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Operação do MPCE e Policia Civil desmantela suposta esquema na limpeza pública do Crato

 


Policia civil em atividade.. Foto: Reprodução
Uma operação do Ministério Público do Estado do Ceará, com apoio da Polícia Civil, acontece, nesta manhã de quarta-feira, na sede da Prefeitura do Crato (Região do Cariri).

Notícias do Ceará

O objetivo é desmantelar um suposto esquema de irregularidades envolvendo contratos da área da limpeza pública municipal.

Quatro pessoas já foram presas na operação: um vereador, um ex-vereador, um servidor e um empresário, segundo as primeiras informações.

A Operação prossegue e aguarda-se maiores detalhes por parte da Secretaria de Comunicação do MPCE.


Operação do MPCE resulta em prisão em flagrante de casal suspeito de integrar facção criminosa em Ubajara

O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), deflagrou na manhã de quarta-feira (13/03), a Operação Curvas Perigosas. Foi cumprido um mandado de busca e apreensão contra um casal suspeito de fazer parte de uma facção criminosa com atuação na Serra da Ibiapaba. Foram apreendidos aparelhos celulares, relógios, jóias, além de drogas, o que resultou na prisão em flagrante dos dois por tráfico de entorpecentes.

Expedido pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas, o mandado foi cumprido no município de Ubajara pelo Núcleo de Apoio Técnico à Investigação (NATI) do Ministério Público e deve instruir o procedimento investigatório criminal, aberto após denúncia feita ao GAECO. O MP apura o envolvimento dos investigados com uma organização criminosa carioca, que tem forte presença no estado do Ceará no cometimento de tráfico de drogas e prática de outros ilícitos.

A Operação Curvas Perigosas chegou a ser deflagrada em novembro de 2023, mas os investigados não foram localizados, não tendo sido possível cumprir o mandado de busca e apreensão expedido à época. O cumprimento de medida visa aprofundar as investigações, a partir da apreensão de objetos destinados a fim delituoso e necessários à prova de infração, bem como elementos de convicção em torno dos fatos investigados.

(*) Roberto Moreira

Prefeito e ex-prefeito de Campos Sales são alvos de operação do MPCE

 
O prefeito de Campos Sales, João Luiz Lima Santos; o ex-prefeito, deputado estadual Moésio Loiola; o secretário de Obras, Wanderson Costa Guedes; e empresários da região foram alvos de uma operação do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) deflagrada nesta quinta-feira (5).

A ação, comandada pela Procuradoria de Justiça de Crimes contra a Administração Pública (Procap), com apoio da Polícia Civil, ainda afastou o secretário de Obras por 180 dias por suspeita de superfaturamento de contratos.

Ao todo, a Justiça do Ceará expediu 17 mandados de busca e apreensão para pessoas com endereços em Campos Sales, Fortaleza, Pacajus, Mulungu e Itaitinga. Foram apreendidos aparelhos celulares, computadores e documentos relacionados aos contratos investigados.

O Judiciário também determinou o imediato encerramento dos contratos da Prefeitura com as empresas investigadas, que atuam na prestação de serviços de limpeza pública e transportes em Campos Sales.

O grupo é suspeito de superfaturar contratos de prestação de serviços de limpeza pública e locação de veículos da Prefeitura. Eles também são investigados por suspeita de praticarem os crimes de peculato, falsidades material e ideológica, entre outros.

A investigação da Procap teve início neste ano, a partir de denúncia que relatava gastos excessivos com locação de veículos e limpeza pública. Os proprietários das empresas que executam esses serviços, portanto, foram os principais alvos da ação.

OS INVESTIGADOS

Em entrevista ao Diário do Nordeste, o deputado disse não ter envolvimento com os crimes e agradeceu a operação.

“Foi muito bom ter acontecido, foi ótimo, porque eu não era o alvo e eu não sou o alvo (…) A empresa investigada na atual gestão prestou serviço para a Prefeitura quando eu era prefeito, mas não havia irregularidades, estou pronto para explicar”

“Eu não era ordenador de despesas. Meu primeiro contador já morreu, foi durante a gestão ainda, e meu tesoureiro morreu de Covid-19”, apontou o parlamentar.

Em nota, a Prefeitura de Campos Sales disse que o prefeito João Luiz Lima Santos e o secretário afastado Wanderson Costa Guedes estão cooperando com as investigações.

A Procuradoria do Município informou que irá tomar ciência da investigação para que possa, futuramente, passar novos detalhes quanto à defesa dos envolvidos.

(*) g1
(*) Acopiara.News

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