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INVESTIGAÇÃO Justiça bloqueia R$ 23,8 mi em bens de investigados por fraudes no INSS

Justiça Federal determinou o bloqueio de R$ 23,8 milhões em bens de empresas e seus sócios investigados por suspeitas de fraudes contra aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A decisão foi emitida em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), em nome do INSS, para garantir que o dinheiro bloqueado possa ser usado para ressarcir aposentados e pensionistas vítimas de descontos ilegais.

O bloqueio alcança as empresas Venus Consultoria Assessoria Empresarial S/A, e os sócios Alexandre Guimarães e Rubens Oliveira Costa, e THJ Consultoria Ltda e a sócia Thaisa Hoffmann Jonasson. O Estadão busca contato com as empresas e executivos.

A juíza Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7.ª Vara Federal do Distrito Federal, considerou que o bloqueio de bens e ativos é prudente para garantir que, ao final do processo, em caso de condenação das empresas, haverá recursos para o ressarcimento dos aposentados.

Ao todo, a AGU pediu o bloqueio de bens na ordem de R$ 2,56 bilhões contra 12 entidades associativas e seus dirigentes, totalizando 60 réus. O processo foi desmembrado em 15 ações judiciais, para facilitar o andamento. Essa foi a primeira decisão no conjunto de ações sobre o caso.

As entidades processadas pela AGU são apontadas como empresas de fachada, criadas para operar as fraudes no INSS. A investigação aponta ainda que elas teriam pagado propinas a agentes públicos para conseguir autorização para os descontos ilegais, sem o conhecimento dos aposentados. Também foram incluídas nas ações seis empresas suspeitas de intermediarem vantagens indevidas.

Todas as 12 organizações já respondem a processos administrativos no INSS, abertos no último dia 5 de maio.

(*) Correio Braziliense

Oficial da PM ligado a 'Bebeto do Choró' é investigado por compra de votos no Ceará: 'suspeita de favores' <> Quinta- Feira, 24/04, 13h31

 


Um tenente militar da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) do Ceará é investigado pela Controladoria Geral de Disciplina (CGD) por suspeitas de participação em "um esquema de compra de votos relacionado às Eleições Municipais de 2024".

O suspeito é Francisco Roberto Dias Lima, apontado como parceiro de Carlos Alberto Queiroz, o ‘Bebeto do Choró’, político foragido da Justiça, e já citado em um relatório da Polícia Federal. Nessa terça-feira (22), a CGD publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) que instaurou sindicância disciplinar para "apurar a responsabilidade administrativo-disciplinar do militar acusado".

Segundo a Controladoria, o tenente vinha "supostamente afastando policiais de determinados 'plantões' e exercendo influência na indicação de candidato à vaga de motorista nos municípios de Boa Viagem/CE e Canindé/CE", isso "em uma troca perigosa e suspeita de favores".

A defesa do militar não foi localizada pelo Diário do Nordeste para comentar sobre a investigação. A CGD ainda destacou que "as condutas citadas configuram, em tese, transgressão disciplinar". A reportagem apurou que o tenente segue no policiamento ostensivo e que, até o momento, não houve decisão para afastá-lo.

(*) Diário do Nordeste

Policial penal é investigado por tentar extorquir R$ 800 mil de empresário e fazer postagem com ameaças

O policial penal Myke Alone Barbosa de Sousa, de 32 anos, está sendo investigado por tentativa de extorsão de R$ 800 mil de um empresário e por fazer postagem nas redes sociais com ameaças. A investigação é feita pela Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública e Sistema Penitenciário do Ceará (CGD), que abriu dois Processos Administrativos Disciplinares (PADs).

As decisões foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (20). No documento também consta a punição dada ao agente em um dos casos. Myke já foi preso por atirar detentos de um presídio de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza.

O g1 não conseguiu contato com a defesa de Mike Alone até a última atualização desta reportagem.

Conforme o processo, ao qual o g1 teve acesso, no dia 16 de março de 2023, um empresário do ramo de venda de veículos foi informado por uma funcionária de que um homem teria ido até uma escola de propriedade de um parente dele com a foto da vítima e da família, alegando que estava lá para cobrar R$ 800 mil referente a uma dívida.

Um dia após tomar conhecimento do caso, o empresário passou a receber mensagens de texto e de voz pelo WhatsApp cobrando a quantia, caso contrário, "ele estaria decretado". A expressão é usada por criminosos para indicar que uma pessoa está marcada para morrer.

A vítima denunciou o caso à polícia e explicou que em 2022 participou de uma transação envolvendo outras três pessoas, referente a compra de sete veículos, no valor de R$ 800 mil. Porém, os envolvidos não receberam os automóveis, pois caíram em um golpe.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que foi usado um dado cadastral falso para habilitação do chip telefônico dos suspeitos. No entanto, os agentes conseguiram identificar os IMEIs dos aparelhos em que o chip foi usado.

A partir disso, os investigadores descobriram que no dia e horário em que as mensagens foram enviadas o chip foi usado no celular do policial penal Myke Alone e no do primo dele, Brendo Wills Barbosa de Sousa.

Em depoimento, Myke negou que tenha enviado as mensagens com ameaças e afirmou que desconhecia os números de telefone que a investigação apontou ser dele. Já Brendo, ficou em silêncio.

Os dois foram indiciados pela Polícia Civil por extorsão e em agosto de 2024 o Ministério Público ofereceu denúncia contra eles. A denúncia foi recebida pela 1ª Vara Criminal de Fortaleza e primos viraram réus.

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POLICIAIS PENAIS SÃO INVESTIGADOS SUSPEITOS DE DESVIAREM ROUPAS ÍNTIMAS PRODUZIDAS POR DETENTOS



NA GRANDE FORTALEZA
Policiais penais estão sendo investigados por desvio de roupas íntimas produzidas por internos na Unidade Prisional Professor José Sobreira de Amorim, na Grande Fortaleza. As peças eram fabricadas como parte de um projeto de trabalho destinado aos detentos, em um galpão instalado dentro do presídio.

As investigações, conduzidas pela Controladoria Geral de Disciplina (CGD) e pelo Ministério Público, apontam possíveis casos de peculato, envolvendo servidores públicos.

As suspeitas surgiram no final de 2022, quando imagens captadas por câmeras de segurança interna mostraram internos entregando peças de vestuário aos policiais. As gravações revelaram o repasse dos itens fabricados, o que levou a prisões em flagrante na época.

Neste ano, o Ministério Público apresentou uma denúncia formal, e as investigações foram aprofundadas.

INVESTIGAÇÃO No diário do general Heleno, roteiro contra a PF e o Judiciário

Um diário, escrito à mão pelo general Augusto Heleno, revela um plano para desestabilizar a atuação do Poder Judiciário e da Polícia Federal, prevendo até mesmo a prisão de delegados. As páginas, publicadas pela revista Veja, foram obtidas pela PF na Operação Tempus Veritatis, de busca e apreensão, de 8 de fevereiro, na casa do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do governo de Jair Bolsonaro (PL).

As anotações de Heleno sugerem que o militar estaria indignado com ações do Judiciário, sobretudo do Supremo Tribunal Federal (STF), em decisões que entendia como ilegais. Para combater a atuação desfavorável ao então presidente da República, Heleno traça um roteiro com medidas que seriam adotadas pelo governo Bolsonaro a fim de constranger ações da PF e decisões do Judiciário.

No esboço, ele descreve o que seria a estrutura para descumprir ordens judiciais — inclusive do STF. Sob o comando da Presidência da República e do Ministério da Justiça, a Advocacia-Geral da União (AGU) seria acionada para elaborar um parecer a respeito de uma determinada ordem ou decisão judicial — e determinar se era "legal" ou "ilegal".
Prisão de delegado

Heleno indica, ainda, que em caso de cumprimento de uma decisão judicial considerada "ilegal" pelo governo Bolsonaro, o delegado da PF que a levou adiante poderia ser preso, pois estaria cometendo um crime. "Delegado não pode cumprir ilegalidade; diligência tem que estar proibido", traz o diário em um trecho manuscrito.

"O AGU faz um texto fundamentado na Constituição Federal afirmando sobre ordem ilegal. Existe um princípio de Direito que ordem manifestamente ilegal não se cumpre", aponta o general, que continua: "Aprovando o parecer do AGU, para toda ordem manifestamente ilegal não é para ser cumprida porque seria crime de responsabilidade".

(*) Correio Brasiliense

TENSÃO EM BRASÍLIA / Polícia Civil começa análise das imagens do vandalismo em Brasília Delegacia especializada ficará à frente das investigações da baderna terrorista no centro da cidade. O saldo da ação de extremistas apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), na segunda-feira, após a diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram depredações e o incêndio de carros e ônibus



Tentativa de invasão da sede da Polícia Federal, depredações em prédios, veículos e ônibus incendiados, além de muita confusão no coração da capital federal. Este foi o saldo da ação de extremistas apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), na segunda-feira, após a diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os responsáveis por causar o cenário de destruição na área central de Brasília, agora estão sob investigação da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). As investigações para identificar e punir os baderneiros estão à cargo do Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), que instaurou um inquérito para apurar a ação dos criminosos.

De acordo com Diretor do Decor, Leonardo de Castro, as investigações foram iniciadas ainda na segunda-feira. "A polícia colhe depoimentos de testemunhas, analisa imagens das câmeras de segurança, além de outras diligências. Tudo no sentido de que as pessoas envolvidas no vandalismo sejam identificadas e responsabilizadas", afirma o policial.

Até o fechamento desta edição, ninguém havia sido preso.

13 prefeituras são investigadas por suspeitas de fraudes em licitações no Ceará



Desde o ano passado, o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) acionou pelo menos 13 prefeituras, câmaras de vereadores ou agentes públicos, ainda em exercício dos cargos ou fora deles, por suspeitas de fraudes em licitações. É o que mostra levantamento do Sistema Verdes Mares feito a partir de ações do MPCE divulgadas pelo próprio órgão desde janeiro de 2019. São casos de possíveis superfaturamentos, restrição à ampla concorrência, contratação de terceiros e licitações por “cartas marcadas” que ferem os princípios da boa gestão pública. Há investigações em andamento, inclusive, que abrangem suspeitas de organizações criminosas com atuação em diferentes municípios.
Em ano eleitoral, a atenção dos órgãos de fiscalização é redobrada para que não haja conluio entre empresas e candidatos. Em paralelo, Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Controladoria-Geral apostam em novas tecnologias de transparência dos gastos públicos e em diálogo com população e gestores.
“Essas fraudes em licitações, às vezes, são muito difíceis de serem detectadas porque, do ponto de vista legal, elas estão perfeitas. É preciso que alguém que tenha participado da trama nos revele ou que a gente consiga identificar algum dado que nos dê a possibilidade de caminhar ao encontro da prova”, afirma a coordenadora da Procuradoria de Crimes Contra a Administração Pública (Procap), Vanja Fontenele.
Nos últimos meses, a Procap deflagrou duas grandes operações na área. Em dezembro, a Procuradoria e a Polícia Civil deflagraram a operação “Coisas de Pai”, que cumpriu 13 mandados de busca a apreensão nas sedes da Prefeitura de Assaré e de empresas situadas no Município, em Juazeiro do Norte e em Fortaleza, bem como em imóveis de residência do prefeito Evanderto Almeida e de outros suspeitos.
“Coisas de Pai” investiga suspeitas de crime de peculato em diversas contratações, como no fornecimento de combustíveis, realização de obras e na locação de veículos, com suspeita de participação do gestor municipal.
Em agosto, já havia sido deflagrada a Operação Norteiras, em Antonina do Norte – cidade vizinha a Assaré, para investigar fraudes em licitações, inexecução contratual e sobrepreço para a execução do serviço de limpeza pública. A operação chegou a apreender mais de R$ 260 mil em dinheiro vivo, no quarto do prefeito Evandro Arrais.
A reportagem não conseguiu contato com os gestores municipais citados.
“A nossa dificuldade é encontrar a conduta do agente com essa prerrogativa. A licitação não é conduzida pelo prefeito, elas são conduzidas por secretários, pelo presidente da comissão de licitação... Em tese, não tem a participação direta do prefeito. Há casos em que, na verdade, ele seria uma ‘vítima’”, pontua Vanja Fontenele.
uando não há indícios de envolvimento de prefeitos, as investigações são guiadas por promotorias locais ou outros grupos de atuação especializada, como o Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco).
“O Ministério Público busca, como fiscal da lei, analisar as contas públicas e verificar a existência de alguma ilegalidade. Quando é verificado que há desvio, busca-se a responsabilização criminal das pessoas que participam da fraude”, afirma o promotor Oigrésio Mores, da Promotoria de São Benedito.
No ano passado, Mores ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por improbidade administrativa com pedido de ressarcimento ao erário contra uma ex-secretária de Saúde da Prefeitura de São Benedito e uma ex-pregoeira, além dos responsáveis pela empresa BT Locação e Limpeza LTDA.
O grupo é investigado por irregularidades no aluguel de veículos para a Secretaria da Saúde. Segundo o promotor, houve sobrepreço e superfaturamento, causando enriquecimento indevido da empresa. O mesmo promotor pediu à Justiça a condenação de ex-gestores da Prefeitura de Carnaubal, cidade vizinha, por fraude no aluguel de veículos com a mesma empresa.
“Temos notado uma profissionalização de algumas empresas em fraudar licitações. Há empresas que têm expertise no sentido de direcionar licitações e fraudar a concorrência”, pontua Mores. Ele conta que já foi procurado por licitantes que se disseram ameaçados ou que receberam ofertas para se abster de participar de concorrências.
Em agosto, o Gaeco deflagrou a Operação Display, abrangendo Limoeiro do Norte, Pacajus e Quixeré, que cumpriu sete mandados de busca e apreensão em residências e empresas em Limoeiro e Fortaleza, além de Mossoró, no Rio Grande do Norte. O grupo investiga suposto conluio de empresas em licitações.
“Esse trabalho de fiscalização é muito importante porque é um trabalho preventivo, corretivo para direcionar a administração pública a selecionar a proposta mais vantajosa, mais eficiente e com menor impacto no orçamento público”, ressalta o promotor Alan Moitinho Ferraz.
Eleições
A coordenadora da Procap ressalta a atenção redobrada em ano eleitoral. “Existem empresários que fazem acertos com então candidatos e acertam para tirar os valores empregados na campanha nas licitações”, destaca Vanja.
“A gente busca evitar que se faça contratação de serviço para beneficiar determinados grupos para se arrecadar dinheiro para o pleito eleitoral. Não só em ano eleitoral. Quando existe (a corrupção), ela se dá durante os quatro anos (de mandato), se é buscada uma realização de caixa para o pagamento das campanhas”, frisa o promotor Oigrésio Mores.
Tecnologia como aliada no combate a irregularidades
rgãos de controle como o Tribunal de Contas do Ceará (TCE) e a Controladoria-Geral do Estado (CGE) adotam estratégias para acompanhar os gastos das prefeituras, como o Observatório de Licitações do TCE e a ferramenta online da CGE de monitoramento da execução de parcerias entre municípios e Governo do Estado.
“Tivemos um amadurecimento grande com essa ferramenta. Antes, o dinheiro era repassado aos gestores e eles prestavam contas dos recursos, às vezes com um prazo de 60 dias para mandar a papelada com a prestação. Agora, o dinheiro não vai mais para a conta da prefeitura, fica numa conta do convênio. Quando é contratado o fornecedor, o dinheiro é transferido da conta do convênio para a do fornecedor. Hoje, temos tudo na internet e a total rastreabilidade do recurso”, afirma o secretário executivo da CGE, Marconi Lemos.
Ainda assim, ressalta Lemos, há fragilidades no processo como obras em desacordo com as especificações do plano de trabalho, obras não concluídas ou com divergências em valores.
O diretor de Fiscalização de Licitações e Contratos do TCE, André Alves Pinheiro, destaca que, entre as irregularidades mais comuns estão a restrição à competitividade, que é quando o edital estabelece critérios que restringem a amplitude de concorrentes que poderiam participar da licitação; problemas na elaboração do projeto básico, com a ausência de planilha de custos, por exemplo; dispensas de licitação indevidas; contratação de terceiros para prestar o serviço prometido e preços acima da média de mercado.
No TCE, além do recebimento de denúncias e da checagem das prestações de contas das prefeituras, por exemplo, é feito trabalho preventivo. “Temos o Observatório de Licitações, a partir do qual pegamos os procedimentos ainda abertos e analisamos antes que alguma irregularidade aconteça”, destaca André. Ele pontua ainda que a atuação do TCE na área de licitações vai além da fiscalização.
Para Marconi Lemos, uma das saídas para reduzir as fragilidades em licitações é investir na criação e instrumentalização dos controles internos dos municípios.
Impacto da presença do ministério público
O promotor Alan Moitinho Ferraz, da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Boa Viagem, ressalta que há casos em que só o anúncio da fiscalização do MP já faz com que fraudadores deixem o processo.
Fiscalização na Câmara Municipal
Em Mombaça, foi uma denúncia ao MP que fez com que a promotora Mônica Kaline Nobre recomendasse a anulação de uma licitação na Câmara Municipal que restringia a ampla concorrência. A recomendação foi acatada pelo chefe do Poder Legislativo.
Acompanhamento de licitações na internet
Todos os procedimentos de contratações das prefeituras são disponibilizados no site do Tribunal de Contas do Estado.
Fonte: Diário do Nordeste

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