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Há 61 anos morria o estadista e escritor britânico Winston Churchill////

 


A Guerra acabou, 8 de maio de 1945!!!!!Atualização, 15h25

A guerra acabou!”. Em 8 de maio de 1945 a mensagem ecoou mundialmente. A assinatura de um documento pela Alemanha - chamado de instrumento de rendição - estabeleceu que o maior conflito bélico da história da humanidade chegava ao fim, ao menos na Europa. A Segunda Guerra Mundial ainda se estenderia no Japão, finalizando totalmente em setembro daquele ano. Mas, o 8 de maio entrou para a história oficial como o “Dia da Vitória” ou o “Dia do Fim da Guerra”.
Àquela altura, em terras italianas, cearenses trariam consigo os horrores de uma guerra que até hoje não desapareceu. Mas eles sobreviveram.

O Diário do Nordeste conta, por meio de um especial com conteúdos publicados nesta quinta-feira (8) e sexta-feira (9), fatos sobre a participação do Ceará no maior conflito bélico do mundo, cujos efeitos e repercussões mobilizam a história, e a necessidade de preservação desta memória é evidente.

Você confere o material na íntegra acessando nosso site. Link na bio. (Fotos: Ismael Soares | divulgação/Câmara Municipal | divulgação/Agência Nacional | Arquivo Nirez) #segundaguerra #historia #cearenses #guerra #Ceará #DiáriodoNordeste #dn

Educação Há 100 anos, Albert Einstein chegava ao Brasil em visita científica

Há exatos 100 anos, o ícone da ciência Albert Einstein desembarcava no Rio de Janeiro para a sua primeira e única temporada no Brasil.

"Chegada ao Rio ao pôr do sol, com clima esplêndido. Em primeiro plano, ilhas de granito de formato fantástico. A umidade produz um efeito misterioso", escreveu ele em seu diário de viagem, naquele dia 4 de maio de 1925.

Einstein já havia pisado em solo brasileiro no dia 21 de março, por algumas horas, durante a parada do navio que o levava a Buenos Aires, na Argentina. Mas a breve temporada brasileira foi reservada para o final da sua incursão de um mês e meio pela América do Sul, que incluiu também uma passagem por Montevideo, no Uruguai.

O objetivo da viagem era divulgar e discutir a recém verificada Teoria da Relatividade com estudiosos sul-americanos, mas também fazer conexões com as comunidades judaicas e alemãs, em meio à escalada de poder do Partido Nazista. Uma evidência disso é que a viagem foi organizada e financiada por organizações judaicas, com o apoio de instituições científicas.

Einstein passou sete dias no Rio de Janeiro, então capital do Brasil, e, além de se encontrar com seus compatriotas, visitou instituições como a Fundação Oswaldo Cruz, o Museu Nacional e o Observatório Nacional, e fez duas grandes palestras públicas, uma na Academia Brasileira de Ciências e outra no Clube de Engenharia. A maior contribuição da visita para a ciência brasileira, na opinião do professor do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Alfredo Tolmasquim, foi o incentivo para as chamadas "ciências puras", que ainda engatinhavam no país.

(*) Correio Braziliense

Hoje na história traz uma reportagem do O Povo sobre o último flagelo em massa no Ceará!!!!


No Sertão, o sinônimo de chuva é inverno, e ela é bem-vinda. Em 1979, o ano começou com boas perspectivas. Mas, após breve período de precipitações em todo o Estado, a estiagem tomou conta. O ano anterior já não tinha sido o ideal, com chuvas ligeiramente abaixo do padrão histórico.⁠⁠
Pelos cinco anos que se seguiram, de 1979, as precipitações ficaram sempre abaixo da média, na mais prolongada seca sobre a qual havia registro até então — que viria a ser superada pelo período de poucas precipitações entre 2012 e 2017.⁠
Aquela seca chegou ao fim com a quadra chuvosa de 1984. Em outra realidade social e de infraestrutura, o período há mais de quatro décadas marcou a última grande fome relacionada à seca no Ceará, amplamente documentada nas páginas do O POVO.⁠
🔗Confira reportagem completa acessando mais.opovo.com.br ou o link na bio.⁠
📷️Fotos: Acervo O POVODOC⁠
✒️Design: Larissa Nascimento/Especial para O POVO⁠

Há 40 anos, disco uniu 155 artistas brasileiros para ajudar Nordeste dois meses após 'We are the world'



Há 40 anos, um time com 155 estrelas da música popular brasileira se reuniu para gravar duas canções em um compacto especial em vinil. O ano era 1985, e o Nordeste vivenciava enchentes depois de cinco anos seguidos de seca. Grandes nomes se mobilizaram para a iniciativa Nordeste Já, dois meses após o lançamento de "We are the world", hit norte-americano concebido para ajudar a população pobre africana.

Artistas nordestinos participaram ativamente da organização do projeto, como Fagner, Gilberto Gil e Caetano Veloso. A iniciativa foi coordenada e realizada pelo Sindicato dos Músicos do Rio de Janeiro (SindMusi).

Em um tempo em que a comunicação dependia dos telefones fixos e dos orelhões, a ideia conseguiu juntar os artistas brasileiros em poucos dias. Em maio de 1985, as duas canções também foram registradas em clipes com exibição no Fantástico (assista no vídeo acima).

O resultado foi um disco compacto distribuído pela Caixa Econômica Federal, com tiragem inicial de 500 mil exemplares. Os valores arrecadados foram destinados à construção de centros comunitários no Rio Grande do Norte, em Pernambuco e no Piauí, segundo informações do SindMusi. A reportagem procurou a Caixa, mas o banco não divulgou o valor arrecadado nem as cidades beneficiadas.

“Chega de mágoa” e “Seca d’água” foram músicas compostas em esforços coletivos. Para o disco, os artistas trabalharam de forma voluntária e cederam os direitos autorais. Foram três sessões de gravações entre os dias 8 e 16 de maio no Multistudio, no Rio de Janeiro, formando um encontro histórico das grandes lendas da música brasileira.

Em março de 1985, a música “We are the world” era lançada. Escrita por Michael Jackson e Lionel Richie, a canção foi gravada por 45 cantores norte-americanos, como parte do projeto USA for Africa. O objetivo era arrecadar fundos para o combate à fome e às doenças no continente africano.

A faixa foi um sucesso internacional e inspirou o Nordeste Já no Brasil. Com o objetivo de angariar fundos para vítimas das enchentes de 1985, anos após uma das piores secas do século XX (de 1978 a 1983), o projeto mobilizou um grande time de artistas para arrecadar doações.

O professor do departamento de história da Universidade Federal do Ceará (UFC), Frederico de Castro Neves, explica que a seca do período destruiu a produção agrícola e devastou a população nordestina com mortes e doenças.

(*) Continue lendo a reportagem

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