforçada para fazer apuração, para ser bastante célere. Esperamos não mais de 10 dias para uma resposta da análise”, disse Wagner Rosário, chefe da CGU (Controladoria Geral da União), ao lado de Queiroga.

Segundo Rosário, “é uma medida preventiva, visto que existe denúncia de possível irregularidade que ainda não conseguiu ser bem explicada pelo denunciante”.

O contrato para a aquisição da vacina Covaxin foi assinado pelo Brasil em fevereiro de 2021, assegurando a compra de 20 milhões de doses do imunizante.

O Brasil ainda não pagou pelas doses, mas emitiu uma nota de empenho. O empenho é o estágio inicial de separação da verba para pagar uma despesa. Não significa que o governo desembolsou os recursos, mas, sim, que estava preparando o pagamento.
O CONTRATO
Acordado: 20 milhões de doses ao todo, no valor de R$ 1,6 bilhão
Quando: 25 de fevereiro.
Quanto: US$ 15 por dose. Superior ao estimado pela fabricante, que foi de 100 rúpias por dose, o equivalente a cerca de US$ 1,34. Mas, dentro dos preços internacionais praticados para exportação, segundo a empresa

A empresa brasileira Precisa Medicamentos intermediou o negócio entre o governo brasileiro e o laboratório indiano Bharat Biotech, produtor da vacina. Os indícios de crime de improbidade administrativa no contrato com a Precisa levaram o MPF (Ministério Público Federal) a pedir investigação criminal contra o Ministério da Saúde em 16 de junho.
O CASO

O deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e o irmão dele, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, apresentaram aos senadores suspeitas de irregularidades no contrato da Covaxin. Afirmaram que houve pressões internas no Ministério da Saúde para que a vacina fosse aprovada.

Miranda afirma ter alertado Bolsonaro em janeiro sobre as suspeitas de irregularidades na compra da vacina indiana. Em 20 de março, o deputado e seu irmão reuniram-se com o presidente.

Luis Miranda disse que Bolsonaro suspeitou de Ricardo Barros (PP-PR), atual líder do Governo na Câmara, e teria dito que pediria um inquérito na Polícia Federal sobre o contrato.
USO NO BRASIL

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) negou seguidos pedidos de importação do imunizante, que não atendia aos critérios técnicos. Assim, até o momento, nenhuma dose da vacina indiana foi usada ou importada para o país.

Na 3ª feira (29.jun.2021), a Anvisa recebeu um novo pedido de autorização para uso emergencial da vacina Covaxin. A solicitação foi apresentada pela Precisa Medicamentos.

Congresso recebe iluminação para lembrar o Dia do Orgulho LGBTQIA+ Fonte: Agência Senado