O bacharel em Direito João Munhoz Neto, de 34 anos, pode deixar a prisão nesta quinta-feira (1º), caso a Justiça acate o parecer favorável do Ministério Público do Ceará (MPCE) ao pedido de liberdade apresentado pela defesa. A decisão cabe à 5ª Vara do Júri da Comarca de Fortaleza.
João está preso preventivamente desde 22 de setembro, no âmbito da investigação sobre a morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos. Ele é investigado por suspeita de violência psicológica e indução ao suicídio. João nega as acusações.







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