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Brasil e Bolívia vão fortalecer o combate ao narcotráfico na fronteira





O Brasil e a Bolívia vão fortalecer as ações conjuntas de combate ao narcotráfico na região de fronteira, conforme prevê o documento de complementação básica ao acordo firmado em 1996, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (16)
Entre outras medidas, os dois países vão implementar o fortalecimento da capacidade operativa da polícia boliviana e da Polícia Rodoviária Federal, em suas atividades de fiscalização das rodovias; disponibilizar instalações e infraestrutura adequadas à execução das atividades de cooperação técnica; e troca de informações necessárias para a execução do projeto.
De acordo com o documento, os recursos para a execução das atividades previstas no projeto, poderão vir de “instituições públicas e privadas, de organizações não governamentais, de organismos internacionais, de agências de cooperação técnica, de fundos e de programas regionais e internacionais, que deverão estar previstos em outros instrumentos legais que não o presente ajuste complementar”.
NoticiasaoMinuto

Com apenas 20 caças, Maduro se diz pronto para a ‘guerra’ (vídeo)

Nicolás Maduro divulgou um vídeo onde ele faz uma espécie de inspeção nos caças da Força Aérea Venezuelana e pede para que seus pilotos se preparem para exercícios de guerra, temendo uma invasão dos ‘imperialistas’ (que é como ele chama os americanos).
Seria cômico se não fosse trágico …
Em caso de uma suposta guerra, algo que certamente não ocorrerá na América do Sul, a Força Aérea da Venezuela possui apenas 20 caças operacionais.
Dos 23 caças Sukhoi Su-30MK2V que estão no país vizinho, apenas 13apresentam condições de voo e estão alocados na Base Aérea Luis del Valle Garcia.
Outros sete aviões que estão em condições operacionais (seis caças F-16A e um F-16B) estão na Base Aérea El Libertador.
EUA
A Força Aérea dos EUA sofreu um grande processo de desativação após a Guerra do Golfo, em 1991.
Embora a frota americana de caças tenha sofrido uma redução drástica de aproximadamente 20% de seu efetivo de (2.500 para 2.000 aviões), estima-se que o Tio Sam tenha atualmente cerca de 1.150 aviões de caça prontos para combate.
Reforçando que a Venezuela não incomoda ninguém (em questões bélicas).
O grande problema são seus aliados (Rússia e China).
Diário do Brasil

Comboio do Exército Brasileiro se dirigiu para a fronteira da Venezuela

O governo norte-americano deu um ultimato para o ditador Nicolás Maduro.
Em uma postagem feita no twitter, os americanos afirmaram que “as cartas estão na mesa” e tudo dependerá do modo como Maduro irá reagir.
Steve Herman, repórter do “Voice of America” e correspondente da Casa Branca, declarou
Diário do Brasil

Embates na fronteira com a Venezuela colocam Brasil numa encruzilhada diplomática


Venezuela fronteira

As virtudes diplomáticas do vice-presidente Hamilton Mourão estão à prova na mediação da crise com a Venezuela que respingou em Pacaraima neste final de semana. A cidade na fronteira do Brasil ficou em intensa adrenalina durante o sábado e domingo ao servir de passagem para dois caminhões de ajuda humanitária que chegariam aos venezuelanos neste sábado. Houve barreira de soldados chavistas, deserção de alguns militares, compatriotas em solo brasileiro jogando pedras contra a barreira chavista, e o revide com bombas de gás lacrimogênio. "Nunca vi Exército de outro país jogar bomba de gás lacrimogênio no Brasil", afirmou à rede Globo o coronel do Exército José Jacaúna, que integra a chamada Operação Acolhida.
A surpresa de Jacaúna mostra o nível de tensão que se instalou na cidade fronteiriça de Roraima, num dos momentos mais preocupantes do continente nos últimos tempos. No sábado, quatro pessoas foram mortas por forças chavistas na cidade de Santa Elena de Uairén, a 15 quilômetros de Pacaraima, quando tentavam se aproximar da fronteira com o Brasil para receber a ajuda humanitária destinada aos venezuelanos. Depois de ataques tão próximos, especialistas veem com apreensão o desenrolar da crise. “O perigo ali na fronteira dos dois países são as faíscas que podem se formar num quadro extremamente delicado”, diz Rafael Villa, cientista político venezuelano que vive no Brasil há 25 anos.
El País

Venezuela: as últimas notícias da crise



A tensão nas fronteiras da Venezuela entra no terceiro dia neste domingo. Os limites do país se tornaram no principal palco de disputa entre o presidente Nicolás Maduro e Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino na Venezuela pelos EUA, Brasil, Colômbia e dezenas de países pelo mundo. Do lado colombiano, Guaidó lidera a tentativa de forçar a entrega de ajuda humanitária aos venezuelanos, enquanto operação semelhante, mas de escala bem menor, acontece no fronteira com o Brasil. Desde sexta-feira, com o fechamento da divisa da Venezuela com Roraima, ordenado por Maduro, a situação é volátil. Já são seis mortos na região. O Exército de Nicolás Maduro teve dezenas de baixas ao longo do dia, com militares desertando. “Devemos ter todas as opções abertas para conseguir a libertação", disse Guaidó, sugerindo que uma intervenção armada não estava descartada. Depois, ele matizou sua escalada retórica dizendo se referir a "cerco diplomático".

Em parecer, AGU diz ser contra fechamento de fronteira com Venezuela



A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou na segunda-feira (20) ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação contra novo pedido feito pelo governo de Roraima para fechar temporariamente a fronteira do Brasil com a Venezuela.
A petição foi protocolada na manhã de segunda (20) após os casos de violência envolvendo cidadãos brasileiros e venezuelanos ocorridos nos últimos dias na cidade de Pacaraima, em Roraima, que fica na fronteira entre os dois países.
No início deste mês, a relatora do caso, ministra Rosa Weber, rejeitou primeiro pedido de fechamento da fronteira, mas deve analisar a questão novamente.
Desta vez, o governo local também pediu ao STF que seja determinado ao governo federal a implementação de barreiras sanitárias para evitar epidemias de sarampo, malária e outras doenças, manutenção de hospitais de campanha do Exército e o envio para outros estados dos venezuelanos que atravessaram a fronteira e estão no estado.

Exército diz que 1,2 mil venezuelanos saíram do Brasil após violência

Atualizado, às 10:18
Cerca de 1,2 mil venezuelanos cruzaram de volta a fronteira do país com o Brasil, após os incidentes da sexta-feira (18) em Pacaraima, em Roraima, quando moradores da cidade atacaram barracas e abrigos dos imigrantes, inclusive ateando fogo, depois que um comerciante local foi assaltado e espancado. De acordo com as autoridades locais, não há registro de feridos entre os imigrantes.
O comerciante brasileiro que sofreu uma tentativa de assalto, supostamente por um grupo de venezuelanos, permanece internado em Boa Vista, e seu estado de saúde é estável.
As famílias venezuelanas que decidiram retornar ao país natal conseguiram atravessar a fronteira em segurança e com a integridade física garantida, informou o Exército.

Novas rotas escoam armas e drogas da Colômbia e Venezuela no CE



Tateando em busca de soluções para problemas da Segurança Pública, o Brasil precisará se preocupar com duas novas rotas de tráfico de armas e drogas que desembocam na Região Norte e se espalham pelo País. Conhecido como ´ponto final´ de várias rotas internacionais, o Ceará, que enfrenta sérias questões de disputas territoriais entre facções, é novamente afetado pela maconha trazida da Colômbia e as armas vindas da Venezuela.
Historicamente, duas grandes rotas fluviais partem da Colômbia em direção ao Brasil, pelos Rios Negro e Solimões. Ambas desembocam no Amazonas. Porém, o Estado é o destino dos narcóticos. O material segue por rodovias para o Ceará, Rio de Janeiro e Pará, os três principais estados para a facção manauara, Família do Norte (FDN).
Tentando conter o derrame de drogas em seu território, os EUA fecharam um dos principais caminhos da maconha ´skunk´, produzida na região de Cauca, na Colômbia, a partir do cruzamento de várias espécies de Cannabis. A erva tem percentuais muito mais altos de substâncias psicoativas que a normal.

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