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Há 78 anos morria o advogado e pacifista indiano Mahatma Gandhi

 

A Marcha do Sal, liderada por Mahatma Gandhi entre 12 de março e 5 de abril de 1930, foi um ato crucial de desobediência civil não violenta contra o domínio britânico na Índia. Gandhi caminhou cerca de 400 km de Sabarmati até Dandi para produzir sal ilegalmente, protestando contra o monopólio e os altos impostos britânicos.
Pontos-chave da Marcha do Sal:O Ato: Ao chegar à costa de Dandi em 6 de abril, Gandhi pegou lama salgada, infringindo a lei britânica e declarando: “Com isto, estou a abalar as fundações do Império Britânico”.
Objetivo: Mobilizar a população em uma campanha de resistência fiscal e protesto pacífico (
satyagraha) contra o monopólio do sal.
Impacto: Milhares de indianos seguiram o exemplo, resultando na prisão de cerca de 60.000 pessoas, incluindo Gandhi.
Consequências: Embora não tenha gerado independência imediata, o movimento internacionalizou a causa indiana, atraiu atenção mundial para a brutalidade colonial e unificou a nação, marcando o início do fim do domínio britânico.
A marcha transformou a luta pela independência em um movimento de massas e demonstrou a força da não-violência, tornando-se um momento icônico no século XX.

























Blog na História 80 anos da bomba atômica em Hiroshima

O golpe definitivo contra o Japão na Segunda Guerra Mundial foi deferido em agosto de 1945. Nesta quarta-feira, 6, faz 80 anos do mais dramático marco inaugural da era nuclear, quando os Estados Unidos lançaram no Extremo Oriente a primeira bomba atômica em Hiroshima, no Japão.⁠⁠
Passadas oito décadas, novas ameaças e corridas armamentistas alimentam conflitos ao redor do mundo. Três dias após Hiroshima, uma segunda bomba atômica foi lançada sobre Nagasaki, em 9 de agosto.⁠

NA HISTÓRIA <> Há 80 anos ocorria a batalha de Monte Castelo; Maior vitória do Brasil na 2ª Guerra, na qual cearenses lutaram e morreram//Domingo, 23/02, 12h13

Há 80 anos o Brasil mergulhava naquele que viria a ser o maior triunfo da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Segunda Guerra Mundial: a tomada de Monte Castelo, na Itália. Iniciada em 24 de novembro de 1944, a batalha contou com cinco ataques. Desses, os quatro primeiros foram mal-sucedidos por conta, principalmente, do frio severo que assolava a localidade e prejudicava a visualização para artilharia aérea e veículos blindados. A tomada de Monte Castelo ocorreu em 21 de fevereiro de 1945.⁠⁠
Enfrentar e vencer o frio é o ponto de destaque do desempenho brasileiro no conflito, além de desbravar o terreno desconhecido e montanhoso do Monte Castelo. Segundo o historiador do Exército e chefe do Centro de Cultura Regional Militar da 10ª Região, baseado no Ceará, major Gustavo Augusto de Araújo Chaves Pereira, essa foi a batalha mais difícil e emblemática enfrentada pela FEB.⁠
"Ela representa todo o aspecto de perseverança do soldado brasileiro, do preparo, da resiliência, da adaptabilidade ao clima. Se for analisar bem, das quatro tentativas infrutíferas, todas foram baseadas em problemas adversos em termos de meteorologia. Frio, inverno, chuva, lama. Esse aspecto foi algo sobrenatural", destaca o major Gustavo Augusto .⁠
Ele também relata outra dificuldade na campanha de Monte Castelo: a situação íngreme do terreno. "Eles tinham que escalar no rastejo. Corriam, deitavam, rastejavam, porque, se ficavam em pé, a metralha comia”, contextualiza ele, que também é um dos autores do livro Reminiscências da História do Ceará na Segunda Guerra Mundial.⁠

Chega de Magoa (Criação Coletiva), há 40 anos uma turma de 155 artistas gravaram "chega de mágoa", ...PROJETO NORDESTE!!!!!

Em março de 1985, a música “We are the world” era lançada. Escrita por Michael Jackson e Lionel Richie, a canção foi gravada por 45 cantores norte-americanos, como parte do projeto USA for Africa. O objetivo era arrecadar fundos para o combate à fome e às doenças no continente africano. A faixa foi um sucesso internacional e inspirou o Nordeste Já no Brasil. Com o objetivo de angariar fundos para vítimas das enchentes de 1985, anos após uma das piores secas do século XX (de 1978 a 1983), o projeto mobilizou um grande time de artistas para arrecadar doações.

Edifício Joelma: 50 anos depois, marcas do incêndio permanecem Fogo matou 181 pessoas e deixou mais de 300 feridas



No dia 1º de fevereiro de 1974, Hiroshi Shimuta, 80 anos, chegou bem cedo ao 22º andar do Edifício Joelma, no centro da capital paulista, onde trabalhava. O expediente começava às 9h da manhã, mas ele decidiu chegar antes das 8h porque queria ler os jornais antes de começar a jornada, para se atualizar sobre o que estava acontecendo no Brasil e no mundo.

Acabara de ser pai de gêmeos. Uma menina e um menino haviam nascido no dia 18 de janeiro e ele sequer os havia segurado no colo porque nasceram prematuros e ainda permaneciam no hospital.

“Eu estava na minha sala lendo meu jornal e então recebi um telefonema da portaria me informando que o prédio estava pegando fogo”, relembra.

Era por volta das 8h45 da manhã, quando o Edifício Joelma começou a pegar fogo. Naquele dia, São Paulo enfrentava muitos ventos, fator que contribuiu para a propagação das chamas.

O incêndio no Edifício Joelma foi uma das maiores tragédias ocorridas no Brasil, provocando a morte de 181 pessoas e deixando mais de 300 feridas. Embora o país nunca tenha se preocupado em homenagear esses mortos ou transformar essa tragédia em um memorial, as marcas e lembranças do incêndio permanecem vivas em muitas pessoas.
Incêndio

O fogo teve início no 12º andar, ocupado pelo Banco Crefisul, resultado de um curto-circuito no sistema de refrigeração. O vento e a falta de segurança do prédio logo fizeram as chamas se alastrarem, levando à morte centenas de pessoas. O número de óbitos registrados variou ao longo dos anos, mas pesquisa feita pelo jornalista e escritor Adriano Dolph, autor do livro Fevereiro em Chamas, documenta que 181 pessoas morreram no incêndio.

“Busquei documentos oficiais do IML (Instituto Médico Legal) e do Cemitério do Vila Alpina. Busquei também nos processos criminais, em documentos do Corpo de Bombeiros, no Arquivo Público do Estado de São Paulo e em jornais da época”, relembra. “O que tenho são 181 laudos necroscópicos”, atesta o jornalista.
Torres

Inaugurado em 1971, o Edifício Joelma - atualmente chamado de Edifício Praça da Bandeira - é uma obra do arquiteto Salvador Candia. Construído em concreto armado, é composto por duas torres de 25 andares: uma virada para a Avenida Nove de Julho e outra para a Rua Santo Antônio, no centro da capital paulista. Entre elas, uma única escada central.

“Ele tem características arquitetônicas muito interessantes. Ele tem sete andares de estacionamento mas, pela altura desses andares, compõem uma altura de aproximadamente dez andares. Por isso ele não tem marcados três andares. Ele pula do sétimo para o décimo primeiro andar”, explicou Dolph.

Do 11º ao 25º andar, o prédio conta com salas de escritórios que, naquela época, estavam sendo ocupadas pelo Crefisul. “Muitos estavam ali em busca do primeiro emprego. Sexta-feira era o dia de entrevistas de emprego no banco. O livro Fevereiro em Chamas traz relatos de funcionários que estavam levando, por exemplo, uma irmã para entrevista de emprego [naquele dia]”.

As salas eram repartidas por divisórias e tinham carpetes, móveis de madeira e cortinas de tecido, que contribuíram para que o fogo se alastrasse rapidamente.

Dois anos antes, o centro da cidade de São Paulo já havia enfrentado uma grande tragédia. Um incêndio no Edifício Andraus, localizado próximo da Praça da República, havia deixado 16 mortos e entre 300 ou 400 feridos.


“Todo mundo imaginou que a tragédia do Andraus seria aquela épica, aquela que iria marcar gerações. Mas veio uma ainda pior: o Joelma fez muito mais pessoas perderem a vida”, disse o escritor.
Hiroshi Shimuta

Sobrevivente da tragédia, o presidente da Nicom Comércio e Material de Construção, Hiroshi Shimuta, começou a trabalhar no Citibank no início dos anos 70, empresa pela qual dedicou 20 anos de sua vida. Em 1972, o Citibank adquiriu participação no Crefisul para complementar seus negócios. Com isso, o departamento do banco em que ele trabalhava se dividiu: parte continuou na Avenida Ipiranga [onde estava o Citibank] e parte se mudou para o Edifício Joelma, que tinha acabado de ser todo alugado para o Crefisul.

Shimuta alternava entre os prédios a cada semana. Na fatídica sexta-feira de 1974 ele estava no Joelma. “Eu tentei sair [da minha sala]. Mas a fumaça era muito forte. Pensei: ‘vou morrer sufocado’. Decidi arrancar todas as cortinas. O fogo começava nas cortinas, que eram feitas de juta. As janelas ficavam abertas e a cortina ficava balançando para fora. Então, pegava fogo embaixo e ia impulsionando o fogo para cima”, contou o empresário, que estava com outras seis pessoas na sala.

Sob liderança dele, o grupo saiu da sala em direção a um pequeno banheiro do andar. “O banheiro não pega fogo. Então, vamos ficar aqui, vamos nos acomodar por aqui”, pensaram. Eles ficaram por ali um tempo, mas a fumaça não tardou a chegar. Foi então que decidiram deixar o banheiro e passar para um pequeno parapeito do lado de fora, onde permaneceram até que pudessem ser resgatados pelos bombeiros. O que tardou cerca de cinco horas para acontecer.


“Com o fogo subindo, havia quem se jogava lá de cima [de andares superiores]. O cenário era simplesmente dramático. Eu tentava acalmar o pessoal. Falava para não fazerem besteira porque daqui a pouco o fogo iria se apagar”, falou. “A gente orava muito e pedia para que Deus nos salvasse”.

Antes de ser resgatado, Shimuta pensava nos filhos recém-nascidos. “Eu não posso morrer. Tenho que viver de qualquer forma. Coloquei duas crianças no mundo e essas crianças não vão viver sem o pai. Sou responsável, preciso estar vivo”.

O resgate foi complicado. A escada magirus do Corpo de Bombeiros só alcançava até o 14º andar. Eles estavam no 22º. Então, para fazer esse resgaste, os bombeiros precisaram subir ao topo da magirus e depois usar uma escada de alumínio, de forma complementar, com a qual iam escalando andar a andar. “Eles iam se revezando até chegar ao nosso andar. Fui o último a ser resgatado. Acho que levou mais ou menos uma hora nesse processo porque tinha que descer até o 12º andar [onde estava a magirus]. Aí ele ia descendo até chegar lá embaixo. Depois, subia para resgatar a segunda pessoa. Mas a essa altura do campeonato. estávamos felizes da vida, pois víamos nossos colegas saindo da escada e caminhando lá embaixo. Isso foi dando um alívio na gente”.

Quando finalmente chegou ao asfalto, Shimuta só agradeceu. “A primeira coisa que fiz foi olhar para cima e agradecer a Deus por ter devolvido a minha vida. Depois agachei e beijei o chão”, conta.

Naquela noite, ele não conseguiu dormir. “Estava cansado fisicamente, mas quando fechava os olhos, dava a impressão que eu estava sendo lançado no ar, que estava flutuando. Aquela sensação eu não esqueço nunca. Parecia que Deus estava querendo me levar”.
Mauro Ligere Filho

O microempresário Mauro Ligere Filho, 73 anos, é outro sobrevivente do Joelma. Ele também trabalhava no Citibank, banco pelo qual foi funcionário por 22 anos. “Nós estávamos [no Joelma] justamente vendo o que a financeira Citibank tinha e a financeira Crefisul tinha para podermos adequar os padrões. Os trabalhos tinham recém-começado. Acho que não tinha um mês”.


Mauro, estava no mesmo andar de Shimuta, embora em salas diferentes. “Era uma sexta-feira garoenta. Tinha uma reunião e eu estava no prédio antes das 9h. Eu e meu diretor estávamos preparando uma apresentação. Eu tinha recém-ganhado uma caneta Parker 51 do meu pai”, conta.


“Na hora exata do incêndio, eu estava na sala do meu diretor, no 22º andar. Nessa sala tem um banheiro privativo. Estávamos eu, ele e uma secretária preparando a apresentação, quando escutamos uma barulhada de vidros explodindo. Meu chefe pegou um extintor e saiu correndo. A secretária foi atrás dele. Eu estava correndo atrás deles, mas lembrei que tinha esquecido minha caneta [que havia ganhado do pai] e voltei. Peguei a caneta, minha mala e meu paletó. Quando fui sair de novo, alguns segundos depois, o hall dos elevadores e a escada já haviam virado uma chaminé. Tentei subir ou descer pela escada, mas não consegui e acabei voltando para a sala onde estava. Nesse meio tempo, seis pessoas apareceram por ali. O Hiroshi era uma delas”, contou.

De início eles tentaram apagar o incêndio naquele andar. “Tentamos pegar uma mangueira de incêndio para apagar o fogo. Esticamos, conectamos no registro, mas não tinha água. O registro central do sistema de abastecimento de incêndio estava fechado”.

Foi então que tiveram a ideia de se confinar no banheiro. Mas não conseguiram ficar muito tempo por ali por causa da fumaça. A solução acabou sendo pular para o parapeito. “Eu abri a janela [do banheiro] e vi que tinha um parapeito. E daí consegui respirar porque ali é um vale [Vale do Anhangabaú] e os ventos ora vinha daqui ora dali. Aí eu pulei [a janela do banheiro] e as outras pessoas pularam também. [O parapeito] era pequeno e não cabiam sete pessoas. Então ficamos um em cima do outro. E uma pessoa em cima de mim. Ficamos ali por horas. Se não tivéssemos pulado [a janela do banheiro] teríamos morrido asfixiados”.

Ligere foi um dos primeiros a ser resgatado daquele parapeito. Seu salvador foi o bombeiro João Simão de Souza. O nome do bombeiro ele só foi descobrir ao dar entrevista para um programa de TV, no ano passado. “Ele agora é um amigo que eu tenho, que eu ganhei, e que só fui encontrar após 49 anos”.

Daquele fatídico incêndio, Ligere Filho saiu apenas com uma orelha queimada. “Só a orelha que queimou. Eu estava praticamente intacto, não tinha nada além daquela ardência no olho e daquela secura na boca”. E na segunda-feira após a tragédia ele já tinha voltado a trabalhar.

Mas as marcas não foram só físicas. Anos depois ele desenvolveu uma síndrome do pânico. “Imagino que tenha sido consequência disso aí porque eu sempre tinha sido tranquilo”, falou.
Responsabilização

As imagens daquele 1º de fevereiro continuam vivas na memória desses sobreviventes. Ligere Filho, por exemplo, não somente lembra detalhes sobre o que aconteceu naquele dia, como também guarda recortes de reportagens sobre o assunto que foram publicadas em jornais e revistas. Inclusive das muitas entrevistas que deu. “Como eu tinha vivido aquilo, tudo que tinha [sobre o Joelma] eu comprava e guardava. Até que eu resolvi fazer um livro com várias manchetes da Veja, Estadão, Folha para contar para os meus netos”.

Cada um teve que conviver com as recordações à sua maneira, já que, segundo relatos de sobreviventes, nem o condomínio, nem a prefeitura e nem o Crefisul disponibilizaram psicólogo para as vítimas após o incêndio.

De acordo com o escritor Adriano Dolph, houve uma batalha pelo reconhecimento de que o Crefisul teve responsabilidade no incêndio. O banco chegou a indenizar alguns por acidente de trabalho, e entendia que era o suficiente, e que não era devida indenização às famílias pelos mortos. "Foi uma batalha de cinco anos que chegou ao STF (Supremo Tribunal Federal) e que o pagamento só ocorreu após dez anos, com idas e vindas, embargos declaratórios", explica o autor. Dolph ressalta ainda que os valores pagos foram ínfimos.

“As pessoas só começaram a receber, de fato, a indenização após um acordo com o grupo Crefisul, que não era mais o Crefisul. Elas só começaram a receber indenização em 1986”, relembrou Adriano Dolph.

Além disso, nem todo foram indenizados. “[A indenização] recebi de Deus, que foi a vida”, afirmou Ligere Filho.

Pelo lado criminal, cinco pessoas foram responsabilizadas pelo incêndio no Joelma. Em abril de 1975, Kiril Petrov, engenheiro responsável pelas instalações gerais, foi condenado a três anos de prisão. Já os eletricistas Sebastião da Silva Filho, Alvino Fernandes e Gilberto Araújo e o proprietário da empresa Termoclima, Walfried Georg, foram condenados a dois anos de prisão. Eles recorreram da sentença e então houve diminuição das penas. “De fato, eles nunca cumpriram a pena de cadeia. Todos permaneceram livres”, disse o autor de Fevereiro em Chamas.

Já a empresa Crefisul jamais foi julgada. “Da diretoria do grupo Crefisul ninguém foi tido como réu. Ninguém [do banco] foi encarado pela promotoria ou pelo delegado que cuidou do caso como responsável”, acrescentou o escritor.

A TV Brasil preparou um especial sobre os 50 anos do incêndio do Joelma, que vai ao ar no Caminhos da Reportagem, no dia 4 de fevereiro, às 22h

Edição: Aline Leal

Auschwitz faz cerimônia virtual para marcar aniversário de libertação

Auschwitz > Campo de concentração nazista polonês
Marian Turski, sobrevivente de 94 anos do campo de extermínio de Auschwitz, comemorou de forma remota o 76º aniversário de libertação pelas tropas soviéticas nesta quarta-feira (27), ciente de que talvez nunca retorne, devido à pandemia de coronavírus.

Sobreviventes e funcionários do museu disseram à Reuters que temem que a pandemia possa encerrar a era em que ex-prisioneiros de Auschwitz podem contar suas próprias histórias aos visitantes no local. A maioria dos sobreviventes de Auschwitz está na casa dos 80 a 90 anos.

"Mesmo se não houvesse pandemia, haveria menos sobreviventes a cada aniversário", disse Turski à Reuters em entrevista virtual de sua casa em Varsóvia. "Pessoas da minha idade que já são vulneráveis a muitas outras doenças também estão na primeira linha de fogo para esse vírus."

O Museu e Memorial de Auschwitz-Birkenau preserva o campo de extermínio de Auschwitz montado em solo polonês pela Alemanha nazista durante a Segunda Guerra Mundial. Mais de 1,1 milhão de pessoas, a maioria judeus, morreram nas câmaras de gás do campo ou de fome, frio e doenças.

A cerimônia que marcou a libertação do campo incluiu discursos de sobreviventes, do presidente da Polônia, Andrzej Duda, e diplomatas israelenses e russos, bem como um debate sobre a influência do Holocausto nas crianças.

Outras cerimônias virtuais também aconteceram para marcar o Dia em Memória do Holocausto.

O Memorial está fechado para visitantes há 161 dias por conta da pandemia. Em 2019 foi visitado por cerca de 2,3 milhões de pessoas. Em 2020, esse número caiu para cerca de 502 mil.

FATO HISTÓRICO DO 13 DE ABRIL....



Senna no GP da Espanha
Em 13 de abril de 1986, na estréia do circuito de Jerez de La Frontera, ocorreu o Grande Prêmio de Fórmula 1 da Espanha. O brasileiro Ayrton Senna, que era piloto da Lotus-Renault, numa grande disputa, ganhou com a ínfima margem de 0.014s em relação a Nigel Mansell, da Williams.

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