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Veja como ficará a conta de energia no Ceará com mudança no boleto a partir de abril Fatura será emitida com apenas um número de identificação do cliente, chamado de Unidade Consumidora (UC). Alteração segue uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).



As novas mudanças no boleto da conta de energia da Enel Distribuição Ceará começam a valer em abril deste ano. As contas passarão a ser emitidas apenas com um único número de identificação do cliente, chamado de Unidade Consumidora.

A alteração segue uma determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estabelece a padronização da identificação das unidades consumidoras em todas as distribuidoras do país


➡️ Entenda: Atualmente, a conta de energia apresenta dois códigos de identificação:

O número do Cliente;
E o número da Unidade Consumidora.

Com a mudança, a identificação passará a ser feita apenas pelo Número da UC.

Veja como ficará o boleto:
Segundo a Enel, a medida tem como objetivo padronizar as informações em todo o país, facilitar a rastreabilidade das unidades e aumentar a segurança e a eficiência operacional no atendimento aos consumidores.

Novo número terá 15 dígitos

De acordo com a empresa, o novo número de identificação da unidade consumidora terá 15 dígitos.

A composição seguirá o padrão definido pela Aneel:

10 dígitos para identificar a unidade consumidora;
3 dígitos para identificar a distribuidora;
2 dígitos verificadores.

Esse número passará a aparecer na conta como “Número da UC”.

A padronização também será aplicada a unidades com fornecimento suspenso ou desligado, conforme as orientações da agência reguladora.

A Enel esclareceu que a mudança não vai unificar contas de energia de um mesmo titular que tenha mais de um imóvel.

Isso porque o novo número passa a ser vinculado ao imóvel, e não ao titular da conta. Assim, cada endereço continuará tendo um contrato e uma fatura próprios.

Em casos de troca de titularidade, o número da unidade consumidora permanece o mesmo. O que muda é apenas o CPF ou CNPJ do novo responsável pelo contrato.

Mudanças automáticas

A distribuidora informou que a alteração não causará impacto no fornecimento de energia, no envio das faturas nem nos dados já cadastrados, como endereço e nome do titular.

Segundo a empresa, os clientes não precisam realizar nenhuma solicitação nos canais de atendimento, pois a mudança será feita automaticamente no sistema.




































Bandeira tarifária Conta de luz terá bandeira vermelha patamar 1 em outubro Contas de energia terão cobrança extra de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora

 

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira (26/9), que a bandeira tarifária de outubro será vermelha patamar 1. Com isso, as contas de energia terão cobrança extra de R$ 4,46 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.De acordo com a agência, o volume de chuvas segue abaixo da média, o que reduz o nível dos reservatórios e prejudica a geração de energia nas hidrelétricas. Para garantir o abastecimento, será necessário acionar usinas termelétricas, que têm custo de produção mais alto — motivo para a aplicação da bandeira vermelha. Nos meses anteriores, estava em vigor a bandeira vermelha patamar 2.

A Aneel destacou que fontes renováveis, como a solar, ainda são intermitentes e não fornecem energia durante todo o dia. Por isso, o uso de termelétricas se torna essencial para suprir a demanda, especialmente nos horários de pico.
Como funcionam as bandeiras tarifárias

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias informa aos consumidores o custo real da geração de energia no país. A cor da bandeira — verde, amarela ou vermelha — reflete as condições de produção: quando a energia fica mais cara, como no caso do uso de termelétricas, a bandeira sobe de nível.

Esse mecanismo permite que o consumidor acompanhe, em tempo real, as variações de custo e possa ajustar o consumo para evitar surpresas na conta. Antes da criação das bandeiras, esses repasses só apareciam nos reajustes anuais, sem um sinal imediato para estimular a economia.

(*) Correio Braziliense

Conta de luz vai baixar entre 3,5% e 5%, avalia ministro

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, declarou, ONTEM, terça-feira (9/4), que a medida provisória (MP) apresentada hoje para prorrogar os subsídios para a geração de energia limpa e quitar empréstimos do setor vai reduzir entre 3,5% e 5% a conta de luz dos brasileiros.

Ele participou nesta tarde de solenidade para a assinatura do texto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Para Silveira, os empréstimos que serão quitados pelo governo, referentes à crise da covid-19 e à escassez hídrica de 2021, foram contraídos de forma irresponsável pelo governo Bolsonaro e “jogados no colo” do consumir.

"Alívio na conta de energia entre 3,5% e 5% para as famílias brasileiras", discursou o ministro. "Essa MP traz alívio e vamos trabalhar fortemente nos próximos 90 dias pelas famílias brasileiras", acrescentou.

A MP apresentada tem dois pontos principais. O primeiro é prorrogar os subsídios do governo para a geração de energia limpa por mais 36 meses. A outra é permitir o uso dos recursos oriundos da privatização da Eletrobras para quitar a Conta Covid e a Conta Escassez Hídrica, que representam empréstimos concedidos pelo governo federal ao setor durante essas duas crises, em 2020 e 2021. O valor dos empréstimos é repassado aos consumidores de energia.

“Alguém, em algum momento, achou uma ótima ideia fazer negócios com juros elevadíssimos, e jogar o boleto no colo dos brasileiros e brasileiras mais pobres e da classe média”, enfatizou Silveira. “Vamos quitar, vamos trabalhar para isso, os empréstimos criados a juros abusivos, que foram contraídos durante a covid e a escassez hídrica, para minimizar e impedir novos aumentos (na conta de luz)”, emendou.

(*) Correio Braziliense

Conta de luz continua com bandeira verde em outubro Expectativa é que bandeira verde fique até o fim do ano


A bandeira tarifária para o mês de outubro continuará verde, o que significa que não haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores brasileiros. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a energia mais barata reflete a melhoria nos níveis dos reservatórios das hidrelétricas.

As condições favoráveis de geração hidrelétrica, que possui um custo mais baixo do que outras fontes de energia, têm mantido a sinalização verde desde abril de 2022.

Com os dados apurados até o momento, a expectativa da Aneel é de que a tarifa não sofra nenhum acréscimo até o final do ano.

A bandeira verde é válida para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN), malha de linhas de transmissão de energia elétrica que conecta as usinas aos consumidores.

(*) AGÊNCIA BRASIL

Conta de luz terá bandeira verde em fevereiro para os mais pobres



A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira (28) que irá aplicar a bandeira tarifária verde no mês de fevereiro para os consumidores que recebem o benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica. Com essa bandeira, que indica condições favoráveis de geração de energia, não há acréscimos na tarifa.

A bandeira verde também esteve em vigor nos meses de dezembro e janeiro. Para os demais consumidores de energia elétrica, a bandeira vigente até abril será a de Escassez Hídrica, no valor de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos.

A bandeira tarifária é um adicional cobrado nas contas de luz para compensar os custos extras decorrentes da geração de energia por meio de usinas termelétricas. A bandeira ficará verde por conta da previsão de chuvas dentro da média, o que favorece a geração de energia por termelétricas.

Neste momento, a bandeira verde vale apenas para os consumidores com tarifa social, que programa que concede descontos a consumidores de baixa renda inscritos em benefícios do governo.

Instituída pelo Ministério de Minas e Energia, a bandeira Escassez Hídrica visa a cobrir os custos da geração de energia por usinas térmicas necessárias para garantir o fornecimento durante a crise hídrica. A bandeira Escassez Hídrica seguirá em vigor até abril de 2022.

(*) Ig
www.carlosdehon.com

Governo estuda desconto na conta de luz para de 35 milhões de famílias



Um total de 35,3 milhões de residências de todo o país irão receber descontos nas contas de luz neste mês. Essas famílias economizaram no consumo de energia elétrica no ano passado e, agora, ganharão um "bônus" na tarifam, de acordo com dados do Ministério de Minas e Energia.

O bônus chegará, ao todo, a R$ 2,4 bilhões. Pelas regras do programa — lançado em agosto pelo governo federal por conta da crise hídrica —, ganhará o bônus agora quem tiver diminuído o consumo entre setembro e dezembro em, no mínimo, 10% em relação ao mesmo período de 2020. O desconto vai valer até uma redução de 20%. O objetivo era incentivar o consumidor a economizar.

O abatimento será de R$ 0,50 por cada quilowatt-hora (kWh) do volume de energia economizado dentro da meta de 10% a 20%. O consumidor somente receberá o bônus se a soma dos consumos de energia elétrica de setembro a dezembro de 2021 for inferior à soma dos mesmos meses de 2020, em pelo menos 10%.


De acordo com o MME, o bônus gerou uma economia de 5,6 milhões de megawatt/hora (MWh) no período, o que representa cerca de 4,5% a menos na tarifa do consumidor residencial. Isso corresponde ao consumo anual do estado da Paraíba ou do Rio Grande do Norte, de acordo com o governo.

O valor também corresponde 3,81% da capacidade máxima de armazenamento no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, considerado a “caixa d’água” do Brasil.


Conta de luz de janeiro terá desconto para quem economizou energia em 2021

 06/01/2022 > QUINTA-FEIRA



As distribuidoras de energia elétrica darão desconto nas contas de luz para os clientes que reduziram o consumo de luz no ano passado. O crédito deve ser pago na fatura referente ao mês de janeiro. Pelas regras do programa — lançado em agosto pelo governo federal por conta da crise hídrica —, ganhará o bônus agora quem tiver diminuído o consumo entre setembro e dezembro em, no mínimo, 10% em relação ao mesmo período de 2020. O desconto vai valer até uma redução de 20%. O objetivo era incentivar o consumidor a economizar.

O abatimento será de R$ 0,50 por cada quilowatt-hora (kWh) do volume de energia economizado dentro da meta de 10% a 20%. O consumidor somente receberá o bônus se a soma dos consumos de energia elétrica de setembro a dezembro de 2021 for inferior à soma dos mesmos meses de 2020, em pelo menos 10%.

De acordo com a Aneel, "o bônus apurado será informado na conta de luz referente ao mês de dezembro de 2021 e creditado como abatimento do valor a pagar na conta de luz subsequente". O crédito, portanto, deve ser pago por meio de bônus na fatura referente a janeiro de 2022.

A Enel — distribuidora presente em 66 municípios fluminenses, com 2,7 milhões de clientes — informou que o bônus dos clientes que reduziram o seu consumo será concedido na fatura deste mês (janeiro de 2022). Segundo a distribuidora, na conta estará descrito e sinalizado o volume de energia reduzida (desconto de R$ 0,50 para cada kWh economizado) e o valor do bônus em reais. A distribuidora não informou o número de clientes que vão receber o bônus.

Já a Light, que possui cerca de 4 milhões de clientes, não informou sobre o desconto nas contas dos consumidores em sua área de distribuição.

Os consumidores aptos a receber o bônus são os consumidores de baixa tensão (grupo B) e os de média e alta tensão (grupo A), apenas das classes de consumo residencial, industrial, comércio, serviços e outras atividades, rural e serviço público, incluindo aqueles residenciais com benefício da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE).
Bônus pode chegar a R$ 1,62 bilhão

As distribuidoras de energia preveem dar desconto de R$ 1,62 bilhão nas contas de luz dos consumidores, segundo um ofício da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) enviado à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), obtido pelo portal de notícias g1.

Conta de luz de famílias de baixa renda não terá cobrança adicional em dezembro

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou na noite desta sexta-feira, 26, que as famílias de baixa renda inscritas no programa Tarifa Social não vão pagar taxas adicionais nas contas de luz em dezembro. A bandeira verde não era acionada desde novembro de 2020. No ano passado, o órgão isentou todos consumidores da cobrança por alguns meses, por conta dos efeitos da pandemia da covid-10.

“Com essa bandeira, que indica condições favoráveis de geração de energia, não há acréscimos na tarifa”, explicou à agência reguladora em nota.

Para os demais consumidores do Sistema Integrado Nacional (SIN) segue em vigor a bandeira de escassez hídrica, com cobrança de R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

O novo patamar da bandeira tarifária foi criado pelo governo por conta da grave escassez nos principais reservatórios do País. O objetivo da faixa é bancar o acionamento de usinas térmicas, que geram uma energia muito mais cara, e as demais medidas adotadas para garantir o fornecimento de energia. Os recursos, no entanto, não serão suficientes.

As famílias atendidas pelo Tarifa Social são isentas de pagar a bandeira de escassez hídrica. Esses consumidores seguem com descontos previstos pelo programa. Os porcentuais são estabelecidos por faixas de consumo.

“Isso significa que as famílias de baixa renda, inscritas no programa de Tarifa Social, pagam as bandeiras com os mesmos descontos que já possuem nas tarifas, de 10% a 65%, dependendo da faixa de consumo”, informou a Aneel em nota.

Sistema de bandeiras

O sistema de bandeiras foi criado em 2015 pela agência reguladora. Além de possibilitar ao consumidor saber o custo real da geração de energia, e adaptar o consumo, o sistema atenua os efeitos no orçamento das distribuidoras. Anteriormente, o custo da energia era repassado às tarifas uma vez por ano, no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. Agora, os recursos são cobrados e repassados às distribuidoras mensalmente.

Na prática, as cores e modalidades – verde, amarela ou vermelha – indicam se haverá ou não cobrança extra nas contas de luz. A bandeira verde, quando não há cobrança adicional, indica condições mais favoráveis para geração de energia. O acionamento das bandeiras amarela e vermelha representa um aumento no custo da produção e a necessidade de acionamento de térmicas, o que está ligado principalmente ao volume dos reservatórios e das chuvas.

Tarifa social: conta de luz das famílias de baixa renda terá bandeira amarela em novembro

Boa notícia para milhares de famílias cearenses de baixa renda: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a conta de luz das pessoas incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica terá a bandeira tarifária amarela em novembro. A bandeira amarela representa R$ 1,87 adicional na conta de luz para cada 100 kWh consumidos no mês.

Com isso, a agência reduziu a cobrança adicional aplicada às contas de luz quando o custo de produção de energia aumenta. Até outubro, estava sendo cobrado dos consumidores da tarifa social a bandeira vermelha patamar 2, que adiciona R$ 9,49 às contas para cada 100 kWh.

Era a bandeira mais alta que podia ser aplicada a esses consumidores, já que eles são isentos de pagar a bandeira escassez hídrica, que adiciona R$ 14,20 por 100 kWh consumidos às contas de luz. O sistema de bandeiras tarifárias é uma cobrança aplicada às contas de luz quando o custo de produção de energia aumenta. É o que aconteceu neste ano, devido à crise energética.

O país tem acionado as usinas termelétricas (mais caras e poluentes) e importado energia da Argentina e do Uruguai para garantir o fornecimento de eletricidade aos consumidores.

Além disso, diante das chuvas verificadas em outubro e esperadas para novembro, a Aneel decidiu reduzir a bandeira dos consumidores de baixa renda. Para os demais consumidores, continua valendo a bandeira escassez hídrica, a mais cara do sistema.

Conta de luz deve se manter mais cara até o fim do ano, diz diretor do ONS



O diretor geral do Operador Nacional do Sistema (ONS), Luiz Eduardo Barata, disse, ontem (13), que até o fim do ano a bandeira vermelha do setor elétrico continuará acionada, mesmo com o início do período chuvoso em novembro, porque seria temerário desligar as termelétricas em um momento de escassez hídrica. A bandeira vermelha é acionada quando é preciso ligar usinas termelétricas mais caras, por causa da falta de chuvas. "Até porque para as distribuidoras também seria temerário, por conta dos custos com os combustíveis", destacou o executivo sobre a cobrança adicional nas contas de luz.

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